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  • Mineiro se torna uma das seis Lendas do Café Especial no mundo

    Mineiro se torna uma das seis Lendas do Café Especial no mundo

    O cafeicultor brasileiro Luiz Paulo Dias Pereira Filho entrou para a história do café especial mundial ao ser nomeado uma das seis primeiras “Lendas da Excelência” pela Alliance for Coffee Excellence (ACE). A honraria inédita será celebrada durante a cerimônia de premiação do Cup of Excellence, marcada para 1º de novembro, às 9h30, no Diamond House, em São Paulo.

    O título criado em 2024 pela ACE reconhece produtores que mantêm padrões excepcionais de qualidade de forma consistente, combinando inovação e dedicação ao longo de anos de participação no Cup of Excellence, principal competição global de qualidade do setor cafeeiro.

    Trajetória de excelência e compromisso social

    Natural de Carmo de Minas (MG), região da Mantiqueira conhecida pela produção de cafés especiais, Luiz Paulo acumula 23 vitórias no Cup of Excellence. Sua família detém ainda o recorde histórico da competição no Brasil: 95,85 pontos conquistados por Francisco Isidro Pereira em 2005.

    “Essa honraria prova que o Brasil é referência em café especial, muito além de ser apenas em café commodity. Temos uma história de quase três séculos com a cafeicultura, marcada por investimentos constantes, inovações tecnológicas e respeito aos recursos naturais e às pessoas”, declarou o produtor.

    A ACE destacou que as “Lendas da Excelência” não apenas produzem cafés extraordinários, mas lideram transformações sociais em suas comunidades. Segundo a entidade, esses produtores investem em programas educacionais, projetos de sustentabilidade e mentorias que fortalecem a próxima geração de cafeicultores.

    Intercâmbio global e inovação

    Luiz Paulo atribui parte de seu sucesso ao conhecimento adquirido em viagens internacionais e intercâmbios com produtores de outros países. O cafeicultor já visitou o Japão 35 vezes e mantém relacionamento com agricultores de praticamente todas as nações produtoras de café.

    “Descobrimos novas formas de cultivo, tendências de consumo e trazemos essa experiência aos cafés especiais do Brasil. Nosso país está em posição de destaque no cenário global do café especial”, afirmou.

    Aos 30 anos, em 2011, Luiz Paulo tornou-se o presidente mais jovem da história da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), sendo reeleito em 2013.

    As seis lendas mundiais do café especial

    Além do brasileiro, completam a lista inaugural das “Lendas da Excelência”:

    • Benjamin Paz (Honduras) – 5 vitórias no Cup of Excellence
    • Juan Diego De La Cerda (Guatemala) – 13 vitórias
    • Ernesto Menéndez (El Salvador) – 5 vitórias
    • Manuel Antônio “Toño” Barrantes (Costa Rica) – 10 vitórias
    • Olman Valladarez (Nicarágua) – 14 vitórias

    Com o título “hors-concours”, Luiz Paulo não poderá mais competir no Cup of Excellence, consolidando seu legado como referência mundial na produção de cafés especiais de alta qualidade.

  • Cafés do Cerrado Mineiro ganham avaliação inédita

    Cafés do Cerrado Mineiro ganham avaliação inédita

    O 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro marca um momento histórico para o setor cafeeiro brasileiro ao se tornar o primeiro concurso de qualidade a adotar o Coffee Value Assessment (CVA) como ferramenta principal de avaliação. A iniciativa posiciona o Brasil na vanguarda da inovação em análise sensorial de cafés especiais.

    A implementação do novo protocolo acontece por meio de parceria entre a região produtora e a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), In-Country Partner oficial da Specialty Coffee Association (SCA) no Brasil. O objetivo é valorizar a característica mais marcante dos cafés do Cerrado Mineiro: a doçura.

    CVA: o novo padrão para avaliar cafés especiais

    “Presentear quem faz Cerrado com cara de Cerrado” é como Maryana Castro, coordenadora de Qualidade da Região do Cerrado Mineiro, define o propósito da mudança. Segundo ela, a adoção do sistema CVA coloca o concurso como o maior evento mundial a utilizar a metodologia desenvolvida pela SCA.

    “A escolha foi motivada pela necessidade de medir objetivamente a intensidade da doçura, critério central da competição e legado histórico dos cafés brasileiros. O CVA foi selecionado por ser o primeiro protocolo desenvolvido especificamente para essa finalidade”, explica a coordenadora.

    Brasil lidera inovação em cafés especiais

    A chegada do sistema CVA ao Brasil foi oficializada em abril, quando BSCA e SCA assinaram um memorando de entendimento durante a Specialty Coffee Expo, em Houston (EUA). O acordo consolidou o país como líder global em inovação no setor de café especial e estabeleceu um novo modelo nacional para avaliação de qualidade.

    Como In-Country Partner da SCA, a BSCA assumiu a missão de promover, gerenciar e capacitar a comunidade brasileira de cafés especiais, adotando o CVA como protocolo oficial para avaliação dos cafés do país.

    “Em termos de volume, o concurso do Cerrado Mineiro se torna o maior global a utilizar o CVA até o momento. Reforçando nossa posição como líder na aplicação de ferramentas inovadoras. E nosso papel em ditar tendências para a comunidade mundial”, afirma Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA.

    Categoria “Doce Cerrado Mineiro” em destaque

    O protocolo CVA será aplicado exclusivamente na categoria “Doce Cerrado Mineiro”, uma das quatro do Prêmio. Criada para identificar e premiar os cafés mais doces da região na safra 2025/26, a categoria valoriza características sensoriais típicas como notas de chocolate, caramelo, amêndoas e acidez cítrica.

    Os produtores devem processar os cafés concorrentes pelo método natural, colhendo e secando os grãos com casca, técnica que potencializa a doçura e a complexidade sensorial.

    A cerimônia de divulgação dos vencedores do 13º Prêmio Região do Cerrado Mineiro está prevista para 19 de novembro de 2025, em Patrocínio (MG). O concurso encontra-se em fase final de análise das amostras inscritas.

    O Cerrado Mineiro é reconhecido mundialmente pela qualidade de seus cafés. A região é a primeira do Brasil a receber Denominação de Origem. E é conhecida pela produção de grãos com alta doçura e perfil sensorial marcante.

  • Cafés especiais brasileiros movimentam US$ 70 milhões em negócios no Japão

    Cafés especiais brasileiros movimentam US$ 70 milhões em negócios no Japão

    A presença de produtores brasileiros de cafés especiais no mercado japonês resultou em expectativa de negócios da ordem de US$ 70,125 milhões. Os números foram alcançados durante a participação na SCAJ World Specialty Coffee Conference and Exhibition 2025 e na rodada de negócios “Taste of the Harvest”, realizadas entre 24 e 27 de setembro na capital japonesa.

    Do montante total projetado, US$ 7,180 milhões já foram concretizados presencialmente. Enquanto outros US$ 62,945 milhões devem se materializar nos próximos 12 meses. As negociações envolveram 722 contatos comerciais, sendo 297 deles com novos parceiros de negócios.

    Brasil marca presença na maior feira de cafés especiais da Ásia

    As atividades integram o projeto setorial “Brazil. The Coffee Nation”, conduzido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

    Na SCAJ 2025, que atraiu 96 mil visitantes e reuniu 450 expositores internacionais, o Brasil montou um estande estratégico. O espaço contou com sala de cupping para degustação de lotes de diferentes regiões produtoras, bancadas de exposição, brew bar com cafés de diversos perfis sensoriais e sala de reuniões para fechamento de negócios.

    A ação “Destaque BSCA” apresentou cafés com pontuação acima de 87 pontos na escala global de avaliação, que vai de zero a 100.

    Rodada de negócios conecta produtores brasileiros a importadores japoneses

    A “Taste of the Harvest” proporcionou encontros diretos entre empresários brasileiros e 53 importadores regionais. Durante o evento, foram degustados 25 lotes certificados pela BSCA.

    “Foi uma oportunidade incrível para o contato direto dos produtores com os potenciais compradores de seus cafés, fortalecendo relações e abrindo novas frentes comerciais em um dos principais países e continentes importadores dos cafés do Brasil”, afirma Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA.

    Japão consolida-se como mercado estratégico para cafés brasileiros

    O país asiático figura entre os cinco principais destinos da exportação cafeeira brasileira. Em 2024, os japoneses importaram 2,211 milhões de sacas, representando 4,4% do total de embarques e ocupando a quinta posição no ranking. Do volume total, 14,6% corresponderam a cafés especiais, totalizando 323 mil sacas, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

    Nos primeiros oito meses de 2025, o Japão já adquiriu 1,671 milhão de sacas do produto brasileiro, assumindo a quarta colocação entre os principais compradores. Desse montante, 15,9% (265 mil sacas) são de cafés especiais.

    “Em tempos de incertezas no mercado, com tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos sobre o produto brasileiro, é crucial que sigamos estreitando laços e ampliando mercado com novos e tradicionais parceiros dos cafés especiais do Brasil, como o Japão”, ressalta Estrela.

    Sobre o projeto Brazil. The Coffee Nation

    A iniciativa foca na promoção comercial do café especial brasileiro no mercado internacional, reforçando qualidade, diversidade e sustentabilidade. O projeto posiciona o Brasil como nação produtora que investe em padrões elevados de qualidade de forma sustentável, observando normas sociais e ambientais.

    Entre as prioridades estão ações de qualificação para produtores de café canéfora (robusta e conilon), certificações de qualidade e sustentabilidade, além do fomento à equidade de gênero na cafeicultura, com capacitação de provadoras profissionais.

    Os mercados-alvo incluem África do Sul, Austrália, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Estados Unidos, França, Japão, Malásia, Polônia, Rússia e Taiwan para cafés crus especiais, além de Canadá, Chile, China e Estados Unidos para produtos de torrefação e moagem.

     

  • Setor cafeeiro reage à tarifa de 50% nos EUA

    Setor cafeeiro reage à tarifa de 50% nos EUA

    O governo dos Estados Unidos confirmou hoje (30) uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo o café. O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) anunciou que seguirá negociando com a National Coffee Association (NCA). A entidade quer que o café seja incluído na lista de exceções criada pelo governo americano.

    Brasil e Estados Unidos mantêm uma relação estratégica no comércio cafeeiro. Cafés brasileiros representam mais de 30% do mercado americano. Os EUA, por sua vez, compram 16% das exportações brasileiras do produto.

    O café é essencial para os consumidores e para a economia norte-americana. Dados mostram que 76% da população consome a bebida. O gasto anual chega a US$ 110 bilhões, incluindo itens relacionados, o equivalente a US$ 301 milhões por dia.

    O setor responde por 8% do valor da indústria de serviços alimentícios nos EUA, segundo pesquisa da Technomic de 2022. A cadeia cafeeira sustenta mais de 2,2 milhões de empregos no país, com salários que superam US$ 101 bilhões.

    Cada dólar gasto em importação de café gera outros US$ 43 na economia americana. Ao todo, o setor movimenta US$ 343 bilhões por ano, equivalente a 1,2% do PIB dos Estados Unidos.

    Márcio Ferreira, presidente do Cecafé, afirmou que a tarifa elevará os preços e pressionará a inflação. Ele destacou que os custos serão repassados aos consumidores americanos. Ferreira defendeu a revisão da medida e garantiu que seguirá trabalhando para excluir o café da taxação. Abaixo segue o vídeo gravado pelo diretor-geral do Cecafé, Marcos Matos.

    Impacto nos cafés especiais

    A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) também se manifestou contra a tarifa de 50% sobre cafés especiais. Os EUA são o maior comprador desses produtos, adquirindo cerca de 2 milhões de sacas por ano, com receita superior a US$ 550 milhões.

    Se mantida, a medida afetará produtores, exportadores e consumidores em todo o mundo, sobretudo no Brasil e nos EUA. A BSCA defende o diálogo para reverter a decisão, preservar empregos e manter a parceria entre os dois países.

    O café especial brasileiro é referência no mercado global. Por isso, a entidade alerta que a taxação pode prejudicar tanto a indústria quanto os consumidores norte-americanos.

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  • Brasil pode faturar US$ 114 milhões com café especial

    Brasil pode faturar US$ 114 milhões com café especial

    Empresários e produtores brasileiros movimentaram US$ 14,6 milhões em negócios imediatos durante a Specialty Coffee Expo, realizada em Houston (EUA), entre 25 e 27 de abril. Eles também projetam US$ 99,6 milhões em novos contratos nos próximos 12 meses.

    Com isso, a delegação brasileira pode alcançar US$ 114,3 milhões em negócios. A participação ocorreu por meio do projeto “Brazil. The Coffee Nation”, promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

    O Brasil esteve presente com um estande estratégico, que destacou a diversidade e a qualidade do café nacional. O espaço incluiu uma bancada com cafés de diferentes regiões e um brew bar, onde foram servidos os cafés filtrados “Destaque BSCA”, com pontuação acima de 87 pontos. Também foram apresentados cafés expressos com blends de origens como Sul de Minas, Mogiana, Cerrado Mineiro, Matas de Minas, Mantiqueira e Chapada Diamantina.

    Além disso, a estrutura contou com uma sala de reuniões. Lá, os 39 representantes brasileiros realizaram 924 encontros de negócios, sendo 454 com novos compradores.

    “Os Estados Unidos são o principal destino do café especial brasileiro. Por isso, atuamos com foco nesse mercado”, explicou Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA. O evento atraiu mais de 17 mil visitantes de 85 países, com cerca de 650 expositores. Para Estrela, a feira promove networking, inovação e sustentabilidade, fortalecendo a posição do Brasil no cenário global.

    BSCA valoriza produtores com espaço exclusivo

    Nesta edição, a BSCA criou a “BSCA Farmers Village”, um espaço dedicado aos produtores, em parceria com a Specialty Coffee Association (SCA). O objetivo foi dar maior visibilidade aos cafeicultores brasileiros e incentivar sua atuação direta em feiras internacionais.

    Participaram cinco propriedades associadas:

    • Sítio Capadócia – São Gonçalo do Sapucaí (MG), Mantiqueira de Minas
    • Fazenda Bom Sucesso – Manhumirim (MG), Matas de Minas
    • Fazenda Samambaia – Santo Antônio do Amparo (MG), Campo das Vertentes
    • Fazenda Divino Espírito Santo / Mumbuca – Santo Antônio do Amparo (MG)
    • Fazenda Santa Clara – Oliveira (MG), Campo das Vertentes

    Novo protocolo reforça liderança do Brasil

    Durante o evento, a BSCA e a SCA firmaram um Memorando de Entendimento (MoU) para adoção do Coffee Value Assessment (CVA) como protocolo oficial de avaliação dos cafés especiais brasileiros. O novo sistema representa uma virada na forma de classificar o café.

    Segundo Estrela, o modelo não aumenta a rigidez, mas amplia os critérios, incluindo aspectos subjetivos, sensoriais e afetivos.

    “É uma nova abordagem que valoriza as preferências dos consumidores e os diferentes contextos de consumo”, destacou.

    Com isso, o Brasil se posiciona como referência mundial em inovação e qualidade no setor cafeeiro.

    Projeto “Brazil. The Coffee Nation” amplia mercados

    O projeto “Brazil. The Coffee Nation” busca promover o café especial brasileiro no mercado internacional, destacando qualidade, diversidade e sustentabilidade. A BSCA, com apoio da ApexBrasil, investe em ações estratégicas até agosto de 2025.

    Entre as prioridades estão:

    • Apoiar produtores de café canéfora (robusta e conilon)
    • Incentivar certificações de qualidade e sustentabilidade
    • Promover cafés produzidos por mulheres
    • Capacitar mulheres provadoras de café

    Os mercados-alvo para cafés crus incluem: África do Sul, Austrália, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Espanha, EUA, França, Japão, Malásia, Polônia, Rússia e Taiwan. Para produtos industrializados, o foco está no Canadá, Chile, China e Estados Unidos.

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  • Florianópolis sedia campeonatos brasileiros de drinques alcoólicos com café e desenho em leite

    Florianópolis sedia campeonatos brasileiros de drinques alcoólicos com café e desenho em leite

    Florianópolis (SC) receberá, entre 4 e 6 de abril, os Campeonatos Brasileiros de Coffee in Good Spirits (CIGS) e Latte Art. As competições, promovidas pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a ApexBrasil, ocorrerão no Shopping OKA Floripa. Os vencedores representarão o Brasil nos mundiais em Genebra, na Suíça.

    Campeonato Brasileiro de Latte Art

    No Campeonato Brasileiro de Latte Art, os competidores devem criar dois pares de desenhos com leite vaporizado e café, utilizando diferentes técnicas. O barista apresenta previamente uma foto do desenho, que será avaliado por juízes técnicos e visuais. A criatividade é o principal critério, pois a bebida não é degustada. O tempo limite é de oito minutos. O campeão representará o Brasil no mundial de 26 a 28 de junho de 2025.

    Campeonato Brasileiro de Coffee in Good Spirits

    Já o Campeonato Brasileiro de Coffee in Good Spirits avalia a habilidade dos baristas na criação de drinques alcoólicos quentes e frios com café. Cada competidor tem dez minutos para apresentar suas receitas, que serão julgadas por um painel técnico. O vencedor disputará o mundial da categoria, também em Genebra, na mesma data.

    O evento iniciará na sexta-feira (4), às 10h, com treinos, apresentação de novidades do setor e degustação gratuita de cafés especiais no Shopping OKA Floripa. As competições ocorrerão a partir das 12h, com a grande final no domingo (6), quando os seis melhores baristas de cada categoria disputarão o título. O campeão será anunciado às 15h.

    Conexão entre baristas e consumidores

    “Realizar os campeonatos em Florianópolis é uma oportunidade para aproximar profissionais e consumidores do café especial. Queremos mostrar a diversidade do produto, seja nos drinques ou na arte do latte art. Essa experiência é fundamental para estimular o consumo de café especial no Brasil”, afirma Vinicius Estrela, diretor-executivo da BSCA.

    Os campeonatos têm como anfitriã a Ranan Treinamentos e Cursos. Os eventos contam com apoio do Shopping OKA Floripa, Bijajica, Cumbuca, Impomac, Liqda e Café Cultura. A organização também recebe suporte técnico da Achega Café e apoio de mídia da Revista Espresso.

    Competidores do Coffee in Good Spirits:

    • Daniel Munari (Curitiba-PR)
    • Dargel Rodrigues (Rio de Janeiro-RJ)
    • Emerson Nascimento (Rio de Janeiro-RJ)
    • Gustavo Leão (Porto Alegre-RS)
    • José Henrique Ferreira Vilela (Campo Grande-MS)
    • Josivan Almir (Brasília-DF)
    • Juliano Lamur (Curitiba-PR)
    • Leonardo Oliva (Curitiba-PR)
    • Lucas Almeida de Oliveira (Recife-PE)
    • Lucas Biss (Curitiba-PR)
    • Tulio Fernando (João Pessoa-PB)

    Competidores do Latte Art:

    • Ariel Ukmar (Santos-SP)
    • Cesar Romano (Curitiba-PR)
    • Eduardo Olímpio (São Paulo-SP)
    • Gabriel Diniz (Niterói-RJ)
    • Gabriel Zanotelli (Porto Alegre-RS)
    • George Leonardo (Rio de Janeiro-RJ)
    • Isis Correa (Porto Alegre-RS)
    • Jeferson Amaral (Porto Alegre-RS)
    • Joabner Santana (Brasília-DF)
    • Junior Oliveira (Porto Alegre-RS)
    • Matheus Garcia de Matos (Porto Alegre-RS)
    • Ramon Dallabona (Curitiba-PR)
    • Tadeu Dantas de Castro (Rio de Janeiro-RJ)
    • Tiago Gonçalves da Rocha (Curitiba-PR)
    • Vinicius Dias Silva (São Paulo-SP)
    • Wesley Oliveira (Porto Alegre-RS)

    Sobre a BSCA e a ApexBrasil Desde 2016, a BSCA é representante oficial da World Coffee Events (WCE) no Brasil, organizando as etapas nacionais que levam baristas brasileiros a competições internacionais. A entidade também desenvolve iniciativas para promover os cafés especiais do país, garantindo padrões elevados de qualidade e sustentabilidade.

    Os campeonatos integram o projeto “Brazil. The Coffee Nation”, criado pela BSCA em parceria com a ApexBrasil. A iniciativa busca fortalecer a presença do café especial brasileiro no mercado internacional, promovendo qualidade, diversidade e sustentabilidade. O foco está na qualificação de produtores, certificações e fomento ao café canéfora e ao trabalho de mulheres na cafeicultura.

    A ApexBrasil atua na promoção de produtos brasileiros no exterior e na atração de investimentos estrangeiros. A agência organiza missões comerciais, rodadas de negócios e apoio à participação de empresas em feiras internacionais. Seu objetivo é fortalecer a marca Brasil no mercado global, impulsionando setores estratégicos da economia.

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  • Leilão do Cup of Excellence bate recorde: US$ 3,3 mil por saca

    Leilão do Cup of Excellence bate recorde: US$ 3,3 mil por saca

    O leilão do Cup of Excellence 2024 alcançou o maior preço médio da história do concurso: US$ 3.293,77 por saca de 60 kg. Após nove horas e 4.790 lances, o pregão arrecadou US$ 312,1 mil, equivalente a R$ 1,2 milhão. Além disso, o maior lance superou US$ 13,9 mil por saca.

    Realizado no Brasil pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e ApexBrasil, o concurso reafirma a qualidade dos cafés nacionais. Portanto, segundo Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA, o resultado reforça o foco da entidade em divulgar a excelência dos cafés brasileiros no mercado global.

    “O recorde no preço médio mostra que nossos cafés encantam os paladares mais exigentes do mundo. Isso gerou alta competitividade e uma arrecadação milionária”, destacou Estrela.

    Diversidade de origem e sustentabilidade

    Os 27 lotes vencedores foram adquiridos por empresas de 12 países, incluindo Japão, Alemanha, Estados Unidos e Austrália. O menor valor foi de US$ 1.984,20 por saca, enquanto o maior lance veio da japonesa Wataru & Co., que pagou US$ 13.902,63 por um lote da categoria Experimental.

    “A qualidade e a sustentabilidade dos cafés brasileiros conquistaram o mundo. Esses lotes chegarão a cinco continentes, representando a diversidade da produção nacional”, afirmou Estrela.

    Entre os destaques, a Proud Mary, da Austrália, adquiriu o lote campeão da categoria Natural por US$ 7.301,86. Já o lote vencedor da categoria Via Úmida foi comprado pela canadense Orange Brown por US$ 7.950,02.

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    Projeto “Brazil. The Coffee Nation”

    O Cup of Excellence integra o projeto “Brazil. The Coffee Nation”, que promove os cafés especiais brasileiros internacionalmente. Ou seja, a iniciativa valoriza qualidade, sustentabilidade e diversidade, focando em mercados como Estados Unidos, Japão, Europa e Oriente Médio.

    Com vigência até 2025, o projeto prioriza certificações, inclusão de mulheres na cafeicultura e apoio aos produtores de café canéfora. “Nosso objetivo é reforçar o protagonismo do Brasil no mercado global de cafés especiais”, explica Estrela.

    BSCA e ApexBrasil: Qualidade e Mercado

    A BSCA, fundada em 1991, lidera a promoção de cafés especiais no Brasil e no exterior. Ao mesmo tempo, a entidade certifica lotes rastreáveis e fomenta a produção sustentável. Já a ApexBrasil atua na promoção de exportações brasileiras e na atração de investimentos estrangeiros estratégicos.

    Em resumo, com iniciativas como o Cup of Excellence, o Brasil se consolida como referência em qualidade, inovação e sustentabilidade no mercado global de cafés.