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  • Cooperativa investe R$ 100 milhões em complexo agropecuário

    Cooperativa investe R$ 100 milhões em complexo agropecuário

    A Coopercitrus, cooperativa de produtores rurais com sede em Bebedouro (SP), está investindo R$ 100 milhões na construção de um novo Complexo Agropecuário em Araçatuba (SP), com o apoio do Governo do Estado de São Paulo. O anúncio foi feito durante a cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental, que contou com a presença do secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA), Guilherme Piai, representando o governador Tarcisio de Freitas.

    O novo complexo, que deverá ser concluído em dois anos, visa atender à crescente demanda por soluções e infraestrutura para a cadeia pecuária na região. As instalações ocuparão um terreno de 50 mil m² localizado entre Araçatuba e Birigui, próximo à Rodovia Marechal Rondon (SP-300), um importante eixo logístico para o agronegócio. O projeto prevê a construção de uma moderna fábrica de ração, um TRR (Transportador Revendedor Retalhista) para distribuição de combustíveis, uma loja completa de insumos agropecuários e um espaço de atendimento aos cooperados128. A expectativa é que o empreendimento gere cerca de 130 empregos diretos e indiretos.

    Parceria de sucesso

    O secretário Guilherme Piai destacou a importância do setor do agronegócio para o Estado, que gera empregos e renda, especialmente para os pequenos e médios produtores rurais. Ele também ressaltou a parceria de sucesso entre as cooperativas agrícolas e o Governo do Estado, que beneficia o desenvolvimento regional do agronegócio paulista. Piai lembrou que o Estado conseguiu manter incentivos fiscais para diversas cadeias produtivas, inclusive a citricultura.

    A iniciativa busca diversificar a atuação da cooperativa e oferecer suporte estratégico aos cooperados. Segundo Fernando Degobbi, presidente da Coopercitrus, o novo complexo terá infraestrutura moderna para atender o produtor de forma integrada, com soluções de última geração.

    Além do investimento no novo complexo, o secretário Guilherme Piai destacou os resultados positivos no combate ao Greening, uma das maiores ameaças à citricultura paulista, através das ações da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA). A CDA superou a meta de 36.750 fiscalizações, garantindo a segurança alimentar e a proteção dos pomares. A SAA também lançou uma Linha de Crédito Fruticultura do FEAP de R$ 10 milhões em apoio aos produtores prejudicados pelo Greening, com condições facilitadas.

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  • Cooperativa Vinícola Garibaldi processa 14,5 milhões de quilos de uvas

    Cooperativa Vinícola Garibaldi processa 14,5 milhões de quilos de uvas

    A Cooperativa Vinícola Garibaldi já recebeu 14,5 milhões de quilos de uvas nesta safra. Em geral, a previsão é encerrar a colheita no início de março, alcançando 28 mil toneladas. Além disso, o ciclo atual já ultrapassou 50% do volume esperado, e a colheita entra na reta final.

    As variedades Chardonnay, Pinot Noir e Viognier, essenciais para a produção de espumantes, já foram colhidas. A Viognier, utilizada no borbulhante premiado com ouro duplo no concurso argentino Vinus 2024, teve seu processamento finalizado. Ao mesmo tempo, outras uvas brancas, como Pálava, Malvasia e Sauvignon Blanc, também já foram entregues pelos produtores.

    Foto: Divulgação Cooperativa Vinícola Garibaldi / Augusto Tomasi

    Agora, a cooperativa recebe as últimas variedades brancas, como Riesling e Alvarinho, além da Prosecco, usada em espumantes. Paralelamente, inicia-se a colheita das tintas viníferas, incluindo Merlot, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Tannat, Marselan e Ancellotta. Também chegam à cooperativa uvas comuns, como Bordô e Isabel, destinadas à produção de sucos integrais.

    A safra envolve cerca de 470 cooperados, que devem concluir as entregas até a primeira semana de março. As condições climáticas favoráveis garantem um padrão de qualidade semelhante ao dos últimos anos.

    Curiosidade: clima afeta a produção na França

    A França enfrenta uma crise sem precedentes no setor vinícola, levando o governo a decidir pela destruição de 30 mil hectares de vinhedos, o que representa cerca de 4% da área total dedicada à produção de vinho no país. Porém, o plano levou vários meses para aprovação porque “na PAC (política agrícola comum) não há medida de arranque”, explica Jérôme Despey, presidente do conselho dedicado ao vinho da associação FranceAgriMer.

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