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  • Cecafé critica restrições da Antaq ao leilão do Tecon Santos 10

    Cecafé critica restrições da Antaq ao leilão do Tecon Santos 10

    O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) criticou a manifestação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) sobre o modelo de leilão do Tecon Santos 10, futuro terminal de contêineres do Porto de Santos. Segundo a entidade, as restrições propostas podem atrasar investimentos, aumentar a insegurança jurídica e reduzir a competitividade do agronegócio brasileiro.

    A Antaq encaminhou sua manifestação à Casa Civil em 2 de julho. No entanto, o posicionamento diverge da orientação apresentada pelo governo federal. A Casa Civil defendeu um modelo com ampla participação no certame, desde que o vencedor assumisse compromisso de desinvestimento caso já possuísse ativos portuários na região. Além disso, o governo sugeriu elevar o valor mínimo de outorga para R$ 1,044 bilhão.

    Cecafé questiona falta de embasamento técnico

    Na avaliação do Cecafé, a Antaq manteve a proposta de realizar o leilão em duas fases e restringiu, na etapa inicial, a participação de armadores que já operam terminais de contêineres no Porto de Santos. Para a entidade, a agência não apresentou estudos técnicos, indicadores ou análises econômicas que comprovem a necessidade dessa medida.

    O diretor técnico do Cecafé, Eduardo Heron, afirma que a decisão não traz evidências suficientes para justificar as restrições. Segundo ele, estudos produzidos pela própria Antaq e pela unidade técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) apontam conclusões diferentes das adotadas pela agência reguladora. Dessa forma, o Cecafé considera que a medida carece de fundamentação técnica consistente.

    Entidade alerta para impactos no agronegócio

    O Cecafé afirma que as restrições podem agravar problemas já enfrentados pelas cargas conteinerizadas no Porto de Santos. Atualmente, exportadores e importadores convivem com limitações de capacidade, congestionamentos operacionais e altos custos logísticos. Como consequência, a competitividade das exportações brasileiras pode diminuir.

    Além disso, a entidade acredita que o modelo escolhido pela Antaq aumenta o risco de judicialização. Caso isso aconteça, novos processos judiciais podem atrasar um projeto considerado estratégico para ampliar a infraestrutura portuária do país.

    Segundo Eduardo Heron, esses atrasos afetam diretamente os usuários do porto e toda a cadeia produtiva. Por isso, ele afirma que o aumento dos custos logísticos tende a refletir tanto na competitividade das exportações quanto no preço final dos produtos consumidos pela população.

    Agência deve atuar com critérios técnicos, diz Cecafé

    Na avaliação do diretor técnico do Cecafé, a Antaq deve exercer seu papel regulador com base em critérios objetivos, evidências concretas e análises técnicas. Além disso, a agência precisa garantir segurança regulatória, previsibilidade e eficiência para o setor portuário.

    Heron defende que a Antaq não deve restringir previamente a participação de empresas sem apresentar justificativas robustas. Segundo ele, esse tipo de decisão amplia a insegurança jurídica e reduz a confiança dos investidores.

    O diretor também lembra que a missão institucional da Antaq consiste em regular, supervisionar e fiscalizar os serviços e a infraestrutura aquaviária. Portanto, ao adotar restrições sem demonstrar claramente seus fundamentos técnicos, a agência acaba entrando em um debate concorrencial que já conta com órgãos específicos para esse tipo de análise.

    Casa Civil adotou entendimento diferente

    O Cecafé destaca que a própria Casa Civil recomendou retirar as restrições à participação na primeira fase do leilão. Ao mesmo tempo, o governo sugeriu manter mecanismos de desinvestimento para tratar eventuais questões concorrenciais.

    Apesar dessa orientação, a Antaq decidiu preservar seu entendimento original após meses de análise. Assim, manteve o modelo de licitação dividido em duas etapas.

    Comparação com o terminal de Itajaí

    O Cecafé também compara o caso do Tecon Santos 10 com o processo de arrendamento definitivo do terminal ITJ01, em Itajaí (SC). Na avaliação da entidade, o modelo adotado naquele certame permitiu ampla participação dos interessados e limitou apenas determinadas composições societárias.

    Segundo Eduardo Heron, decisões diferentes para situações semelhantes aumentam a insegurança jurídica quando não apresentam justificativas técnicas claras. Além disso, esse cenário fortalece a percepção de tratamento desigual entre os agentes econômicos.

    Porto de Santos precisa ampliar sua capacidade

    Para o Cecafé, o Porto de Santos precisa avançar rapidamente em uma agenda de expansão logística. A entidade afirma que o Tecon Santos 10 representa apenas uma das iniciativas necessárias. Também considera fundamentais o aprofundamento do canal de navegação, a construção de novos acessos rodoviários e a ampliação das melhorias ferroviárias.

    Na avaliação do conselho, esses investimentos aumentarão a capacidade operacional do principal porto brasileiro. Consequentemente, o país poderá reduzir gargalos logísticos e fortalecer a competitividade do comércio exterior.

    Projeto acumula mais de 13 anos de espera

    O Cecafé lembra que o leilão do Tecon Santos 10 aguarda realização há mais de 13 anos e sofreu diversos adiamentos ao longo desse período.

    Para a entidade, insistir em um modelo que restringe participantes sem comprovação técnica favorece novas disputas judiciais. Como resultado, o cronograma de investimentos pode sofrer novos atrasos. Dessa maneira, exportadores, importadores e toda a cadeia produtiva continuarão enfrentando limitações provocadas pela atual infraestrutura portuária. Enquanto isso, o agronegócio brasileiro seguirá convivendo com custos elevados e perda de competitividade no mercado internacional.

  • Porto de Santos fecha 2025 com recorde histórico

    Porto de Santos fecha 2025 com recorde histórico

    O Porto de Santos registrou um desempenho histórico em 2025, movimentando 186,4 milhões de toneladas de cargas e consolidando sua posição como o maior e mais importante complexo portuário do país. O resultado reflete o avanço da logística portuária brasileira, impulsionado por ganhos de eficiência, aumento de investimentos e crescimento no escoamento da produção nacional.

    Reconhecido como principal porta de entrada e saída do comércio exterior brasileiro, o porto paulista foi responsável por uma parcela expressiva da movimentação total do sistema portuário nacional, que superou 1,34 bilhão de toneladas em 2025. O crescimento reforça o papel estratégico de Santos na exportação de granéis sólidos, líquidos e cargas conteinerizadas, conectando o Brasil aos principais mercados globais.

    Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os resultados demonstram que o país retomou uma agenda sólida de investimentos em infraestrutura.

    “Os números do Porto de Santos mostram que o Brasil voltou a investir com planejamento, segurança jurídica e visão de longo prazo. O Tecon Santos 10 será um marco para a logística de contêineres, ampliando eficiência e competitividade”, afirmou o ministro.

    Novos projetos de expansão

    O bom desempenho operacional se soma aos novos projetos de expansão. O leilão do Tecon Santos 10, previsto pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), é considerado o principal passo para aumentar em 50% a capacidade de movimentação de contêineres do porto. A nova estrutura colocará o complexo em um nível superior de escala e produtividade, atraindo grandes rotas marítimas internacionais.

    O empreendimento integra o pacote de concessões do MPor, que prevê 18 leilões e quatro concessões de canais de acesso nos próximos ciclos. O programa busca garantir segurança jurídica, previsibilidade regulatória e atrair capital privado para o setor. No Porto de Santos, além do Tecon 10, estão programadas concessões do canal de acesso e novos projetos que reforçam a competitividade da logística brasileira e o papel estratégico do complexo santista no comércio global.

  • TCU classifica como ilegal restrições no leilão do Tecon Santos 10

    TCU classifica como ilegal restrições no leilão do Tecon Santos 10

    O leilão do novo terminal de contêineres no Porto de Santos (Tecon Santos 10) está no centro de uma disputa que pode custar bilhões ao Brasil. Entidades representativas de exportadores e importadores cobram a realização de um certame aberto e sem restrições, alertando que o formato proposto pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) é ilegal e pode resultar em judicialização do processo.

    Em relatório de 203 páginas, a Unidade de Auditoria Especializada em Infraestrutura Portuária e Ferroviária (AudPortoFerrovia) do Tribunal de Contas da União classificou como “ilegal” o modelo de leilão em duas fases proposto pela ANTAQ, que veta a participação de operadores já atuantes no Porto de Santos.

    A análise técnica do TCU rejeitou os argumentos do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e da ANTAQ, considerando-os “poucos argumentos novos” e “incapazes de alterar o encaminhamento sugerido”. Segundo o relatório, a decisão da agência reguladora desrespeita princípios constitucionais da ampla concorrência e proporcionalidade, baseando-se em “riscos e premissas hipotéticas”.

    Setores produtivos alertam para prejuízos bilionários

    O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) e a Associação Logística Brasil manifestaram publicamente apoio à instrução do TCU. As entidades representam diversos segmentos do agronegócio que dependem da logística portuária, incluindo exportadores de café, açúcar, algodão e celulose.

    “Esse é um tema de interesse de todos os exportadores brasileiros que precisam de logística eficiente e infraestrutura adequada para destravar o Porto de Santos”, afirma Eduardo Heron, diretor técnico do Cecafé. Ele destaca que o esgotamento da infraestrutura portuária já causa prejuízos acumulados aos embarcadores.

    Restrições podem reduzir arrecadação em R$ 1 bilhão

    André de Seixas, diretor-presidente da Associação Logística Brasil, questiona a lógica econômica das restrições propostas. “O que notamos é a sanha para se ter um leilão custando cerca de R$ 1 bilhão a menos, a partir do momento em que se excluiu empresas que têm apetite de competir”, critica.

    Para Seixas, o processo sofreu “diversos atropelos procedimentais” dentro da ANTAQ, com interferência política sobrepondo-se aos aspectos técnicos. “O que não se pode aceitar é a política interferir na parte técnica, criando um ambiente conflituoso”, alerta.

    Risco de judicialização e mais atrasos

    As entidades temem que a manutenção do formato restritivo leve à judicialização do leilão, postergando ainda mais a ampliação da capacidade portuária. O certame já deveria ter ocorrido, mas foi adiado devido a questionamentos sobre o modelo proposto.

    “Já vislumbramos atrasos e mais prejuízos aos usuários e à sociedade, a partir do iminente risco de judicialização deste leilão, algo totalmente desnecessário”, conclui Seixas.

    CADE já afastou premissas da ANTAQ

    O relatório do TCU reforça que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) já afastou, em inquéritos administrativos, muitas das premissas hipotéticas utilizadas pela ANTAQ para justificar as restrições. Segundo a auditoria, “a adoção de medidas restritivas deve estar ancorada em um juízo de razoável certeza sobre sua efetividade e não apenas em cenários hipotéticos ou especulativos”.

    Eduardo Heron, do Cecafé, contesta a narrativa de “defesa do interesse público” utilizada para justificar as restrições. “As transações comerciais geradas pelo comércio exterior brasileiro também são de interesse do país, pois geram riqueza, renda e emprego em todos os setores da economia”, argumenta.

    O executivo questiona: “Por que a autoridade pública se propõe a restringir a participação no leilão de empresas experientes e interessadas no certame, renunciando o grande potencial arrecadatório, quando se busca aumentar as arrecadações do país?”

    Investimentos da Autoridade Portuária são reconhecidos

    Apesar das críticas ao modelo de leilão, o Cecafé reconhece os esforços da Autoridade Portuária de Santos (APS) em outros projetos, como a contratação para aprofundamento do calado, a proposta de terceira via de descida da Rodovia dos Imigrantes e a implementação da segunda alça de acesso ao embarcadouro.

    As entidades defendem a realização do leilão do Tecon Santos 10 ainda em 2025, em formato irrestrito e em fase única, conforme recomendação da Unidade Técnica do TCU. A expectativa é que operadores portuários experientes, incluindo grandes empresas internacionais, possam participar livremente do certame, garantindo maior competitividade e investimentos robustos no Porto de Santos.

  • Exportadores de café perdem R$ 5,9 Milhões em um mês com gargalos logísticos

    Exportadores de café perdem R$ 5,9 Milhões em um mês com gargalos logísticos

    Os exportadores brasileiros de café enfrentam uma crise logística que resultou em prejuízos de R$ 5,9 milhões apenas no mês de agosto. A defasagem da infraestrutura portuária impediu o embarque de 624.766 sacas do produto. Isso é equivalente a 1.893 contêineres, gerando custos extras com armazenagem adicional, pré-stacking e detentions.

    Os dados foram levantados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) junto aos seus associados. E revelam um cenário alarmante para o setor cafeeiro nacional, que vê seu potencial de crescimento limitado por gargalos estruturais.

    Impacto cambial chega a R$ 1,2 bilhão

    Além dos prejuízos diretos com custos logísticos, o não embarque desse volume impediu que o Brasil recebesse US$ 221,28 milhões em receitas cambiais. Isso representa R$ 1,205 bilhão considerando a cotação média do dólar em agosto (R$ 5,4463) e o preço médio FOB de exportação de US$ 354,18 por saca de café verde.

    O problema se intensifica justamente no momento em que as exportações aumentam com a entrada do café arábica da nova safra no mercado. Evidenciando a incapacidade da infraestrutura atual de absorver a demanda crescente do agronegócio brasileiro.

    “Cenário tende a piorar”, alerta Cecafé

    Eduardo Heron, diretor técnico do Cecafé, manifesta preocupação com a tendência de agravamento da situação nos próximos meses e anos. “É um cenário que se repete e, infelizmente, tende a piorar se não houver investimentos rápidos nos portos do Brasil para aumentar a oferta de capacidade de pátio e berço”, lamenta o executivo.

    Segundo Heron, o agronegócio brasileiro cresce a taxas expressivas, mas a infraestrutura portuária não acompanha essa evolução. Portanto, gerando prejuízos constantes especialmente aos exportadores que dependem de contêineres. “Sem investimentos, veremos cada vez mais portos lotados e atrasos constantes nas embarcações. A estrutura atual está esgotada”, alerta.

    Polêmica no leilão do Tecon Santos 10

    O diretor técnico do Cecafé critica especialmente o imbróglio no processo do leilão do Tecon Santos 10, causado pelas restrições propostas pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), que limitam a participação de empresas no processo licitatório.

    “A morosidade e a restrição de empresas ao certame, deliberadas pelo colegiado da ANTAQ, incorrerão na judicialização do processo e atrasarão ainda mais a oferta de capacidade aos usuários do Porto de Santos, ampliando os prejuízos ao comércio exterior brasileiro”, afirma Heron.

    O executivo destaca que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) já se manifestou favorável à remoção de restrições no leilão durante painel promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), sugerindo “remédios” mais adequados para coibir eventuais concentrações de mercado.

    Mobilização por novo marco regulatório

    O Cecafé vem intensificando ações junto ao governo, parlamentares e entidades representativas para buscar melhorias na infraestrutura portuária. Em setembro, a entidade se reuniu com o deputado federal Arthur Maia, relator do Projeto de Lei 733/2025, que propõe um novo marco regulatório para o Sistema Portuário Brasileiro.

    Na ocasião, a entidade defendeu a manutenção da garantia de modicidade e publicidade das tarifas portuárias, previstas na Lei nº 12.815/2013. E ressaltou a importância de uma legislação moderna que aumente a competitividade do comércio exterior sem elevar custos aos usuários de carga.

    O Cecafé também propôs melhorias na governança e composição do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), incluindo participação dos usuários de carga para debater temas como poligonais, dragagem e integração entre diferentes modais de transporte.

    Audiência pública deve debater crise portuária

    Em contato com o deputado federal Evair de Melo, o Cecafé apresentou requerimento para realização de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara Federal. O objetivo é debater os impactos do esgotamento da infraestrutura portuária e os entraves impostos pela ANTAQ, além da urgência do leilão do Tecon Santos 10.

    “O deputado Evair compreendeu a importância do tema e demonstrou interesse em apoiar os exportadores. Colocando-se à disposição para protocolar nosso pedido de audiência pública, que deverá ser agendada em breve”, relata Heron.

    O Cecafé também tem promovido reuniões com outras entidades vinculadas à exportação, apresentando dados do Boletim Detention Zero (DTZ) para buscar sinergia na apresentação de demandas às autoridades portuárias. A mais recente foi com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde se propôs união de esforços para agilizar o leilão do Tecon Santos 10.

    Números revelam caos nos principais portos

    O Boletim DTZ foi elaborado pela startup ElloX Digital em parceria com o Cecafé. E revela que em agosto de 2025, metade dos navios (168 de 335 embarcações) tiveram atrasos ou alteração de escalas nos principais portos brasileiros.

    No Porto de Santos, responsável por 80,2% dos embarques de café de janeiro a agosto, o índice de atrasos ou alterações chegou a 67%, afetando 122 dos 182 porta-contêineres. O tempo mais longo de espera registrado foi de 47 dias.

    Apenas 4% dos procedimentos de embarque tiveram prazo superior a quatro dias de gate aberto no porto santista. Enquanto 59% ficaram entre três e quatro dias e 38% tiveram menos de dois dias.

    O complexo portuário do Rio de Janeiro é o segundo maior exportador de café brasileiro com 15,8% de participação. E registrou índice de atrasos de 38%, com o maior intervalo chegando a 36 dias. Neste porto, 44% dos procedimentos tiveram prazo superior a quatro dias de gate aberto, 37% entre três e quatro dias, e 19% menos de dois dias.

    Setor pede indicadores e planejamento

    O diretor técnico do Cecafé enfatiza a importância de a nova lei de portos contemplar a criação de indicadores logísticos para avaliar o desempenho portuário de forma transparente. “É necessário que os investimentos e a ampliação da capacidade em infraestrutura portuária antecipem a demanda, deixando de ser pautados apenas por narrativas”, defende.

    Segundo Heron, as autoridades públicas têm dificuldade para enxergar gargalos logísticos diante das consecutivas quebras de recordes do comércio exterior brasileiro. “O Cecafé e outras entidades entendem a necessidade de ampliar a infraestrutura portuária. E devido à complexidade da matéria, estamos unindo esforços para buscar medidas que possam mitigar os riscos dos desafios logísticos e portuários do país”, conclui.