Tag: Texas

  • Galo vê ameaça no céu, alerta galinhas e reação impressiona; veja vídeo

    Galo vê ameaça no céu, alerta galinhas e reação impressiona; veja vídeo

    Mostrou cavalheirismo! O galo Thor viralizou nas redes sociais ao demonstrar um comportamento de proteção diante de uma possível ameaça em uma propriedade rural no Texas, nos Estados Unidos. Ao perceber uma ave no alto, ele começou a emitir um som de alerta, enquanto as galinhas correram para procurar abrigo.

    O registro foi feito pela cuidadora Thalita, que também produz conteúdo para as redes sociais. No vídeo, Thor aparece atento e circulando pela área aberta ao lado de gansos. As galinhas, por outro lado, se escondem sob a vegetação.

    “Quando o Thor começa a fazer esse som de alerta é porque alguma coisa está errada. Observem que ele está sempre olhando pra cima. Até as gansinhas estão em volta olhando para o céu.”

    Segundo Thalita, as galinhas costumam procurar locais protegidos assim que percebem o sinal emitido pelo galo. Na ocasião registrada, elas se abrigaram debaixo de uma roseira.

    “É incrível como o Thor e as gansinhas ficam na área aberta, só esperando caso precisem tomar alguma atitude.”

    https://www.instagram.com/reel/DcY9nW6xUaT/?utm_source=ig_web_copy_link&igsi=NTc4MTIwNjQ2YQ==

    Comportamento é natural

    Na sequência, Thalita mostrou a ave que teria provocado o comportamento de alerta: um urubu estava pousado no alto da chaminé da casa. Segundo a influenciadora, a presença desse tipo de animal não seria frequente na região.

    A atitude corajosa da ave é natural e faz parte da eesquisas mostram que galos podem emitir chamados distintos diante de ameaças aéreas e terrestres. Ao ouvirem sinais associados a predadores aéreos, as galinhas tendem a procurar cobertura, se abaixar e direcionar a atenção para cima.

    Estudos também indicam que os machos podem intensificar esses chamados quando estão acompanhados por outras aves, reforçando a função de comunicação do sinal de alerta dentro do grupo.

  • Praga reaparece nos EUA após 60 anos e ameaça pecuária do Texas

    Praga reaparece nos EUA após 60 anos e ameaça pecuária do Texas

    Autoridades americanas confirmaram o primeiro caso do verme da bicheira do Novo Mundo (screwworm) em solo americano em seis décadas. O diagnóstico positivo veio de uma amostra colhida em um bezerro de três semanas de idade em La Pryor, no condado de Zavala, próximo à fronteira com o México. A secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, anunciou o caso durante coletiva de imprensa em 3 de junho.

    A mosca, que deposita seus ovos em ferimentos abertos de animais vivos, representa uma ameaça direta à indústria pecuária do Texas, avaliada em cerca de US$ 15 bilhões por ano. Até o momento, as autoridades não registraram novos casos, mas o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) já mobilizou equipes em campo e trabalha em conjunto com parceiros locais para conter um possível avanço da praga.

    O órgão reforçou que a bicheira não contamina carne, frutas ou vegetais e não deve afetar diretamente a cadeia de abastecimento de alimentos. Ainda assim, estimativas do próprio USDA apontam que um surto pode gerar prejuízos de até US$ 1,8 bilhão apenas no Texas, pressionando ainda mais os preços da carne bovina, que já operam em patamares recordes.

    O que é o verme da bicheira?

    O verme da bicheira do Novo Mundo pertence a uma espécie de mosca varejeira que se diferencia das demais por depositar ovos em tecido vivo, e não em matéria em decomposição. Pequenos ferimentos, como picadas de carrapato, já atraem as fêmeas, que podem depositar entre 200 e 300 ovos por vez. E até 3 mil ao longo de uma vida que dura entre 10 e 30 dias.

    As bicheiras do Novo Mundo são a forma larval carnívora de Cochliomyia hominivorax, uma espécie de mosca varejeira — Foto: Michael Miller/Texas A&M

    Após a eclosão, as larvas penetram na ferida e se alimentam da carne viva do hospedeiro. No estágio final de desenvolvimento, elas formam estruturas semelhantes a ganchos e se aprofundam ainda mais no tecido, o que originou o nome “screwworm” (verme parafuso, em tradução livre). Depois de cerca de sete dias se alimentando, as larvas caem no solo, se enterram e emergem como moscas adultas, reiniciando o ciclo.

    Infestações múltiplas costumam ocorrer na mesma ferida, com larvas em diferentes estágios de desenvolvimento, o que acelera a destruição dos tecidos.

    Historicamente, a praga concentrava sua presença na América do Sul e em partes do Caribe. Desde 2023, porém, ela vem avançando para o norte, atravessando a América Central até chegar ao México, movimento que levou as autoridades a intensificar o monitoramento a partir do ano seguinte.

    A praga pode infectar humanos e animais domésticos?

    A maior parte dos casos atinge mamíferos como bovinos, animais domésticos e fauna silvestre, mas humanos também podem ser infectados.

    Cães e gatos apresentam vulnerabilidade especial, já que pequenos ferimentos já são suficientes para atrair as moscas. O Texas Farm Bureau recomenda que tutores inspecionem os animais diariamente, com atenção redobrada a áreas com picadas antigas, mau cheiro, lesões visíveis ou sinais de larvas. A entidade também orienta que os tutores avaliem o ambiente onde os pets circulam, evitando objetos que possam causar ferimentos, como cercas de arame ou vegetação cortante. Sem tratamento, a infestação pode matar o animal rapidamente.

    Em humanos, os casos permanecem raros e costumam estar associados a viagens para regiões onde a praga é comum, como América do Sul, Cuba, Haiti e República Dominicana. Pequenos ferimentos, picadas de insetos e até incisões cirúrgicas podem servir de porta de entrada, e a infestação também pode atingir nariz, boca e olhos. Entre os sinais estão feridas que não cicatrizam, dor, sangramento e, em alguns casos, a sensação de movimento causada pela presença das larvas. A prevenção passa por manter feridas limpas e cobertas e usar roupas que protejam a pele.

    Por que a bicheira preocupa tanto o setor pecuário?

    A presença do verme em um animal provoca danos severos, já que o ciclo contínuo de deposição de ovos amplia progressivamente a ferida e pode levar o animal à morte. Mesmo quando o animal sobrevive, a infestação costuma deixar prejuízos significativos à saúde e ao couro.

    vaca leiteira

    Os bovinos enfrentam risco particularmente alto, pois não conseguem proteger feridas abertas e seu porte físico permite o surgimento de múltiplos focos de infestação simultâneos.

    Embora os Estados Unidos tenham erradicado a praga na década de 1960, um ressurgimento entre 1972 e 1976 afetou dezenas de milhares de animais em seis estados e gerou custos milionários ao setor. Produtores americanos não enfrentam essa praga há mais de 40 anos, fator que aumenta a vulnerabilidade atual do setor. O Texas, maior produtor de bovinos do país, movimenta cerca de US$ 15 bilhões por ano com a atividade.

    Como a praga chegou até o Texas?

    A disseminação pela América Central ocorreu de forma rápida, avançando centenas de quilômetros em poucas semanas. Especialistas acreditam que esse deslocamento não se deu apenas por vias naturais, mas também por meio do transporte de animais já infestados. Uma hipótese reforçada pelo fato de a praga não tolerar bem climas muito secos, quentes ou frios por longos períodos.

    Após a confirmação de casos no México em novembro de 2024, os Estados Unidos chegaram a fechar a importação de gado vivo pela fronteira sul, medida que também impactou a oferta no Texas. As restrições passaram por ajustes ao longo de 2025. Até o momento, as autoridades ainda não determinaram exatamente como a infestação chegou ao sul do estado.

    Quais medidas as autoridades estão adotando?

    O governo federal já investiu US$ 100 milhões em pesquisas, armadilhas e reforço da vigilância na fronteira. A principal estratégia de combate continua sendo a técnica do inseto estéril: machos esterilizados são liberados no ambiente para cruzar com fêmeas, gerando ovos inviáveis e reduzindo gradualmente a população da praga. O método já provou eficácia ao longo de décadas, com base operacional no Panamá.

    Novas instalações estão em implementação no México e no Texas, incluindo centros de dispersão de moscas estéreis. As autoridades também estabeleceram uma zona de quarentena e intensificaram a vigilância, com monitoramento que inclui a fauna silvestre. Produtos veterinários emergenciais já foram autorizados para tratamento em diversas espécies.

    Quais sinais os produtores devem observar?

    Especialistas recomendam monitoramento constante dos animais. Entre os principais sinais de alerta estão:

    • Feridas com mau cheiro e presença de larvas
    • Animais lambendo ou mordendo ferimentos com insistência
    • Lesões visíveis e comportamento anormal, como agitação ou apatia

    As larvas podem ser identificadas por pequenos espinhos ao redor do corpo. O tratamento envolve a remoção manual das larvas, limpeza da ferida e uso de produtos prescritos por veterinários. Atualmente há 12 produtos aprovados nos EUA para esse fim, embora ainda não exista ração medicamentosa disponível no mercado.

    Produtores devem comunicar casos suspeitos a veterinários ou autoridades sanitárias imediatamente. Segundo o USDA, o controle da praga é possível com cooperação do setor e cumprimento rigoroso das medidas sanitárias, evitando que a bicheira volte a se estabelecer no país.

  • Pecuária dos EUA enfrenta praga considerada altamente perigosa

    Pecuária dos EUA enfrenta praga considerada altamente perigosa

    A pecuária dos EUA voltou a acender o alerta sanitário após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmar um novo caso de mosca-varejeira-do-novo-mundo no estado do Texas. O animal afetado é um bezerro de apenas um mês de idade, localizado a cerca de 9 quilômetros do primeiro foco registrado na região.

    Segundo o USDA, a ocorrência já era esperada pelos especialistas que monitoram a disseminação da praga.

    “Todos os modelos previam a entrada da mosca-varejeira-do-novo-mundo no país em 2025”, afirmou Dudley Hoskins, subsecretário de marketing e programas regulatórios do órgão.

    Além disso, Hoskins destacou que a chegada da praga ao território americano era considerada provável pelos órgãos de vigilância. No entanto, ressaltou que a cooperação entre os estados e o setor privado tem contribuído para conter o avanço da infestação.

    Mosca-varejeira-do-novo-mundo é considerada uma praga perigosa, com potencial de causar grandes prejuízos — Foto: USDA

    Para reforçar o combate, o USDA informou que uma equipe especializada do serviço de inspeção foi enviada à área onde os focos foram identificados. Além disso, um entomologista passou a atuar diretamente na região para acelerar os processos de confirmação dos diagnósticos.

    Outra medida adotada pelas autoridades americanas envolve a liberação de mais de 2 milhões de larvas estéreis da mosca-varejeira-do-novo-mundo. Dessa forma, o governo busca interromper o ciclo reprodutivo do inseto e reduzir sua capacidade de propagação.

    Risco econômico para a pecuária

    A mosca-varejeira-do-novo-mundo é considerada uma das pragas de maior impacto para a produção animal. As larvas penetram na pele dos hospedeiros, provocando feridas, infecções, sofrimento e prejuízos produtivos.

    Além dos rebanhos comerciais, a praga também pode atingir animais domésticos e espécies silvestres. Por isso, as autoridades sanitárias mantêm vigilância constante para evitar a expansão dos focos.

    O USDA orienta produtores rurais e tutores de animais a observarem sinais como aumento de ferimentos, presença de larvas ou massas de ovos, comportamento de desconforto e lesões em áreas sensíveis, incluindo nariz, orelhas e região umbilical.

    Em relação à saúde humana, o órgão esclarece que os casos são incomuns:

    “Embora não seja comum em humanos, se você notar uma lesão suspeita em seu corpo ou suspeitar que possa ter contraído a mosca-da-berne, procure atendimento médico imediatamente”.

    Abastecimento de alimentos segue sem impacto

    Por outro lado, o USDA reforçou que não existem riscos para o abastecimento de alimentos nos Estados Unidos. Segundo o comunicado, a praga não afeta carnes, frutas ou hortaliças destinadas ao consumo.

    Além disso, os diagnósticos são confirmados durante processos de inspeção sanitária. Assim, produtos provenientes de animais infectados não chegam ao mercado consumidor, garantindo a segurança da cadeia de abastecimento.

     

  • Crise das abelhas no Texas ameaça produção agrícola

    Crise das abelhas no Texas ameaça produção agrícola

    As abelhas, essenciais para a produção de alimentos, enfrentam uma grave ameaça no Texas. O colapso das colônias preocupa agricultores e especialistas. Atualmente, apicultores do Texas relatam perdas alarmantes em suas populações de abelhas. Segundo a Food & Wine, os produtores comerciais perderam cerca de dois terços das colônias no último ano.

    Além disso, uma pesquisa do Projeto Apis m., organização focada em pesquisas sobre abelhas, confirmou o cenário preocupante. O levantamento revelou que apicultores dos Estados Unidos perderam mais de 60% de suas colônias, causando prejuízos de US$ 635 milhões. “Se um apicultor comercial tem 500 colmeias, ele prevê perdas de aproximadamente 60%”, explicou Dennis Taylor ao Texas News Channel 6 Now. “Isso será um divisor de águas para a recuperação deles”, completou.

    O Texas desempenha papel central no sistema alimentar dos Estados Unidos. O estado é o quarto maior produtor agrícola do país e cultiva mais de 600 culturas especiais. Entre os principais cultivos estão pepinos, melões, abóboras e frutas vermelhas. Muitas dessas culturas dependem diretamente dos polinizadores para gerar frutos.

    Impacto nas prateleiras dos supermercados

    As abelhas polinizam cerca de um terço de tudo o que comemos. Portanto, o declínio populacional pode afetar toda a cadeia de produção de alimentos. “A queda nas populações de abelhas pode reduzir rendimentos, aumentar custos de produção e elevar preços nos supermercados”, alertou a entomologista Tracy Ellis, da FarmSense. Conforme destacou Ellis, vários fatores impulsionam essa crise.

    Entretanto, os ácaros varroa continuam sendo o maior desafio enfrentado pelos apicultores. Esses parasitas atacam as larvas das abelhas e transmitem vírus mortais. Paralelamente, a perda de habitat e eventos climáticos extremos também dificultam a sobrevivência das abelhas no Texas.

    Crise ameaça outros estados e países

    O problema, no entanto, não se limita ao Texas. A Califórnia, maior produtora agrícola dos Estados Unidos, depende das abelhas texanas para polinizar plantações de amêndoas. “Em alguns casos, vamos perder empresas de apicultura”, afirmou Geoffrey Williams, professor de agricultura da Universidade de Auburn.

    Segundo Tracy Ellis, os polinizadores são extremamente móveis. Por isso, uma crise localizada pode rapidamente se espalhar, afetando sistemas alimentares em outros estados e até em outros continentes.

    Como ajudar as abelhas

    Embora o problema pareça distante, todos podem ajudar a proteger as abelhas em seu dia a dia. Uma das principais ações é criar habitats seguros. “Plante árvores floridas, arbustos e plantas nativas para alimentar e proteger os polinizadores”, recomendou Ellis.

    Além disso, evitar pesticidas químicos pode reduzir os danos às já vulneráveis populações de abelhas. Outra forma de apoio é optar por produtos da estação e reduzir o desperdício de alimentos. Por fim, comprar de agricultores locais e apoiar políticas ambientais fortalecem ainda mais a preservação das abelhas a longo prazo.

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  • Departamento de Agricultura americana: conheça os nomes de Donald Trump

    Departamento de Agricultura americana: conheça os nomes de Donald Trump

    Com a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, os preparativos para a transição governamental começaram a ganhar destaque, especialmente em cargos estratégicos, como o de secretário do Departamento de Agricultura (USDA).

    A atenção se volta para a escolha do próximo titular dessa pasta, uma das mais robustas da administração americana, que conta com um orçamento proposto de US$ 151 bilhões para 2025 e cerca de 100 mil funcionários.

    Dois nomes são apontados como os principais candidatos para suceder o atual secretário, Tom Vilsack. O primeiro é Kip Tom, renomado produtor de milho e soja de Indiana, e o segundo é Sidney Carroll Miller, mais conhecido como Sid Miller, atual comissário de agricultura do Texas.

    Perfil dos candidatos

    Kip Tom, com 69 anos, carrega uma trajetória marcada por uma forte herança familiar no agronegócio, sendo a sétima geração de agricultores desde 1837. Ele transformou a Tom Farms em uma das maiores operações agrícolas do estado, com 10 mil hectares cultivados entre os Estados Unidos e a Argentina.

    Kip Tom tem trajetória marcada por uma forte herança familiar no agronegócio
    Kip Tom tem trajetória marcada por uma forte herança familiar no agronegócio

    Tom traz experiência diplomática pela sua trajetória. Ele atuou como embaixador da agência de alimentos das Nações Unidas durante o governo Trump, após ser nomeado em 2019. Além disso, ele participou de organizações influentes, incluindo a Indiana Economic Development Corporation e fundações voltadas para o futuro da agricultura.

    Sid Miller, também com 69 anos, tem um perfil mais político. Comissário de agricultura do Texas desde 2015, Miller se destaca pelo apoio fervoroso a Donald Trump e por sua atuação combativa. Formado em Educação Agrícola Vocacional pela Tarleton State University, ele começou sua carreira na Miller Nursery, uma empresa familiar de cultivo de árvores.

    Sid Miller, Comissário de agricultura do Texas desde 2015
    Sid Miller, Comissário de agricultura do Texas desde 2015

    Embora sua popularidade seja notável, Miller já esteve envolvido em controvérsias. Uma delas, por exemplo, foi ao culpar equivocadamente as turbinas eólicas por apagões em 2021 e promover teorias conspiratórias. Sua lealdade a Trump ficou evidente com a turnê de ônibus que iniciou em julho deste ano em apoio à campanha do presidente eleito.

    Importância da pasta

    fFundado em 1862, oDepartamento de Agricultura  desempenha um papel vital na economia e no bem-estar dos EUA, abrangendo áreas como segurança alimentar, inspeção e pesquisa agrícola. O próximo secretário terá a tarefa de gerenciar divisões importantes como o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar (FSIS), o Serviço Florestal (USFS) e a Administração de Serviços Agrícolas (FSA). O desafio não se restringe a manter as operações, mas também a enfrentar novas demandas de sustentabilidade, mudanças climáticas e segurança alimentar global.

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    A decisão final de Trump, com a escolha entre a experiência internacional de Kip Tom e a trajetória política de Sid Miller, poderá indicar a direção que a nova administração pretende tomar no setor agrícola. Ou seja, com um enfoque mais diplomático e de expansão internacional ou uma abordagem mais tradicional e conservadora. E o principal, como isso vai afetar o agronegócio no Brasil.