Tag: varejo

  • Mercado de marmitas é avaliado em R$ 12 bi

    Mercado de marmitas é avaliado em R$ 12 bi

    A Seara, marca de alimentos, carne de frango e suína do grupo JBS, anunciou sua entrada no mercado de marmitas prontas, setor estimado em R$ 12 bilhões.

    Segundo comunicado da empresa, a decisão se baseia em uma mudança concreta nos hábitos de consumo dos brasileiros, que têm almoçado mais em casa ou levado refeições prontas para o trabalho.

    Além disso, a companhia também quer dar escala e consistência a um segmento hoje considerado altamente fragmentado, segundo o CEO da Seara, João Campos.

    O mercado de marmitas no Brasil

    Apenas na cidade de São Paulo, cerca de 18 milhões de marmitas são consumidas todos os meses, dado apontado pela Seara com base em levantamento da principal empresa de delivery do país.

    A empresa também cita pesquisa da consultoria de alimentação Galunion, que mostra crescimento expressivo do hábito de levar marmitas, inclusive entre consumidores de alta renda.

    61% dos entrevistados da classe A passaram a levar, com maior frequência, refeições preparadas em casa para o trabalho. Em nota, a Seara afirmou:

    “Soluções prontas, com qualidade percebida e alinhadas às novas demandas nutricionais tendem a ganhar protagonismo.”

    Linha de pratos prontos já está no mercado

    Desde maio, a Seara vem comercializando no varejo uma linha de pratos prontos com ingredientes já conhecidos do consumidor brasileiro, como feijoada, frango desfiado, carne moída com legumes e linguiça calabresa acebolada.

    Segundo João Campos, o movimento não representa a criação de um novo comportamento de consumo, mas a organização de um mercado que já existe:

    “Não se trata de criar um novo hábito, mas de organizar um mercado que já existe e cresce rapidamente”, afirmou o CEO da Seara.

  • Salmão vira alternativa e impulsiona vendas na Páscoa

    Salmão vira alternativa e impulsiona vendas na Páscoa

    O consumo de pescados deve crescer na Quaresma de 2026, impulsionado pela busca por alternativas mais acessíveis e práticas no dia a dia. Uma multinacional do varejo projeta aumento de 11% nas vendas, com destaque para o salmão.

    Salmão ganha espaço na mesa

    Nos últimos anos, o salmão passou a ocupar um espaço maior nas refeições durante a Páscoa. Isso acontece porque o produto combina preço mais competitivo com facilidade no preparo.
    Além disso, o peixe aparece com mais frequência em promoções, o que amplia o acesso e incentiva o consumo. Com isso, o salmão se consolida como uma alternativa ao bacalhau, tradicionalmente mais caro.

    Consumo mais diversificado

    O comportamento do consumidor também vem mudando. Em vez de concentrar as compras em um único tipo de peixe, as famílias passaram a diversificar o cardápio.

    Por isso, além do salmão, outros pescados frescos ganham espaço. Ao mesmo tempo, o varejo amplia a oferta para atender diferentes perfis de consumo, com opções que vão desde cortes mais acessíveis até produtos premium.

    Varejo amplia oferta

    Para acompanhar essa demanda, redes de supermercado reforçam o estoque e ampliam a variedade de produtos.

    A expectativa é que o volume comercializado fique entre 2.500 e 3.000 toneladas de pescados durante o período. Esse aumento reflete não só a procura maior, mas também a estratégia de fortalecer a presença de produtos frescos nas lojas.

    Mudança reflete no agro e na cadeia produtiva

    Esse movimento também impacta a cadeia produtiva. Com o aumento da demanda, produtores, distribuidores e importadores precisam ajustar a oferta.

    Além disso, o crescimento do consumo de pescados abre espaço para novas oportunidades dentro do setor, especialmente em áreas ligadas à produção, logística e comercialização.

    Tendência deve continuar

    A diversificação no consumo de peixes deve se manter nos próximos anos.
    Isso acontece porque o consumidor busca cada vez mais praticidade, variedade e melhor custo-benefício. Dessa forma, a Páscoa deixa de depender de um único produto e passa a refletir um consumo mais amplo.