Tag: Sustentabilidade no Agronegócio

  • Agritechnica 2025 traz inovações que miram o agronegócio brasileiro

    Agritechnica 2025 traz inovações que miram o agronegócio brasileiro

    O Brasil, com clima tropical e solos diversos, amplia o interesse por inovações que elevam a eficiência e a sustentabilidade agrícola. Essas tendências estarão em destaque na Agritechnica 2025, maior feira de máquinas e tecnologias agrícolas do mundo.

    O evento acontece de 9 a 15 de novembro, em Hannover, Alemanha, e deve reunir 2.700 expositores de 52 países. A organização espera 430 mil visitantes profissionais em 23 pavilhões totalmente ocupados. Segundo Timo Zipf, gerente de projetos da feira, “o futuro da mecanização agrícola passa pela automação inteligente, pela aplicação precisa de insumos e pelo uso de dados em tempo real”. A seguir, quatro inovações que prometem transformar o agronegócio brasileiro.

    Adubação precisa e sustentável

    A aplicação de fertilizantes avança com máquinas mais leves, sistemas automatizados e distribuidores inteligentes. A taxa variável garante a entrega exata de nutrientes, reduzindo desperdícios e impactos ambientais.
    No Brasil, os fertilizantes representam um dos maiores custos de produção. Para Brena Baumle, representante da DLG no Brasil, “a automação na aplicação é essencial para aproveitar melhor os nutrientes e reduzir despesas”.

    Semeadura com inteligência artificial

    Novas máquinas unem várias etapas em uma única passada. Elas semeiam, capinam e ajustam profundidade, espaçamento e densidade das sementes em tempo real.
    A tecnologia combina sensores de solo e inteligência artificial, oferecendo decisões instantâneas durante o plantio. “O agricultor brasileiro já domina a agricultura de precisão. O próximo passo é integrar dados e IA, ampliando eficiência e sustentabilidade”, explica Baumle.

    Irrigação automatizada e de precisão

    A irrigação inteligente ganha espaço com sensores de umidade e modelos climáticos que definem o momento e o volume ideais para irrigar.
    O sistema reduz o consumo de água, energia e tempo, além de tornar a produção mais resiliente à seca. A irrigação por gotejamento inteligente segue tendência mundial.
    “Com o déficit hídrico em várias regiões, irrigar de forma eficiente é questão de sobrevivência econômica. As novas tecnologias colocam o processo sob controle do produtor”, reforça Baumle.

    Robôs e sistemas autônomos

    Os robôs de capina autônomos, a pulverização seletiva e o controle a laser ganham força e reduzem o uso de herbicidas.
    As tecnologias de bicos inteligentes e aplicação pontual (spot spraying) diminuem custos e atendem às exigências ambientais dos mercados internacionais.
    “A falta de mão de obra e o alto custo dos defensivos tornam a automação uma aliada estratégica”, afirma Baumle.

    Tecnologia, ciência e campo no mesmo espaço

    Para Timo Zipf, a Agritechnica é “mais que uma feira. É um ponto de encontro entre tecnologia, ciência e campo, onde se define o futuro da agricultura mundial”.
    A Agritechnica Hanover 2025 acontece de 9 a 15 de novembro, no pavilhão de exposições Messegelände, em Hannover, Alemanha.

     

  • Armazenar energia solar vira aposta do agronegócio

    Armazenar energia solar vira aposta do agronegócio

    Na contramão dos apagões e da instabilidade elétrica que afetam áreas rurais em diversas regiões do país, empresas de energia solar têm apostado em soluções voltadas especificamente para o agronegócio. Durante a 30ª Hortitec, feira realizada em Holambra (SP), a Alba Energia apresentou tecnologias que ampliam a autonomia energética do produtor rural, com foco no armazenamento de energia solar e na redução da dependência da rede elétrica.

    Entre os destaques, estão os sistemas híbridos com baterias, capazes de armazenar o excedente da energia gerada durante o dia e reaproveitá-lo em momentos estratégicos, como falhas da rede, horários de pico ou em processos que exigem fornecimento contínuo.

    “A energia que antes era injetada na rede pode agora ser guardada para ser usada quando realmente for necessário”, afirma Samuel José Couto, coordenador de marketing da empresa. Segundo ele, a medida não apenas garante segurança no fornecimento, mas também proporciona economia no longo prazo, com retorno do investimento estimado entre cinco e sete anos.

    Busca por autonomia energética cresce no agro

    Com as novas exigências de sustentabilidade e o avanço da regulação, produtores têm buscado alternativas mais limpas e eficientes. A energia solar passou a ser encarada como decisão estratégica, com impacto ambiental e financeiro.

    “Quando o produtor opta pela energia solar, ele evita a emissão de carbono e, ao mesmo tempo, agrega economia ao seu negócio”, diz Couto. Segundo ele, o dinheiro economizado pode ser reinvestido em outras etapas da produção.

    Samuel José Couto e Brenda Tibúrcio – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    A instabilidade da rede elétrica nas áreas rurais é hoje um dos principais motivos que impulsionam a procura por tecnologias híbridas. Em regiões com infraestrutura deficiente ou com alto consumo energético, o sistema permite que a propriedade continue funcionando mesmo em situações de emergência.

    “Esse movimento representa uma nova fase para o setor, comparável ao primeiro ‘boom’ da energia solar no país”, afirma o executivo.

    Expansão para além do campo

    Embora o foco esteja no produtor rural, as soluções da Alba também vêm sendo adotadas por indústrias e comércios. Desde 2010, a empresa já instalou mais de 2.500 sistemas fotovoltaicos, com estimativa de redução mensal superior a 8 mil toneladas de CO₂ emitidas.

    Segundo os representantes da companhia, o objetivo é fortalecer o uso de fontes renováveis no Brasil, ampliando a segurança energética e contribuindo para um futuro mais limpo.

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  • Demanda por crédito no agro ultrapassa R$ 1 trilhão

    Demanda por crédito no agro ultrapassa R$ 1 trilhão

    O agronegócio brasileiro registrou em 2024 uma demanda por crédito superior a R$ 1 trilhão, segundo o Boletim de Finanças Privadas do Agro, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Esse volume reforça a importância do setor na economia nacional e evidencia a concentração histórica do acesso ao capital em grandes produtores e financiamentos tradicionais.

    Nesse cenário, as agfintechs ganham destaque ao oferecer soluções financeiras tecnológicas que atendem às necessidades específicas do campo. De acordo com o Radar Agtech Brasil 2024, elaborado pela Embrapa em parceria com SP Ventures e Homo Ludens Research, o número dessas startups cresceu 14,1% em relação a 2023, totalizando 97 empresas no país.

    Essas plataformas inovadoras disponibilizam alternativas como antecipação de recebíveis via CPR digital, crédito peer-to-peer, seguro paramétrico baseado em dados climáticos e sistemas integrados de gestão financeira e de risco. Tais soluções beneficiam desde pequenos produtores familiares até grandes cooperativas agroindustriais, promovendo um acesso ao crédito mais descentralizado e inclusivo.

    Mercado de capitais e investimento coletivo no agro

    O mercado de capitais também se aproxima do setor rural como fonte alternativa de financiamento. A Resolução CVM 88 está vigente desde 2022. Ela permite ofertas públicas de até R$ 15 milhões por meio de plataformas reguladas de investimento coletivo. Como a Arara Seed, pioneira no Brasil focada em agro, food e climate tech.

    Essa regulamentação possibilitou a criação de instrumentos financeiros pulverizados, como Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), Notas Comerciais lastreadas em recebíveis rurais e CPRs, democratizando o acesso ao capital para startups, pequenas empresas e produtores que antes tinham dificuldade de financiamento.

    Investimentos sustentáveis e impacto no agro

    A nova geração de investidores busca não apenas rentabilidade, mas também impacto socioambiental. Projetos voltados para agricultura regenerativa, descarbonização, rastreabilidade de alimentos e soluções climáticas atraem tanto investidores institucionais quanto pessoas físicas.

    Henrique Galvani, CEO da Arara Seed, destaca: “O desafio do agro hoje é inovar com responsabilidade, rastreabilidade e menor impacto ambiental. Isso abre espaço para investimentos descentralizados e alinhados aos valores do investidor moderno.”

    O futuro do agronegócio brasileiro está ligado a investimentos bilionários em tecnologias. Entre elas, inteligência artificial aplicada ao campo, biológicos, monitoramento climático, agroflorestas e plataformas digitais de crédito e seguro rural.

    Com sua diversidade de biomas e vocação agrícola, o Brasil tem potencial para liderar a transição global para um modelo produtivo mais eficiente e tecnológico. Além, é claro, sustentável. Galvani conclui: “Com um ecossistema em expansão e demanda reprimida por crédito, o agro brasileiro é um dos setores mais promissores para quem busca unir impacto e retorno financeiro.”

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  • Tecnologias digitais impulsionam crescimento do agronegócio

    Tecnologias digitais impulsionam crescimento do agronegócio

    O avanço das tecnologias digitais está revolucionando o agronegócio brasileiro, tornando a gestão financeira no campo mais eficiente e contribuindo para o aumento da competitividade do setor. Segundo levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil registrou um superávit de mais de US$ 1 bilhão em março de 2025, impulsionado principalmente pelo crescimento das exportações agropecuárias, que subiram mais de 28% em relação ao mesmo período de 2023.

    A digitalização do agronegócio é apontada como fator decisivo para o desempenho positivo do setor. Sergio Rocha, CEO da Agrotools — maior ecossistema de soluções digitais para o agro — destaca que a tecnologia traz segurança, transparência e previsibilidade financeira ao campo. “O agronegócio é historicamente vulnerável a fatores como mudanças climáticas e volatilidade de preços. A inovação tecnológica permite uma gestão de riscos mais eficiente, com decisões estratégicas baseadas em dados”, afirma Rocha.

    O acesso democratizado à tecnologia também beneficia pequenos e médios produtores, que agora têm à disposição ferramentas antes restritas a grandes corporações. Isso reduz a dependência de intermediários e permite o uso de dados de qualidade para aprimorar o desempenho das propriedades rurais.

    Principais tecnologias utilizadas no campo

    Entre as soluções digitais mais adotadas no agronegócio brasileiro estão:

    • Sensoriamento remoto: utilização de imagens de satélite para avaliação de riscos territoriais e monitoramento ambiental.
    • Ferramentas de inteligência artificial e análise geoespacial: permitem o acompanhamento em tempo real das áreas produtivas, identificando regiões com menor impacto ambiental e maior potencial de produtividade.
    • Plataformas integradas: conectam produtores, instituições financeiras e seguradoras com base em dados auditáveis, facilitando o acesso ao crédito rural e assegurando conformidade com normas regulatórias.

    Essas tecnologias também contribuem para a implementação de práticas ESG (Ambiental, Social e Governança), aumentando a atratividade dos produtores rurais junto a financiadores e investidores.

    Mercado de agricultura digital deve dobrar até 2026

    De acordo com a 360 Research & Reports, o mercado global de agricultura digital deve crescer 183% até 2026, movimentando mais de US$ 8 bilhões. O Brasil já é referência mundial em tecnologia agrícola. Porém tem potencial para ampliar ainda mais sua participação nesse cenário, consolidando-se como líder em inovação e sustentabilidade no campo.

    A tendência é que a adoção de tecnologias digitais continue crescendo nos próximos anos, impulsionando a eficiência operacional, a sustentabilidade e a rentabilidade do agronegócio brasileiro. “O agro é um setor-chave para o Brasil. Ao incorporar novas tecnologias, os produtores não apenas beneficiam suas propriedades, mas também fortalecem a economia nacional e a imagem do país como potência agroambiental”, conclui Sergio Rocha.

    Com a transformação digital, o agronegócio brasileiro está preparado para superar desafios financeiros, garantir competitividade internacional e promover o desenvolvimento sustentável no campo.

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  • Brasil se destaca como referência em logística reversa agrícola

    Brasil se destaca como referência em logística reversa agrícola

    Dados do Relatório de Sustentabilidade 2024 do inpEV mostram que o país superou em 29% a meta de destinação de embalagens de defensivos agrícolas, consolidando seu modelo como exemplo global

    O Brasil avança como case de sucesso em logística reversa no agronegócio, unindo produtividade, sustentabilidade e inovação. Segundo o Relatório de Sustentabilidade 2024 do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), o país destinou 68.589 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas no último ano, ultrapassando em 29% a meta anual.

    O Sistema Campo Limpo, responsável pela operação, se consolida como uma das maiores estruturas de logística reversa do mundo. Em 2024, 18 mil caminhões percorreram 7,6 milhões de quilômetros – equivalente a mil viagens de Oiapoque (AP) ao Chuí (RS) – para coletar embalagens em 411 unidades fixas e mais de 4 mil pontos itinerantes em 25 estados.

    Educação e inovação impulsionam a sustentabilidade

    Além da eficiência logística, o inpEV investe em educação ambiental. O Programa de Educação Ambiental (PEA) Campo Limpo, que completou 15 anos, já impactou 2,8 milhões de estudantes. Em 2024, 294 mil alunos e 695 professores de 3 mil escolas públicas participaram de atividades sobre economia circular e responsabilidade ambiental.

    Outro avanço foi o 1º Desafio Universitário, em parceria com a Enactus Brasil, que estimulou universitários a desenvolver soluções sustentáveis alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

    O Dia Nacional do Campo Limpo, oficializado no calendário brasileiro, mobilizou 74 mil pessoas em 133 municípios em 2024. O inpEV também reforçou seu compromisso com a ONU, mantendo-se no Pacto Global. E conquistando pelo segundo ano consecutivo o Selo Prata do GHG Protocol por seu inventário de emissões.

    Marcelo Okamura, diretor-presidente do inpEV, destaca: “Em um país continental, garantimos eficiência logística, educação e inovação. O Sistema Campo Limpo vai além da destinação de embalagens – promove transformação socioambiental.”

    O relatório do inpEV chega em um momento em que o ESG ganha força no agronegócio brasileiro. O documento, disponível no site do instituto, apresenta indicadores detalhados de desempenho ambiental, social e de governança. E reforça o papel do Brasil como líder em logística reversa agrícola.

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  • Rio + Agro termina com promessa de investimentos

    Rio + Agro termina com promessa de investimentos

    Empresários estrangeiros estão prontos para investir mais no Brasil após uma semana de palestras, rodadas de investimentos e visitas externas durante o Rio + Agro, evento organizado pela ApexBrasil. Realizado de 29 de julho a 2 de agosto no Rio de Janeiro, o encontro reuniu investidores de 11 multinacionais dos setores de fertilizantes, energia verde e gás natural.

    O evento, focado em reduzir o déficit brasileiro em fertilizantes e promover energias renováveis, confirmou o interesse dos investidores em ampliar negócios no Brasil. “Fizemos aqui um intenso trabalho para reduzir a dependência que o Brasil possui na área de fertilizantes, especialmente fertilizantes verdes, atraindo países que produzem tecnologias com mais eficiência energética, reduzindo a pegada de carbono dentro do agronegócio brasileiro”, disse Carlos Padilla, coordenador de Investimentos da ApexBrasil. O sucesso do Rio + Agro, que atraiu mais de 18 mil visitantes, garantiu sua segunda edição em 2025.

    Sustentabilidade no agronegócio

    Embora o Brasil seja um dos maiores produtores e exportadores de alimentos, depende fortemente da importação de fertilizantes. Gustavo Horbach, diretor-presidente da Eurochem para a América do Sul, afirmou: “Esse fórum foi um marco porque investimentos serão necessários para diminuir essa dependência internacional, já com esse viés de meio ambiente e sustentabilidade. O país apostou muito em desenvolvimento tecnológico, mas faltava investir em mais diálogo, que foi o grande mérito do evento.”

    Divulgação – Rio mais Agro

    Os investidores participaram de visitas técnicas, incluindo ao parque tecnológico da UFRJ e ao Porto do Açu. No parque tecnológico, eles conheceram laboratórios que serão referência em fertilizantes. No Porto do Açu, ficaram impressionados com a infraestrutura moderna e seu papel estratégico na importação de gás natural e fertilizantes. “Todos se impressionaram com nosso avanço e aonde pode chegar a união do estado, mercado, empresas e ciência”, afirmou Bruna Festa, analista de Articulações Corporativas do Parque Tecnológico da UFRJ.

    Reações e perspectivas

    Empresas como a suíça Eurochem e a Atlas Agro elogiaram a iniciativa da ApexBrasil. A Eurochem, presente no Brasil desde 2016, destacou a importância do evento para reduzir a dependência internacional de fertilizantes. A Atlas Agro anunciou a construção de uma fábrica de fertilizantes nitrogenados em Uberaba, Minas Gerais, com investimento de R$ 4,3 bilhões. “À medida que a planta industrial de Uberaba entrar em novos estágios, vamos olhar outras localidades”, disse Rodrigo Santana, diretor de Operações da Atlas Agro.

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    A Helexia, no Brasil há três anos, ficou impressionada com a estrutura e as rodadas de negócios. “Ficamos muito impressionados com todas as estruturas que vimos e com o alto nível das rodadas de negócios”, afirmou Aurelien Maudonnet, CEO da Helexia. Luca Pasco, da Casale, anunciou a abertura de um escritório em São Paulo, destacando o interesse em exportar tecnologia para fertilizantes. Ricardo Uerhara, da Anodox, agradeceu a ApexBrasil: “Agradecemos a Apex por abrir tantas portas. O evento foi uma oportunidade de fazer network intenso com outras empresas e instituições governamentais. E também de discutir soluções de descarbonização na indústria e investimentos de grande porte no Brasil.”

    Integração entre investidores e instituições brasileiras

    O evento também promoveu a integração entre investidores e instituições brasileiras. O tour técnico incluiu visitas ao Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP) e workshops técnicos Brasil-Bolívia. Representantes das estatais bolivianas YPFB e EBIH discutiram projetos conjuntos com a Petrobras para aumentar a produção de fertilizantes. “Uma de nossas principais unidades de negócios são fertilizantes e, por isso, nosso destino é desenvolver projetos conjuntos com nosso vizinho brasileiro e gerar sinergia para beneficiar os dois países”, afirmou Alejandro Gallardo, gerente-geral da EBIH.

    Divulgação – Rio mais Agro

    O governo brasileiro busca atrair investimentos agrossocioambientais para descarbonizar a produção de fertilizantes. Com foco em biogás, biocombustíveis e máquinas para pequenos agricultores, a meta do Plano Nacional dos Fertilizantes é atender até 50% da demanda interna até 2050. Fernando Matsumoto, do Ministério de Minas e Energia, explicou. “Nossa estratégia passa por ter um aumento de oferta de gás natural nacional, o que aumenta a concorrência, e trazer um gás mais barato e competitivo, especialmente para o setor crítico de fertilizantes, que envolve segurança alimentar.”