Tag: Sul

  • El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    A atuação do El Niño já influencia o clima no Sul do Brasil e aumenta o risco de temporais neste fim de semana. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade elevada e as áreas de instabilidade ganharam força desde quinta-feira (16).

    O Rio Grande do Sul deve registrar os maiores volumes de chuva nos próximos dias. Além disso, os temporais podem provocar ventos fortes, granizo, descargas elétricas e chuva intensa.

    De acordo com o Inmet, esse cenário ocorre porque o El Niño fortalece os Jatos de Baixos Níveis. Essas correntes transportam umidade da Amazônia para a Região Sul e favorecem a formação de nuvens carregadas.

    Ao mesmo tempo, uma área de alta pressão mantém um bloqueio atmosférico sobre parte do Centro-Oeste e do Sudeste. Por isso, as instabilidades não avançam para essas regiões. Com esse bloqueio, a umidade permanece concentrada no Sul. Como resultado, a chuva tende a ser persistente e acumular volumes elevados.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul já emitiu alerta para tempo severo. O órgão prevê vários dias consecutivos com risco de temporais e outros fenômenos associados.

    Segundo o Inmet, as tempestades devem atingir maior intensidade durante o fim de semana. Além disso, as instabilidades podem continuar no início da próxima semana.

    A previsão também indica pancadas de chuva no centro-sul de Santa Catarina. Assim, o avanço das instabilidades amplia a área de atenção na Região Sul.

    Norte e Nordeste mantêm previsão de chuva

    No Nordeste, uma frente fria mantém condições para chuva entre o norte de Alagoas, o leste de Pernambuco, a Paraíba e o Rio Grande do Norte. Por outro lado, o oeste de Pernambuco, o sul de Sergipe e a Bahia devem continuar com tempo firme.

    Centro-Oeste e Sudeste continuam com tempo seco

    Enquanto isso, o bloqueio atmosférico mantém o predomínio de sol no Centro-Oeste e no interior do Sudeste. O tempo também segue firme em áreas do Paraná e de Santa Catarina. Esse padrão favorece o veranico durante o inverno. As tardes ficam mais quentes, enquanto as madrugadas permanecem frias devido ao forte resfriamento noturno.

    Minas Gerais, o leste de São Paulo e as serras do Rio de Janeiro continuam com amanhecer frio. Além disso, há previsão de geada entre o sul de Minas, São Paulo e a região serrana de Resende (RJ) no sábado e no domingo. Nessas áreas, as temperaturas podem atingir cerca de 4°C, segundo o Inmet.

     

  • Dia do Sertanejo é comemorado hoje

    Dia do Sertanejo é comemorado hoje

    Neste 3 de maio é celebrado o Dia do Sertanejo. A data teve origem em Aparecida (SP), onde, a partir da década de 1970, a rádio local passou a reunir duplas sertanejas em celebração à cultura do homem do interior. Com o apoio de religiosos do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, nomes como Tonico e Tinoco e Irmãs Galvão ajudaram a consolidar a iniciativa.

    Mas, afinal, quem é o sertanejo? Para estudiosos, definir o sertanejo brasileiro não é tarefa simples. A extensão territorial do país, somada à diversidade geográfica, cultural, social e histórica, deu origem a múltiplas formas do viver sertanejo. Mas, em sentido literal, o sertanejo é o habitante do “sertão”, palavra que remete a regiões afastadas e, originalmente, pouco povoadas.

    O fato é que, seja nas caatingas do Nordeste, nas coxilhas do Sul, no interior de São Paulo e Goiás ou nas montanhas de Minas Gerais, a vida sertaneja mantém uma ligação com a natureza. É dessa relação que surgem a cultura, os modos de vida, o conhecimento prático e a expressão artística das pessoas do campo. E, sobretudo, surge a vida de trabalho. “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”, escreveu Euclides da Cunha. Podemos acrescentar: ele é também, antes de tudo, um trabalhador — alguém que constrói sua vida a partir da relação profunda com a terra.

    Tradição e inovação no campo

    Nas últimas décadas, a evolução tecnológica tem transformado significativamente o trabalho rural. Plataformas digitais, maquinário moderno e veículos de alta performance substituíram, em grande parte, o esforço manual simbolizado pela enxada. Ao mesmo tempo, o chamado “sertanejo raiz” passou a ocupar um espaço de valorização cultural, sendo reverenciado como patrimônio clássico diante das novas tendências musicais.

    Ainda assim, mesmo com as mudanças trazidas pela modernização e pela força do agronegócio, elementos essenciais permanecem na diversidade dos Brasis do campo: o apego à terra, à família, às tradições religiosas e culturais e à dedicação ao trabalho — hoje cada vez mais produtivo e estratégico.

    Não há, de fato, como ignorar o sertanejo na economia nacional. Em 2025, o agronegócio representou cerca de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, um avanço em relação aos 22,9% registrados no ano anterior.

  • Inmet alerta para tempestades e ventos no Sul

    Inmet alerta para tempestades e ventos no Sul

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (10) alerta laranja para tempestades na Região Sul do Brasil. O aviso vale até as 12h deste domingo (11) e indica risco moderado a elevado para a população.

    O alerta laranja representa perigo e fica entre os níveis amarelo e vermelho, conforme a classificação do Inmet.
    Segundo o instituto, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul devem registrar chuva intensa nas próximas horas.

    A previsão aponta volumes entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia. Além disso, o Inmet prevê ventos intensos, com rajadas entre 60 e 100 quilômetros por hora. Também há possibilidade de queda de granizo em diferentes áreas da Região Sul.

    Danos às plantações

    O cenário oferece risco de corte de energia elétrica e danos às plantações agrícolas. Há ainda possibilidade de queda de árvores, alagamentos urbanos e prejuízos à infraestrutura.

    No Rio Grande do Sul, a região da Lagoa dos Patos deve enfrentar intensificação dos ventos costeiros.
    As rajadas podem deslocar dunas de areia e atingir construções localizadas na orla. Durante ventos fortes, o Inmet orienta não se abrigar sob árvores e evitar áreas abertas.

    A recomendação inclui não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. O instituto também orienta evitar o uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada. Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199. O Corpo de Bombeiros atende ocorrências pelo número 193.

  • Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Um ciclone extratropical de forte intensidade atingiu as regiões Sul e Sudeste do Brasil entre os dias 8 e 10 de dezembro, trazendo chuvas volumosas, ventos intensos e transtornos generalizados. O sistema se organizou na madrugada de segunda para terça-feira (8 e 9/12), provocando impactos diretos nas atividades agrícolas e na logística do setor.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou acumulados de chuva entre 50 e 140 mm em estações do oeste do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, além do sul e interior de São Paulo e áreas de Mato Grosso do Sul. A estação de Canguçu (RS) registrou 190 mm em menos de 24 horas, volume considerado extremo para o período.

    Ventos fortes e alertas meteorológicos

    As rajadas de vento atingiram entre 60 e 90 km/h, causando quedas de árvores, interrupção no fornecimento de energia e danos estruturais. O ciclone alcançou pressão atmosférica abaixo de 1.000 hPa, condição que intensifica tempestades severas e favorece o desenvolvimento de nuvens carregadas.

    O Inmet emitiu avisos meteorológicos de tempestades, ventos costeiros e vendavais para toda a região afetada. Os avisos indicavam acumulados acima de 100 mm e ventos acima de 100 km/h, queda de granizo, grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

    Impactos severos no setor agrícola

    As atividades agrícolas sofreram prejuízos significativos durante o evento climático extremo. O sistema influenciou diretamente o tempo no Sul e Sudeste, com chuva volumosa, vento intenso e diversos transtornos à população e às atividades agrícolas.

    Os produtores rurais enfrentam o dilema entre o excesso de água em algumas regiões e o déficit hídrico em outras. No Rio Grande do Sul, já são três semanas sem precipitações nas principais regiões produtoras, o que travou totalmente o plantio do milho. A semeadura permanece em 89% da área estimada, sem evolução.

    O temporal atingiu lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento. Plantações em fase de floração e formação de espigas não conseguem reverter os danos mesmo com o retorno das chuvas. As áreas encharcadas impedem o acesso de máquinas e equipamentos, atrasando manejos essenciais.

    Prejuízos nas principais culturas

    As principais culturas de verão sentem os reflexos do fenômeno climático. Plantações no Sul e Centro-Oeste enfrentam granizo e excesso de água, atrasando safras e elevando preços de alimentos. Eventos semelhantes em 2024 geraram perdas de R$ 2 bilhões apenas no Rio Grande do Sul.

    A Emater alerta que a onda de calor intensifica a evapotranspiração e reduz a umidade do solo, provocando estresse hídrico em lavouras de todas as fases. Nas áreas em estádio reprodutivo, que representam 60% do total, os produtores já observam perdas no potencial produtivo e na qualidade dos grãos.

    Logística comprometida

    O transporte de insumos e produtos agrícolas enfrenta sérias dificuldades. Rodovias e pontes interditadas impedem o escoamento da produção e a chegada de rações, embalagens e defensivos agrícolas às propriedades rurais.

    Em áreas do Sudeste, tempestades atingiram partes de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Campina Verde (MG), o volume chegou a 79,8 mm, acompanhado de rajadas intensas que provocaram alagamentos e quedas de árvores.

    Previsão para os próximos dias

    A partir da quinta-feira (12), o ciclone já se afastou da costa brasileira, mas seus efeitos ainda influenciam o tempo em diversas regiões. Na Região Sudeste, haverá uma variação espacial das chuvas ao longo da semana devido às instabilidades provocadas pelo deslocamento de um sistema sobre o oceano.

    O Inmet prevê chuvas localmente significativas no Mato Grosso do Sul e em grande parte de Goiás, com acumulados acima de 40 mm, podendo atingir 100 mm em algumas localidades. No Mato Grosso, os acumulados ao longo da semana variam entre 10 mm e 40 mm.

    Alerta para dezembro: déficit hídrico no Sul

    A Região Sul deve registrar precipitação abaixo da média, com exceção de áreas localizadas no leste de Santa Catarina e norte do Paraná. No Rio Grande do Sul, o cenário preocupa especialmente os produtores que ainda realizam a semeadura da soja.

    As previsões climáticas indicam que o estado gaúcho enfrenta restrição hídrica e, com pouca chuva prevista para os próximos 15 dias, o solo segue sob forte déficit de umidade, elevando o risco para a safra. A situação representa a sexta safra consecutiva com perdas consolidadas em diversas regiões.

    Centro-Oeste e Sudeste recebem mais umidade

    Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, dezembro traz elevação dos níveis de umidade no solo. A previsão de chuvas mais regulares favorece o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra.

    Algumas áreas podem sofrer com má distribuição das chuvas, como o sudoeste do Mato Grosso, sul do Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e norte de Minas Gerais. A formação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) pode ocorrer no mês, trazendo chuvas frequentes e volumosas para o centro-norte do Sudeste e do Centro-Oeste.

    Monitoramento constante

    Os meteorologistas recomendam que produtores rurais acompanhem diariamente as atualizações dos serviços meteorológicos e das defesas civis estaduais. A variabilidade climática exige adaptação rápida das estratégias de manejo e planejamento agrícola.

    As condições atmosféricas permanecem favoráveis à formação de temporais isolados nas próximas semanas, com possibilidade de rajadas de vento, chuvas intensas e granizo em áreas específicas. O planejamento das operações agrícolas deve considerar essas instabilidades para minimizar perdas e otimizar os resultados da safra 2024/2025.

  • Ciclone intenso avança pelo Brasil e preocupa meteorologistas

    Ciclone intenso avança pelo Brasil e preocupa meteorologistas

    Um ciclone atípico e de grande intensidade começou a atingir o Brasil nesta segunda-feira (8), com previsão de fortes impactos até quinta (11). Segundo a MetSul Meteorologia, o fenômeno alcançará as regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, trazendo chuva volumosa, ventos intensos e risco de transtornos como quedas de energia e alagamentos.

    O Rio Grande do Sul deve sentir os efeitos mais severos. O estado enfrentará tempestades, precipitação acima da média e ventos ciclônicos por até 36 horas. A pressão atmosférica pode cair para valores entre 985 hPa e 990 hPa, índices raros para o mês de dezembro e semelhantes aos de sistemas subtropicais mais típicos do inverno.

    O deslocamento lento do ciclone aumenta o potencial de estragos. Após cruzar a Argentina, o sistema deve atuar com força sobre o Rio Grande do Sul entre terça e quarta-feira, afastando-se apenas na quinta. Essa lentidão prolonga o período de instabilidade e eleva o risco de inundações e deslizamentos.

    As chuvas devem ser intensas

    Modelos meteorológicos indicam acumulados superiores a 100 milímetros em áreas do Sul e de estados como Mato Grosso do Sul e São Paulo. Em locais isolados, os volumes podem chegar entre 150 mm e 300 mm, provocando enxurradas e transtornos em zonas urbanas e rurais.

    Os temporais mais fortes devem ocorrer na terça-feira (9), quando há chance de granizo, vendavais e formação de supercélulas, tempestades altamente severas. O Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo estão entre as regiões com maior risco.

    O vento também preocupa. No Sul e no Leste gaúcho, rajadas podem ultrapassar 100 km/h, alcançando até 130 km/h em áreas próximas ao litoral e à Lagoa dos Patos. Em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, a previsão é de ventos entre 70 km/h e 100 km/h, suficientes para derrubar árvores, causar danos em estruturas e interromper o fornecimento de energia em parte das cidades.

  • Chuvas intensas voltam a atingir o Sul do Brasil

    Chuvas intensas voltam a atingir o Sul do Brasil

    As chuvas retornam com força ao Sul do Brasil nesta quinta-feira (26). Áreas de instabilidade avançam sobre a região e devem provocar temporais. O alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) vale para o centro, noroeste e norte do Rio Grande do Sul, incluindo a Grande Porto Alegre.

    Santa Catarina e Paraná também devem registrar fortes pancadas de chuva. O sistema está associado ao padrão de ventos nas diversas camadas da troposfera e à alta umidade do ar.

    Os temporais podem vir acompanhados de raios, rajadas de vento e queda de granizo. Em algumas áreas, os volumes podem variar de 30 a 70 milímetros em curto intervalo de tempo.

    Além do Sul, o sul do Mato Grosso do Sul também pode ser atingido pelas chuvas. Na sexta-feira (27), a instabilidade se desloca. As chuvas devem se concentrar no oeste e centro-sul do Mato Grosso do Sul, sul e litoral leste de São Paulo, além do Paraná e norte de Santa Catarina.

    Nessas áreas, há risco de chuva intensa e tempo severo. Os volumes previstos variam de 20 a 60 milímetros, podendo ocorrer em poucas horas.

    No sábado (28), a instabilidade recua. As chuvas voltam a se concentrar entre Paraná, Santa Catarina e o centro-norte do Rio Grande do Sul. A Grande Porto Alegre segue sob risco.

    Os acumulados podem variar de 40 a 80 milímetros. Em algumas localidades do Rio Grande do Sul, os volumes podem ser ainda maiores. A Defesa Civil recomenda atenção redobrada à população das áreas afetadas.

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  • Colheita de arroz no RS atinge 79,19% da área plantada

    Colheita de arroz no RS atinge 79,19% da área plantada

    A colheita do arroz no Rio Grande do Sul já atingiu 79,19% da área semeada, totalizando 768.873 hectares colhidos até esta quinta-feira (17/4), segundo dados divulgados pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). A região da Planície Costeira Externa lidera o processo, com 95,02% da área colhida, seguida pela Fronteira Oeste (90,87%) e Planície Costeira Interna (82,87%).

    Regiões com menor avanço

    Embora a colheita esteja em fase final em algumas áreas, outras ainda registram percentuais menores:

    • Campanha: 71,90%
    • Zona Sul: 66,35%
    • Região Central: 60,31%

    Segundo Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga, a redução da luminosidade diária diminui o ritmo da colheita. No entanto, previsões de clima favorável para os próximos dias devem acelerar os trabalhos, especialmente na Planície Costeira Externa e Fronteira Oeste, que devem ser as primeiras a finalizar a safra.

    Monitoramento em tempo real

    O Irga atualiza semanalmente os dados da colheita por meio da plataforma Safra. Ela fornece informações detalhadas sobre o andamento da safra de arroz no estado. A ferramenta é alimentada pelos 37 escritórios regionais do instituto, garantindo precisão nos números divulgados.

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  • Final de semana terá chuvas intensas no Centro-Sul e Sudeste

    Final de semana terá chuvas intensas no Centro-Sul e Sudeste

    Uma frente fria estacionária mantém o tempo instável no Brasil e provoca chuvas em grande parte do Sudeste, além de Goiás e Bahia. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade permanece elevada na região, aumentando o risco de pancadas de chuva até sábado (22/3).

    Portanto, hoje a baixa pressão começa a formar nebulosidade e chuvas leves no Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo, onde o tempo estava seco e ensolarado. No domingo (23/3), esse sistema se intensifica e provoca chuvas mais fortes no Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

    Além disso, o Sudeste e o Centro-Oeste seguem com condições favoráveis para pancadas de chuva, principalmente em Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás, os estados mais atingidos. Os volumes acumulados podem chegar a 100 mm nas áreas mais afetadas até o fim do domingo. O cenário instável deve persistir nos primeiros dias da próxima semana.

    No Norte, chuvas intensas atingem o Pará e o extremo-oeste do Acre, acompanhadas de ventos que podem superar 60 km/h. No Nordeste, a chuva se espalha por quase toda a região, mas a Bahia tem risco de tempestades.

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  • Chuva e calor extremo dividem o Brasil nesta quarta-feira

    Chuva e calor extremo dividem o Brasil nesta quarta-feira

    A quarta-feira (15) será marcada por chuvas fortes em diversas regiões do Brasil. O Nordeste deve registrar os maiores volumes de precipitação, com destaque para o semiárido. Também há previsão de chuva intensa no norte de Minas Gerais, sul do Pará, Mato Grosso, Goiânia e Brasília. Ao mesmo tempo, no Norte, a chuva se concentra na porção sul da região, abrangendo áreas entre o Pará e o Acre.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sistemas meteorológicos típicos do verão estão impulsionando as chuvas. Entre eles estão a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), o Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Ou seja, esses sistemas combinados devem gerar altos volumes de chuva no norte do país nos próximos dias.

    Maranhão, Piauí, Ceará e Bahia devem registrar os maiores acumulados de chuva. Por outro lado, no leste do Nordeste, as precipitações serão mais leves. No Sudeste, o clima permanece úmido, especialmente nas áreas litorâneas e no norte da região. No Sul, a chuva fica restrita ao litoral.

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    Alerta de calor extremo no Rio Grande do Sul

    Enquanto isso, o Rio Grande do Sul enfrenta uma onda de calor intensa. A Defesa Civil estadual alertou para temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar. Ou seja, hoje, quarta-feira, regiões como oeste, missões, noroeste, campanha, centro, vales e áreas metropolitanas de Porto Alegre devem registrar máximas entre 34ºC e 42ºC. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 35%.

    Na quinta-feira (16), o calor deve aumentar nas mesmas áreas. A Defesa Civil alerta para população evitar exposição prolongada ao sol e a se hidratar frequentemente.

     

  • Chuva ganha força do Norte ao Sudeste com corredor de umidade

    Chuva ganha força do Norte ao Sudeste com corredor de umidade

    A última semana da primavera será marcada por chuvas intensas em diversas regiões do país. Um corredor de umidade, formado com a chegada de uma nova frente fria, vai levar precipitações do Norte ao Sudeste.

    Chuva e vento

    Na metade norte do Brasil, as chuvas ganharam intensidade nesta segunda-feira. Pancadas foram registradas nos Estados do Pará, Amazonas, Acre, Mato Grosso e Minas Gerais. Enquanto isso, rajadas de vento de até 50 km/h se destacaram no Sul, em Mato Grosso do Sul e São Paulo.

    Previsão do Inmet

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê volumes superiores a 50 milímetros no Sudeste, no centro-norte do Sul, no Centro-Oeste e no Norte. Em contrapartida, no norte da região Norte e em grande parte do Nordeste, as chuvas devem ficar abaixo de 20 milímetros. Em muitas áreas, não há previsão de precipitação.

    Norte

    A combinação de calor e alta umidade deve intensificar as chuvas no Norte. Os acumulados podem ultrapassar 100 milímetros no centro-oeste do Amazonas, no oeste do Acre e em áreas isoladas do sul do Pará e do Tocantins. No Amapá, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) deve provocar volumes superiores a 100 milímetros. Em contrapartida, no norte do Pará e em Roraima, os acumulados devem ficar abaixo de 10 milímetros.

    Nordeste

    No Nordeste, a previsão é de chuvas fracas na faixa leste e norte. Já no interior, o tempo permanece seco, quente e com baixa probabilidade de chuva. No oeste da Bahia e no sudoeste do Maranhão, os acumulados ficam abaixo de 20 milímetros.

    Centro-Oeste

    Ao mesmo tempo, no Centro-Oeste, a instabilidade persiste, e chuvas fortes estão previstas em Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso. Além disso, os acumulados devem superar 40 milímetros e podem passar de 100 milímetros em pontos isolados.

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    Sudeste

    Já no Sudeste, as chuvas já atingem o Espírito Santo e o norte de São Paulo. Minas Gerais e Rio de Janeiro, porém, devem registrar os maiores volumes da região nesta semana.

    Sul

    Em relação ao Sul do país, o tempo chuvoso predomina apenas no leste da região e segue firme até quinta-feira. A previsão indica que as chuvas retornam na sexta-feira (20) em Santa Catarina, Paraná e centro-norte do Rio Grande do Sul.

    Portanto, com a chegada do verão no próximo sábado, 21 de dezembro, a tendência é de que o clima siga instável em grande parte do Brasil.