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  • Pomba faz ninho para gata grávida ter filhotes

    Pomba faz ninho para gata grávida ter filhotes

    Um vídeo viral recente está emocionando a internet ao mostrar a amizade improvável entre uma gata grávida e uma pomba. Rubén Grisales, um protetor de animais de Puerto Carreño, na Colômbia, resgatou uma gatinha preta grávida, chamada Chimuela, e uma pombinha doméstica, Truku Truku. Desde então, as duas se tornaram inseparáveis, demonstrando que a empatia e o amor podem superar as barreiras entre espécies.

    Antes da gravidez de Chimuela, as duas já compartilhavam momentos felizes, brincando, comendo e dormindo lado a lado. Agora, com Chimuela esperando filhotes, Truku Truku mostra uma devoção comovente ao tentar criar um ninho para sua amiga, garantindo que ela esteja confortável para o parto. Esse gesto não é isolado; a pomba continua a seguir Chimuela e a preencher o ninho com palha, aconchegando-se com ela para descansar.

    O trabalho de Rubén Grisales

    Rubén tem um histórico de resgatar e cuidar de diversos animais, tanto domésticos quanto silvestres. Em suas redes sociais, ele compartilha vídeos de sua convivência com cães, lontras, tatus, araras e até macacos, destacando o vínculo profundo que existe entre ele e os animais. “Quando vivem em liberdade, são ainda mais lindos”, afirma Rubén, reforçando a beleza dos laços naturais que podemos cultivar com os seres vivos ao nosso redor.

    A amizade entre Chimuela e Truku Truku é um exemplo tocante de como a empatia e o amor podem transcender as barreiras entre espécies. Esse vínculo emocionante nos lembra da importância de cuidar e respeitar todos os seres vivos, independentemente de suas origens ou espécies.

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  • Multa de R$ 5 mil; entenda a punição para quem mata onça

    Multa de R$ 5 mil; entenda a punição para quem mata onça

    A recente identificação e punição de uma mulher que torturou e matou uma onça-parda no Brasil levantou discussões sobre a proteção da fauna silvestre e as penalidades aplicadas a crimes ambientais. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) anunciou que a responsável pela ação, que viralizou nas redes sociais, enfrentará multas significativas.

    A Punição

    A mulher foi multada em R$ 5 mil por matar a onça-parda, conforme estipulado pela legislação vigente. Além disso, ela responderá por maus-tratos aos cães que a acompanhavam, com multas adicionais variando de R$ 500 a R$ 3.000 por cada animal envolvido.

    O Ibama também indicou que os responsáveis pelo crime podem enfrentar outras sanções, como o porte ilegal de arma.

    Contexto Legal

    Atualmente, a legislação brasileira prevê penas que variam de três meses a um ano para quem mata animais silvestres, como as onças.

    No entanto, um projeto de lei, apresentado em 2022 busca aumentar essa pena para um intervalo entre três e cinco anos de reclusão. O projeto, no entanto, do deputado Ricado Izar (Republicanos – SP) está parado no legislativo.

    A Situação da Onça-Parda

    Foto: Divulgação – Onça parda / ICMBio

    No Brasil, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) classifica a onça-parda como uma espécie “quase ameaçada” e vulnerável. A população dessa espécie tem mostrado sinais preocupantes de declínio, o que acentua a necessidade de medidas eficazes de proteção.

    O aumento da fiscalização e das penalidades pode ser um passo importante para preservar essa e outras espécies ameaçadas.

    A punição imposta à mulher que matou a onça-parda não apenas reflete uma resposta imediata ao crime, mas também destaca a necessidade urgente de reforçar as leis de proteção ambiental no Brasil. A sociedade deve estar atenta e exigir ações mais rigorosas para garantir a preservação da fauna silvestre, assegurando que casos como esse não se repitam.

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  • Expointer 2024 começa hoje com foco na reconstrução do RS

    Expointer 2024 começa hoje com foco na reconstrução do RS

    A 47ª edição da Expointer, a maior feira agropecuária a céu aberto da América Latina, inicia neste sábado (24/8) no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Organizada pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio das secretarias da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e de Desenvolvimento Rural (SDR), a feira segue até o dia 1º de setembro.

    Este ano, a Expointer tem um significado especial após as enchentes que devastaram várias regiões do Estado, afetando produtores e empresas do setor agropecuário. Portanto, a edição de 2024 apelidada de Expointer da Reconstrução e da Retomada, simboliza a força e resiliência do povo gaúcho.

    Recuperação do parque

    Após ter ficado alagado por mais de 30 dias, o Parque de Exposições passou por reformas e melhorias essenciais para a realização da feira. A infraestrutura foi revitalizada com revisão das redes elétrica e hidráulica, reforma dos telhados e calhas, além da recuperação do calçamento das vias por exemplo.

    Governo na Expointer

    No Pavilhão Internacional, o Estande do Governo será palco de eventos e discussões promovidos pelas secretarias estaduais. Sem dúvida, este ano o destaque será o Plano Rio Grande, com ações focadas na recuperação do Estado após as enchentes de abril e maio.

    Melhorias para os visitantes

    Os visitantes da feira terão um novo portão de acesso, o número 14, localizado na avenida Cezar Antônio Bettanin, facilitando o fluxo de veículos pela BR-448. Além disso, a feira disponibiliza cerca de mil novas vagas de estacionamento, totalizando 7 mil.

    A estrutura dos banheiros também foi ampliada, com a construção de dois novos prédios, abrigando 130 sanitários. Além disso, a área de convivência ganhou uma cobertura maior e um boulevard com opções de alimentação e descanso.

    O parque também passou por revitalizações visuais. As tradicionais esferas da Expointer foram repintadas, e o muro que cerca o parque ganhou novas cores.

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    Atrações e novidades da feira

    A exposição de animais, uma das principais atrações da Expointer, teve um aumento de 12% em relação à edição anterior, com 4.796 animais inscritos, incluindo novas raças de ovinos e equídeos. Raças de bovinos e caprinos que estavam ausentes em edições anteriores retornam à feira.

    O Pavilhão da Agricultura Familiar (PAF) também cresceu, com 413 empreendimentos selecionados, sendo 216 liderados por mulheres. Já o Pavilhão do Artesanato contará com 184 artesãos, que exibirão produtos como peças de lã crua feltrada e tecelagem com bambu.

    A Ópera Gaúcha retorna à Expointer após oito anos, com o espetáculo “A Força do Nosso Povo”, que será apresentado na Pista Central do Parque Assis Brasil no dia 24 de agosto, às 19h. A entrada para o show é gratuita para quem já adquiriu o ingresso da feira.

    Outro destaque é o palco montado ao lado das esferas, onde artistas gaúchos se apresentarão ao longo do evento. A 47ª Expointer também trará o Festival Sou do Sul, com shows de grandes nomes da música regional e nacional, como Luísa Sonza, Maiara & Maraisa e Fernando & Sorocaba. O acesso ao festival é gratuito para quem já estiver na feira, com ingressos limitados a 10 mil pessoas por dia.

    Transporte especial

    Como os transportes coletivos entre Porto Alegre e Esteio estão parcialmente interrompidos, a Expointer oferecerá operações especiais. Ou seja, a Trensurb operará parcialmente, com trens saindo das estações Canoas e Mathias Velho a cada 14 minutos, e integração por ônibus sem custo adicional.

    Além disso, a Metroplan também disponibilizará um serviço especial de ônibus entre Porto Alegre e Esteio, com saídas da Rodoviária de Porto Alegre e da Rua Cassiano Nascimento. O serviço funcionará das 7h às 22h, com extensão até as 2h durante o Festival Sou do Sul, e a tarifa será de R$ 15.

     

     

     

     

  • R$ 350 milhões para novos financiamentos durante a Expointer 2024

    R$ 350 milhões para novos financiamentos durante a Expointer 2024

    O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) vai liberar R$ 350 milhões em novos financiamentos durante a 47ª Expointer, que começa neste sábado (24/8) no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Com foco no fortalecimento do agronegócio gaúcho após os impactos climáticos recentes, o banco oferecerá linhas de crédito para projetos que ampliem a capacidade de armazenagem, estrutura de irrigação, geração de energia renovável e aquisição de máquinas, por exemplo.

    Importância do agro

    O diretor-presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior, destacou a importância do setor agro para a recuperação econômica do Rio Grande do Sul. “O agronegócio é essencial para o crescimento da economia gaúcha e terá um papel crucial na reconstrução do Estado. Nosso objetivo é apoiar esse setor estratégico para o desenvolvimento regional”, afirmou. Em resumo, este ano, o BRDE já investiu R$ 3,5 bilhões na região Sul, com R$ 1,48 bilhão destinado ao agronegócio, incluindo produtores rurais, cooperativas e agroindústrias. “Estamos captando novos recursos para fortalecer ainda mais o agro”, disse Ranolfo.

    Volume de recursos

    O volume de recursos para a Expointer 2024 é o mesmo do ano anterior, quando o setor enfrentava os efeitos de duas estiagens consecutivas. No entanto, o BRDE está preparado para ampliar a oferta de crédito, caso haja maior demanda durante o evento. Além disso, essa flexibilidade já foi observada em edições anteriores da feira. Em 2023, o banco fechou R$ 518 milhões em novos negócios, com destaque para projetos tecnológicos e agroindustriais.

    Leonardo Busatto, diretor de Planejamento do BRDE, ressaltou a importância da inovação e da sustentabilidade. “Estamos expandindo nossas fontes de financiamento, inclusive com bancos de desenvolvimento internacionais, para apoiar projetos sustentáveis. Investir em inovação e transição energética fortalece a economia e o setor agro para as futuras demandas”, explicou. Neste ano, o banco já destinou R$ 454,2 milhões para inovação nos estados do Sul e R$ 452,8 milhões para geração de energia limpa.

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    Além de sua atuação na Casa do BRDE, o banco terá um estande na Feira de Máquinas e Equipamentos, organizada pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers). O BRDE também participará do RS Innovation Agro, evento que vai para sua terceira edição, liderado pela Universidade Feevale com apoio da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict).

    Neste ano, o RS Innovation Agro, além de apresentar inovações tecnológicas para o agronegócio e fomentar startups do setor, abordará o tema das cidades inteligentes. A Expointer 2024 vai até 1º de setembro, reunindo as principais inovações do setor agro.

  • Primeiros animais que chegam à Expointer são ovinos da raça Texel

    Primeiros animais que chegam à Expointer são ovinos da raça Texel

    Os primeiros animais a chegar à 47ª Expointer, que começa no próximo sábado (24/8) em Esteio, foram ovinos da raça Texel, vindos de Aceguá. Desde a madrugada desta segunda-feira (19/8), às 1h, o caminhão que saiu de Aceguá às 16h30 de domingo aguardava a abertura dos portões do Parque Assis Brasil.

    Julgamentos e leilões

    Olinto Salgueiro, produtor da Cabanha Salgueiro, estava ansioso para ser o primeiro a chegar e participar da feira, que vai até 1º de setembro. Ele trouxe quatro fêmeas que participarão de julgamentos e leilões. Outras duas cabanhas da mesma cidade, Magnólia e Conquista, também trouxeram seus animais, totalizando 12 ovinos.

    “É a primeira vez em sete anos que chego antes; sempre chegava em segundo ou terceiro lugar”, contou Salgueiro, satisfeito. Ele cria 11 ovinos Texel e trouxe suas “meninas”, como chama suas fêmeas, que têm 12 meses e pesam até 90 quilos. “Comecei há sete anos e, desde então, participo da Expointer. Para mim, é uma alegria enorme. Estou com 68 anos e trabalho sozinho, a única coisa que não faço é tosar os ovinos”, afirmou.

    Recepção na Expointer

    Na chegada, Clair Kuhn, secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, recepcionou os participantes. Além disso, ele destacou o trabalho árduo da equipe do Parque e dos copromotores para garantir o sucesso do evento. “Apesar das dificuldades, o Parque está cada dia mais restaurado, com melhores condições de receber o público”, afirmou.

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    Expointer símbolo de força

    Kuhn também ressaltou a importância da recepção dos animais, que marca o início oficial da Expointer. “Estou feliz por estar neste momento como secretário da Agricultura e por colaborar na reconstrução do Rio Grande do Sul. A Expointer é um símbolo da força do povo gaúcho”, definiu.

    Para Elizabeth Cirne-Lima, subsecretária do Parque, a chegada dos animais é um momento especial, pois simboliza o início das atividades formais da Expointer. “Este é um evento crucial para o setor agropecuário do Estado. Os animais são a alma da feira, conectando o campo à cidade. Estamos muito felizes”, declarou.

    O comissário-geral da Expointer, Pablo Charão, informou que 120 servidores do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) da Seapi estão prontos para receber os animais. “São 55 servidores diretamente envolvidos na recepção, divididos em quatro equipes, que trabalham em turnos das 8h às 22h. Eles conferem a documentação, Guias de Trânsito Animal (GTAs), exames e vacinas, além de realizar exames clínicos para garantir a entrada de animais sadios no Parque”, explicou Charão.

    Charão destacou ainda que, apesar da leve redução no número de animais inscritos em relação ao ano passado, a confiança dos produtores na Expointer permanece alta. “Estamos otimistas. Os produtores veem na Expointer uma oportunidade de superar a tragédia climática que afetou muitos deles e ajudar na reconstrução do Estado do Rio Grande do Sul”, concluiu.

  • Frio intenso mata animais no campo

    Frio intenso mata animais no campo

    O inverno rigoroso que atinge o Sul e Sudeste do Brasil tem levantado preocupações entre os produtores rurais devido ao risco de morte de animais em decorrência do frio intenso. As baixas temperaturas, que em algumas regiões têm registrado marcas negativas, representam um desafio adicional para a pecuária, especialmente para aqueles que não estão preparados para enfrentar condições climáticas tão adversas.

    O frio intenso pode causar uma série de problemas para os animais, incluindo hipotermia, doenças respiratórias e até mesmo morte em casos mais severos. Animais jovens, idosos ou em estado debilitado são os mais vulneráveis. Além disso, a falta de pastagem adequada devido à geada compromete a alimentação, agravando o estado de saúde dos animais.

    Medidas de proteção

    Para mitigar os riscos e proteger os rebanhos, é fundamental que os produtores adotem medidas preventivas:

    • Abrigos Adequados: É essencial garantir que os animais tenham acesso a abrigos que os protejam do vento, chuva e geadas. Estruturas simples, como galpões e baias bem isoladas, podem ser a diferença entre a sobrevivência e a perda do rebanho.
    • Alimentação de Qualidade: Durante o inverno, o consumo de energia dos animais aumenta para manter a temperatura corporal. Oferecer uma dieta rica em calorias, com suplementos alimentares, ajuda a compensar essa demanda energética extra.

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    • Aquecimento: Em casos de frio extremo, a instalação de aquecedores ou a utilização de cobertores térmicos pode ser necessária, especialmente para os animais mais frágeis. Em sistemas de criação intensiva, como aviários e granjas de suínos, o controle da temperatura ambiente é crucial.
    • Monitoramento Contínuo: A vigilância constante das condições de saúde do rebanho é fundamental. Tratar imediatamente sintomas de hipotermia, como tremores intensos e letargia.
    • Vacinação e Saúde Preventiva: Manter a vacinação em dia e adotar práticas de manejo que fortaleçam a imunidade dos animais ajuda a prevenir doenças que podem ser exacerbadas pelo frio.

    A previsão de mais dias frios no Sul e Sudeste do Brasil exige que os produtores rurais se mobilizem rapidamente para proteger seus rebanhos. A adoção de medidas simples, mas eficazes, pode evitar perdas significativas e garantir a saúde e o bem-estar dos animais durante o inverno. A preparação adequada é a chave para enfrentar o frio extremo e minimizar os impactos na produção agropecuária. No ultimo ano, mais de mil bovinos morreram devido ao frio somento no Mato Grosso do Sul.