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  • Protagonismo feminino impulsiona nova edição de prêmio do agro

    Protagonismo feminino impulsiona nova edição de prêmio do agro

    Produtoras rurais de todo o país já podem se inscrever na 9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro. A iniciativa é realizada pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio. As inscrições para a categoria “Produtora Rural” começaram em 1º de abril e seguem até 7 de junho, pelo site oficial. O objetivo é reconhecer mulheres que se destacam no campo. Além disso, o prêmio valoriza práticas sustentáveis, boa governança e impacto social.

    Para participar, as candidatas devem comprovar atuação alinhada a esses pilares. Nesse sentido, as iniciativas passam por avaliação técnica. Uma banca independente realiza a análise, formada por especialistas de instituições públicas e privadas. Além disso, o grupo considera critérios operacionais e também os resultados alcançados nas propriedades.

    Segundo Daniela Barros, diretora de Comunicação da divisão agrícola da Bayer no Brasil, o prêmio mantém o propósito desde a criação. “Mesmo após quase uma década, o Prêmio Mulheres do Agro segue com o propósito claro de reconhecer o protagonismo das mulheres no campo e ampliar a visibilidade de iniciativas que contribuem para um agronegócio mais sustentável, inovador e inclusivo”, afirma.

    Trajetórias que inspiram no campo

    Entre os destaques da edição anterior está Flávia Strenger Garcia Cid. A produtora venceu na categoria “Grande Propriedade” em 2025. Ela está à frente da Fazenda Jaracatiá, em Querência do Norte (PR). Desde 2015, conduz uma operação verticalizada voltada à produção de óleos essenciais, extratos vegetais e bioinsumos.

    Além disso, a gestão inclui industrialização dentro da propriedade. Também envolve mecanização de culturas não convencionais e uso de energia renovável. Ao mesmo tempo, a produtora investe em conservação ambiental e gestão hídrica. Ainda, desenvolve ações com comunidades do entorno. Dessa forma, consolida um modelo alinhado às demandas atuais do agronegócio.

    “O prêmio nos dá voz para inspirar outras produtoras e mostra que o trabalho feminino deixou de ser coadjuvante para ganhar protagonismo no agronegócio brasileiro”, destaca Flávia. “Além disso, o reconhecimento confirma que o esforço e a dedicação à produção agrícola fazem a diferença.”

    Nos últimos anos, a premiação tem registrado crescimento no número de participantes. Com isso, reflete o avanço da presença feminina no setor. De acordo com Gislaine Balbinot, diretora da ABAG, o aumento do engajamento impulsiona melhorias na iniciativa. “Contabilizamos recordes de engajamento a cada edição, o que nos incentiva a aprimorar a iniciativa para que todas as vencedoras tenham suas jornadas ainda mais impactadas depois do Prêmio Mulheres do Agro”, afirma.

    Premiação e agenda especial

    Ao final do processo, dez mulheres serão premiadas. Desse total, nove serão produtoras rurais e uma será da área de ciência e pesquisa. Além disso, as indicações para essa categoria ocorrerão entre 15 e 30 de abril.

    A organização realizará a cerimônia de premiação no segundo semestre, em São Paulo. O evento integra as comemorações pelos 130 anos da Bayer no Brasil. Além disso, deve ampliar a visibilidade das participantes e fortalecer conexões no setor.

    Por fim, a expectativa é consolidar ainda mais o prêmio como referência nacional. Ao mesmo tempo, a iniciativa busca incentivar práticas inovadoras e sustentáveis no campo.

  • Programa forma jovens líderes do agronegócio em Goiás

    Programa forma jovens líderes do agronegócio em Goiás

    A Academia de Jovens Líderes do Agro, iniciativa da Bayer em parceria com o Sistema Faeg-Senar (GO), ultrapassou a marca de 100 jovens formados desde sua criação. Com foco na preparação de novas lideranças para o agronegócio goiano, o programa chegou à quinta edição em 2025 e segue voltado à formação de profissionais ligados à inovação, sustentabilidade e sucessão no campo.

    Nesta edição, a academia recebeu mais de 200 inscrições de integrantes do Programa Faeg Jovem, rede que reúne cerca de 2.500 participantes distribuídos em 195 grupos em diferentes regiões de Goiás. Após processo seletivo, seis jovens foram escolhidos para participar da etapa final, que incluiu mentorias, atividades práticas e encontros presenciais.

    A cerimônia de reconhecimento foi realizada na sede da Bayer, em São Paulo, encerrando um ciclo de meses de capacitação e troca de experiências entre os participantes.

    Formação vai além da capacitação técnica

    A proposta da Academia de Jovens Líderes do Agro não se restringe ao conteúdo técnico. O programa inclui ações voltadas ao desenvolvimento pessoal, comunicação, liderança e tomada de decisão, áreas consideradas estratégicas para quem pretende atuar de forma mais ativa no setor agropecuário.

    Segundo Francila Calica, diretora de Assuntos Agrícolas e Sustentabilidade Latam da Bayer, a iniciativa busca ampliar o repertório dos jovens e fortalecer a atuação regional. “A ideia é que esses participantes consigam aplicar o que aprenderam em suas comunidades e organizações, promovendo avanços concretos no agro”, afirma.

    Ainda de acordo com a executiva, a parceria com o Sistema Faeg-Senar (GO) permite alcançar diferentes realidades do estado e aproximar os jovens das demandas do mercado.

    Experiência reflete na trajetória dos participantes

    Entre os selecionados da quinta edição está Átila Prado, engenheiro agrônomo de Goiânia. Para ele, o programa contribuiu para ampliar a visão sobre o papel do profissional no agronegócio. “O processo ajudou a desenvolver habilidades interpessoais e a entender melhor como posso atuar de forma mais estratégica”, relata.

    Outra participante, Lavinia Roma, estudante de Medicina Veterinária do Instituto Federal Goiano, destaca o impacto do programa no enfrentamento de desafios profissionais. “A experiência trouxe mais confiança e mostrou que é possível contribuir de maneira efetiva para o setor”, afirma.

    Desenvolvimento humano como eixo central

    De acordo com Murilo Borges de Almeida, representante técnico de vendas de soja da Bayer e um dos responsáveis pela iniciativa, o foco da academia está no desenvolvimento humano. “Trabalhamos competências como comunicação, liderança e resolução de problemas. São habilidades que fazem diferença no dia a dia do agro”, explica.

    Ele ressalta que a formação busca preparar os jovens para assumir responsabilidades em cooperativas, propriedades rurais, empresas e entidades ligadas ao setor produtivo.

    Retorno às comunidades é próximo passo

    Com o encerramento da quinta edição, a expectativa é que os jovens líderes retornem às suas regiões de origem e apliquem os conhecimentos adquiridos em projetos locais, associações, propriedades e iniciativas ligadas ao agronegócio.

    A Academia de Jovens Líderes do Agro integra um conjunto de ações voltadas à renovação do setor e à formação de profissionais capazes de lidar com os desafios atuais do campo, como produtividade, sustentabilidade e gestão.