Tag: boi gordo

  • Preço do suíno vivo cai mais de 10% em janeiro; confira

    Preço do suíno vivo cai mais de 10% em janeiro; confira

    Os preços do suíno vivo e da carne recuaram em janeiro em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em geral, as quedas superaram 10%, refletindo o desaquecimento da demanda. Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o animal foi comercializado a R$ 8,02/kg, baixa de 12,4% em relação a dezembro. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça especial suína teve desvalorização de 15,4%, com preço médio de R$ 11,91/kg.

    Em resumo, os pesquisadores do Cepea explicam que as vendas seguiram lentas, como esperado pelo setor. Despesas extras da população e férias escolares, marcam o período e enfraquecem o poder de compra dos consumidores.

    Mercado do boi gordo mantém oscilação

    O Indicador do boi gordo CEPEA/ESALQ variou entre R$ 325 e R$ 327 pela quarta semana consecutiva, com tendência discreta de alta. No mesmo período, a carcaça casada caiu de R$ 22/kg para R$ 21/kg no atacado da Grande São Paulo.

    Segundo o Cepea, frigoríficos seguem cautelosos, aguardando um possível aumento na oferta de animais de pasto. Enquanto isso, pecuaristas tentam elevar os preços a cada nova negociação. Atacadistas consultados afirmam que as vendas de carne bovina permanecem estáveis, garantindo sustentação ao mercado neste período.

    No cenário externo, as exportações registraram queda, o que é comum nesta época do ano e também reflete o Ano Novo chinês.

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  • Preços: carnes vermelha e suína têm oscilações

    Preços: carnes vermelha e suína têm oscilações

    Os preços do boi gordo registraram alta limitada nos últimos dias, segundo levantamento do Cepea. O aumento da oferta de fêmeas tem contido o avanço nas cotações. Pecuaristas estão aproveitando a valorização desses animais para intensificar a comercialização. Além disso, a maior rapidez no ganho de peso das fêmeas, aliada à recuperação das pastagens, reduz a demanda pela arroba do boi para composição das escalas.

    Apesar disso, a procura do varejo surpreende positivamente, embora as vendas no atacado sigam em ritmo lento nesta segunda quinzena de janeiro, período historicamente mais fraco. Para atender aos mercados interno e externo, frigoríficos ampliam as compras de animais.

    Mercado de suínos encerra janeiro com oscilações nos preços

    Os preços do suíno vivo e dos cortes fecharam janeiro com variações distintas entre as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em algumas áreas, a valorização foi impulsionada pela maior demanda da indústria por novos lotes para abate.

    Já em outras regiões, a queda nos preços refletiu o enfraquecimento da procura. Ou seja, consequência do menor poder de compra da população na segunda metade do mês. A análise também é de pesquisadores do Cepea.

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  • Preço da carne bovina continua em alta; entenda o motivo

    Preço da carne bovina continua em alta; entenda o motivo

    Frigoríficos voltaram a elevar as ofertas de compra de boi gordo. O movimento reflete o consumo interno de carne bovina, que mantém os preços no atacado em alta. Portanto, segundo dados do Cepea, negócios recentes já registram valores superiores aos praticados no final de 2024, em diversas regiões.

    O mercado futuro também acompanha essa tendência. Os contratos de boi gordo para os três primeiros meses de 2025 (janeiro, fevereiro e março) tiveram seus valores ajustados para cima. Em resumo, os pesquisadores do Cepea atribuem essa disposição dos frigoríficos às margens atraentes obtidas com a carne.

    Em São Paulo, a diferença entre o preço pago pela arroba aos pecuaristas e o valor da venda de 15 quilos de carne com osso no atacado da Grande São Paulo permanece positiva. Ou seja, essa margem está em torno de R$ 30 por arroba, um dos patamares mais altos já registrados pelo Cepea.

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    Embora abaixo do recorde de dezembro, quando a média mensal chegou a R$ 32,17 por arroba, o cenário atual ainda favorece os frigoríficos. Esse desempenho histórico reforça a expectativa de continuidade do movimento comprador e preços sustentados no curto prazo.

    Exportação de carne bovina

    O Brasil alcançou um marco significativo em suas exportações de carne bovina em 2024, totalizando 2,89 milhões de toneladas enviadas ao exterior. Este volume representa um crescimento de mais de 26% em relação ao ano anterior, resultando em uma receita de US$ 12,8 bilhões, um aumento de 22% em comparação a 2023. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e foram compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

    Com recordes mensais consecutivos, o ano de 2024 se consagra como o maior para as exportações de carne bovina no Brasil. Esse desempenho coloca o setor como um dos principais responsáveis pelo superávit da balança comercial brasileira, que atingiu US$ 74,6 bilhões no mesmo período. A iniciativa Brazilian Beef, desenvolvida pela ApexBrasil e pela Abiec, impulsiona a promoção da carne bovina nacional no mercado internacional.

     

  • Prepare o bolso: preço da carne atinge recordes

    Prepare o bolso: preço da carne atinge recordes

    Os preços do suíno vivo seguem em alta, atingindo novos recordes nominais na série histórica do Cepea. Em termos reais, as médias atuais são as maiores desde 2020. Pesquisadores do Cepea afirmam que a maior liquidez no mercado de carne impulsiona frigoríficos a adquirirem mais lotes para abate.

    A alta nos preços da carne bovina também estimula a demanda interna por suínos. Além disso, a oferta doméstica está limitada, cenário agravado pelo bom desempenho das exportações. Em outubro, foram embarcadas 129,7 mil toneladas de carne suína, o segundo maior volume da série histórica da Secex, iniciada em 1997.

    Boi gordo: carcaça casada bate recordes diários

    Desde 1º de novembro, o preço da carcaça casada bovina ultrapassa R$ 22 por quilo, alcançando novos recordes diários. Segundo o Cepea, a demanda aquecida reflete fatores macroeconômicos, como a queda do desemprego, e a proximidade das festas de fim de ano. Isso leva varejistas a reforçar estoques, pagando preços mais altos no atacado.

    No mercado de boi gordo, a dificuldade de adquirir novos animais pressiona a indústria a aumentar os valores da arroba. Além disso, frigoríficos estão reduzindo prazos de pagamento para garantir o abastecimento. O Indicador do boi gordo CEPEA/B3 registra alta acumulada de mais de 5% em novembro.

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    Frango: poder de compra frente ao milho cai ao menor nível

    O poder de compra dos avicultores paulistas em relação ao milho é o mais baixo desde abril de 2023. Conforme o Cepea, o cenário reflete a valorização interna do milho e o enfraquecimento dos preços do frango vivo. Além disso, a média parcial de novembro mostra queda em comparação ao mês anterior.

    Apesar de certa estabilidade nos preços do frango, alguns agentes, visando desovar estoques, reduziram valores. Já no mercado de milho, a forte demanda doméstica e a valorização internacional sustentam as altas nos preços.

     

  • Preço da carne está mais caro, entenda os motivos

    Preço da carne está mais caro, entenda os motivos

    O preço da carne de frango registrou alta pelo terceiro mês consecutivo em outubro, conforme dados do Cepea. A demanda aquecida e a maior competitividade em relação à carne bovina explicam esse avanço, segundo pesquisadores do centro. Com a procura por alternativas mais acessíveis, como o frango, o mercado doméstico observou um impulso nas vendas, possibilitando reajustes positivos nos valores do produto.

    A carne suína também apresentou aumento de preços, fechando outubro com a média mensal em alta pelo sexto mês consecutivo. Especialistas do Cepea apontam que o cenário foi favorecido pelo ritmo recorde das exportações brasileiras de carne suína in natura no mês e pela alta demanda no mercado interno. Além disso, a oferta limitada de animais com peso ideal para abate também contribuiu para o movimento de alta.

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    Na pecuária, os preços continuam subindo desde o final de agosto em todas as regiões monitoradas pelo Cepea. Em São Paulo, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 e a carcaça casada no atacado da Grande SP acumularam alta superior a 15% em outubro.

    A intensidade dos reajustes varia entre as regiões, refletindo a oferta local. Desde o final de junho, o boi gordo CEPEA/B3 subiu 40%, enquanto praças do Centro-Norte avançaram entre 44% e 63%. A carcaça casada de boi na Grande São Paulo, referência para o mercado interno, acumulou valorização de 36% no período.

  • Boi gordo em alta: entenda o impacto do clima no preço da carne

    Boi gordo em alta: entenda o impacto do clima no preço da carne

    Os preços do boi gordo continuam subindo, sem previsão de queda. Em resumo, os pesquisadores do Cepea afirmam que, apesar da importância dos confinamentos nas escalas de abate do segundo semestre, especialmente no último trimestre, a oferta de animais a pasto tem sido decisiva na formação dos preços.

    Clima impacta nas vendas

    A escassez de chuvas no segundo trimestre antecipou as vendas de animais, e as queimadas acima da média entre agosto e setembro intensificaram ainda mais a comercialização de lotes prontos para abate. Ou seja, mesmo com frigoríficos fechando contratos para grandes volumes de gado em confinamento, essa quantidade não é suficiente para atender ao mercado interno e às exportações, que seguem em alta.

    Portanto, com a oferta limitada, os reajustes de preços  do boi gordo continuam expressivos desde o início de agosto, segundo dados do Cepea.

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    Recorde de exportação

    As exportações de carne bovina do Brasil atingiram um novo recorde em setembro de 2024, com o embarque de 286.750 toneladas. O volume gerou um faturamento de US$ 1,258 bilhão, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

    Portanto, esse número representa um aumento de 7,12% em relação ao recorde anterior, registrado em julho de 2024. Além disso, o faturamento de setembro se destaca como o terceiro maior da história das exportações de carne bovina. Ou seja, o resultado fica atrás apenas de agosto e setembro de 2022. Naquele período, os preços médios da carne atingiram picos de US$ 5,9 mil e US$ 5,7 mil por tonelada, influenciados pela pandemia.

    Em comparação com agosto de 2024, o crescimento foi significativo: um aumento de 15,6% no volume exportado e de 17,4% no faturamento. Esses dados reforçam a força do setor, que continua a expandir suas operações no mercado internacional.

     

     

  • Reajustes de setembro compensam perdas no mercado do boi

    Reajustes de setembro compensam perdas no mercado do boi

    As cotações máximas do boi e dos animais de reposição têm registrado aumentos diários em setembro, segundo o Cepea.

    Reajustes de setembro

    O Indicador do boi gordo CEPEA/B3 acumulou uma alta de 14,4% no mês, encerrando o dia 30 a R$ 274,35. A média de setembro, de R$ 255,45, foi 8,7% superior à de agosto.

    No mercado atacadista de carne com osso na Grande São Paulo, a carcaça casada de vaca e novilha teve valorização de 15,2%, com o preço do quilo atingindo R$ 17,73. A carcaça casada de boi subiu 12,2%, chegando a R$ 18,70 no final de setembro.

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    Pesquisadores do Cepea afirmam que, após quedas no primeiro semestre, os preços iniciaram uma recuperação em julho e agosto. No entanto, os reajustes de setembro foram os responsáveis por compensar as perdas do ano. A baixa oferta de animais a pasto, agravada pela seca e queimadas, aliada à demanda aquecida, impulsionou esse cenário.

    Exportações

    As exportações de carne bovina pelo Brasil chegaram a 248.061 toneladas no mês de agosto de 2024, com faturamento de US$ 1,072 bilhão. No histórico das exportações brasileiras, contudo, este foi o melhor resultado para agosto. Ou seja, comparado ao mesmo mês, no ano passado, os embarques aumentaram 16,5% em volume e 13,7% em faturamento.

  • Carne bovina: vendas constantes mantêm preços estáveis

    Carne bovina: vendas constantes mantêm preços estáveis

    Pesquisas do Cepea revelam que as vendas de carne bovina com osso seguem em ritmo moderado, mas constante, com um leve aumento nos cortes mais baratos. De acordo com os pesquisadores, essa situação permite à indústria repassar os aumentos do boi gordo.

    Mercado de carne bovina

    No mercado de animais para abate, os frigoríficos estão com escalas confortáveis, preenchidas cada vez mais por bois confinados. Os comerciantes geralmente vendem esses animais a preços mais altos.  À medida que a proporção de bois confinados aumenta em relação aos de pasto, a indústria tenta manter os valores das demais negociações estáveis. O objetivo é evitar a inflação da média do boi. As informações são de acordo com levantamentos do Cepea.

    Vale lembrar que Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (10) o texto-base do primeiro projeto que regulamenta a reforma tributária. Com 336 votos favoráveis e 142 contrários, os deputados analisaram em seguida os destaques, incluindo a tributação zero para carne bovina e de frango, uma demanda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Isenção de impostos para a carne na cesta básica

    O destaque aprovado inclui a carne vermelha na cesta básica, isentando-a de impostos sobre consumo. No entanto, os deputados rejeitaram um destaque que propunha a cobrança do imposto seletivo para armas, mantendo-as fora desse tributo que visa taxar itens nocivos à saúde ou ao meio ambiente.

  • Boi valorizado – oportunidade para confinamento

    Boi valorizado – oportunidade para confinamento

    Com menos animais prontos para o abate, aliados a baixa disponibilidade de pastagem e ao dólar valorizado, as cotações da arroba seguem em bom patamar, neste começo de segundo semestre. De acordo com pesquisadores do Cepea, a arroba valorizada, aliada a baixa no preço do boi magro e milho, podem animar confinadores.

    A intenção em aumentar ou não o número de animais para engorda tem bastante influência também dos preços futuros do boi gordo (receita) na B3. Os ajustes indicam valores 6,5% maiores que os atuais para Outubro/24 e cerca de 10% acima para Novembro/24 e Dezembro/24.

    Quanto ao boi magro, levantamento do Cepea aponta tendência de queda desde fevereiro/21, perdendo, desde então, 41,1% do seu valor em termos reais. Para o milho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) esteve em R$ 57,02/sc de 60 kg em junho. Em termos reais, houve recuo de 13,5% sobre o de janeiro.

    No mesmo comparativo, o boi (Indicador CEPEA/B3) se desvalorizou 12,4%, com a média indo para R$ 220,70

    Confinamento deve crescer 2,5% em 2024

    O setor pecuário brasileiro está se preparando para um ano de expansão no confinamento de gado em 2024. De acordo com dados preliminares do Censo de Confinamento da DSM-Firmenich, os pecuaristas devem elevar em 2,5% o volume de gado com terminação em confinamento, chegando a 7,379 milhões de bovinos

    Um levantamento realizado pela Scot Consultoria em 180 confinamentos de 12 estados brasileiros apontou que 42,8% dos pecuaristas consultados esperam que o volume de animais confinados cresça em 2024. Por outro lado,  38,3% acreditam que deve ficar praticamente estável.

    O Mato Grosso lidera a atividade de confinamento no Brasil em 2023. O estado responde por 1,47 milhão de cabeças, um avanço de 3% em relação ao ano passado. Logo atrás aparecem São Paulo, com 1,19 milhão de cabeças confinadas, e Goiás, com 1,16 milhão.

    Com perspectivas positivas para o mercado da carne e a melhora na rentabilidade do confinamento, o setor pecuário brasileiro se prepara para um ano de expansão em 2024. O objetivo é consolidar a tendência de crescimento da produção intensiva de bovinos.

  • Preços do boi gordo: o impacto nas exportações e pastagens

    Preços do boi gordo: o impacto nas exportações e pastagens

    Os preços do boi gordo, coletados pelo Cepea, apresentam uma maior dispersão no início do segundo semestre de 2024. Segundo os pesquisadores, os agentes do mercado estão ajustando os valores às novas condições econômicas.

    Redução de animais

    Os dados do Cepea indicam que a oferta de animais a pasto para abate diminuiu significativamente. Ao mesmo tempo, os lotes de confinamento estão preenchendo as escalas de abate. De acordo com os especialistas, é essencial analisar as estimativas de volumes confinados, as previsões climáticas e a tendência das exportações.

    No começo de junho, os pecuaristas estavam optando por liquidar os lotes de animais a pasto em peso de abate, de acordo com agentes consultados pelo Cepea. No entanto, os frigoríficos já estavam bem abastecidos, o que  prolongou as escalas de entrega. Nesse contexto, o ponto de equilíbrio entre a oferta e a demanda vinha sendo alcançado a preços cada vez mais baixos.

    O que vem pela frente

    A influência do fenômeno La Niña no inverno trará tempo seco e temperaturas acima da média tanto no Sudeste quanto no Centro-Oeste. Com isso, a oferta de pastagens será escassa. As exportações, tradicionalmente mais intensas no segundo semestre, devem continuar em alta. Além dos sucessivos recordes dos últimos meses, a recente valorização do dólar favorece as vendas de carne brasileira no mercado internacional.