Tag: Sistema Faemg Senar

  • Festival do Queijo Artesanal de Minas termina hoje

    Festival do Queijo Artesanal de Minas termina hoje

    O segundo dia do 8º Festival do Queijo Artesanal de Minas (FQAM) manteve o Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, cheio de visitantes, degustações e negócios nesta sexta-feira. O evento consolida sua posição como o principal encontro do setor no estado ao reunir produtores das diferentes regiões queijeiras mineiras com consumidores, chefs, especialistas e comerciantes.

    Foto: Divulgação/Corp Comunicação

    Para o gerente de relacionamento do Sistema Faemg Senar, Altino Rodrigues Neto, o festival cumpre um papel estratégico para toda a cadeia produtiva. “O Festival do Queijo Artesanal de Minas se consolidou como um dos principais espaços de valorização dos produtores e das regiões produtoras do estado. Mais do que apresentar ao público a diversidade e a qualidade dos nossos queijos, o evento aproxima consumidores, especialistas, chefs, comerciantes e produtores, fortalecendo toda a cadeia produtiva”, afirma.

    O Sebrae Minas atua no evento com foco na profissionalização dos negócios e no fortalecimento das associações regionais. “Trabalhamos com os produtores de queijo artesanal tanto dentro quanto fora da porteira. Nosso ponto inicial é fortalecer as associações regionais, porque acreditamos que o trabalho coletivo gera ganhos maiores para os produtores e para os territórios. Atuamos na gestão, na qualificação dos produtos e, principalmente, na promoção das regiões produtoras, ajudando a posicionar esses queijos no mercado e aproximando consumidores e compradores das histórias e origens de cada território mineiro”, explica Priscilla Lins, gerente da Unidade de Agronegócios e Artesanato do Sebrae Minas.

    Expositores

    Entre os expositores, o festival abre portas para produtores que ganham projeção além de suas regiões. Mirio Pedro Marques, da Queijaria DuPidrim, de São João Evangelista, chega ao evento com novidade: o município entrou recentemente para a microrregião do Serro. “Estamos muito felizes com a inclusão, porque isso traz mais visibilidade para o nosso produto e para a nossa região. Produzir queijo artesanal também representa uma oportunidade de gerar mais sustentabilidade para a propriedade rural. Já que conseguimos agregar valor ao produto e aproximá-lo do consumidor final”, diz.

    Além disso, Marques também destaca o suporte das instituições parceiras na estruturação do negócio. “O trabalho desenvolvido por instituições como o Sebrae Minas e o Sistema Faemg Senar foi fundamental para a evolução do nosso negócio. Tivemos acesso a consultorias, capacitações, apoio na gestão, no desenvolvimento da marca e em boas práticas de produção. Tudo isso ajudou a tomar decisões importantes para agregar valor ao nosso queijo”, completa.

    O FQAM segue até este sábado (07) no Parque de Exposições da Gameleira com programação para toda a família. O público encontra queijos artesanais de diversas regiões do estado, além de degustações, harmonizações, aulas-show e experiências gastronômicas que celebram um dos maiores patrimônios culturais de Minas Gerais. Aliás, a entrada é gratuita.

  • Festival do Queijo Artesanal de Minas tem primeiro dia marcado por grande público

    Festival do Queijo Artesanal de Minas tem primeiro dia marcado por grande público

    O 8º Festival do Queijo Artesanal de Minas começou nesta quinta-feira (4) com grande público, geração de negócios e forte valorização da cultura mineira no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte. O evento reúne produtores de 14 regiões reconhecidas pela produção de queijos artesanais no estado e segue até sábado (6), com entrada gratuita.

    Foto: Divulgação FQAM

    Logo nas primeiras horas, visitantes lotaram os estandes para degustar e comprar produtos diretamente dos produtores rurais, impulsionando as vendas e fortalecendo o contato entre campo e cidade. O festival também atrai especialistas, compradores, autoridades e apreciadores da gastronomia mineira, consolidando-se como uma das principais vitrines do queijo artesanal no Brasil.

    Mulheres do Queijo

    A programação do primeiro dia destacou o 3º Encontro das Mulheres do Queijo. Ele reuniu produtoras de diversas regiões para discutir liderança, comunicação, comercialização e o protagonismo feminino na cadeia produtiva. O encontro reforçou o papel das mulheres no desenvolvimento do setor e ampliou o debate sobre oportunidades no mercado.

    Organizado pelo Sistema Faemg Senar e pelo Sebrae Minas, o festival busca ampliar mercados para os produtores e dar visibilidade à produção artesanal, que sustenta famílias e movimenta economias regionais em Minas Gerais.

    O presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, destacou o impacto do evento na geração de oportunidades para o produtor rural. Segundo ele, o festival abre espaço para que produtores apresentem seus produtos, contem suas histórias e ampliem canais de comercialização. Além de avançar na regularização das atividades e no aumento da renda no campo.

    Já o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva, ressaltou a diversidade e a força da cadeia produtiva do queijo artesanal. Para ele, o evento reúne diferentes identidades culturais do estado e fortalece uma atividade essencial para a economia mineira.

    Desenvolvimento da cultura queijeira

    Na avaliação do jornalista especializado em queijos Eduardo Girão, o festival se destaca no cenário nacional por concentrar, em um único espaço, produtores de todas as regiões queijeiras de Minas Gerais. Ele afirma que a iniciativa contribui diretamente para o desenvolvimento da cultura queijeira e serve de referência para eventos em todo o país.

    Além da exposição e comercialização, o festival oferece uma programação diversificada. Que inclui seminários técnicos, oficinas gastronômicas e  harmonizações. Além de cozinha show com chefs convidados, degustações orientadas e atrações culturais.

  • Belo Horizonte recebe Festival do Queijo Artesanal de Minas

    Belo Horizonte recebe Festival do Queijo Artesanal de Minas

    O Festival do Queijo Artesanal de Minas começa nesta quinta-feira (4) em Belo Horizonte e reúne produtores de 14 regiões reconhecidas pela produção queijeira no estado. A 8ª edição do evento segue até sábado (6), no Parque de Exposições da Gameleira, com entrada gratuita e programação voltada à valorização do queijo artesanal mineiro.

    Foto: Divulgação FQAM

    O festival é realizado pelo Sistema Faemg Senar em parceria com o Sebrae Minas. E oferece ao público a oportunidade de conhecer, degustar e comprar queijos diretamente dos produtores. A agenda inclui atividades técnicas, gastronômicas e culturais que reforçam a importância do setor para a economia rural.

    Entre os destaques, está o 3º Encontro das Mulheres do Queijo. Ele ocorre nesta quinta-feira e reúne produtoras de diversas regiões para discutir liderança, comunicação, comercialização e o papel feminino na cadeia produtiva.

    O evento também promove o Seminário Técnico do Queijo Artesanal, que aborda desafios, inovação e perspectivas de mercado com especialistas e produtores.

    Programação

    A programação inclui ainda oficinas gastronômicas, harmonizações, cozinha show com chefs convidados, degustações orientadas, experiências sensoriais e apresentações musicais. Os organizadores estruturaram o evento para aproximar consumidores, produtores e compradores, além de incentivar o intercâmbio de conhecimento.

    Considerado uma das principais vitrines do queijo artesanal brasileiro, o festival amplia a visibilidade de um produto que representa a cultura mineira. Além de ganhar espaço no mercado nacional e internacional. Participam desta edição produtores das regiões de Alagoa, Araxá, Canastra, Campo das Vertentes, Cerrado, Diamantina, Entre Serras da Piedade ao Caraça, Mantiqueira de Minas, Serra Geral, Serras da Ibitipoca, Serro, Triângulo Mineiro, Vale do Jequitinhonha e Vale do Suaçuí.

    O presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, destaca o papel estratégico do evento na conexão entre campo e cidade. “O festival aproxima o consumidor da história e do trabalho das famílias produtoras, além de gerar oportunidades de negócios e ampliar mercados para o queijo artesanal mineiro”, afirma.

    Para o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva, o evento fortalece a cadeia produtiva ao estimular capacitação e geração de negócios. “O festival cria um ambiente de troca de experiências e impulsiona pequenos empreendedores que contribuem para a identidade econômica e cultural de Minas Gerais”, diz.

    A organização espera receber milhares de visitantes ao longo dos três dias. Além de promover os territórios produtores, o festival reforça o papel do queijo artesanal na geração de renda, emprego e desenvolvimento regional.

  • A preço de banana: como o morango egípcio derrubou os preços no Sul de Minas

    A preço de banana: como o morango egípcio derrubou os preços no Sul de Minas

    O Brasil importou morango em volume 868% maior nos últimos quatro anos, e o principal fornecedor é o Egito. O avanço do produto estrangeiro já pressiona os preços pagos ao produtor nacional e ameaça a viabilidade econômica de pelo menos 11 mil agricultores familiares, concentrados principalmente no Sul de Minas Gerais e na região do Campo das Vertentes.

    Os dados são da analista de agronegócio do Sistema Faemg Senar, Mariana Marotta, e foram apresentados em audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Segundo ela, o salto nas importações tem raiz em um acordo comercial assinado há mais de uma década.

    “Parte desse avanço está ligada ao acordo firmado em 2010 entre o Mercosul e o Egito para ampliar o comércio bilateral. O processo foi regulamentado em 2017, pelo Decreto nº 9.229, que estabeleceu a redução gradual das tarifas de importação. A partir de 2022, o morango passou a entrar no mercado brasileiro com preços ainda mais competitivos”, explica Marotta.

    Preço do produto importado é quase metade do custo de produção no Brasil

    A distorção de preços é o centro do problema. No mercado interno egípcio, o quilo do morango é comercializado por cerca de 90 libras egípcias, o equivalente a aproximadamente R$ 15. Para exportação, porém, o valor despenca para pouco mais de R$ 7,50 por quilo. No Brasil, o custo médio de produção gira em torno de R$ 8,50 por quilo. A diferença torna a competição, na prática, insustentável para o produtor brasileiro.

    Especialistas apontam indícios de dumping, prática em que empresas vendem um produto no mercado externo por valor inferior ao preço praticado no próprio país de origem, situação que o comércio internacional considera concorrência desleal.

    Minas Gerais: maior produtor de morango da América Latina

    Minas Gerais responde pela maior produção de morango da América Latina. Em 2023, o estado colheu cerca de 190 mil toneladas da fruta em aproximadamente 4.800 hectares, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A produção se concentra no Sul de Minas, especialmente na microrregião de Pouso Alegre, mas também tem expressão significativa no Campo das Vertentes.

    A cadeia tem forte perfil social: 98% dos produtores são da agricultura familiar, o que torna o setor especialmente vulnerável à pressão externa.

    Apesar disso, as importações seguem crescendo. Em 2025, Minas Gerais importou cerca de US$ 2,3 milhões em morangos e derivados,aproximadamente 2 mil toneladas, segundo dados da Agrostat, sistema de estatísticas de comércio exterior do agronegócio brasileiro. No ano anterior, as compras externas somaram US$ 658 mil e 743 toneladas, o que representa crescimento de 164% em volume em apenas 12 meses.

    “Neste caso, o preço passou de R$ 17 para R$ 8 em fevereiro”

    No município de Ipuiuna, no Sul de Minas, a produtora Solange de Oliveira Paiva cultiva 140 mil pés de morango e sente diretamente os efeitos da concorrência estrangeira. Ela afirma que o chamado “morango de fábrica” registrou a queda mais acentuada. Esse tipo de fruta segue para a fabricação de polpa e suco, setor que mais absorve o produto importado congelado.

    Foto: Wenderson Araujo/Sistema CNA/Senar

    “O preço passou de R$ 17, no fim do ano passado, para R$ 8 em fevereiro deste ano. A gente tem que vender a preço de banana”, lamenta Solange. Ela relata também perdas no morango de bandeja, a variedade com frutos maiores, produzida no período mais frio. Na última comercialização, em 2025, recebeu R$ 7 por caixa com quatro cumbucas. No mesmo período do ano anterior, o valor variava entre R$ 10 e R$ 13.

    Campo das Vertentes também sente o impacto

    A pressão não se limita ao Sul do estado. Em Alfredo Vasconcelos, no Campo das Vertentes, 75% dos pouco mais de 7 mil habitantes são produtores rurais. A cidade conta com mais de cem hectares plantados com morango e produção anual de 6 mil toneladas, segundo a prefeitura local.

    Iasmin Ribeiro e Silva, que trabalha com o pai no cultivo da fruta, viu o faturamento da família despencar sete meses após concluir o programa Gestão com Qualidade em Campo (GQC), oferecido pelo Sistema Faemg Senar em parceria com o Sicoob Credivertentes, iniciativa voltada justamente para melhorar a gestão e a competitividade das propriedades rurais.

    “Parte da produção era vendida congelada e nós perdemos esse mercado. Para tentar escapar dos baixos preços na Ceasa, estamos negociando diretamente com os supermercados”, conta Iasmin. Ela ressalta ainda o peso dos insumos e o avanço de pragas e doenças cada vez mais resistentes, que elevam os custos de produção e reduzem ainda mais a margem do agricultor.

  • Dia do Queijo Artesanal: Minas anuncia próxima edição de Festival

    Dia do Queijo Artesanal: Minas anuncia próxima edição de Festival

    Minas Gerais celebra o Dia do Queijo Artesanal nesta sexta-feira, 16 de maio, com o anúncio oficial da sétima edição do Festival do Queijo Artesanal de Minas. O evento, que se consolidou como o maior encontro de amantes do queijo no estado, acontecerá entre 12 e 14 de junho de 2025, no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, e promete reunir dezenas de produtores de diferentes regiões, valorizando a cultura, os sabores e a identidade mineira.

    Neste ano, o festival traz uma novidade histórica: a participação da região produtora do tradicional Queijo Cabacinha, típico do Vale do Jequitinhonha. Ele estreia no evento após avanços importantes em seu processo de regulamentação. O Governo de Minas declarou o Queijo Cabacinha patrimônio cultural e imaterial do estado. E a formalização conduzida pela Secretaria de Agricultura, com apoio da Emater-MG, Epamig e IMA, deve impulsionar a comercialização. Além de garantir mais segurança e valorização para centenas de famílias produtoras.

    A inclusão do Queijo Cabacinha no festival é uma conquista significativa para os produtores do Vale do Jequitinhonha. Foto: Divulgacao FQAM

    O gerente de Relações Institucionais e Governamentais do Sistema Faemg Senar, Altino Rodrigues Neto, destaca que “a presença do Queijo Cabacinha nesta edição do festival representa um marco para a diversidade e para o reconhecimento das identidades regionais que fazem do queijo mineiro um patrimônio cultural”.

    Incentivo ao turismo

    O Festival do Queijo Artesanal de Minas é realizado pelo Sistema Faemg Senar e Sebrae Minas. E tem como objetivo fortalecer a economia, promover a gastronomia local e incentivar o turismo regional. Ricardo Boscaro, analista de agronegócios do Sebrae Minas, ressalta que “a inclusão do Queijo Cabacinha no festival é uma conquista significativa para os produtores do Vale do Jequitinhonha. Este reconhecimento não apenas valoriza a tradição local. Mas também abre novas oportunidades de mercado, fortalecendo a economia regional e promovendo a cultura mineira”.

    A programação do festival inclui estandes de degustação e venda de queijos. Além de pratos preparados por chefs convidados, oficinas temáticas, atrações culturais e espaço para produtores de outras iguarias regionais. A  entrada é gratuita para o público. A edição de 2025 acontece em conjunto com a Megaleite, maior feira de pecuária leiteira da América Latina, ampliando a experiência dos visitantes e promovendo uma verdadeira imersão na cadeia produtiva do leite.

    A expectativa é que a regulamentação do Queijo Cabacinha, produzido há gerações no Vale do Jequitinhonha, traga ainda mais visibilidade e renda para os produtores locais. Além de reforçar a identidade do produto como símbolo da cultura alimentar brasileira. O festival reafirma Minas Gerais como referência nacional na produção de queijos artesanais, celebrando a tradição, a inovação e o empreendedorismo no campo.

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  • Minas Gerais sanciona política estadual de Agricultura Irrigada Sustentável

    Minas Gerais sanciona política estadual de Agricultura Irrigada Sustentável

    O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, sancionou a regulamentação da Política Estadual de Agricultura Irrigada Sustentável, uma medida que está sendo celebrada pelo setor agropecuário mineiro. A lei promete garantir o acesso à irrigação, especialmente no semiárido e noroeste do estado.

    A nova legislação, aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa, é fruto do Projeto de Lei 754/15, do deputado Antônio Carlos Arantes, ao qual se anexou o PL 1872/23, de autoria dos deputados Raul Belém e Maria Clara Marra. Essa aprovação também regulamenta a outorga coletiva de água, uma medida crucial para a gestão hídrica.

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    O presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio Pitangui de Salvo, destacou a importância da nova lei para a agricultura irrigada sustentável em Minas Gerais. “Essa lei promoverá uma revolução para a agricultura irrigada, principalmente nas regiões do semiárido e noroeste de Minas Gerais. Permitirá a reservação de água dentro das propriedades rurais, desburocratizando os projetos de irrigação. E garantindo desenvolvimento, segurança alimentar, geração de emprego e renda para os produtores rurais. Além de aumentar nossa competitividade e ajudar a manter os jovens no campo.”

    Produtividade e Sustentabilidade

    Mariana Ramos, gerente de Sustentabilidade do Sistema Faemg Senar, também ressaltou os benefícios da nova política. “A sanção da lei abre caminho para um salto na produtividade e na sustentabilidade do setor agropecuário mineiro. A irrigação gera um aumento vertical na produtividade, sem expansão horizontal, criando um efeito ‘poupa terra’ significativo também para o meio ambiente.”

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    A prática da irrigação sustentável contribui para a preservação dos recursos hídricos e a redução das emissões de gases de efeito estufa, além de garantir a produção eficiente e resiliente de alimentos. Essa abordagem é crucial em um cenário de mudanças climáticas e crescimento populacional.

    O Sistema Faemg Senar desempenhou um papel vital na aprovação da nova legislação, representando os interesses do setor agropecuário nas discussões com o poder público e a sociedade civil. Mariana Ramos afirmou que a entidade contribuiu para a construção de um texto final que atende às necessidades dos produtores rurais e à preservação ambiental.

  • Federações mineiras se unem em ações colaborativas

    Federações mineiras se unem em ações colaborativas

    Líderes dos setores agropecuário, comércio e indústria de Minas Gerais reuniram-se na sede do Sistema Faemg Senar, em Belo Horizonte. O objetivo foi discutir estratégias colaborativas visando o desenvolvimento econômico do estado. A reunião foi conduzida por Antônio de Salvo, presidente do Sistema Faemg Senar, e contou com a participação de Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), e Nadim Donato, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG), além de outros representantes das instituições.

    Este encontro marca o início de uma série de ações colaborativas planejadas para 2024, com o objetivo de fortalecer a economia mineira e garantir o crescimento sustentável dos setores produtivos. Entre os eventos destacados, está a Semana Internacional do Café (SIC) 2024. As três federações unirão esforços para promover produtos e serviços, visando melhorar a performance do setor cafeeiro de Minas Gerais.

    “Gostaria de agradecer a presença da Fiemg e da Fecomércio aqui em nossa sede. Vamos continuar juntos, estreitando nosso relacionamento e trabalhando em iniciativas relevantes. Nosso objetivo é potencializar as feiras, exposições e demais eventos, para que tenhamos um alinhamento ainda maior entre as três federações, com benefícios para toda a cadeia produtiva”, ressaltou Antônio de Salvo.

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    Também participaram da reunião os vice-presidentes do Sistema Faemg Senar, Renato Laguardia e Ebinho Bernardes, os superintendentes Celso Furtado Júnior e Adriano Cunha, e o chefe de gabinete, Silas Canedo.

    Sobre as Federações Mineiras

    O Sistema Faemg Senar é uma entidade que representa os interesses dos produtores rurais de Minas Gerais. Ele oferece serviços de formação profissional e assistência técnica para o desenvolvimento sustentável da agropecuária no estado.

    A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) atua na promoção do desenvolvimento industrial. Seu objetivo é apoiar empresas com serviços que vão desde a qualificação profissional até a inovação tecnológica.

    Já a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG) representa os empresários do setor terciário. Defende seus interesses e oferecendo suporte para o crescimento e a competitividade dos negócios.