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  • Nutrição vegetal avança com foco em eficiência e produtividade

    Nutrição vegetal avança com foco em eficiência e produtividade

    A participação da Yara Brasil na 29ª edição da Showtec Maracaju 2026 reforçou a aposta da companhia em soluções voltadas à produtividade e à sustentabilidade no campo. Durante o evento, realizado entre os dias 19 e 21 de maio, em Maracaju, a empresa apresentou ao mercado o YaraBasa FULL. O fertilizante de alta performance foi desenvolvido para ampliar a eficiência nutricional das lavouras e melhorar a resposta das plantas em situações de estresse.

    A tecnologia foi o principal destaque da companhia na feira. Além disso, chamou atenção pelos resultados obtidos em campo. Segundo a Yara, o produto entrega ganhos médios de até 4,5 sacas por hectare na soja. A solução também promove maior equilíbrio nutricional e eficiência operacional no manejo agrícola.

    Considerado uma evolução do tradicional YaraBasa, o novo fertilizante reúne em um único grânulo a expertise da empresa em NPK, micronutrientes e bioinsumos. Dessa forma, a proposta é oferecer ao produtor uma solução mais completa e eficiente para diferentes cenários produtivos.

    “Estamos diante de uma verdadeira revolução no manejo nutricional das lavouras brasileiras. O YaraBasa FULL nasce da combinação do que temos de mais avançado em pesquisa, tecnologia e ciência aplicada ao campo. Ele entrega fluidez superior, mais eficiência operacional, maior uniformidade e um ganho real na capacidade das plantas responderem ao estresse e se desenvolverem com mais vigor. É um passo decisivo para elevarmos o patamar da produtividade agrícola no país”, afirmou Guilherme Schmitz, vice-presidente de Marketing e Agronomia da Yara.

    Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    Tecnologia reúne NPK, bioinsumos e micronutrientes

    O YaraBasa FULL utiliza tecnologia patenteada e conta com pH neutro e matérias-primas de alta qualidade. Além disso, o fertilizante recebe revestimento com YaraAmplix OPTIMIZE. Esse processo amplia a eficiência da absorção nutricional e contribui para maior resistência das plantas aos estresses abióticos.

    Toda a produção da solução acontece no Brasil. A granulação é realizada nas unidades de Rio Grande (RS) e Ponta Grossa (PR). Já o recobrimento ocorre nas dez plantas misturadoras da companhia. Para adaptar a estrutura fabril ao novo produto, a empresa investiu R$ 20 milhões.

    A companhia também destacou o alinhamento da nova tecnologia às metas de sustentabilidade. Segundo a Yara, o produto integra o movimento da empresa para ampliar a oferta de fertilizantes com redução mínima de 60% nas emissões de gases de efeito estufa. Em parte do portfólio Climate Choice, essa redução pode chegar a 90%.

    Produtividade e sustentabilidade no centro do debate

    De acordo com a empresa, a eficiência do YaraBasa FULL foi validada em 35 pesquisas de campo e mais de 135 áreas demonstrativas espalhadas pelo Brasil. Durante a Showtec, produtores e profissionais do setor puderam conhecer detalhes sobre formulação, aplicação e desempenho da tecnologia nas lavouras.

    Além disso, a presença da Yara na feira reforçou a estratégia da companhia de ampliar a conexão com produtores rurais. A empresa também apresentou soluções alinhadas às demandas atuais da agricultura moderna. Entre elas, estão produtividade, sustentabilidade e eficiência operacional no campo.

  • Guerra no Irã ameaça 10 bilhões de refeições por semana

    Guerra no Irã ameaça 10 bilhões de refeições por semana

    O conflito no Oriente Médio parou de ser apenas um problema geopolítico e já bate na porta do campo, nos estoques de insumos e no prato de bilhões de pessoas ao redor do mundo.

    A interrupção do fornecimento de fertilizantes causada pela guerra no Irã pode custar até 10 bilhões de refeições por semana em todo o mundo, segundo o CEO da Yara, uma das maiores produtoras de fertilizantes do planeta. O número impressiona, mas o mecanismo por trás dele é direto: sem fertilizante nitrogenado, a produção agrícola cai.

    O estrangulamento começa em Ormuz

    Tudo passa pelo Estreito de Ormuz: cerca de um terço dos fertilizantes do mundo, incluindo ureia, potássio, amônia e fosfatos, normalmente transita por essa via marítima. Com as hostilidades no Golfo bloqueando o tráfego, a cadeia de suprimentos global trava.

    Svein Tore Holsether, CEO da Yara, foi direto ao ponto em entrevista à BBC: “Até meio milhão de toneladas de fertilizante nitrogenado não estão sendo produzidas no mundo no momento devido à situação em que estamos. O que isso significa para a produção de alimentos? Eu estimaria até 10 bilhões de refeições que deixarão de ser produzidas a cada semana como resultado da falta de fertilizantes.”

    Mesmo que o estreito reabrisse amanhã, os preços elevados tendem a persistir, já que parte da produção e das matérias-primas já foi perdida.

    Queda de até 50% na produtividade das lavouras

    O impacto vai além dos números abstratos. Não aplicar fertilizante nitrogenado reduziria a produtividade de algumas culturas em até 50% já na primeira safra. Isso significa menos grãos, menos colheita e menos comida chegando ao mercado, tudo ao mesmo tempo.

    Os principais destinos afetados seriam Ásia, Sudeste Asiático, África e América Latina, regiões onde o impacto imediato seria mais visível. Holsether ainda alertou que áreas da África subsaariana, onde já há subfertilização crônica, poderiam registrar “quedas significativas” na produção agrícola.

    Para o agronegócio brasileiro, o cenário exige atenção redobrada. O Brasil importou 43,3 milhões de toneladas de fertilizantes no ano passado, enquanto a produção nacional ficou em 7,2 milhões de toneladas, com a importação ainda responsável por 85% do abastecimento interno.

    O Ministério da Agricultura identificou o risco com urgência. Notas técnicas da secretaria-executiva apontam “alto risco real de um déficit de volume estimado entre 1 e 3 milhões de toneladas de fertilizantes fosfatados em 2026, suficiente para comprometer a produtividade das safras 2026/2027.”

    Os mais vulneráveis pagam a conta mais alta

    O CEO da Yara foi enfático ao alertar os países europeus sobre um detalhe que costuma passar despercebido nos debates sobre segurança alimentar: “Se há uma disputa por alimentos e uma que a Europa é robusta o suficiente para lidar, o que precisamos ter em mente é: nessa situação, de quem estamos tirando comida ao comprarmos? Essa é uma situação em que as pessoas mais vulneráveis pagam o preço mais alto, em nações em desenvolvimento que não podem se dar ao luxo de acompanhar.”

    O Programa Mundial de Alimentos da ONU estima que as consequências combinadas do conflito no Oriente Médio poderiam levar 45 milhões de pessoas a mais à fome aguda em 2026. Na Ásia e no Pacífico, a insegurança alimentar deve crescer 24%, o maior aumento relativo de qualquer região.

  • Guerra contra o Irã coloca em risco a produção agrícola global

    Guerra contra o Irã coloca em risco a produção agrícola global

    O bloqueio das rotas marítimas pelo estreito de Ormuz, provocado pelo conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irã, pode retirar até 10 bilhões de refeições semanais da mesa de pessoas ao redor do mundo. O alerta vem de Svein Tore Holsether, presidente-executivo da Yara, um dos maiores produtores de fertilizantes do planeta.

    “Até meio milhão de toneladas de fertilizante nitrogenado não estão sendo produzidas no mundo no momento”, afirmou Holsether em entrevista à BBC. “O que isso significa para a produção de alimentos? Estimaria até 10 bilhões de refeições que deixarão de ser produzidas a cada semana como resultado.”

    Segundo as Nações Unidas, cerca de um terço dos fertilizantes globais, incluindo ureia, potássio, amônia e fosfatos, passam normalmente pelo estreito de Ormuz. Com o bloqueio, o preço dos fertilizantes já subiu 80% desde o início das hostilidades. A queda na aplicação de fertilizante nitrogenado pode reduzir a produtividade de algumas culturas em até 50% já na primeira safra.

    Os mais vulneráveis na linha de frente

    O impacto não será distribuído de forma igualitária. África subsaariana, Ásia, Sudeste Asiático e América Latina concentram os maiores riscos imediatos. Regiões que já operam com subfertilização, como partes da África, podem enfrentar quedas ainda mais acentuadas na produção agrícola.

    “Essa é uma situação em que as pessoas mais vulneráveis pagam o preço mais alto”, disse Holsether. “Nações em desenvolvimento não podem se dar ao luxo de acompanhar” uma disputa por alimentos com os países mais ricos.

    O Programa Mundial de Alimentos da ONU estima que as consequências combinadas do conflito no Oriente Médio podem levar 45 milhões de pessoas a mais à fome aguda em 2026. Na Ásia e no Pacífico, a insegurança alimentar deve crescer 24%, o maior aumento relativo entre todas as regiões.

    Efeito nos preços chega com atraso

    As épocas de plantio variam conforme a região. O Reino Unido atravessa a alta temporada de plantio, enquanto agricultores asiáticos estão apenas começando o ciclo. Por isso, os efeitos da escassez de fertilizantes nos preços dos alimentos na Ásia só devem aparecer no fim do ano, quando colheitas menores chegarem ao mercado, ou simplesmente não chegarem.

    “Se a crise se prolongar por mais tempo, veremos um impacto em culturas como o arroz nos próximos meses”, afirmou Paul Teng, pesquisador sênior em segurança alimentar em Cingapura.

    No Reino Unido, a Federação de Alimentos e Bebidas projeta inflação alimentar de até 10% em dezembro. O Banco da Inglaterra prevê alta de 4,6% nos preços de alimentos até setembro, com pressão maior no final do ano.

    Agricultores já sentem o aperto

    Além dos fertilizantes, produtores rurais enfrentam uma combinação de pressões simultâneas: alta no preço do diesel, aumento de outros insumos e custos de energia mais elevados. O problema é que os preços das safras ainda não subiram na mesma proporção.

    “Eles enfrentam custos de energia mais altos, o diesel para trator está aumentando, outros insumos estão aumentando, o custo do fertilizante está aumentando, mas os preços das safras ainda não acompanharam”, disse Holsether.

    O executivo pediu aos países europeus, portanto, que avaliem com cuidado o impacto de uma guerra de preços por alimentos sobre as populações mais frágeis em outras partes do mundo. “De quem estamos tirando comida ao comprarmos, nessa situação?”, questionou.

  • Tecnologia promete recuperar solos afetados por enchentes

    Tecnologia promete recuperar solos afetados por enchentes

    A recuperação da produção agrícola no Rio Grande do Sul, após os impactos dos eventos climáticos extremos registrados nos últimos anos, está no centro das discussões da 26ª Expodireto Cotrijal, realizada de 9 a 13 de março em Não-Me-Toque. Durante a feira, a Yara, multinacional líder em nutrição de plantas, anunciou a ampliação de investimentos em programas de recuperação de solos, novas soluções nutricionais e iniciativas voltadas à sustentabilidade da cadeia de alimentos.

    Segundo o vice-presidente de Vendas da Yara Brasil, Diogo Rezende, o cenário do mercado de fertilizantes passa por um momento de reorganização global, após períodos de forte volatilidade nos preços e nas cadeias de suprimento. Ainda assim, o Brasil mantém papel estratégico na produção mundial de alimentos.

    “O agro brasileiro segue como protagonista global. Mesmo diante de desafios climáticos e logísticos, o produtor mantém níveis elevados de produtividade. Nesse contexto, soluções nutricionais eficientes tornam-se cada vez mais importantes para garantir estabilidade e rentabilidade no campo”, afirmou.

    Rezende destacou ainda que o Rio Grande do Sul possui relevância estratégica para o setor de fertilizantes, principalmente pela diversidade de culturas e pelo alto nível tecnológico adotado pelos produtores rurais.

    Recuperação de solos ganha reforço

    Entre os anúncios feitos na feira está a renovação da parceria com a Embrapa no programa Recupera Rural RS, iniciativa voltada à recuperação de solos degradados após as enchentes que atingiram o estado em 2024.

    A empresa destinará R$ 300 mil adicionais ao projeto, elevando para R$ 750 mil o investimento total no programa. As ações incluem diagnóstico técnico das áreas afetadas, orientação agronômica, práticas conservacionistas e acompanhamento direto aos produtores rurais.

    De acordo com a companhia, considerando todas as iniciativas realizadas desde os eventos climáticos extremos, o aporte total destinado ao estado chega a R$ 1,5 milhão, incluindo ações emergenciais de apoio ao setor agrícola.

    Para o vice-presidente de Marketing e Agronomia da Yara Brasil, Guilherme Schmitz, a reconstrução produtiva do estado passa necessariamente pela recuperação da saúde do solo.

    Da esquerda para direita: Guilherme Schmitz – VP Marketing e Agronomia da Yara Brasil; Marcio Wally, Diretor de Vendas Região Sul da Yara Brasil e Diogo Rezende – VP de Vendas da Yara Brasil – Foto: Pedro H. Lopes/ Agro em Campo

    “O impacto do desastre climático de 2024 ainda é sentido em várias regiões do estado. Por isso, restaurar a fertilidade e a estrutura do solo é fundamental para recuperar a competitividade das propriedades e garantir a segurança alimentar”, afirmou.

    Schmitz acrescentou que a parceria com a Embrapa permite ampliar o alcance das soluções técnicas no campo. “A ciência é essencial nesse processo. Trabalhamos para levar conhecimento agronômico e práticas sustentáveis diretamente ao produtor.”

    Nova solução nutricional chega ao Sul

    Além das ações de recuperação ambiental, a empresa apresentou na Expodireto o YaraBasa FULL, evolução da linha de fertilizantes utilizada em diversas culturas no Brasil.

    A nova formulação integra, em um único grânulo, nutrientes essenciais do tipo NPK, micronutrientes e bioinsumos desenvolvidos pela companhia. A proposta é aumentar a eficiência nutricional das plantas e melhorar o desempenho das lavouras em condições de estresse climático.

    Segundo Márcio Wally, diretor de Vendas da Região Sul da Yara Brasil, o lançamento foi pensado especialmente para os sistemas produtivos predominantes no sul do país, como as rotações de soja e arroz.

    “O produtor da região busca soluções cada vez mais completas e eficientes. O YaraBasa FULL combina nutrição mineral com bioinsumos, o que contribui para maior vigor radicular e melhor tolerância das plantas às variações climáticas”, explicou.

    Testes de campo realizados pela empresa indicam resultados positivos. Até o momento, mais de 25 pesquisas agronômicas foram concluídas, além de cerca de 200 áreas demonstrativas em lavouras comerciais. Outros 14 estudos adicionais seguem em andamento no país.

    Bioinsumos ganham espaço no agro

    Outro destaque apresentado na feira é o avanço do portfólio de bioinsumos da companhia, alinhado à crescente demanda por soluções agrícolas mais sustentáveis.

    Entre os produtos disponíveis está o YaraAmplix SEEDLIFT, desenvolvido para tratamento de sementes. A formulação combina extratos de algas marinhas com nutrientes como nitrogênio, fósforo, zinco e cálcio.

    Ensaios conduzidos pela empresa em lavouras de trigo indicaram aumento de até 50% no volume de raízes, o que contribui para maior eficiência no uso de água e nutrientes.

    Além disso, plantas com melhor desenvolvimento radicular tendem a apresentar maior tolerância a estresses ambientais ao longo do ciclo produtivo.

    Durante os cinco dias da Expodireto Cotrijal, especialistas agronômicos da companhia permanecem no estande para apresentar as tecnologias e orientar produtores sobre estratégias de manejo nutricional.

    Foto: Pedro H. Lopes/ Agro em Campo

    Sustentabilidade e descarbonização

    As iniciativas apresentadas na feira também fazem parte da estratégia global da empresa voltada à descarbonização da cadeia de alimentos e ao avanço da chamada agricultura regenerativa.

    Nesse contexto, a companhia lançou a campanha de posicionamento chamada “Fator Y”, que busca destacar a combinação entre conhecimento científico, inovação tecnológica e sustentabilidade.

    A proposta é reforçar o papel da agricultura brasileira como fornecedora de alimentos para o mundo, ao mesmo tempo em que incentiva práticas produtivas com menor impacto ambiental.

    Fundada na Noruega em 1905, a Yara atua atualmente em mais de 60 países e conta com cerca de 17 mil colaboradores. No Brasil, a empresa está presente nos principais polos agrícolas e mantém mais de 4 mil funcionários, atendendo produtores de diferentes perfis e culturas.

  • Nutrição com nitrato de cálcio reduz podridão floral em pomares de laranja

    Nutrição com nitrato de cálcio reduz podridão floral em pomares de laranja

    Um estudo conduzido em pomares de laranja no interior de São Paulo revelou que a aplicação de nitrato de cálcio, isolado ou combinado com nitrato de amônio, pode aumentar em até 25% a produtividade das laranjeiras. Além  de elevar em 30% a eficiência no uso do nitrogênio. Além disso, a estratégia nutricional contribuiu para a redução de 30% na incidência da podridão floral, uma das principais doenças que afetam a citricultura na região Sudeste.

    O pesquisador Dirceu Mattos Jr, do Instituto Agronômico (IAC), liderou o experimento durante quatro anos na fazenda Guacho, do Grupo Agroterenas, em Santa Cruz do Rio Pardo (SP), em parceria com a Yara, referência global em nutrição de plantas, e o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).

    Fontes nítricas superam adubação amoniacal

    A pesquisa comparou diferentes fontes de nitrogênio em sistemas de fertirrigação. Essa prática cresce no cinturão citrícola diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela disponibilidade hídrica. Os resultados mostraram que as fontes nítricas, especialmente o nitrato de cálcio, proporcionam desempenho superior em relação às fontes amoniacais, tanto em produtividade quanto em eficiência de uso do nutriente.

    Durante o Citros Day, evento técnico promovido pela Yara em Araraquara (SP), os dados foram apresentados a produtores e especialistas do setor. Segundo Thais Chiachia, pesquisadora da Yara, “a empresa investe em mais de 150 pesquisas em parceria com mais de 50 instituições. Sempre com base em conhecimento científico para impulsionar a evolução da agricultura”.

    Cálcio fortalece combate à podridão floral

    A podridão floral é uma das doenças mais graves da citricultura, podendo causar perdas de até 80% na produção em áreas afetadas. O estudo destacou que o fornecimento adequado de cálcio, via fontes nítricas, favorece a formação homogênea dos tecidos florais. Além de aumentar a tolerância das plantas a doenças.

    Além do ganho em produtividade, a estratégia nutricional baseada em nitrato de cálcio se mostrou uma alternativa sustentável ao reduzir a necessidade de fungicidas. E ajuda a evitar o desenvolvimento de resistência dos patógenos e promovendo um manejo mais equilibrado dos pomares.

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