Tag: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

  • Pesquisa avalia viabilidade econômica do cultivo de soja precoce em solo arenoso

    Pesquisa avalia viabilidade econômica do cultivo de soja precoce em solo arenoso

    Um projeto inovador liderado pela Apta Regional de Brotas, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, está avaliando a produtividade de cultivares de soja precoce em solo arenoso. A pesquisa, que conta com o apoio de parceiros público-privados, visa maximizar o potencial produtivo da soja nas condições edafoclimáticas da Região Centro-Oeste do Estado.

    A pesquisa é coordenada pelos pesquisadores Sergio Doná e Carla Cachoni Pizzolante. O estudo busca consolidar práticas que associem manejo cultural e fitossanitário ao cultivo sustentável, alinhado às conformidades ambientais e técnicas. As cultivares estão sendo testadas simultaneamente em Brotas e Assis para comparar diferentes condições de solo e clima.

    Importância da Pesquisa

    “Embora a região de Brotas não tenha tradição no cultivo de soja, a pesquisa representa um marco ao explorar a viabilidade técnica e econômica do plantio em solo arenoso”, ressalta Doná. O estudo fornecerá dados sobre altura das plantas, inserção de vagens, produtividade e viabilidade técnica, auxiliando técnicos e produtores na escolha das melhores cultivares.

    O impacto do estudo se estende ao setor agropecuário, proporcionando oportunidades de diversificação agrícola e contribuindo para a sustentabilidade econômica e ambiental. “Esse trabalho é fundamental para diversificar as atividades agrícolas na região. E promover uma alternativa econômica para produtores e minimizando riscos com a escolha correta de cultivares adaptadas”, destaca Doná.

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  • SP e DF assinam protocolo de intenções para parceria na fruticultura

    SP e DF assinam protocolo de intenções para parceria na fruticultura

    Na última terça-feira, 4 de fevereiro de 2025, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) firmou um protocolo de intenções com a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri), visando estabelecer uma parceria no setor de fruticultura. O documento formaliza o início de um relacionamento contínuo entre os dois estados, com o objetivo de desenvolver ações conjuntas para o fortalecimento do agropecuário.

    O secretário Executivo da SAA, Edson Fernandes, destacou que essa cooperação técnica irá impulsionar ainda mais a fruticultura. Especialmente no que diz respeito às frutas vermelhas. O protocolo prioriza a formação de pessoal em áreas estratégicas. E também o auxílio técnico mútuo e o compartilhamento de dados, com foco no desenvolvimento de projetos voltados para a agricultura familiar.

    Secretarias de Agricultura de SP e DF assinam protocolo de intenções para parceria na fruticultura.

    O protocolo dará origem a um termo de cooperação técnica mais abrangente entre SP e DF, que será assinado durante a Fruit Attraction 2025, um importante evento da fruticultura na América Latina, programado para março.

    Encontro em Campinas

    A assinatura do protocolo de intenções ocorreu em Campinas, na sede da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI. A coordenadoria é responsável pela execução do Projeto Frutas Vermelhas SP. O secretário de Agricultura do DF, Rafael Borges Bueno, enfatizou a importância da troca de conhecimentos entre os estados. “São Paulo tem muito a nos enriquecer na produção agropecuária. Vamos disponibilizar nosso conhecimento para promover qualidade de vida e geração de renda.”

    O setor frutal paulista tem mostrado um crescimento significativo, com um aumento de 13% nas exportações em relação a 2023. De acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), as vendas externas ultrapassaram US$ 250 milhões no ano passado. Os limões e limas foram os produtos mais destacados, representando 50% das exportações, seguidos pela manga e pelo mamão.

    Iniciado em 2018 por demanda dos produtores rurais da CATI Regional Campinas, o Projeto Frutas Vermelhas SP visa diversificar a produção e agregar valor às propriedades que já cultivam goiaba, uva e morango. Atualmente, o projeto abrange 12 regionais da CATI em várias regiões do estado, com 43 produtores cadastrados.

    A assinatura do protocolo entre as Secretarias de Agricultura de São Paulo e do Distrito Federal representa um passo importante para fortalecer a fruticultura nos dois estados. Com foco na cooperação técnica e no desenvolvimento sustentável, essa parceria promete trazer benefícios significativos para os produtores rurais e para o setor agropecuário como um todo.

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  • Projeto gera aproveitamento de resíduos orgânicos

    Projeto gera aproveitamento de resíduos orgânicos

    O Instituto de Zootecnia (IZ-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, está liderando um projeto inovador no Vale do Ribeira que visa o aproveitamento sustentável de resíduos orgânicos. Intitulado “Sistema de produção de leite de búfalas integrado à compostagem de resíduos orgânicos”, o estudo é apoiado pela Fundação AgriSus e está sendo desenvolvido no Núcleo Regional de Pesquisa de Registro do IZ.

    Com o aumento da produção de búfalos na região, a geração de resíduos orgânicos tem crescido significativamente, tanto no meio rural quanto urbano. O descarte inadequado desses resíduos representa uma grave ameaça à qualidade do solo, água e ar. “O objetivo do estudo é viabilizar um sistema de produção que integre forragem, leite e resíduos orgânicos de forma sustentável”, explica o pesquisador Nélcio Antonio Tonizza de Carvalho.

    Benefícios da compostagem

    A transformação dos resíduos em compostos orgânicos traz diversos benefícios, como a incorporação de carbono ao solo e a preservação da saúde ambiental. A utilização de adubação orgânica não apenas fornece nutrientes essenciais. Mas também melhora as características físicas do solo, ajudando a manter a umidade e aumentar a diversidade biológica. Isso, por sua vez, eleva a produtividade das plantas.

    O sistema proposto promete ser mais econômico e rentável para os produtores, além de reduzir os impactos ambientais associados à pecuária. Nélcio destaca que os principais resíduos na pecuária são as fezes e urina dos animais. Enquanto nas áreas urbanas predominam os resíduos verdes, como galhos e folhas. “Esses materiais são ricos em nutrientes e podem ser compostados, oferecendo uma alternativa viável à adubação química, reduzindo assim os custos de produção agrícola”, conclui.

    A iniciativa reflete um compromisso com a inovação e a sustentabilidade em um momento em que soluções ambientais são mais necessárias do que nunca.

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  • Saiba o que é CMS de peixe e seu potencial gastronômico

    Saiba o que é CMS de peixe e seu potencial gastronômico

    O Instituto de Pesca (IP-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tem se dedicado desde 2000 a pesquisas sobre a carne mecanicamente separada de peixe (CMS), visando promover esse alimento nutritivo na dieta da população, especialmente nas escolas. A produção da CMS utiliza subprodutos da filetagem do pescado, oferecendo uma alternativa saudável e sustentável para aproveitar esses resíduos.

    A indústria pesqueira gera uma quantidade significativa de subprodutos durante o processo de filetagem, que pode chegar a representar entre 30% a 40% do peso total do peixe. Tradicionalmente, muitos desses subprodutos são utilizados na fabricação de ração animal. No entanto, o Instituto de Pesca tem explorado maneiras inovadoras de transformar aparas e carcaças em CMS. Desta forma, contribuindo para a redução do desperdício e promovendo a sustentabilidade.

    O que é a carne mecanicamente separada?

    A CMS é obtida por meio de um processo que utiliza uma única espécie ou uma mistura de espécies de peixes com características sensoriais semelhantes. O resultado é um produto livre de vísceras, escamas, ossos e pele, que mantém um alto valor nutricional. A CMS é rica em proteínas de alto valor biológico, ácidos graxos ômega 3 e ômega 6, além de minerais e vitaminas essenciais.

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    A carne mecanicamente separada possui uma aparência semelhante à carne moída, o que a torna extremamente versátil em diversas preparações culinárias. Ela pode ser utilizada em receitas como hambúrgueres, almôndegas, nuggets e molhos.

    Hambúrguer de CMS de peixe. Reprodução Instituto de Pesca SP

    De acordo com Cristiane Neiva, diretora-geral do Instituto de Pesca, estudos realizados em parceria com prefeituras demonstraram que 85% dos estudantes de escolas públicas aprovaram pratos preparados com CMS. Como exemplo, temos macarrão ao molho à bolonhesa e escondidinho de peixe.

    Pesquisas e inovações

    Além das pesquisas sobre aceitação do produto, o Instituto também investiga a qualidade da CMS proveniente de diferentes espécies sob congelamento e o desenvolvimento de produtos desidratados à base de carne mecanicamente separada. Essas iniciativas visam garantir que a CMS se torne uma opção viável para promover segurança alimentar no Brasil.

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    O Núcleo de Pesquisa Pescado para Saúde está focado na padronização da identidade e qualidade da CMS, além do desenvolvimento contínuo de novos produtos. O objetivo é assegurar que esse alimento nutritivo alcance todas as faixas populacionais, contribuindo para uma dieta equilibrada e saudável.

    Recursos educativos

    Para apoiar a disseminação do conhecimento sobre a carne mecanicamente separada, o Instituto lançou um e-book gratuito com receitas gourmet, escolares e caseiras que utilizam esse recurso inovador. O material também contém informações detalhadas sobre as propriedades nutricionais da CMS.

    A carne mecanicamente separada representa não apenas uma solução eficaz para o aproveitamento dos subprodutos da indústria pesqueira. Mas também uma oportunidade significativa para enriquecer a alimentação da população brasileira. Com o apoio contínuo do Instituto de Pesca e suas pesquisas, espera-se que tanto a CMS como a própria carne de peixe in natura se torne cada vez mais presente nas mesas dos brasileiros, promovendo saúde e sustentabilidade.

  • Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo divulga balanço

    Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo divulga balanço

    Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo divulgou um balanço do  ano, com destaque para ações desenvolvidas ao longo de 2024.

    O ano foi transformador para o agronegócio paulista, que superou desafios climáticos e se destacou como referência nacional e internacional. Por meio de ações inovadoras e investimentos históricos, a Secretaria apoiou o desenvolvimento sustentável, a segurança jurídica no campo e a inclusão de diferentes segmentos produtivos, consolidando o Estado como líder absoluto do setor no Brasil.

    O agronegócio de São Paulo respondeu por 18,6% das exportações brasileiras do setor em 2024, atingindo um superávit histórico de R$ 140 bilhões no acumulado de janeiro a novembro, 10% a mais do que o registrado no mesmo período de 2023.

    Esse resultado reafirma o protagonismo paulista na balança comercial agrícola, fruto de políticas públicas voltadas para a expansão da competitividade e inovação no campo.

    Crédito rural histórico amplia resiliência e produtividade

    A Secretaria de Agricultura disponibilizou R$ 290 milhões em crédito rural, o maior volume já liberado pelo Estado. O montante abrangeu linhas de financiamento para seguros rurais, subvenções, pagamento por serviços ambientais e projetos emergenciais. Essas iniciativas minimizaram os impactos da estiagem e potencializaram a produtividade em todas as regiões.

    Entre os destaques, estão o programa Pró-trator, que moderniza o parque de máquinas agrícolas, e os créditos emergenciais do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), voltados para produtores em situação de vulnerabilidade climática.

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    São Paulo registrou, em 2024, a maior regularização fundiária de sua história, com 3,4 mil propriedades reconhecidas, totalizando 130 mil hectares de terras regularizadas. Essa iniciativa trouxe segurança jurídica e atraiu investimentos para regiões historicamente marcadas por conflitos, como o Pontal do Paranapanema.

    Selma França, líder quilombola do Nhunguara, entre Iporanga e Eldorado, celebrou o impacto das ações em sua comunidade: “Com 8.500 hectares regularizados, agora podemos aproveitar o espaço com projetos como o Viveiro, que fomenta o turismo e nos dá melhores perspectivas.”

    Sustentabilidade e transição energética ganham protagonismo

    Em um cenário global que exige soluções para reduzir emissões de carbono, São Paulo desponta como líder em energia limpa. O Estado produz 38,9% do etanol nacional e possui 60% dos canaviais do Brasil, o que reforça sua posição estratégica no mercado sucroenergético.

    A Secretaria de Agricultura implementou ações pioneiras em descarbonização, como a produção de biogás e biometano, além de atualizar o Protocolo Etanol Mais Verde, que estabelece metas sustentáveis para o setor. Também foi criada uma Coordenadoria de Transição Energética, voltada para a regulamentação de biodigestores e estímulo a projetos de Integração Lavoura-Pecuária-Energia (ILPE).

    Os desafios climáticos, incluindo uma severa estiagem e incêndios florestais que causaram prejuízos de R$ 2 bilhões, foram enfrentados com medidas estratégicas. A Secretaria lançou o maior seguro rural do Estado, no valor de R$ 100 milhões, e um pacote emergencial de R$ 10 milhões para socorrer produtores afetados.

    Para aumentar a eficiência hídrica, foi instituído o programa Irriga+ SP, que destinou R$ 200 milhões em crédito para irrigação sustentável. O programa atende cerca de 200 propriedades, incentivando sistemas modernos de irrigação, energia solar e agricultura de precisão.

    Inovação tecnológica impulsiona o agro paulista

    A modernização tecnológica foi uma prioridade em 2024. A Secretaria lançou o AptaHub, uma rede com sete espaços de inovação focados no desenvolvimento científico e tecnológico. Durante a Agrishow, foram anunciados R$ 500 milhões em financiamento via Fundo de Investimentos de Cadeias Agroindustriais (Fiagro).

    Outro destaque foi o combate ao greening na citricultura. O Estado criou um Comitê Estadual para enfrentamento da doença e investiu R$ 90 milhões em um Centro de Pesquisa Aplicada, além de oferecer crédito de R$ 300 mil para pequenos produtores.

    Em 2024, o programa FEAP Mulher liberou R$ 4,2 milhões em crédito, fortalecendo a presença feminina no agro. “As mulheres têm um papel crucial no campo, e o apoio do governo fortalece nossa participação e independência”, afirmou Célia Biscaro, produtora de Jundiaí.

    Além disso, o Estado promoveu concursos inéditos, como o 1º Concurso Estadual de Qualidade da Cachaça Paulista, que premiou 78 rótulos. E também lançou o programa Rotas do Vinho, que fomenta o enoturismo e organiza a cadeia produtiva do setor vinícola.

    Pecuária paulista: inovação e competitividade

    Na pecuária, São Paulo avançou com ações de rastreabilidade, bem-estar animal e sanidade. O SIRBOV-SP, sistema de identificação individual de bovinos, promete abrir mercados internacionais e aumentar a competitividade.

    Outra novidade foi o lançamento de um modelo alternativo para vacinação contra brucelose, que substitui a marcação a fogo por um bottom, garantindo mais segurança no manejo e maior conforto aos animais.

    São Paulo também consolidou sua posição como zona livre de febre aftosa sem vacinação e instituiu o FUNDESA-PEC, fundo indenizatório para proteger pecuaristas em caso de surtos da doença.

    Com recordes históricos em 2024, o agronegócio paulista entra em 2025 fortalecido e com um compromisso renovado com a inovação, a sustentabilidade e a inclusão. As ações da Secretaria de Agricultura reafirmam São Paulo como líder no agro brasileiro e modelo para o mundo, impulsionando o desenvolvimento rural e urbano em harmonia com o meio ambiente.

  • Prêmio Produtividade Com Modernidade chega a sua segunda edição

    Prêmio Produtividade Com Modernidade chega a sua segunda edição

    Com promoção do Programa Cana do Instituto Agronômico (IAC), pertencente à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, o Prêmio Produtividade Com Modernidade chega a sua segunda edição com a expectativa de aumentar o número de concorrentes da primeira edição.

    Em 2023, foram 219 participantes entre usinas, destilarias, fornecedores e associações de produtores, que concorreram em 12 categorias regionais, das quais saiu o grande vencedor da Categoria Destaque Nacional. Nesta segunda edição o número de concorrentes já alcançou o da primeira, porém as inscrições podem ser feitas até o dia 15 de agosto. Para concorrer a unidade produtora precisa ter produção superior à 500 mil toneladas de cana.

    O Prêmio Produtividade Com Modernidade chega a sua segunda edição é mais do que uma distinção, é a prova de que a ciência e a inovação mudam os patamares de produção. O grande balizador do Prêmio é o Índice IAC de Produtividade, que considera a quantidade de açúcar por área e o uso de variedades de cana-de-açúcar liberadas, em datas recentes, por todos os programas de melhoramento nacionais.

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    O objetivo do Prêmio é reconhecer as empresas que apresentem maior produtividade, utilizando variedades mais modernas. Os vencedores serão anunciados no dia 11 de setembro de 2024, em evento no Centro de Cana IAC, em Ribeirão Preto.

    Premiação regional

    A premiação, como na primeira edição, será feita por região produtora, para garantir, no mínimo, 10 respostas por região, são elas:

    • Estado de Alagoas
    • Estados da região Norte/Nordeste, exceto Alagoas
    • Estados de Goiás/Tocantins
    • Estados de Mato Grosso/Mato Grosso do Sul
    • Estados de Minas Gerais/Espírito Santo
    • Estado do Paraná
    • Região de Araçatuba/SP
    • Região de Assis/SP
    • Região de Jaú/SP
    • Região de Piracicaba/SP
    • Região de Ribeirão Preto/SP
    • Região de São José do Rio Preto/SP
    • PRÊMIO NACIONAL DE PRODUTIVIDADE (considerando todas as regiões, a empresa que apresentar o melhor resultado no Índice IAC de Produtividade receberá o Prêmio Nacional de Produtividade.)

    Conheça o ÍNDICE IAC DE PRODUTIVIDADE (IIP)

    O Índice IAC de Produtividade (IIP) é obtido através da seguinte equação:

    IIP = TAH5 – 0,20 x ILV

    O TAH5 (toneladas de ATR por hectare) é dado pela média aritmética dos cinco primeiros cortes da unidade produtora. Isto faz com que se isole o efeito do estágio médio de corte.

    Já o ILV (índice de liberação varietal) é dado pela seguinte equação: ILV = % da área cultivada da variedade x (ano atual – ano de liberação da variedade), onde varia da primeira até a última variedade cultivada na unidade produtora. Com isso é conhecida a idade média das variedades utilizadas.

    As inscrições vão até o dia 15 de agosto, e podem ser realizadas pelo link: https://forms.gle/bogrcb6gtPm84tAV9