Tag: boi gordo

  • Boi gordo abre a semana estável

    Boi gordo abre a semana estável

    O mercado do boi gordo iniciou a semana com pouca movimentação e preços praticamente estáveis em todo o país. Levantamento divulgado pela Scot Consultoria nesta segunda-feira (28) mostra que, das 33 regiões acompanhadas, 29 mantiveram as cotações inalteradas.

    As únicas altas foram registradas no norte de Minas Gerais, no sudoeste de Mato Grosso e no Rio de Janeiro. Já a única queda ocorreu em Roraima.

    Preço do boi gordo segue em R$ 344 nas principais praças

    Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), que servem de referência para o mercado nacional, o boi gordo permaneceu cotado em R$ 344 por arroba, considerando o pagamento a prazo.

    As cotações do chamado “boi China”, além da vaca gorda e da novilha, também permaneceram estáveis ao longo do dia.

    Segundo a Scot Consultoria, parte das indústrias ainda não retomou as compras nesta semana e concentrou esforços na definição das estratégias comerciais. Entre os frigoríficos que atuaram no mercado, prevaleceram as mesmas referências de preços observadas na sexta-feira anterior.

    Algumas unidades chegaram a oferecer valores inferiores, mas não houve fechamento de negócios nesses patamares.

    Atacado registra valorização da carne bovina

    Enquanto o mercado do boi gordo permaneceu estável, o atacado apresentou alta nas cotações da carcaça bovina.

    De acordo com a Scot, o movimento foi impulsionado pela combinação entre maior procura e menor oferta de carne, resultado da redução no ritmo dos abates.

    Mesmo com o avanço dos preços, os atacadistas mantiveram as compras de forma moderada para evitar excesso de estoques. A expectativa é que os valores permaneçam firmes até o início de agosto.

    Exportações seguem em ritmo forte

    O desempenho das exportações continua sendo um dos principais fatores de sustentação do mercado pecuário brasileiro.

    Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, nos primeiros 18 dias úteis de julho, o Brasil embarcou 195,214 mil toneladas de carne bovina in natura, com média diária de 10,845 mil toneladas.

    Além do elevado volume exportado, o preço médio pago pelo produto segue em um dos maiores patamares do ano, alcançando US$ 6.368,90 por tonelada.

    Brasil avança para abrir mercado na Coreia do Sul

    Outro fator acompanhado pelo setor é o avanço das negociações para ampliar os mercados compradores da carne bovina brasileira.

    Uma missão técnica da Coreia do Sul deve visitar o Brasil em agosto para inspecionar frigoríficos nacionais. A etapa é considerada decisiva para a abertura do mercado sul-coreano às exportações brasileiras.

    Caso o processo seja concluído, o país poderá ampliar sua presença na Ásia e diversificar ainda mais os destinos da carne bovina produzida no Brasil, fortalecendo a competitividade do setor no comércio internacional.

  • Arroba do boi cai com avanço da cota chinesa

    Arroba do boi cai com avanço da cota chinesa

    Os preços da arroba do boi gordo registram queda neste mês no mercado brasileiro. O movimento ocorre mesmo diante dos baixos estoques globais de carne bovina. Segundo o Cepea, os estoques mundiais estão nos menores níveis desde 2006. Além disso, os preços internacionais da carne bovina permanecem próximos das máximas históricas.

    Apesar desse cenário, o mercado brasileiro enfrenta pressão devido ao ritmo das exportações para a China. Dados do governo chinês mostram que o Brasil já cumpriu cerca de 65% da cota de vendas de carne bovina ao país até maio. Com isso, a expectativa é que a totalidade da cota seja atingida até julho. O prazo considera que a carne brasileira pode levar até 60 dias para chegar ao mercado chinês.

    Diante desse cenário, frigoríficos habilitados para exportar à China reduziram o ritmo de compra de animais para abate. Além disso, o controle dos estoques internos na China influencia o mercado. Os importadores também adotam uma postura mais cautelosa nas negociações.

    Segundo o Cepea, esses fatores diminuíram a agressividade das compras chinesas no mercado internacional. Como resultado, os preços da arroba do boi gordo seguem pressionados no Brasil.

     

  • Prepare o bolso: preço da carne bovina dispara e bate recorde

    Prepare o bolso: preço da carne bovina dispara e bate recorde

    O preço da arroba do boi gordo alcançou o patamar recorde de US$ 73,58 na última quarta-feira (15), superando o pico histórico anterior de abril de 2022. A valorização, que acumula alta de 26,5% apenas em 2026, é impulsionada pela retenção de fêmeas para reprodução e pelo aquecimento das exportações, resultando em repasses imediatos para o consumidor brasileiro, que já enfrenta carnes mais caras nos supermercados.

    A dinâmica atual do mercado é explicada pelo ciclo produtivo da pecuária. Com a rentabilidade em alta, produtores optam por reter vacas no campo para a produção de bezerros, o que reduz drasticamente a oferta de animais prontos para o abate no curto prazo.

    Especialistas explicam que o intervalo entre a decisão de retenção e o abate do animal pode superar 36 meses, criando um descompasso estrutural na oferta. Somado a isso, o Brasil mantém um ritmo forte de vendas para o exterior.

    Em 2025, o volume exportado cresceu 20,9%, com destaque para mercados como China, México e Rússia. No primeiro trimestre de 2026, os embarques já superam em 18,4% o mesmo período do ano anterior. Essa combinação de baixa oferta interna e alta demanda externa reduz a disponibilidade de carne no mercado doméstico, elevando os preços.

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    Impacto no bolso: cortes populares lideram inflação

    O consumidor brasileiro sente o reflexo direto desse cenário. Em março de 2026, o preço das carnes subiu 1,73%, a maior alta mensal desde o final de 2024. Cortes tradicionalmente mais acessíveis foram os mais impactados pela inflação nos últimos 12 meses:

    • Acém: alta acumulada de 29,1%
    • Peito: alta acumulada de 27,4%
    • Músculo: alta acumulada de 24,6%
    • Alcatra: alta acumulada de 23,5%

    Até mesmo cortes nobres, como o filé-mignon (19,1%) e a picanha (12,1%), registraram aumentos significativos no período.

    O papel da China e o futuro dos preços

    A tendência é que os preços permaneçam em níveis elevados nos próximos meses. Um fator determinante será a cota de exportação para a China, limitada a 1,1 milhão de toneladas para 2026. Especialistas preveem que essa cota pode se esgotar ainda no primeiro semestre, o que poderia, teoricamente, aumentar a oferta interna, embora o maior lucro na exportação ainda motive os frigoríficos a priorizar o mercado externo enquanto houver margem.

    Além disso, conflitos no Oriente Médio preocupam o setor devido ao possível encarecimento de fertilizantes e fretes, o que pode elevar ainda mais o custo de produção nas pastagens brasileiras.

  • Arroba do boi dispara e atinge maior valor desde 1997

    Arroba do boi dispara e atinge maior valor desde 1997

    O mercado pecuário brasileiro vive um momento decisivo. O preço do boi gordo atingiu o maior valor nominal da série histórica iniciada em 1997, segundo dados do Cepea, referência nacional em análises agropecuárias. Esse movimento, além de chamar a atenção dos produtores, também sinaliza mudanças importantes no ciclo da pecuária de corte.

    Recorde histórico e escalada recente dos preços

    O Indicador do boi gordo do Cepea superou patamares históricos ao longo de 2026. Em abril, a arroba já opera acima de R$ 360 em São Paulo, principal praça de referência do país.

    Além disso, os números mostram uma escalada consistente. No início de janeiro, a arroba estava próxima de R$ 318. Poucos meses depois, o valor avançou mais de R$ 40, evidenciando uma valorização expressiva no período.

    Esse movimento não ocorreu de forma isolada. Em fevereiro, o mercado já registrava forte alta mensal. Segundo dados recentes, a arroba chegou a R$ 325,80, com valorização de 7,92% apenas naquele mês.

    Virada do ciclo pecuário impulsiona valorização

    A alta do boi gordo está diretamente ligada à virada do ciclo pecuário. Após um período de maior abate de fêmeas, o mercado entra agora em uma fase de retenção de matrizes.

    Nesse sentido, a oferta de animais terminados diminui. Como resultado, os frigoríficos enfrentam dificuldade para compor escalas de abate, o que sustenta os preços em níveis elevados.

    Além disso, produtores mais capitalizados tendem a segurar os animais à espera de cotações melhores. Portanto, o mercado ganha ainda mais pressão de alta no curto prazo.

    Exportações aquecidas e demanda firme

    Ao mesmo tempo, a demanda internacional segue aquecida. A China continua como principal compradora da carne bovina brasileira, enquanto outros mercados ampliam participação.

    Assim, o cenário externo contribui diretamente para sustentar os preços domésticos. Mesmo quando há volatilidade cambial, o volume exportado ajuda a manter o equilíbrio entre oferta e demanda. Por outro lado, o consumo interno ainda enfrenta limitações devido ao poder de compra da população.

    Impactos diretos para o produtor rural

    Para o pecuarista, o cenário atual representa uma janela de rentabilidade relevante. Com preços mais altos, a margem tende a melhorar, principalmente para quem conseguiu reduzir custos ou travar insumos antecipadamente.

    Porém, nem todos os elos da cadeia se beneficiam igualmente. A reposição, especialmente de bezerros, também fica mais cara, o que pode pressionar sistemas de recria e engorda.

    Além disso, custos com nutrição, suplementação e confinamento seguem elevados. Dessa forma, a gestão eficiente continua sendo decisiva para capturar os ganhos desse ciclo.

    Reflexos na indústria e no consumidor

    Enquanto o produtor comemora, a indústria frigorífica enfrenta margens mais apertadas. O encarecimento da matéria-prima reduz a competitividade, sobretudo no mercado interno.

    Consequentemente, o preço da carne ao consumidor tende a subir. Esse movimento já aparece no atacado e pode ganhar força nos próximos meses.

    Ainda assim, o ritmo desse repasse depende do consumo doméstico. Se a demanda não reagir, parte da pressão pode ser absorvida pela indústria.

  • Boi gordo registra menor variação de preços em 2025

    Boi gordo registra menor variação de preços em 2025

    O mercado do boi gordo vive, em 2025, o período de menor oscilação de preços dos últimos anos. O levantamento do Cepea mostra que a volatilidade atingiu 53,1% no ano. Ou seja, o índice representa menos da metade do registrado em 2024 e 2023. Além disso, a volatilidade mede a variação dos preços em torno da média no período.

    Em outras palavras, indica a intensidade das altas e quedas ao longo do ano. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário aponta maior eficiência na coordenação da cadeia pecuária. No entanto, a instituição destaca que os ganhos não se distribuem igualmente entre todos os elos. Ainda assim, a menor oscilação sugere oferta mais regular de animais ao longo de 2025.

    Possivelmente, os abates ocorreram com carcaças mais pesadas no período. Com isso, as escalas de frigoríficos permanecem preenchidas de forma contínua. Além disso, as linhas de abate seguem ativas sem interrupções relevantes. Do mesmo modo, o abastecimento interno ocorre sem sobressaltos.

    Ao mesmo tempo, as exportações fluem com maior previsibilidade.Diante desse cenário, o mercado encontra um “ponto de equilíbrio”, segundo o Cepea. Assim, a cadeia do boi gordo opera com maior estabilidade ao longo do ano.

  • Boletim Agro em Campo: boi em alta, suíno em queda

    Boletim Agro em Campo: boi em alta, suíno em queda

    Boi gordo: oferta curta sustenta alta da arroba

    A arroba do boi gordo no estado de São Paulo fechou a R$ 317,90 em 29 de outubro. Alta de 1,03% no dia e de 4,54% no mês, segundo o Indicador CEPEA/ESALQ.

    A valorização está ligada à oferta restrita de animais prontos para abate e às escalas de frigoríficos mais curtas em outubro, o que força a indústria a pagar mais no mercado físico.

    No mercado a prazo em São Paulo, a arroba foi negociada a R$ 321,95 em 29 de outubro. Avanço de 1,03% no dia e 4,60% no mês, mantendo a demanda firme mesmo perto do fim do mês.

    Pesquisadores do Cepea observam que os frigoríficos mantêm procura ativa por lotes no balcão. Assim, a oferta limitada e o confinamento parcial reforçam o cenário de alta nos preços.

    Suíno: preço médio enfraquece em outubro

    O Cepea avalia que o preço médio do suíno vivo caiu em outubro após ter alcançado a máxima do ano em setembro, quando o animal registrou o melhor patamar nominal desde novembro de 2024.

    A pressão de baixa vem da demanda doméstica mais fraca na segunda quinzena do mês e da menor entrada de frigoríficos no mercado spot, já que carne bovina e frango ganharam competitividade no atacado.

    Agentes consultados esperam reação nas cotações em novembro, apoiada por menor disponibilidade interna e pela alta de consumo típica de fim de ano. Parte do setor, porém, teme repasse de preços ao varejo e perda de consumo se a carne suína encarecer demais.

    Fonte: CEPEA/USP – 30/10/2025

  • Boi gordo: preços encerram setembro em queda; entenda

    Boi gordo: preços encerram setembro em queda; entenda

    Os preços do boi gordo caíram em setembro, contrariando o padrão histórico do período. Pesquisadores do Cepea destacam o cenário atípico.

    Normalmente, setembro registra oferta limitada e valores em alta. Porém, em 2025, confinadores reforçaram os lotes desde o início do ano.

    As entregas programadas para setembro atenderam plenamente à demanda doméstica e externa, que segue aquecida, segundo o Cepea. Esse aumento de animais disponíveis alongou as escalas de abate em todas as regiões e pressionou as cotações.

    Cuiabá registrou a maior queda entre as praças pesquisadas, com desvalorização de 4,5% ao longo de setembro.
    O estado concentra o maior rebanho do país, tanto a pasto quanto confinado, e influencia fortemente o mercado nacional. Em São Paulo, o Indicador CEPEA/ESALQ recuou 2,1% e fechou o mês cotado a R$ 304,10 por arroba.

     

  • Mato Grosso bate recorde de abate de bois em junho

    Mato Grosso bate recorde de abate de bois em junho

    Mato Grosso atingiu, em junho, o maior volume de abates de bovinos já registrado para o mês, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Ao todo, os frigoríficos processaram 613,15 mil cabeças. O número representa uma leve alta de 0,20% na comparação com maio.

    O avanço ocorreu porque as chuvas no início do ano atrasaram a engorda dos bois de pasto. Com a melhora no clima e nas pastagens, os pecuaristas aceleraram o envio dos animais aos frigoríficos. Assim, o volume subiu e superou os patamares históricos para o período.

    As fêmeas também voltaram a ganhar espaço. O número de vacas e novilhas abatidas cresceu 8,11% em relação a junho de 2024. Ainda assim, os machos tiveram avanço mais forte. Por isso, a participação das fêmeas no total caiu 1,74 ponto percentual em relação a maio, fechando o mês com média de 52,66%.

    Para os próximos meses, o Imea projeta aumento no volume de bois de confinamento. Com isso, a oferta de machos deve continuar subindo, o que tende a reduzir o ritmo de abate de vacas e novilhas. A expectativa é de que a participação das fêmeas no total processado siga em queda.

    Mato Grosso lidera o ranking nacional de abate de bovinos e ocupa posição de destaque nas exportações de carne. O desempenho do setor afeta tanto os preços pagos ao produtor quanto o mercado interno e o volume exportado.

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  • Demanda supera oferta e sustenta preços do boi gordo

    Demanda supera oferta e sustenta preços do boi gordo

    Os preços do boi gordo seguem firmes em abril. O cenário é impulsionado pelas exportações aquecidas e pela demanda interna crescente. Levantamentos diários do Cepea mostram que a procura supera a oferta em várias regiões monitoradas. Esse movimento também aparece no mercado de reposição, especialmente na demanda por bezerros.

    O Indicador do boi gordo CEPEA/ESALQ subiu cerca de 2,5% em abril. O valor passou de R$ 320 para R$ 327 por arroba. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina acumula alta de 5,5% no mês. O preço gira em torno de R$ 23/kg à vista.

    Carne suína ganha competitividade frente à bovina e ao frango

    A carne suína tem se mostrado mais competitiva em relação à bovina e à de frango, segundo dados do Cepea. Enquanto o preço da carcaça especial suína recua de março para abril, os concorrentes seguem em alta.

    Os valores do frango inteiro congelado e da carcaça casada bovina aumentaram no mesmo período. Ao mesmo tempo, no mercado interno, o consumo de carne suína perdeu força no início de abril, o que surpreendeu o setor. Com isso, a indústria reduziu os preços para evitar excesso de estoque, conforme indicam os pesquisadores do Cepea.

    Produtores de café monitoram o clima com a colheita se aproximando

    A proximidade da colheita 2025/26 tem feito produtores de café redobrarem a atenção com o clima. De acordo com o Cepea, chuvas nesta fase são cruciais para o enchimento adequado dos grãos. Mesmo assim, muitos produtores relatam que os grãos ainda não atingiram o tamanho ideal. A expectativa era colher um volume maior de cafés com peneira 17/18 nesta safra. Em Minas Gerais, a colheita do arábica começa em meados de maio. Já no Espírito Santo, maior produtor de robusta, a colheita iniciou em volumes baixos. O ritmo da colheita deve ganhar força no fim de abril, conforme apontam análises do Cepea.

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  • Preço do boi gordo cai com pressão de frigoríficos

    Preço do boi gordo cai com pressão de frigoríficos

    Frigoríficos do Brasil têm pressionado o preço do boi gordo, refletindo a desvalorização da carne no mercado. Segundo o Cepea, a oferta de vacas aumentou no mercado spot, impulsionada pelo ganho de peso dos animais após as chuvas. Além disso, o volume de bovinos confinados supera o registrado no mesmo período do ano passado. No cenário externo, dados da Secex apontam que as exportações diárias de carne bovina alcançaram 10 mil toneladas na parcial de fevereiro, alta de 6,2% em relação a 2024.

    Preço do suíno sobe com alta demanda e oferta reduzida

    O mercado de suínos registra forte valorização em fevereiro. Segundo o Cepea, a oferta reduzida de animais no peso ideal para abate, aliada à demanda interna e externa aquecida, impulsiona os preços. Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o suíno vivo valorizou mais de 8% na última semana. No Sudoeste do Paraná, o aumento ultrapassa 10% em sete dias. No atacado, a carcaça segue o movimento de alta, refletindo a boa liquidez do mercado, mesmo diante da valorização recente da proteína.

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