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  • Cachaça 51 lança edição 2025 limitada

    Cachaça 51 lança edição 2025 limitada

    A Cachaça 51, ícone brasileiro reconhecido globalmente, apresenta sua edição limitada 2025 em Portugal. Essa edição vem com uma embalagem sleeve decorativa que homenageia sete destinos turísticos emblemáticos do Brasil. Desenvolvida pela artista plástica Tereza Perman, a nova arte visa fortalecer a conexão cultural com consumidores portugueses e europeus, além de impulsionar a presença da marca em mais de 51 países.

    A edição especial 2025 chega às prateleiras portuguesas em garrafas de 700 ml, combinando tradição e inovação. As ilustrações destacam cartões-postais como a Floresta Amazônica, o Pão de Açúcar, as Cataratas do Iguaçu e Fernando de Noronha. Assim, representando a diversidade geográfica e cultural do país.

    Mercado estratégico

    “Portugal é um mercado estratégico. Os consumidores locais valorizam a qualidade da Cachaça 51, essencial para drinks como a caipirinha, que já conquistou o paladar europeu”, afirma Marina Flávia da Silva, gerente de marketing da Companhia Müller de Bebidas.

    A entrada da nova embalagem em Portugal conta com parcerias sólidas. Ricardo Righi, gerente de exportação da marca, destaca: “Trabalhamos com importadores locais para garantir que a Cachaça 51 chegue a bares e pontos de venda com autenticidade e qualidade”.

    A estratégia reforça o reconhecimento internacional da marca. O Drinks International Brands Report elegeu a Cachaça 51 como uma das melhores em sua categoria, destacando seu papel na mixologia global.

    Arte que conecta culturas

    Esta é a quarta edição do projeto de embalagens especiais da linha Exportação. Para Tereza Perman, a colaboração com a marca simboliza mais que design. “É uma honra retratar a pluralidade do Brasil e levar nossa identidade para o mundo”.

    Arte detalhada da edição limitada. Foto: Divulgação

    Além de Portugal, a edição 2025 estará disponível em mercados da Europa, África e América do Sul. E consolida a Cachaça 51 como embaixadora dos sabores brasileiros.

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  • Centro de Referência em Cachaça promete revolucionar setor

    Centro de Referência em Cachaça promete revolucionar setor

    Minas Gerais, maior produtor nacional de cachaça de alambique, ganhou um novo impulso para superar desafios como a informalidade e as barreiras à exportação. Foi inaugurado na última semana, em Florestal, o Centro de Referência em Cachaça, laboratório que conectará tecnologia, capacitação e inovação aos produtores mineiros. Com investimento de R$ 3,8 milhões do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura (Seapa) e Fapemig, o projeto visa elevar a qualidade do produto e fortalecer sua inserção no mercado global.

    Tecnologia a serviço da tradição

    O centro, vinculado à Universidade Federal de Viçosa (UFV) – Campus Florestal, oferecerá suporte técnico em todas as etapas da produção: desde o plantio da cana até análises físico-químicas e sensoriais da bebida. Entre as ações estão:

    • Cursos de correção de solo e cultivo de cana-de-açúcar;
    • Treinamentos em boas práticas de fabricação;
    • Desenvolvimento de blends e análises laboratoriais;
    • Elaboração de planos de ação personalizados para produtores.

    Segundo Thales Fernandes, secretário de Agricultura de Minas, o espaço vai além de um laboratório: “É uma ponte entre ciência e tradição. Queremos modernizar processos, reduzir custos e garantir que a cachaça mineira chegue ao mundo com qualidade e valor agregado”.

    Parcerias estratégicas e meta de exportação

    O projeto conta com a colaboração da Emater-MG, IMA, Epamig e Prefeitura de Florestal. Produtores formais e informais receberão assistência técnica baseada em dados laboratoriais, com foco em segurança alimentar e padrões internacionais.

    Lucas Mendes, subsecretário de Ciência e Tecnologia da Sede-MG, destacou: “A cachaça é um produto tecnológico. Com infraestrutura adequada, reduziremos a clandestinidade e abriremos portas para novos mercados”.

    Investimentos e impacto econômico

    O centro, coordenado pelo professor José Carlos Baffa Júnior (UFV), recebeu R$ 3,6 milhões em equipamentos R$ 200 mil em reformas. A previsão é que as operações comecem em outubro de 2024.

    Para Jaqueline Santos, superintendente da Seapa, o laboratório é vital para a economia local: “A cachaça é parte da nossa identidade. Ao unir tradição familiar à ciência, garantimos renda ao produtor e segurança ao consumidor”.

    Por que isso importa?

    Minas Gerais responde por 70% da cachaça artesanal do Brasil, setor que movimenta R$ 4 bilhões anuais. Com o novo centro, o estado busca:

    • Combater a informalidade (que atinge 40% dos produtores);
    • Padronizar a qualidade para exportação;
    • Preservar a cultura secular associada à bebida.

    A iniciativa reforça o legado mineiro enquanto posiciona a cachaça como produto premium no mercado global.

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  • Governo intensifica auditorias no setor de importação de bebidas

    Governo intensifica auditorias no setor de importação de bebidas

    A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) intensificou as fiscalizações no setor de importação de bebidas, vinhos e derivados da uva em 2024. O objetivo é regularizar o mercado importador. E garantir equidade na concorrência entre importadores e produtores nacionais e assegurando que os consumidores tenham acesso a produtos de qualidade, em conformidade com as normas brasileiras.

    As auditorias realizadas pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) mapearam processos de importação que não tiveram a certificação finalizada entre 2021 e 2024, resultando na identificação de irregularidades em 1.255 processos. As falhas, atribuídas exclusivamente às empresas importadoras, incluem perda de amostras, abertura de processos duplicados, falta de controle interno sobre os trâmites necessários e inconformidades na rotulagem dos produtos.

    Em resposta às irregularidades, o Mapa emitiu 390 ofícios e 138 intimações para que as empresas corrigissem as pendências. As ações resultaram em 126 autuações relacionadas a 518 processos irregulares.

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    Letícia Almeida, farmacêutica responsável pelo monitoramento do sistema de certificação de bebidas, explica que “as ações do Mapa visam garantir que todos os importadores estejam sujeitos às mesmas regras aplicadas aos produtores nacionais, promovendo um ambiente de concorrência justa”. Ela ressalta que as medidas asseguram que produtos importados não tenham vantagem competitiva por meio de práticas comerciais irregulares.

    As empresas importadoras terão a oportunidade de regularizar suas pendências. Aqueles que não cumprirem as exigências poderão enfrentar sanções adicionais para garantir a conformidade do setor com a legislação vigente.

    Irregularidades identificadas

    Para a importação, é exigida a certificação das Bebidas, Fermentados Acéticos, Vinhos e Derivados da Uva. Isso pode ser feito por meio do Certificado de Inspeção de Importação (CII) ou autorizações de dispensa de coleta de amostras. A auditoria revelou o abandono de processos relacionados a produtos fora dos padrões legais e sua comercialização sem o certificado obrigatório. A equipe técnica também identificou inconformidades graves, como baixa pressão em espumantes e sucos com acidez fora dos padrões brasileiros.

    O químico Luca Martins, que atuou nas análises dos processos, afirma: “O Mapa continuará monitorando rigorosamente o setor de importação de bebidas. Com auditorias periódicas que garantam o cumprimento das normas e a proteção dos consumidores”. Ele acrescenta que a expectativa é tornar o mercado brasileiro de bebidas ainda mais transparente, competitivo e seguro.

  • Empresas brasileiras movimentam mais de US$ 2 milhões na Africa’s Big 7

    Empresas brasileiras movimentam mais de US$ 2 milhões na Africa’s Big 7

    Empresas brasileiras movimentam mais de US$ 2 milhões na Africa’s Big 7

    A participação de 19 empresas brasileiras na feira Africa’s Big 7 gerou um volume de negócios superior a US$ 2,3 milhões, marcando a retomada da presença do Brasil em eventos de negócios no continente africano. Lideradas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), as empresas apresentaram produtos da agroindústria entre os dias 11 e 13 de junho, em Joanesburgo, África do Sul.

    Expansão no mercado africano

    A feira Africa’s Big 7 é o principal evento de alimentos e bebidas na África. Durante a feira, as empresas brasileiras reportaram US$ 2,336,000 em negócios, combinando vendas imediatas e projeções para os próximos 12 meses. Esta participação integra a missão Brasil-Africa Solutions da ApexBrasil, que visa fomentar o comércio entre o Brasil e os países do sul da África. As empresas brasileiras realizaram 160 contatos com potenciais compradores durante o evento.

    Destaques na feira

    A Africa’s Big 7, em sua 21ª edição, contou com aproximadamente 200 expositores globais, atraindo compradores e líderes da indústria alimentícia e de bebidas. A feira foca em alimentos secos, congelados, bebidas, e equipamentos de processamento e embalagens, oferecendo uma plataforma para explorar novos produtos, identificar tendências e estabelecer conexões no mercado africano, que movimenta cerca de US$ 313 bilhões.

    A diretora de Negócios da ApexBrasil, Ana Repezza, destacou a importância do retorno à Africa’s Big 7 após um planejamento estratégico das prioridades brasileiras na região. Por outro lado, a embaixadora Ligia Maria Scherer ressaltou o novo momento da diplomacia brasileira no continente africano. Enquanto isso, o adido agrícola Carlos Muller mencionou o grande potencial do mercado africano para produtos brasileiros, especialmente após a recente abertura do mercado de pescados na África do Sul.

    Iniciativas e oportunidades

    A empresa capixaba Café Meridiano, por exemplo, serviu seu café aos visitantes, buscando parceiros no mercado africano. Tatiana Reis, CEO da Samerica Trade, destacou também a importância de estreitar laços com o continente daqui em diante, e Bonifácio Sena, da Ecofoods, enfatizou o potencial do açaí no mercado sul-africano. Ao mesmo tempo, Rafael Soares, da Embaré, comentou ainda sobre a relevância da presença brasileira para entender as demandas locais.

    Crescimento das exportações

    Em 2023, as exportações brasileiras para a África atingiram um recorde histórico de US$ 13,2 bilhões. Os países africanos já são o quarto principal destino das exportações brasileiras. Os mais procurados são os produtos do complexo de alimentos e bebidas, minério de ferro e óleos combustíveis de petróleo. Argélia, Egito, África do Sul, Marrocos e Nigéria foram os principais compradores.

    O estudo da ApexBrasil identifica mais de 6 mil oportunidades no continente. Os destaques são combustíveis minerais, produtos alimentícios e máquinas e equipamentos de transporte como áreas de crescimento. A participação na Africa’s Big 7 reforça também o compromisso do Brasil em expandir e diversificar suas exportações para a África.

     

  • Com primeira edição no Brasil, LAC Flavors começa em Manaus

    Com primeira edição no Brasil, LAC Flavors começa em Manaus

    Nos dias 5 e 6 de junho, a capital amazonense será o epicentro do maior encontro de match-making de negócios do setor de alimentos e bebidas da América Latina e Caribe. Pela primeira vez no Brasil, o evento LAC Flavors, organizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promete facilitar oportunidades de negócios entre pequenas e médias empresas da região e compradores de todo o mundo.

    Com uma programação intensa que inclui rodadas de negócios durante a tarde e workshops e seminários pela manhã, o fórum tem como objetivo ampliar e fortalecer o comércio na América Latina e Caribe, abrindo portas para novas oportunidades de negócios. Para esta edição, estão confirmadas a participação de 350 pequenas e médias empresas do setor de alimentos e bebidas, que se encontrarão com 87 compradores internacionais, representando 29 países.

    Um dos destaques do evento será a rica diversidade culinária e a oferta de alimentos tradicionais e inovadores, especialmente da região amazônica. Além das reuniões de negócios, os participantes terão acesso a workshops e seminários sobre temas como abastecimento sustentável, tecnologia alimentar, certificações, comércio eletrônico, técnicas de negociação e embalagens sustentáveis.

    O evento LAC Flavors 2024 acontece no até amanhã (6/6) no Centro de Convenções Studio 5 Manaus, lounge ApexBrasil, Brasil

    Países confirmados: Argentina, Belize, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Suriname, Trinidad e Tobago, Uruguai