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  • El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    A atuação do El Niño já influencia o clima no Sul do Brasil e aumenta o risco de temporais neste fim de semana. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade elevada e as áreas de instabilidade ganharam força desde quinta-feira (16).

    O Rio Grande do Sul deve registrar os maiores volumes de chuva nos próximos dias. Além disso, os temporais podem provocar ventos fortes, granizo, descargas elétricas e chuva intensa.

    De acordo com o Inmet, esse cenário ocorre porque o El Niño fortalece os Jatos de Baixos Níveis. Essas correntes transportam umidade da Amazônia para a Região Sul e favorecem a formação de nuvens carregadas.

    Ao mesmo tempo, uma área de alta pressão mantém um bloqueio atmosférico sobre parte do Centro-Oeste e do Sudeste. Por isso, as instabilidades não avançam para essas regiões. Com esse bloqueio, a umidade permanece concentrada no Sul. Como resultado, a chuva tende a ser persistente e acumular volumes elevados.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul já emitiu alerta para tempo severo. O órgão prevê vários dias consecutivos com risco de temporais e outros fenômenos associados.

    Segundo o Inmet, as tempestades devem atingir maior intensidade durante o fim de semana. Além disso, as instabilidades podem continuar no início da próxima semana.

    A previsão também indica pancadas de chuva no centro-sul de Santa Catarina. Assim, o avanço das instabilidades amplia a área de atenção na Região Sul.

    Norte e Nordeste mantêm previsão de chuva

    No Nordeste, uma frente fria mantém condições para chuva entre o norte de Alagoas, o leste de Pernambuco, a Paraíba e o Rio Grande do Norte. Por outro lado, o oeste de Pernambuco, o sul de Sergipe e a Bahia devem continuar com tempo firme.

    Centro-Oeste e Sudeste continuam com tempo seco

    Enquanto isso, o bloqueio atmosférico mantém o predomínio de sol no Centro-Oeste e no interior do Sudeste. O tempo também segue firme em áreas do Paraná e de Santa Catarina. Esse padrão favorece o veranico durante o inverno. As tardes ficam mais quentes, enquanto as madrugadas permanecem frias devido ao forte resfriamento noturno.

    Minas Gerais, o leste de São Paulo e as serras do Rio de Janeiro continuam com amanhecer frio. Além disso, há previsão de geada entre o sul de Minas, São Paulo e a região serrana de Resende (RJ) no sábado e no domingo. Nessas áreas, as temperaturas podem atingir cerca de 4°C, segundo o Inmet.

     

  • Ciclone e frente fria provocam temporais no Rio Grande do Sul

    Ciclone e frente fria provocam temporais no Rio Grande do Sul

    Uma frente fria avança pelo Sul do Brasil nesta quinta-feira (7). Além disso, o sistema provoca chuvas fortes no Rio Grande do Sul. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), um ciclone extratropical acompanha a frente fria. Com isso, temporais atingem todo o território gaúcho.

    O Inmet mantém alerta laranja para o sudoeste, Pampas e parte da Campanha gaúcha. Nessas áreas, o risco de transtornos aumenta. As previsões indicam acumulados de até 50 milímetros de chuva. Além disso, pode ocorrer queda de granizo no centro-sul do estado.

    Santa Catarina e Paraná

    Enquanto isso, Santa Catarina e Paraná seguem com tempo firme. As temperaturas permanecem elevadas, com máximas próximas de 27°C nas capitais.

    Nordeste

    No Nordeste, dois fenôenos intensificam as chuvas nesta quinta-feira. Os Distúrbios Ondulatórios de Leste provocam pancadas no litoral.

    Outras áreas atingidas

    As instabilidades atingem áreas entre o Rio Grande do Norte e o sul da Bahia. Já a Zona de Convergência Intertropical favorece chuvas no norte da região.

    O sistema atua na metade norte do Maranhão, norte do Piauí e Ceará. Além disso, o fenômeno mantém o tempo instável no litoral norte nordestino. Na Região Norte, a Zona de Convergência Intertropical segue provocando chuvas no Amapá e litoral do Pará.

    O excesso de umidade também favorece temporais no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. O norte do Tocantins também registra instabilidades.

    No Sudeste, o tempo permanece estável na maior parte da região. Porém, há previsão de garoas no litoral e norte do Espírito Santo.

    As chuvas também atingem áreas do nordeste e leste de Minas Gerais. Além disso, o litoral norte do Rio de Janeiro pode registrar precipitações.

    Mesmo com as instabilidades, as temperaturas seguem elevadas. Em toda a região, os termômetros ultrapassam os 30°C.

    No Centro-Oeste, uma massa de ar seco mantém o tempo firme. Apenas o extremo norte e noroeste de Mato Grosso podem registrar chuva forte.

    Nas demais áreas, a umidade relativa do ar fica abaixo de 30%. Além disso, as máximas podem alcançar 33°C ao longo do dia.

  • Brasil enfrenta novo El Niño a partir de maio com previsão de temporais

    Brasil enfrenta novo El Niño a partir de maio com previsão de temporais

    O fenômeno climático El Niño retorna ao Brasil em 2026 com previsão de intensidade moderada a forte, trazendo temporais severos e ondas de calor prolongadas para grande parte do território nacional. Os primeiros efeitos devem começar em maio e se intensificar ao longo do ano, segundo análises da maior empresa de consultoria meteorológica do Brasil e da América Latina.

    Altas temperaturas (manchas vermelhas) no oceano Pacífico Equatorial, como observado entre 1 e 10 de junho de 2023, são características do El Niño. Fotoe: NOA

    Vinicius Lucyrio, meteorologista, alerta que o El Niño 2026 terá um início acelerado. “Possivelmente, o El Niño este ano terá um início acelerado, e a expectativa é de que seja, no mínimo, um evento climático com intensidade de moderada a forte”, afirma o especialista. E isso deve afetar de forma prejudicial a produção agrícola do Brasil.

    As projeções da NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA) indicam maior probabilidade de um El Niño moderado ou mais intenso entre agosto, setembro e outubro. Normalmente, o fenômeno atinge seu pico entre novembro e janeiro.

    Temporais severos preocupam especialistas

    O aquecimento do ar e do oceano aumenta significativamente os eventos de temporais severos. Lucyrio lembra que 2023 e 2024 registraram as temperaturas mais altas da história do planeta, ambos anos marcados por um forte El Niño e maior frequência de incidentes climáticos extremos.

    O fenômeno ocorre quando as águas do Oceano Pacífico equatorial aquecem anormalmente. Esse aquecimento eleva a temperatura do ar e torna a distribuição de chuvas irregular na maior parte do País. O Rio Grande do Sul recebe mais precipitações, enquanto a Amazônia e o Nordeste enfrentam secas severas.

    Frio concentrado em maio e junho

    Especialistas apontam que o período mais frio de 2026 concentrará as massas de ar frio principalmente em maio e junho. A partir de julho, o desenvolvimento mais consistente do El Niño reduzirá gradualmente a entrada de ar frio no Brasil.

    “A tendência é termos extremos de calor e tempo seco a partir do final do inverno e a primavera de 2026. Isto mostra uma certa similaridade com as condições de 2023, no sentido de que poderemos ter grandes, frequentes, longas e intensas ondas de calor em grande parte do interior do País”, explica Lucyrio.

    Sul do país terá inverno tempestuoso

    Enquanto o interior enfrenta calor extremo, o Sul do Brasil terá um inverno mais tempestuoso e nublado. Os eventos de chuva abrangente, com risco de enchentes, além de fortes temporais e CCMs (Complexos Convectivos de Mesoescala), crescerão expressivamente na primavera. Mato Grosso do Sul e São Paulo também sentirão parte dessa instabilidade.

    As previsões indicam que os rios da Amazônia terão uma cheia maior em 2026 comparada ao ano anterior, seguida por uma vazante muito mais acentuada. “Entretanto, ainda não dá para afirmar se isso vai comprometer a navegabilidade dos rios da região. É bem provável que tenhamos longos e fortes períodos de calor e tempo seco por lá”, avalia Lucyrio.

    Chuvas irregulares ameaçam abastecimento e agricultura

    O meteorologista alerta que o início do próximo período úmido pode “enganar” algumas regiões. Pancadas de chuva atípicas podem ocorrer entre agosto e setembro no Brasil Central, sudeste do Pará, Minas Gerais, São Paulo e interior nordestino. Contudo, essas chuvas não indicarão o retorno da regularidade.

    “O começo do próximo período de chuvas deve ter um padrão muito irregular e insuficiente para repor a umidade do solo e dos reservatórios, o que pode levar a problemas de abastecimento, geração de energia hidrelétrica e instalação de algumas culturas”, conclui o especialista.

    O agricultor deve se preparar para proteger a produção, pois o ano promete muitos obstáculos para a plantação.

  • Alerta de tempestades que podem estragar plantações no Brasil

    Alerta de tempestades que podem estragar plantações no Brasil

    Após dias de calor intenso, a semana começa com alerta de tempestades em grande parte do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Zona de Convergência do Atlântico Sul influencia o Sudeste. Além disso, a umidade elevada reforça a instabilidade e amplia o risco de chuvas intensas na região.

    O Inmet informa que a Zona de Convergência Intertropical provoca chuvas no Amapá. Ao mesmo tempo, um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis reduz a formação de chuva no leste do Nordeste.

    Em Santa Catarina e no sudoeste do Paraná, há alerta de chuvas de até 50 milímetros por dia. Entre o norte do Paraná e o sul de São Paulo, o risco inclui queda de granizo. Por isso, o Inmet alerta para danos em lavouras, queda de galhos e possíveis alagamentos.

    No Rio de Janeiro, a máxima pode chegar a 41 °C. Em Teresina, os termômetros podem marcar até 38 °C.

    No Rio Grande do Sul, a segunda-feira começou com sol e poucas nuvens. No entanto, ao longo do dia, a nebulosidade aumenta com pancadas fracas e isoladas. As chuvas atingem principalmente o norte e nordeste do Estado. No Oeste gaúcho, a temperatura máxima pode chegar a 30 °C.

    Em Mato Grosso, Tocantins, Pará, Amazonas e Rondônia, o Inmet prevê chuvas intensas. Nessas áreas, os volumes podem alcançar 50 milímetros diários, com ventos de até 60 quilômetros por hora. Enquanto isso, o restante do país segue com tempo firme e calor intenso.

  • Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Um ciclone extratropical de forte intensidade atingiu as regiões Sul e Sudeste do Brasil entre os dias 8 e 10 de dezembro, trazendo chuvas volumosas, ventos intensos e transtornos generalizados. O sistema se organizou na madrugada de segunda para terça-feira (8 e 9/12), provocando impactos diretos nas atividades agrícolas e na logística do setor.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou acumulados de chuva entre 50 e 140 mm em estações do oeste do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, além do sul e interior de São Paulo e áreas de Mato Grosso do Sul. A estação de Canguçu (RS) registrou 190 mm em menos de 24 horas, volume considerado extremo para o período.

    Ventos fortes e alertas meteorológicos

    As rajadas de vento atingiram entre 60 e 90 km/h, causando quedas de árvores, interrupção no fornecimento de energia e danos estruturais. O ciclone alcançou pressão atmosférica abaixo de 1.000 hPa, condição que intensifica tempestades severas e favorece o desenvolvimento de nuvens carregadas.

    O Inmet emitiu avisos meteorológicos de tempestades, ventos costeiros e vendavais para toda a região afetada. Os avisos indicavam acumulados acima de 100 mm e ventos acima de 100 km/h, queda de granizo, grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

    Impactos severos no setor agrícola

    As atividades agrícolas sofreram prejuízos significativos durante o evento climático extremo. O sistema influenciou diretamente o tempo no Sul e Sudeste, com chuva volumosa, vento intenso e diversos transtornos à população e às atividades agrícolas.

    Os produtores rurais enfrentam o dilema entre o excesso de água em algumas regiões e o déficit hídrico em outras. No Rio Grande do Sul, já são três semanas sem precipitações nas principais regiões produtoras, o que travou totalmente o plantio do milho. A semeadura permanece em 89% da área estimada, sem evolução.

    O temporal atingiu lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento. Plantações em fase de floração e formação de espigas não conseguem reverter os danos mesmo com o retorno das chuvas. As áreas encharcadas impedem o acesso de máquinas e equipamentos, atrasando manejos essenciais.

    Prejuízos nas principais culturas

    As principais culturas de verão sentem os reflexos do fenômeno climático. Plantações no Sul e Centro-Oeste enfrentam granizo e excesso de água, atrasando safras e elevando preços de alimentos. Eventos semelhantes em 2024 geraram perdas de R$ 2 bilhões apenas no Rio Grande do Sul.

    A Emater alerta que a onda de calor intensifica a evapotranspiração e reduz a umidade do solo, provocando estresse hídrico em lavouras de todas as fases. Nas áreas em estádio reprodutivo, que representam 60% do total, os produtores já observam perdas no potencial produtivo e na qualidade dos grãos.

    Logística comprometida

    O transporte de insumos e produtos agrícolas enfrenta sérias dificuldades. Rodovias e pontes interditadas impedem o escoamento da produção e a chegada de rações, embalagens e defensivos agrícolas às propriedades rurais.

    Em áreas do Sudeste, tempestades atingiram partes de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Campina Verde (MG), o volume chegou a 79,8 mm, acompanhado de rajadas intensas que provocaram alagamentos e quedas de árvores.

    Previsão para os próximos dias

    A partir da quinta-feira (12), o ciclone já se afastou da costa brasileira, mas seus efeitos ainda influenciam o tempo em diversas regiões. Na Região Sudeste, haverá uma variação espacial das chuvas ao longo da semana devido às instabilidades provocadas pelo deslocamento de um sistema sobre o oceano.

    O Inmet prevê chuvas localmente significativas no Mato Grosso do Sul e em grande parte de Goiás, com acumulados acima de 40 mm, podendo atingir 100 mm em algumas localidades. No Mato Grosso, os acumulados ao longo da semana variam entre 10 mm e 40 mm.

    Alerta para dezembro: déficit hídrico no Sul

    A Região Sul deve registrar precipitação abaixo da média, com exceção de áreas localizadas no leste de Santa Catarina e norte do Paraná. No Rio Grande do Sul, o cenário preocupa especialmente os produtores que ainda realizam a semeadura da soja.

    As previsões climáticas indicam que o estado gaúcho enfrenta restrição hídrica e, com pouca chuva prevista para os próximos 15 dias, o solo segue sob forte déficit de umidade, elevando o risco para a safra. A situação representa a sexta safra consecutiva com perdas consolidadas em diversas regiões.

    Centro-Oeste e Sudeste recebem mais umidade

    Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, dezembro traz elevação dos níveis de umidade no solo. A previsão de chuvas mais regulares favorece o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra.

    Algumas áreas podem sofrer com má distribuição das chuvas, como o sudoeste do Mato Grosso, sul do Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e norte de Minas Gerais. A formação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) pode ocorrer no mês, trazendo chuvas frequentes e volumosas para o centro-norte do Sudeste e do Centro-Oeste.

    Monitoramento constante

    Os meteorologistas recomendam que produtores rurais acompanhem diariamente as atualizações dos serviços meteorológicos e das defesas civis estaduais. A variabilidade climática exige adaptação rápida das estratégias de manejo e planejamento agrícola.

    As condições atmosféricas permanecem favoráveis à formação de temporais isolados nas próximas semanas, com possibilidade de rajadas de vento, chuvas intensas e granizo em áreas específicas. O planejamento das operações agrícolas deve considerar essas instabilidades para minimizar perdas e otimizar os resultados da safra 2024/2025.

  • Frente fria mantém temporais no fim de semana; confira

    Frente fria mantém temporais no fim de semana; confira

    Uma frente fria avança e mantém o fim de semana instável em várias regiões do país. O Sul sente os efeitos com maior intensidade. O Inmet alerta para pancadas fortes no litoral gaúcho, na Região Metropolitana de Porto Alegre e na faixa norte do estado.

    Instabilidades atingem SC e PR

    Em Santa Catarina, a instabilidade avança pelo leste e traz risco de temporais no sábado (22/11). No Paraná, o leste, o litoral e o sul registram chuva forte e rajadas que chegam a 40 km/h.

    Região Sul enfrenta calor e baixa umidade

    As temperaturas seguem elevadas no Paraná, no extremo norte catarinense e no oeste gaúcho. A umidade no norte paranaense cai abaixo dos 30%.

    Calor e cavado meteorológico reforçam chuvas no Sudeste

    O sul, o litoral e parte do interior paulista registram chuva moderada a forte. O sul de Minas, o Triângulo Mineiro e o oeste do estado também recebem pancadas devido ao calor, à umidade e a um cavado meteorológico. O Sudeste enfrenta dias quentes, com máximas acima de 30°C. No domingo (23/11), a capital paulista pode ter clima mais ameno, com máxima de 24°C.

    Centro-Oeste tem calor, umidade e pancadas fortes

    Mato Grosso, Goiás e parte de Mato Grosso do Sul recebem pancadas fortes por causa do calor, da umidade e da baixa pressão vinda do Paraguai. Apenas o sul sul-mato-grossense mantém tempo seco, com máxima de 35°C.

    Norte mantém temporais e instabilidade

    Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima registram temporais durante o fim de semana. Tocantins e Pará também têm instabilidades, porém com menor intensidade.

    Nordeste registra chuva e baixa umidade

    A Bahia registra chuva na maior parte do estado, sobretudo ao sul de Salvador. Maranhão, Piauí, Sergipe e Pernambuco também têm pancadas fortes. Algumas áreas do Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Pernambuco têm umidade abaixo de 30%.

     

     

  • Final de semana terá chuvas intensas em boa parte do Brasil

    Final de semana terá chuvas intensas em boa parte do Brasil

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas para várias regiões do país neste final de semana. Ou seja, o calor típico de verão, combinado com a alta umidade, deve favorecer a formação de tempestades isoladas, especialmente no final do dia.

    Sábado

    No sábado (25/1), o amanhecer será marcado por nebulosidade no Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e Paraná, além de grande parte de São Paulo, Minas Gerais e a região serrana do Rio de Janeiro. Além disso, durante a tarde, o aumento do calor e da umidade deve intensificar as chances de chuvas fortes e tempestades localizadas.

    No Rio Grande do Sul, tempestades podem atingir a região central, enquanto o litoral norte de Santa Catarina estará sujeito a condições climáticas severas. Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e regiões isoladas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Norte do país, os alertas do Inmet também permanecem ativos para chuvas intensas.

    Região Centro-Oeste

    Na Região Centro-Oeste, o sábado começa com céu aberto na maior parte dos Estados. Apenas o sul de Goiás terá tempo fechado, com possibilidade de chuvas isoladas pela manhã. Em Porto Alegre e no norte de Mato Grosso e Goiás, também há previsão de precipitações durante o início do dia.

    Nordeste

    Já no Nordeste, o tempo se mantém estável durante todo o final de semana, sem previsão de chuvas intensas e com temperaturas abaixo de 30°C.

    Domingo

    O domingo (26/1) começa com nebulosidade nas regiões Sul, Sudeste e boa parte do Centro-Oeste. Os maiores volumes de chuva devem ocorrer pela manhã em Sinop, no Mato Grosso. Em São Paulo, a previsão é de precipitações leves nesse período.

    À tarde, chuvas intensas e temporais isolados podem atingir Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais, sul de Mato Grosso e praticamente todo o Mato Grosso do Sul. Em geral, as precipitações devem vir acompanhadas de ventos fortes e risco de queda de granizo.

     

     

  • Sol e chuva no Sudeste e ventos intensos no Sul 

    Sol e chuva no Sudeste e ventos intensos no Sul 

    O Sul do Brasil enfrenta chuva forte e ventos de até 100 km/h neste fim de semana, devido a uma baixa pressão entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai. Ou seja, o fenômeno, previsto para esta sexta-feira (6), deve causar instabilidade em várias regiões do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    No Sul, acumulados superiores a 100 milímetros devem atingir o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o sul do Paraná. A intensidade das chuvas levou o Inmet a emitir um alerta laranja, classificando-as como perigosas. Nas demais áreas do Paraná, também deve chover, mas os volumes não ultrapassam 50 milímetros por dia.

    Os temporais devem persistir até segunda-feira (9), acompanhando a tendência de dezembro, que começou quente e chuvoso em boa parte do Brasil.

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    Sol e chuva: dezembro promete chuvas acima da média

    A previsão para o último mês do ano reforça dias marcados por calor e pancadas de chuva. O Inmet destaca a expectativa de precipitações acima da média no Norte, nordeste do Mato Grosso, São Paulo, sul de Minas Gerais e oeste do Piauí.

    Pelo menos quatro ou cinco frentes frias devem avançar sobre São Paulo e Rio de Janeiro ao longo de dezembro. Essas frentes podem formar dois corredores de umidade, intensificando as chuvas nessas áreas.

    Em resumo, o cenário reforça a necessidade de atenção ao clima instável, especialmente no Sul, onde os ventos e chuvas fortes exigem cuidados redobrados.

  • Chuva deve atingir Sudeste e Centro-Oeste neste fim de semana

    Chuva deve atingir Sudeste e Centro-Oeste neste fim de semana

    O avanço de uma frente fria deve provocar chuvas intensas neste sábado (30/11) no Sudeste e no Centro-Oeste. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) alerta para temporais em qualquer momento do dia, principalmente em Goiânia e no Triângulo Mineiro.

    As chuvas devem reduzir as temperaturas, mas o calor permanecerá. Ou seja, segundo o Cemaden, as frentes frias nesta época do ano trazem dias abafados e precipitações mais intensas, sem a chegada de ar frio significativo.

    São Paulo

    No Estado de São Paulo, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para chuvas volumosas e ventos fortes na região oeste. Além disso, na área central, incluindo a capital, há risco de temporais, que podem causar alagamentos e transtornos urbanos.

    Rio de Janeiro

    No Rio de Janeiro, a região serrana está em alerta para tempestades. Em resumo, na capital e no restante do Estado, a previsão é de chuva moderada a forte.

    Minas Gerais

    Em Minas Gerais, o sul do Estado apresenta alto risco de temporais. Na região central, incluindo Belo Horizonte, a chuva deve ser moderada a forte durante a noite. Além disso, no domingo (1/12), a capital mineira pode registrar máxima de 29 °C, segundo o Inmet.

    Centro-Oeste

    No Centro-Oeste, as chuvas mais intensas devem atingir Goiás e Mato Grosso do Sul, com acumulados de até 100 milímetros. Já Mato Grosso e o Distrito Federal terão precipitações mais leves.

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    Calor persiste no Norte e no Nordeste

    No Norte, as chuvas ocorrem de forma isolada, especialmente no Acre, em Rondônia e no oeste do Amazonas. Em Manaus, as temperaturas continuam elevadas, acima dos 29 °C.

    No Nordeste, não há previsão de chuva para o fim de semana. Municípios do interior de Pernambuco, Maranhão e Piauí podem registrar máximas próximas de 40 °C.

    Região Sul terá temporais localizados

    No Sul, a previsão indica temporais no norte do Rio Grande do Sul, especialmente no domingo. Chuvas fortes podem atingir Santa Catarina e Paraná, mas tempestades não devem ocorrer.

     

  • Alerta de temporais atinge diversas regiões do Brasil

    Alerta de temporais atinge diversas regiões do Brasil

    O Brasil começa a semana sob alerta de temporais, com riscos elevados para várias regiões. Ou seja, avisos de “perigo potencial” foram emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), abrangendo áreas do Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Norte. Em resumo, a previsão aponta para fortes instabilidades climáticas causadas pela circulação de ventos em diferentes altitudes, um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai e uma frente fria em alto mar.

    Alerta amarelo

    O Inmet emitiu um alerta amarelo para mais de 12 estados, incluindo São Paulo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Rondônia, além de grande parte de Mato Grosso e porções do Amazonas, Tocantins, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo o instituto, essas áreas devem registrar chuvas de até 50 milímetros por dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h. O aviso meteorológico permanece ativo até as 10h desta segunda-feira (4).

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    No Rio Grande do Sul, a frente fria causará temporais principalmente nas regiões oeste e sul. Durante o fim de semana, algumas cidades já enfrentaram chuvas intensas, como Jaguarão, onde o acumulado chegou a 98 milímetros, superando a média de novembro. Nos próximos dias, o sol pode surgir, mas entre nuvens, mantendo a instabilidade predominante.

    Santa Catarina e Paraná também estão sob risco, com pancadas de chuva previstas para qualquer momento. Meteorologistas alertam para ventos persistentes que podem alcançar os 70 km/h nessas regiões.

    O Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) também destaca o risco moderado de inundações em São Paulo e Minas Gerais. O alerta se estende ainda ao Mato Grosso, Goiás e ao Distrito Federal, reforçando a necessidade de atenção à previsão do tempo em diversas áreas.