Tag: alerta

  • Chuva intensa atinge metade norte do Brasil; 14 Estados em alerta

    Chuva intensa atinge metade norte do Brasil; 14 Estados em alerta

    A semana começa com chuvas intensas e alerta de perigo para 14 Estados do Norte e Nordeste. A Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém atuação entre Bahia e Amazonas. Já a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) influencia o Amapá e o litoral do Nordeste.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja válido até as 10h desta segunda-feira (12). Além disso, o aviso prevê chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, ou 50 a 100 milímetros em 24 horas, com ventos de até 100 km/h. Portanto, há risco de quedas de árvores, alagamentos, descargas elétricas e interrupções no fornecimento de energia.

    Estados em alerta

    O alerta inclui Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Ou seja, nessas regiões, as chuvas podem causar transtornos significativos, como inundações e interrupções de serviços essenciais.

    Minas Gerais e Espírito Santo em atenção

    Em Minas Gerais, a combinação de calor, umidade e um cavado mantém o risco de temporais no centro-norte e noroeste do Estado. Ao mesmo tempo, no Espírito Santo, as pancadas de chuva moderadas a fortes podem vir acompanhadas de raios e ventos de até 70 km/h.

    Sudeste com clima variado

    No Sudeste, São Paulo e Rio de Janeiro apresentam condições típicas de verão. Apesar do calor predominante, pancadas isoladas podem ocorrer no interior dos Estados. As capitais devem ter tempo firme.

    Centro-Oeste e Sul com instabilidade irregular

    Mato Grosso do Sul registra chuvas localizadas, com maior risco de temporais no extremo norte, próximo a Mato Grosso e Goiás. No Sul, pancadas moderadas a fortes atingem o Paraná e Santa Catarina, enquanto o Rio Grande do Sul permanece sob influência do calor e da baixa umidade relativa do ar, inferior a 30%.

    Leia mais:
    + Agro em Campo: Brasil sobe ao 5º lugar entre os melhores azeites do mundo
    + Agro em Campo: Embrapa Café lança guia para combater pragas e doenças nos grãos

    Risco elevado e orientações

    A persistência das chuvas intensas exige atenção redobrada. Portanto, em casos de ventos fortes ou raios, é recomendado buscar abrigo e evitar áreas abertas, árvores e estruturas metálicas. Além disso, em situações de alagamentos, a orientação é evitar cruzar áreas inundadas.

    A previsão para os próximos dias indica que os fenômenos climáticos continuarão influenciando o tempo em diversas regiões. A população deve acompanhar atualizações dos serviços meteorológicos para se manter informada e segura.

     

  • Defesa Civil alerta para chuvas intensas em Santa Catarina

    Defesa Civil alerta para chuvas intensas em Santa Catarina

    Santa Catarina enfrenta chuvas intensas desde a madrugada deste sábado (7). A Defesa Civil prevê que o clima chuvoso persista até segunda-feira (9), com risco elevado de temporais, ventos fortes e queda de granizo.

    De sexta-feira (6) até hoje, várias regiões do estado registraram alagamentos e enxurradas. A água atingiu 50 residências em Bom Retiro, na Serra Catarinense, e impactou cerca de 200 moradores. Apesar dos danos, não houve registro de vítimas.

    Joinville também enfrentou problemas. Enxurradas alagaram bairros, com acumulados de 120 milímetros nas últimas 12 horas. Outros municípios, como Xanxerê e Dionísio Cerqueira, tiveram alagamentos pontuais.

    A frente fria semi-estacionária causa instabilidade, segundo a Defesa Civil. Esse fenômeno eleva os riscos de alagamentos e deslizamentos, especialmente no Grande Oeste, Vale do Itajaí, Planalto Norte e Litoral Norte, que devem registrar os maiores volumes de chuva.

    “O risco é alto para alagamentos e deslizamentos. No Sul do estado, o risco é moderado, com acumulados menores”, informou o órgão.

    Leia mais:
    + Agro em Campo: Brasil projeta avanços para 2025 e 2026 no mercado de açúcar
    + Agro em Campo: Embrapa lança concurso público com 1.027 vagas

    Chuva permanece até segunda-feira

    O domingo (8) e a segunda-feira (9) devem continuar chuvosos, principalmente nas áreas próximas à divisa com o Paraná. Nessas regiões, como o Grande Oeste, Planaltos e Litoral Norte, o acumulado pode atingir 250 mm.

    Entre o Litoral Sul e a Grande Florianópolis, a chuva será frequente, mas com volumes entre 60 mm e 100 mm. Ou seja, nessas áreas, o risco para alagamentos e enxurradas é moderado.

    Na segunda-feira, a intensidade da chuva diminuirá em áreas próximas ao Rio Grande do Sul. Entretanto, o sistema estacionário sobre o Paraná manterá o tempo instável em boa parte do estado.

    “As temperaturas vão variar entre 10°C e 17°C pela manhã. À tarde, ficam entre 13°C e 21°C. O mar estará pouco agitado, com ondas de até 2 metros, e ventos entre 30 km/h e 50 km/h”, detalhou a Defesa Civil.

    Estabilidade retorna gradualmente

    Entre terça (10) e quarta-feira (11), a instabilidade deve reduzir. Porém, a umidade vinda do mar manterá o tempo nublado e chuvoso, especialmente no litoral e regiões próximas.

    A Defesa Civil recomenda atenção aos alertas e orientações, já que o risco de impactos hidrológicos e geológicos segue alto nas áreas mais afetadas.

     

  • Alerta de temporais atinge diversas regiões do Brasil

    Alerta de temporais atinge diversas regiões do Brasil

    O Brasil começa a semana sob alerta de temporais, com riscos elevados para várias regiões. Ou seja, avisos de “perigo potencial” foram emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), abrangendo áreas do Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Norte. Em resumo, a previsão aponta para fortes instabilidades climáticas causadas pela circulação de ventos em diferentes altitudes, um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai e uma frente fria em alto mar.

    Alerta amarelo

    O Inmet emitiu um alerta amarelo para mais de 12 estados, incluindo São Paulo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Rondônia, além de grande parte de Mato Grosso e porções do Amazonas, Tocantins, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo o instituto, essas áreas devem registrar chuvas de até 50 milímetros por dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h. O aviso meteorológico permanece ativo até as 10h desta segunda-feira (4).

    Leia mais:
    + Agro em Campo: Camu-Camu: O “Ouro da Amazônia” e seus desafios no Brasil
    + Agro em Campo: Brasil abre 34 novos mercados agrícolas em outubro

    No Rio Grande do Sul, a frente fria causará temporais principalmente nas regiões oeste e sul. Durante o fim de semana, algumas cidades já enfrentaram chuvas intensas, como Jaguarão, onde o acumulado chegou a 98 milímetros, superando a média de novembro. Nos próximos dias, o sol pode surgir, mas entre nuvens, mantendo a instabilidade predominante.

    Santa Catarina e Paraná também estão sob risco, com pancadas de chuva previstas para qualquer momento. Meteorologistas alertam para ventos persistentes que podem alcançar os 70 km/h nessas regiões.

    O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) também destaca o risco moderado de inundações em São Paulo e Minas Gerais. O alerta se estende ainda ao Mato Grosso, Goiás e ao Distrito Federal, reforçando a necessidade de atenção à previsão do tempo em diversas áreas.

     

  • Preços do café sobem e frio intenso preocupa produtores

    Preços do café sobem e frio intenso preocupa produtores

    Os preços do café registraram uma forte alta no mercado brasileiro nesta semana. Os pesquisadores do Cepea afirmam que essa elevação é resultado do clima mais frio que atingiu grande parte do Centro-Sul do Brasil desde o último fim de semana, afetando principalmente regiões produtoras de arábica.

    Preços do café x impactos

    De acordo com agentes consultados pelo Cepea, foram relatadas geadas pontuais em áreas de baixada, como na Mogiana Paulista e no Cerrado Mineiro. Embora os impactos ainda não possam ser estimados com precisão, a expectativa é de que os cafezais não tenham sofrido danos significativos. No entanto, a massa de ar frio deve persistir nas regiões até o meio da semana, o que mantém os produtores em estado de alerta.

    Leia mais:
    + Agro em Campo: Brasil desenvolve novo café adaptável a mudanças climáticas
    + Agro em Campo: Funcafé libera R$ 5 bilhões para a safra 2024/2025

    Em relação às exportações, o Brasil embarcou 3,8 milhões de sacas de café em julho. Isso significa um aumento de 26% em comparação com o mesmo período de 2023. Segundo dados do Cecafé, esse volume representa um recorde histórico para o mês de julho.

     

  • Doença da Língua Azul – autoridades sanitárias da Europa em alerta

    Doença da Língua Azul – autoridades sanitárias da Europa em alerta

    A recente identificação de casos da doença da Língua Azul em rebanhos na Europa acendeu um alerta entre produtores e autoridades sanitárias do continente. A doença, causada por um vírus transmitido por mosquitos do gênero Culicoides, afeta principalmente ovinos, embora também possa infectar bovinos e caprinos. Os sintomas que incluem febre alta, inchaço da língua e das mucosas, além de lesões nos cascos e hemorragias. A Língua Azul pode levar a graves prejuízos econômicos e impactos na saúde animal.

    A presença da Língua Azul em rebanhos europeus representa uma preocupação significativa para o setor agropecuário. Especialmente em países com alta densidade de criação de ovinos e bovinos. A doença não é transmissível aos seres humanos, mas sua alta taxa de mortalidade entre os animais e as consequências econômicas resultantes das restrições ao comércio de produtos de origem animal são motivos de grande apreensão.

    Nas últimas semanas, surtos da doença foram confirmados em países como Espanha, França e Alemanha. Principalmente em regiões onde a pecuária é um dos principais pilares da economia. As autoridades sanitárias europeias têm intensificado os esforços para controlar a propagação do vírus. E implementando medidas como a restrição de movimentação de animais e a ampliação das campanhas de vacinação em áreas afetadas.

    Controle e prevenção da doença

    A prevenção da Língua Azul envolve principalmente a vacinação dos rebanhos, mas também passa por ações de manejo para reduzir a exposição dos animais aos mosquitos transmissores. Em áreas onde a doença é endêmica, a vacinação é a principal estratégia para minimizar os surtos. Além disso, o controle dos insetos vetores, por meio de medidas como o uso de repelentes e a melhoria das condições de higiene nos locais de criação, é essencial para reduzir a transmissão do vírus.

    Leia mais:
    + Agro em Campo: Cientistas brasileiros desenvolvem nova espécie de trigo
    + Agro em Campo: Preços do arroz em casca sobem pelo quarto mês consecutivo

    As autoridades sanitárias da União Europeia têm trabalhado em conjunto com produtores e associações do setor para garantir que as medidas de controle sejam efetivas e abrangentes. O monitoramento contínuo dos rebanhos e a comunicação rápida de novos casos são fundamentais para impedir a disseminação do vírus.

    Consequências econômicas e comerciais

    Os surtos de Língua Azul na Europa não apenas afetam a saúde dos rebanhos, mas também têm consequências significativas para o comércio de produtos agropecuários. A doença pode levar à imposição de restrições à exportação de carne, leite e outros produtos derivados dos animais infectados, causando perdas econômicas para os produtores e afetando as cadeias de suprimento.

    Além disso, o aumento dos custos com vacinação e manejo dos rebanhos em áreas afetadas representa um ônus adicional para os produtores, que já enfrentam desafios como as variações climáticas e as flutuações dos preços das commodities agrícolas.

    França relata surto de doença da língua azul próximo à fronteira com a Bélgica

    A França registrou um surto de doença da língua azul em uma fazenda localizada perto da fronteira com a Bélgica. Isso conforme informou a Organização Mundial da Saúde Animal (WOAH) na quarta-feira. Em 29 de julho de 2024, as autoridades belgas declararam um surto de febre catarral ovina do sorotipo 3 (FCO-BTV3). O surto ocorreu na comuna de Chimay, que faz divisa com a França.

    A febre da língua azul, transmitida por insetos, representa uma ameaça significativa para ruminantes domésticos, como ovelhas, gado e cabras. Desde o final do ano passado, a doença tem circulado na Holanda, no norte da Bélgica e no oeste da Alemanha. E sua progressão em direção ao sul da Bélgica aumentou na última semana.

    Medidas do governo francês

    Em resposta ao surto, o Ministério da Agricultura e da Soberania Alimentar da França ativou as medidas previstas na regulamentação para combater a difusão do FCO-BTV3, que ainda não foi caracterizado no território francês. As autoridades estão monitorando a situação de perto e implementando estratégias para proteger a saúde animal e prevenir a propagação da doença.

    Leia mais:
    + Agro em Campo: Como democracia pode liberar o potencial agrícola da Venezuela
    + Agro em Campo: Empresas brasileiras participam de missão empresarial no Uruguai

    A febre da língua azul pode ter consequências graves para a produção agrícola, uma vez que a escassez de ruminantes pode afetar a polinização e a produção de diversas culturas. O governo francês trabalha em conjunto com as autoridades belgas para coordenar esforços de contenção e garantir a segurança alimentar na região.

    O surto de doença da língua azul na França destaca a importância da vigilância sanitária e da cooperação internacional na luta contra doenças que afetam a agricultura. Isso inclui a implementação de medidas preventivas e a colaboração entre os países. Espera-se que a situação seja controlada e que os impactos na produção agrícola sejam minimizados.

    Perspectivas e Ações Futuras

    Com a ameaça da doença da Língua Azul se espalhando pelo continente europeu, a cooperação entre países e a implementação de estratégias de controle eficazes são cruciais para conter a doença. As autoridades europeias continuam a reforçar as medidas de vigilância. E a apoiar os produtores na adoção de práticas que minimizem os riscos para os rebanhos.

  • Alerta de chuva forte no Rio Grande do Sul

    Alerta de chuva forte no Rio Grande do Sul

    Tem previsão de chuva forte sobre a maior parte do Rio Grande do Sul e também áreas de Santa Catarina, especialmente no sul catarinense. Entre os dias 14 e 17 de junho, uma frente fria ficará semi-estacionária no estado gaúcho. Isso acontece porque o ar quente do centro do Brasil entrará em contato com o ar frio de sul.

    De acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os acumulados de chuva, entre o fim da sexta-feira (14) até a quarta-feira (19), variam entre 80 milímetros (mm) e 150 mm no estado gaúcho, podendo superar os 200 mm em determinadas áreas do centro-norte do Rio Grande do Sul e de 100 mm a 200 mm no sul de Santa Catarina.

    A chuva mais forte ficará concentrada na metade norte do estado gaúcho, especialmente Planalto, Missões, Alto Uruguai e Serra entre o domingo (16), segunda (17) e parte da terça (18). Nesses dias estão previstos acumulados de chuva significativos que podem gerar transtornos.

    Durante a instabilidade, além de chuva e trovoadas, a previsão indica a possibilidade de rajadas de vento acima dos 60 km/h e queda de granizo de forma isolada.

    Ao longo da próxima semana, a instabilidade deve persistir, o que pode aumentar os volumes totais de chuva. Essa condição poderá ocasionar novos transtornos em relações a cheia dos rios que devem se manter monitorados.

    Ainda conforme a previsão do Inmet, as temperaturas ficam bastante elevadas até a sexta-feira (14). Porém, no fim de semana, os modelos mostram declínio.

    Temperaturas

    No fim da quarta-feira (19) e decorrer da quinta (20), as temperaturas podem ter queda mais acentuada em função da passagem de outra frente fria.

    O Inmet destaca a importância de acompanhar as atualizações da previsão do tempo e avisos meteorológicos especiais no site e nas redes sociais.

    O Inmet é um órgão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e representa o Brasil junto à Organização Meteorológica Mundial (OMM) desde 1950. O Agro em Campo segue atento aos impactos das enchentes no Rio Grande do Sul.