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  • ApexBrasil: recorde de empresas brasileiras na Gulfood em Dubai

    ApexBrasil: recorde de empresas brasileiras na Gulfood em Dubai

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) está coordenando a participação de uma delegação recorde de 113 empresas brasileiras na Gulfood. Esta é a maior feira de alimentos e bebidas do mundo árabe, que acontece de 17 a 21 de fevereiro em Dubai. A expectativa é que sejam gerados mais de US$ 3,2 bilhões em negócios durante a feira e em contratos futuros.

    A Gulfood atrai mais de 150 mil visitantes de 120 países e milhares de compradores, apresentando as principais tendências de mercado do setor e mobilizando formadores de opinião e mídia especializada. A inauguração oficial do pavilhão brasileiro acontecerá no dia 17 de fevereiro, com a presença do diretor de Gestão Corporativa da ApexBrasil, Floriano Pesaro.

    O Brasil, reconhecido por sua produção agrícola diversa e sustentável, busca fortalecer sua posição na Gulfood como um dos principais exportadores mundiais de alimentos e bebidas. Para facilitar a conexão entre compradores internacionais e empresas brasileiras, a ApexBrasil oferece a plataforma digital Buy Brazil. Ela permite encontrar produtos brasileiros de alta qualidade e fornecedores confiáveis, incluindo café, feijão, carne, amendoim, açaí, grãos, castanha e muito mais.

    Delegação abrange diversos setores

    Além das 67 empresas presentes nos quatro pavilhões brasileiros organizados pela ApexBrasil, outras 53 se juntarão à delegação em pavilhões organizados por projetos setoriais da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (IBRAFE).

    Durante a feira, os visitantes poderão degustar produtos brasileiros nos pavilhões, com drinks não alcoólicos, receitas locais com ingredientes nacionais e churrasco com carnes halal. Na edição de 2024, os pavilhões brasileiros organizados pela ApexBrasil contaram com a participação de 71 empresas. E geraram expectativas de negócios de US$ 1,9 bilhão.

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  • Brasil bate recorde em exportações em janeiro de 2025

    Brasil bate recorde em exportações em janeiro de 2025

    O agronegócio brasileiro iniciou 2025 com um salto estratégico: US$ 11 bilhões em exportações em janeiro, segundo maior valor já registrado para o período, e a abertura de 24 novos mercados internacionais. A alta foi impulsionada pela valorização de commodities como café, celulose e algodão, que compensaram a queda nas vendas de soja e milho, segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura (Mapa).

    Crescimento de 5,3% nos preços e alta em setores como café, celulose e algodão impulsionam receita de US$ 11 bilhões, segundo maior valor para o mês na história.

    O índice geral de preços das exportações subiu 5,3% em janeiro, reflexo da demanda internacional por produtos-chave:

    • Café verde: Receita de US$ 1,3 bilhão (+79,4%), com preços 63,8% maiores.
    • Celulose: Vendas ultrapassaram US$ 1 bilhão (+44,1%), com destaque para China (+53,3%) e UE (+60,2%).
    • Algodão: Alta de 47,5% (US$ 710,7 milhões), sustentado por safra recorde e demanda do Paquistão e Vietnã.

    Seis setores superaram a marca de US$ 1 bilhão em exportações, incluindo carnes (18,9% do total) e complexo sucroalcooleiro (10%).

    Países emergentes ganham destaque

    A política de expansão do Mapa, liderada pelo ministro Carlos Fávaro, ampliou a presença brasileira em mercados emergentes:

    • Paquistão: +166,3% nas importações.
    • Bangladesh: +85,1% (país recebeu um dos 11 novos postos de adidância do Brasil).
    • Turquia: +122,7%.

    Parceiros tradicionais também cresceram: a União Europeia aumentou compras em 39,5% (US$ 1,89 bilhão), enquanto a China manteve relevância com alta de 53,3% em celulose.

    Frutas e produtos não convencionais: o novo foco

    Enquanto commodities tradicionais lideram, nichos como frutas tropicais e produtos não convencionais ganham espaço:

    • Exportações de gergelim para a Índia cresceram 250,6%.
    • Óleo essencial de laranja teve alta de 19,5%, com a UE superando os EUA como maior comprador.
    • Frutas brasileiras foram vendidas para 137 países, somando US$ 1,3 bilhão em 2024.

    A expectativa é que a abertura do mercado chinês para gergelim e a participação do Brasil na maior feira de frutas do mundo (Berlim) ampliem oportunidades.

    Visitas presidenciais e ferramentas de apoio

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará Japão e Vietnã em fevereiro para reforçar acordos comerciais, com foco em proteína animal e frutas. Paralelamente, plataformas como AgroInsights e Passaporte Agro, lançadas pelo Mapa, ajudam produtores a identificar demandas globais.

    “Estamos qualificando nossa inserção internacional, diversificando produtos e destinos para gerar emprego e renda no interior”, afirma Luís Rua, secretário de Comércio do Mapa.

    Perspectivas para 2025: Com a valorização de commodities, investimento em nichos e abertura de mercados, o Brasil consolida-se como peça central no tabuleiro global do agronegócio. A próxima parada: consolidar as frutas brasileiras como símbolo de qualidade e sustentabilidade.

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  • Artigo: as novas estratégias para alavancar o agronegócio no exterior

    Artigo: as novas estratégias para alavancar o agronegócio no exterior

    Globalmente, o agronegócio vive o desafio de se adaptar a novos padrões comerciais. Mercados como o europeu e o asiático apresentam demandas crescentes por sustentabilidade e inovação. Enquanto a chamada Guerra Fria 2.0 força os países a se posicionarem frente a tensões entre grandes potências, conflitos armados significativos e contingenciamentos de mercados, como as ameaças tarifárias anunciadas por Donald Trump. Sobreviver nesse ambiente de alta competitividade e manter o protagonismo no mercado internacional, conservando a capacidade de se relacionar com todos os países, exigirá cada vez mais das empresas brasileiras negociadores atentos às movimentações geopolíticas, dotados de flexibilidade e capazes de se articular estrategicamente.

    A manutenção de uma postura de neutralidade nos relacionamentos comerciais ajuda a conservar portas abertas, mas não basta. É essencial investir na diversificação dos mercados para exportação e no acompanhamento próximo das políticas internacionais, estabelecendo diálogos contínuos com o governo e atuando no sentido de que a abordagem diplomática apoie o setor privado sem gerar incertezas.

    Com alto potencial de consumo, o mercado asiático merece atenção especial. Concentra 60% dos habitantes do planeta e cerca de 40% do PIB global, além de ter promovido a maior redução da pobreza dos últimos 30 anos, segundo o Banco Mundial. Mas o produto agrícola brasileiro ainda depara com restrições. Foram necessários anos de disputa na Organização Mundial de Comércio (OMC) para que o frango brasileiro entrasse na Indonésia, o que só aconteceu em 2019.

    Qualidade e certificações

    É fundamental investir em melhorias de qualidade e certificações que atendam aos padrões desses mercados. Além de trabalhar em parceria com entidades governamentais locais e promover feiras e missões comerciais. A construção de relacionamentos de longo prazo e a capacidade de se adaptar às preferências culturais locais são as chaves para a entrada e o fortalecimento dos produtos brasileiros nessas cobiçadas prateleiras.

    Um terceiro mandamento para empresas que buscam crescimento externo é a aproximação e a cooperação com a diplomacia brasileira. Nossos diplomatas conhecem as instituições internacionais, o que pode facilitar o acesso a mercados e o combate a barreiras e favorecimentos indevidos. Além disso, eles participam ativamente de reuniões de blocos econômicos. E possuem conhecimento detalhado das especificidades de importantes parceiros comerciais, como a União Europeia e a Associação de Nações do Sudeste Asiático. A colaboração entre setor privado e governo complementa esforços, recursos e expertises, propiciando articulações para penetrar nos mercados mais difíceis e favorecendo maior integração do setor agropecuário com as políticas comerciais externas do País.

    A questão ambiental é também um ponto de destaque nos mercados globais, especialmente na Europa e, cada vez mais, na Ásia. O Brasil tem uma posição dúbia nessa área, apresentando dados favoráveis, como o uso de energia limpa, mas também taxas preocupantes de desmatamento na Amazônia e no Cerrado. A inserção de produtos agrícolas em mercados externos depende, em grande parte, da capacidade de atender às exigências ambientais. E de lidar com a visão que países e compradores têm do Brasil, o que requer investimento em tecnologia aplicada e marketing assertivo. Eficiência no uso de recursos naturais, economia circular e bioeconomia são requisitos estratégicos para se alinhar aos padrões internacionais, com melhoria de imagem e validação científica de métodos de produção que assegurem uma agricultura tropical sustentável.

    Transações multimoedas

    Por fim, é vital desenvolver competência para transações multimoedas. As trocas comerciais cada vez mais se afastam da predominância do dólar. E a instabilidade das moedas ocidentais, aliada ao aumento dos juros nos Estados Unidos, tem levado China e Rússia a privilegiarem as próprias moedas nas transações com outros países. O fenômeno é particularmente recorrente na Ásia e aponta uma tendência de médio e longo prazo. Investir em sistemas financeiros que suportem a diversidade cambial e buscar orientação sobre regulamentações financeiras globais são medidas favoráveis a essa nova dinâmica. A diversificação de moedas mitiga riscos financeiros, à medida que diminui a exposição à volatilidade do dólar, abre novas oportunidades de negócios e fortalece a resiliência das empresas em um ambiente econômico global em constante mudança.

    Enfim, há uma combinação de variantes em mutação. Algumas tendências já são claras, outras apenas começam a se delinear. O agronegócio brasileiro precisa estar atento a ambas para não ser surpreendido e conservar sua competitividade e protagonismo nos principais mercados mundiais.

    Solange Kurpiel é coordenadora de Projetos em Aprendizagem e Cultura no Imaflora
    Pablo Ibañez é professor de Geopolíticana Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro;
  • Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas começa hoje

    Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas começa hoje

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) promovem o Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas. O evento começa hoje e vai até  29 de novembro no Hotel Royal Tulip, em Brasília.

    O evento contará com mais de 500 reuniões. E tem como objetivo fortalecer as relações entre instituições governamentais, adidos agrícolas e setores produtivos de alimentos e bebidas. E visa aumentar as exportações brasileiras e facilitar o acesso a mercados internacionais.

    A cerimônia de abertura está marcada para hoje, segunda-feira (25), às 17h, com a presença de autoridades como o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Carlos Fávaro. O encontro reunirá 40 adidos agrícolas brasileiros, representantes dos Escritórios da ApexBrasil e entidades do agronegócio, todos focados em ampliar as exportações.

    ExportaAgro

    Um dos destaques do evento será o lançamento do programa ExportaAgro. O programa oferecerá um calendário unificado com mais de 40 ações internacionais voltadas para o setor agropecuário. O programa reunirá eventos organizados pela ApexBrasil e pelos ministérios envolvidos, disponibilizando quase duas mil vagas para empresas e cooperativas.

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    Além disso, o encontro contará com a participação dos adidos recém-designados para 11 novas adidâncias agrícolas que serão inauguradas ainda este ano em países como Argélia, Bangladesh e Emirados Árabes Unidos. Com a gestão do ministro Carlos Fávaro, o Brasil já abriu 277 novos mercados, sendo 200 apenas em 2024. As novas adidâncias têm como objetivo identificar oportunidades e desafios no comércio internacional.

    O Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas promete ser uma plataforma importante para discutir práticas sustentáveis na agropecuária brasileira. E, além disso, fortalecer laços comerciais com outros países.

  • PIB da cadeia da soja e do biodiesel deve cair 5,33% em 2024, aponta Cepea

    PIB da cadeia da soja e do biodiesel deve cair 5,33% em 2024, aponta Cepea

    Após um crescimento de mais de 21% em 2023, o Produto Interno Bruto (PIB) da cadeia da soja e do biodiesel deve registrar uma queda de 5,33% em 2024. Essa diminuição é atribuída à quebra da safra de soja e seus impactos nos agrosserviços. Apesar disso, o bom desempenho esperado da agroindústria, impulsionado pelo biodiesel e pelas exportações de farelo de soja, deve amenizar a queda. E contribuir positivamente para o PIB do setor.

    O PIB total da cadeia produtiva da soja e do biodiesel está projetado para atingir R$ 422 bilhões em 2024. Isso representa 18% do PIB do agronegócio nacional e 3,9% da economia brasileira como um todo. Os dados são de um levantamento realizado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).

    Impactos por segmento

    A previsão é de que o PIB da soja sofra uma redução de 13,07%, enquanto os agrosserviços podem enfrentar uma queda de 4,28% em 2024. Em contrapartida, a agroindústria deve crescer 2,95%, com avanços em todos os segmentos: 0,59% para o esmagamento e refino, 2,6% para rações e expressivos 36,47% para o biodiesel. A crescente demanda pelo biocombustível está impactando positivamente o PIB do subsegmento, além de beneficiar o setor de esmagamento e refino.

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    No início de 2024, a população ocupada na cadeia produtiva da soja e do biodiesel apresentou uma redução de 4,65% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior, totalizando 2,28 milhões de pessoas. Essa queda acompanha o desempenho negativo do PIB, mas é atenuada pelo crescimento do emprego nas indústrias. As participações da cadeia produtiva na população ocupada do agronegócio (9,69%) e na economia brasileira (2,28%) caíram levemente em comparação a 2023. Embora ainda se mantenham em níveis historicamente altos.

    Comércio exterior em alta

    No primeiro trimestre de 2024, as exportações da cadeia de soja e do biodiesel, que incluem soja in natura, farelo de soja, óleo de soja, glicerol, biodiesel e proteína de soja, totalizaram 27,59 milhões de toneladas.  Um aumento de 12,97% em relação ao mesmo período de 2023. No entanto, o valor exportado caiu 11,33%, totalizando US$ 12,42 bilhões, devido à queda nos preços de exportação, que recuaram 21,51% no período. Esse cenário é semelhante ao observado entre 2022 e 2023.

    Embora o PIB da cadeia da soja e do biodiesel esteja projetado para uma queda em 2024, o desempenho da agroindústria e as exportações devem ajudar a mitigar os impactos negativos. A evolução do setor continua a ser crucial para a economia brasileira, refletindo a importância da soja e do biodiesel no cenário agrícola nacional.

  • Brasil quebra recordes no comércio agro: 72 novos mercados em 2024

    Brasil quebra recordes no comércio agro: 72 novos mercados em 2024

    O primeiro semestre de 2024 registrou o melhor desempenho histórico para o comércio exterior do agronegócio brasileiro. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu 72 novos mercados para produtos agrícolas brasileiros, beneficiando 30 países. Este número supera os recordes anteriores, incluindo os totais de 35 aberturas em 2019 e 53 em 2022.

    Em junho, a expansão foi particularmente significativa, com 26 novos mercados abertos em 13 países, representando 32% de todas as aberturas realizadas no ano. Consequentemente, este desempenho foi crucial para o recorde semestral.

    “O Brasil é destaque para produtos de qualidade. Batemos todos os recordes de abertura de mercados – 18 meses, um ano e meio de governo Lula -, com 150 mercados abertos para produtos da agropecuária brasileira”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

    72 novos mercados em 2024

    As novas aberturas em 2024 contemplam todos os continentes. Na África, os países beneficiados foram África do Sul, Botsuana, Lesoto, Nigéria, Zâmbia e Egito. Já na Ásia, os novos mercados incluem Arábia Saudita, Armênia, Butão, Cazaquistão, China e Hong Kong, Coreia do Sul, Filipinas, Índia, Omã, Paquistão, Quirguistão, Singapura e Turquia. Na Europa, os países foram Belarus, Rússia e Grã-Bretanha. Além disso, na Oceania, o novo mercado foi a Austrália. Nas Américas, os países beneficiados foram Canadá, México, Estados Unidos, El Salvador, Costa Rica, Colômbia e Peru.

    Entre os principais produtos que tiveram acordos nos requisitos sanitários e fitossanitários estão pescados de cultivo e derivados, sementes de hortaliças, suínos vivos e seus derivados, carne suína, pescados, gelatina e colágeno de várias origens, proteínas processadas de aves, produtos à base de camarões, embriões bovinos, sêmen bovino, alevinos de tilápia, peixes ornamentais, carne e produtos cárneos de ovinos, extrato de carne bovina, café verde, ovos e milho não transgênico.

    Exportação

    A expansão dos mercados internacionais também impulsionou as exportações brasileiras. O agronegócio representou 49,6% do total das exportações nos primeiros cinco meses do ano, gerando US$ 67,17 bilhões em receita.

    “Atendendo ao pedido do presidente Lula e do ministro Fávaro, temos trabalhado incansavelmente e dialogado com diversos países para oferecer ainda mais oportunidades aos produtores rurais, facilitando a exportação e aumentando a competitividade dos produtos brasileiros no mercado global”, destacou o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Roberto Perosa.

    Desde o início de 2023, quando começou o terceiro mandato do presidente Lula e a gestão do ministro Carlos Fávaro no Mapa, o Brasil alcançou um total de 150 mercados em 52 países. Esses resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

    Evolução dos mercados e países atendidos (2019-2024)

    • 2019: 35 mercados | 18 países
    • 2020: 74 mercados | 24 países
    • 2021: 77 mercados | 33 países
    • 2022: 53 mercados | 26 países
    • 2023: 78 mercados | 39 países
    • 2024: 72 mercados | 30 países (até o momento)

    Este avanço no comércio exterior do agronegócio brasileiro destaca a crescente demanda global por produtos agrícolas de qualidade do Brasil.