A Bayer e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) divulgaram as vencedoras da 7ª edição do Prêmio Mulheres do Agro, reconhecendo a liderança de 10 mulheres no setor por suas práticas de ESG (ambiental, social e governança). Neste ano, o prêmio destacou a pluralidade, registrando um aumento de 26,5% nas inscrições de pequenas propriedades e a participação de produtoras rurais de todas as regiões e faixas etárias do Brasil.
Gabi Rodrigues, vencedora da categoria Pequena Propriedade, lidera a produção sustentável de palmito pupunha na Palmitolândia (SP). Iniciativas como a reutilização de água, uso de energia solar e embalagens biodegradáveis fazem parte de sua gestão inovadora. Ela ainda realiza ações sociais e projetos educacionais que visam conscientizar a comunidade sobre preservação ambiental.
Na categoria Média Propriedade, o primeiro lugar ficou com Luiza Oliveira Macedo, que, à frente da Fazenda Tapera do Baú (MG), aposta na cafeicultura regenerativa e investe na capacitação de colaboradores. A propriedade é reconhecida pela produção de cafés fine cup e especiais, com rastreabilidade e qualidade, exportados para o mercado internacional.
Vanessa Bomm, vencedora da categoria Grande Propriedade, é sócia da Fazenda Mareva (PR) e tem promovido práticas de agricultura regenerativa, como o uso de cultivos de cobertura. Ela também participa do PRO Carbono, focado em reduzir emissões e regenerar o solo. Vanessa se destaca pelo desenvolvimento humano, capacitando colaboradores e apoiando ações sociais.
Danielle Pereira Baliza, pesquisadora mineira, levou o primeiro lugar na categoria Ciência e Pesquisa, que recebeu mais de 13 mil votos. Com uma carreira marcada por estudos em sistemas agroflorestais com café e a publicação de mais de 40 artigos, ela impactou cerca de 2.500 agricultoras com o projeto “Embaixadoras do Instituto Federal: a força feminina na transformação do agro”.
Um estudo realizado pela Embrapa Meio Ambiente analisou o impacto da recuperação de pastagens degradadas no sudeste do Brasil sobre o balanço de carbono e as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Realizado ao longo de cinco anos, a pesquisa abrangeu desde uma pastagem degradada até sua renovação com fertilização nitrogenada, destacando os desafios na implementação de programas de créditos de carbono em pastagens.
O levantamento alerta para os desafios da implementação de programas de créditos de carbono em pastagens. E destaca que fatores como mudanças nas práticas agrícolas e eventos climáticos extremos podem comprometer a eficácia e a permanência do sequestro de carbono.
Impacto da recuperação de pastagens
De acordo com Osvaldo Cabral, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente que coordenou o experimento, a assimilação de dióxido de carbono observada na pastagem degradada não compensou o carbono removido pelo pastejo. Dessa forma, contribui para a continuidade do processo de degradação do solo.
Por outro lado, a pastagem reformada e adubada conseguiu fixar carbono a uma taxa superior à meta estabelecida pela Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil. No entanto, essa taxa não foi suficiente para neutralizar as emissões geradas durante o processo de renovação, quando o solo foi arado e permaneceu sem cobertura.
Importância do monitoramento e práticas de manejo
O estudo enfatiza a importância do monitoramento contínuo do balanço de dióxido de carbono, principalmente em anos de baixa precipitação. Isso ajuda a avaliar o impacto das práticas de manejo sobre as emissões líquidas de GEE, incluindo óxido nitroso e metano.
A adoção de práticas adequadas de manejo pode evitar e até reverter a degradação das pastagens, melhorando a capacidade de armazenamento de carbono e contribuindo com os compromissos climáticos do Brasil.
Política de Agricultura de Baixo Carbono e desafios futuros
A pesquisa destaca o papel crucial da Política de Agricultura de Baixo Carbono (ABC) do Governo brasileiro, que visa recuperar milhões de hectares de pastagens degradadas. No entanto, apenas um terço das áreas-alvo foi reabilitado, e a falta de monitoramento formal dificulta a avaliação dos impactos.
Para o novo ciclo do Plano ABC+ (2020-2030), o foco será a governança e o uso de critérios científicos para mensuração e relatórios. Isso visa superar os desafios identificados no estudo e potencializar os benefícios da recuperação de pastagens no sudeste do Brasil.
Os resultados completos do estudo estão disponíveis na publicação “Eddy covariance fluxes of greenhouse gasses observed in a renewed pasture in the southeast of Brazil”.
Com esse estudo, fica evidente a necessidade de práticas contínuas e bem monitoradas para alcançar uma recuperação sustentável das pastagens. E sua importancia para contribuir significativamente para a mitigação das mudanças climáticas.
Nos próximos anos, o agronegócio brasileiro e global deverá passar por uma transformação significativa, impulsionada por avanços tecnológicos como inteligência artificial (IA), drones e energia solar. Essas inovações não apenas prometem aumentar a eficiência da produção agrícola, mas também contribuir para a sustentabilidade do setor, enfrentando desafios como a escassez de recursos naturais e as mudanças climáticas.
Inteligência Artificial: otimização e precisão
A inteligência artificial está revolucionando a forma como os agricultores gerenciam suas operações. Com algoritmos avançados e análise de dados, a IA pode prever padrões climáticos, otimizar o uso de insumos e melhorar a gestão de culturas. Sistemas de IA são capazes de analisar grandes volumes de dados em tempo real, permitindo que os produtores tomem decisões mais informadas sobre irrigação, fertilização e controle de pragas.
Além disso, a IA pode ser utilizada para monitorar a saúde das plantas e identificar problemas antes que se tornem críticos. Isso não apenas aumenta a produtividade, mas também reduz o uso de produtos químicos, promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis.
A revolução mais evidente ocorre no setor de tratores e colheitadeiras autônomas, guiados por IA. Além de tornar o trabalho no campo mais eficiente e seguro, ssas máquinas podem operar 24 horas por dia, realizando tarefas repetitivas com precisão.
Tratores poderão ser controlados por IA
A IA acelera o processo de melhoramento genético, identificando rapidamente as características desejáveis em plantas e animais. Isso resulta em cultivares e raças mais resistentes e produtivas, ou seja, mais qualidade e lucro futuro.
Ferramentas de IA também analisam tendências de mercado e preços, ajudando os agricultores a tomar decisões estratégicas sobre quando e como vender seus produtos.
Drones: monitoramento e aplicação eficiente
Os drones estão se tornando ferramentas indispensáveis no agronegócio moderno. Equipados com câmeras de alta resolução e sensores, esses dispositivos podem realizar monitoramento aéreo das lavouras, fornecendo informações detalhadas sobre a saúde das plantas, a umidade do solo e a presença de pragas. Essa visão panorâmica permite que os agricultores identifiquem áreas que necessitam de atenção, otimizando o uso de recursos.
Além disso, os drones podem ser usados para a aplicação de insumos, como fertilizantes e defensivos agrícolas, de maneira mais precisa e eficiente. Isso não apenas reduz o desperdício, mas também minimiza o impacto ambiental, contribuindo para práticas agrícolas mais responsáveis.
Um bom exemplo é o Orbio, desenvolvido pela Embrapa e a empresa paulista BirdView, com apoio financeiro da Fapesp.
Ele promete revolucionar o controle biológico na agricultura, substituindo agroquímicos, por exemplo. Desenvolvido para combater pragas e doenças sem prejudicar o meio ambiente, o Orbio utiliza um sistema de otimização de planos de voo com dispensador de insetos.
A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, apresentou a tecnologia ao presidente Lula, destacando sua importância para o controle biológico. “Pragas e doenças agrícolas causam prejuízos financeiros de milhões por ano”, explicou Lúcio Jorge, pesquisador da Embrapa Instrumentação. Ele enfatizou as vantagens do uso de drones, como o baixo custo operacional, alta eficiência e grande alcance de aplicação.
Energia Solar: sustentabilidade e redução de custos
Hoje, a maioria dos produtores rurais tem grande dependência do gerador a diesel na sua propriedade, independente do segmento que atua. Culturas com suinocultura, piscicultura, avicultura, irrigação e mercado de silos, entre outras, ainda usam de forma intensiva o equipamento, arcando com altos custos de combustível e manutenção, sem falar no prejuízo causado ao meio ambiente e falta de compromisso com as causas sustentáveis.
A energia solar está emergindo como uma solução viável para a sustentabilidade no agronegócio. A instalação de painéis solares em propriedades rurais pode reduzir significativamente os custos com eletricidade, permitindo que os agricultores utilizem energia limpa para operar suas máquinas e sistemas de irrigação.
Além disso, a energia solar pode ser combinada com tecnologias de armazenamento, permitindo que os agricultores utilizem energia renovável mesmo durante a noite ou em dias nublados. Essa independência energética não apenas diminui os custos operacionais, mas também reduz a pegada de carbono do setor agrícola.
Empresas continuam investindo em energias renováveis
“Temos a solução completa para resolver rapidamente este problema com excelente custo/benefício para o produtor rural”, diz Marcelo Taborda, diretor de Vendas da BYD Energy no Brasil. “Podemos reduzir o consumo ou até mesmo eliminar por completo o equipamento, melhorando o nível de atendimento e a confiabilidade desse sistema”. “Somos o maior produtor mundial de baterias recarregáveis incluindo baterias de NiMH, Íon de Lítio e NCM, com ampla variedade de usos, como em aparelhos eletrônicos, veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia”, informa Taborda.
Como exemplo de aplicação e solução, Taborda cita o funcionamento de um aviário, onde o controle da temperatura interna é fundamental. Dependendo da região, pode haver instabilidade no sistema e principalmente a falta de energia elétrica. Estes fatos acabam gerando grande prejuízo ao produtor e até, em casos extremos, a perda de seu principal insumo. A implantação da solução completa BYD poderá reduzir esse risco a praticamente zero, de forma definitiva. “Há a leitura constantemente de energia gerada pelos módulos fotovoltaicos, rede elétrica e bateria. Se for constatada a falta ou queda, o inversor identificará imediatamente o problema e, em poucos milissegundos, o gerador assumirá a carga do local”, justifica Taborda.
O futuro do agronegócio com os avanços tecnológicos
À medida que essas tecnologias se tornam mais acessíveis e integradas às práticas agrícolas, espera-se que o agronegócio se torne mais sustentável e eficiente. A combinação de IA, drones e energia solar não apenas aumentará a produtividade. Ela também ajudará a preservar os recursos naturais, garantindo que as futuras gerações possam continuar a produzir alimentos de maneira responsável.
Em resumo, os avanços tecnológicos estão moldando um novo paradigma no agronegócio, onde a eficiência e a sustentabilidade caminham lado a lado. Com a adoção dessas inovações, o setor agrícola poderá enfrentar os desafios do futuro, contribuindo para um mundo mais sustentável e resiliente.
O 13º Congresso ANDAV, de 6 a 8 de agosto, contará com palestras de figuras renomadas como o ex-Ministro da Economia, Paulo Guedes, e o filósofo Luiz Felipe Pondé. No primeiro dia, Pondé abordará “A Era da Ansiedade e os Pensamentos da Atualidade”. A programação incluirá temas globais com o consultor Carlos Cogo e uma palestra sobre o mercado de distribuição nos EUA por Daren Coppock, CEO da Agricultural Retailers Association.
Durante o evento, serão discutidas as demandas globais do agronegócio. Eles contam com participações de nomes como Roberto Rodrigues, Marcelo Prado, Marcos Fava Neves, Sérgio Vale, entre outros. No terceiro dia, Paulo Guedes apresentará “Previsões e Desenvolvimento do Agronegócio”, discutindo o cenário político e econômico do Brasil e seus impactos no setor.
Nilson Leitão, presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), enfatizou a necessidade de desburocratização para fortalecer o agro brasileiro: “Estudamos a agropecuária sob a ótica da legislação e da organização de estado para o agro brasileiro”.
Roberto Rodrigues, professor emérito da FGV Agro, falará sobre a segurança alimentar global e a importância do Cerrado na produção sustentável. Gustavo Spadotti, chefe-geral da Embrapa Territorial, apresentará uma pesquisa sobre a preservação do Cerrado, destacando o equilíbrio entre produção e preservação.
ESG e sustentabilidade no agronegócio
O evento também abordará ESG e sustentabilidade no agronegócio, mediado pela advogada Samanta Pineda. “O agro brasileiro é inovador e tecnológico, e vamos discutir como integrar isso na agenda de sustentabilidade e ESG”, disse Pineda.
Outro destaque será a divulgação da 9ª Pesquisa Nacional da Distribuição, realizada pela ANDAV, que trará dados relevantes para o setor. Paulo Tiburcio, presidente executivo da ANDAV, afirmou: “Esperamos coletar um volume ainda maior de informações nesta edição, ajudando o distribuidor a ter uma visão abrangente do mercado”.
O 13º Congresso ANDAV contará com quatro pavilhões e mais de 24 mil metros quadrados de exposição. Com a participação de 250 marcas expositoras, o evento espera um recorde de 13,5 mil participantes. A ANDAV, que representa os distribuidores de insumos agropecuários há 33 anos, reúne mais de 3.400 unidades comerciais no Brasil. Além de promover boas práticas no campo, também atua para garantir o bom funcionamento da cadeia produtiva.
Com o objetivo de conhecer os benefícios que as hortas sensoriais acessíveis proporcionam aos estudantes de escolas municipais de Uberaba, integrantes da liderança da Mosaic responsáveis pelo investimento social visitaram o colégio Arthur de Mello Teixeira, em Uberaba (MG), na quarta-feira (20).
Desenvolvido pelo Programa Horta Educa, do Instituto Mosaic, o projeto beneficia cerca de 10 mil alunos da rede pública da cidade, com ações focadas na educação nutricional e inclusão de alunos com deficiência.
“As hortas materializam a nossa missão primordial de contribuir para a produção de alimentos de qualidade. Com este projeto focamos em estudantes em situação de vulnerabilidade, contribuindo para o crescimento, desenvolvimento e nutrição das crianças ao incluir esses alimentos à merenda escolar. Além disso, é possível promover educação multidisciplinar por meio de um ambiente adaptado para acolher pessoas com deficiência”, afirma Adriana Alencar, vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Mosaic Fertilizantes.
Divulgação – Mosaic
Estrutura das hortas
Em novembro do ano passado, a companhia entregou hortas escolares em Uberaba, além de formações pedagógicas para outras escolas da rede pública beneficiadas. As estruturas contam com canteiros com ervas medicinais e hortaliças, árvores frutíferas, espaço para composteira, bancos e lousa, compondo um espaço de sala de aula ao ar livre. As culturas estão distribuídas de forma a promover experiências e aguçar os sentidos – estímulos gustativo, olfativo, tátil, visual e auditivo.
Objetivos das hortas sensoriais
Um dos principais objetivos das hortas sensoriais é promover educação alimentar, oferecendo aos alunos a oportunidade de colocar em prática os aprendizados adquiridos em sala de aula.
O espaço pode ser utilizado por professores de qualquer disciplina, tornando-se ferramenta importante no ensino.
E o melhor de tudo é que os alimentos produzidos nas hortas complementam a merenda escolar.
A infraestrutura é totalmente adaptada e acessível, com canteiros de diferentes alturas e espaço de circulação para manobra de cadeiras de rodas.
O projeto contempla ainda recursos de acessibilidade, como mapa tátil, especificando as culturas e a localização dos canteiros na horta; piso tátil drenante para fácil locomoção; placas de tipografia adequada, fonte ampliada e conteúdo em Braile.
Divulgação – Mosaic
Resultados positivos
Onde o projeto já foi implementado é possível perceber resultados positivos de inclusão e acolhimento, especialmente de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e melhora do comportamento de alunos em geral.
A partir da iniciativa foram criados grupos de alunos denominados Amigos da Horta, responsáveis pelos cuidados com o espaço.”Ações como esta têm como objetivo beneficiar a comunidade próxima às nossas operações, gerando maior impacto positivo. Essas hortas são capazes de promover educação alimentar, qualidade no aprendizado dos alunos e inclusão de crianças com deficiência”, explica Adriana.
O programa Horta Educa foi responsável pela entrega, desde à implantação, de 49 hortas escolares, além de três viveiros de mudas, em Goiás, Minas Gerais e Sergipe, estados em que a Mosaic Fertilizantes opera.
As hortas fazem parte das ações estratégicas de combate a insegurança alimentar, coordenadas pelo Instituto Mosaic, e propõem uma experiência educativa e nutricional de valorização da alimentação saudável e sustentável.
O Prêmio Mulheres do Agro (PMA), iniciativa idealizada pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), está com inscrições abertas para a categoria Ciência e Pesquisa.
É possível indicar pesquisadoras atuantes em instituições com projetos ligados a ESG no agronegócio.
Indicação popular e avaliação
As inscrições ficam abertas até 14 de junho, no site da iniciativa. Após o preenchimento de informações como nome, e-mail, telefone, vínculo institucional, link do currículo Lattes, região e um resumo da linha de pesquisa, as pesquisadoras indicadas receberão um e-mail com o regulamento vigente e informações sobre a participação.
Uma comissão avaliadora composta de pesquisadoras acadêmicas e executivas da área analisará as indicadas, selecionando três para voto popular. Os votos na categoria ficam abertos ao público no site do prêmio de 2 a 13 de setembro.
Expectativa para 2024
No ano de seu lançamento, em 2023, a categoria Ciência e Pesquisa avaliou 19 indicações de pesquisadoras. Para 2024, a expectativa é que mulheres de todo o país apliquem seus projetos de impacto ou de grande alcance científico, enfatizando termos de sustentabilidade e inovação no agro.”A Bayer enxerga como fundamental o papel da mulher e sua presença em diversas frentes ao longo da cadeia do agronegócio. Decidimos ao lado da Abag e empresas parceiras reforçar a importância da presença, contribuição e relevância de pesquisadoras para o setor agro por meio da categoria de Ciência e Pesquisa”, explica Gabriella Gandelini, Gerente de Regulamentação em Assuntos Científicos na Bayer.
Inscrições para produtoras rurais
Além da categoria de Ciência e Pesquisa, gestoras rurais de pequenas, médias e grandes propriedades agropecuárias de todo o país têm até 31 de julho para se inscrever na categoria de Produtora Rural do Prêmio Mulheres do Agro.
As produtoras serão reconhecidas por conduzirem suas propriedades de forma sustentável, equilibrando cuidado com a natureza e meio ambiente, responsabilidade social e boas práticas administrativas.
Iniciada em 2018, a iniciativa da Bayer com a Abag acumula mais de 1.100 inscrições, reconhecendo 54 agropecuaristas de todas as regiões do Brasil e uma pesquisadora. Em 2023, o Prêmio Mulheres do Agro celebrou um aumento notável no interesse das mulheres em serem reconhecidas pelo seu trabalho no campo.
Novos apoiadores institucionais
Outra novidade da premiação é a chegada do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), como novo apoiador institucional, junto da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, Embrapa, Fatec Pompeia, Fealq e Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia .
“O apoio da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável ao Prêmio Mulheres do Agro vai muito além da missão de promover a sustentabilidade na pecuária brasileira. É essencial dar voz às mulheres do campo e principalmente incluir as pequenas e médias produtoras, que muitas vezes se sentem excluídas, mas que, na verdade, desempenham um papel fundamental no agronegócio brasileiro”, celebra Ana Doralina Alves Menezes, presidente eleita da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável e GTPS.