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  • Espírito Santo inicia safra 2026 do gengibre e reforça liderança nacional

    Espírito Santo inicia safra 2026 do gengibre e reforça liderança nacional

    O Espírito Santo deu início à safra 2026 de gengibre com um evento técnico em Santa Maria de Jetibá, na região serrana. Maior produtor e exportador da raiz no Brasil, o estado reuniu agricultores, pesquisadores, técnicos e autoridades durante o Dia Especial da Cultura do Gengibre.

    O encontro destacou inovações tecnológicas, práticas sustentáveis e estratégias para fortalecer a cadeia produtiva do gengibre capixaba, considerada referência nacional.

    Realizado no Galpão Djalma Plaster, na localidade de Caramuru, o evento apresentou soluções práticas para o campo, como controle biológico de pragas e doenças, produção de bioinsumos nas propriedades rurais e novas variedades registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

    A Secretaria da Agricultura do Espírito Santo (Seag), o Incaper, a Prefeitura de Santa Maria de Jetibá e o Sicoob organizaram a programação, com apoio da Prefeitura de Santa Leopoldina.

    Espírito Santo lidera produção e exportação de gengibre

    O Espírito Santo concentra cerca de 75% da produção nacional de gengibre e responde por 59% das exportações brasileiras. Em 2025, os produtores capixabas colheram 83,7 mil toneladas da raiz.

    No mercado externo, o estado exportou 28,5 mil toneladas, gerando US$ 40,4 milhões em receita. O gengibre ocupou a quarta posição entre os produtos mais valiosos do agronegócio capixaba.

    Os municípios de Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e Domingos Martins respondem por aproximadamente 95% da produção estadual, consolidando a região serrana como polo da cultura.

    Segundo o secretário estadual de Agricultura, Carlos Tesch, o desempenho do setor reflete o trabalho dos produtores e o investimento contínuo em tecnologia e assistência técnica.

    “O Espírito Santo se tornou referência nacional na produção e exportação de gengibre graças à dedicação dos agricultores, principalmente das famílias da região serrana. O governo segue incentivando práticas sustentáveis e apoiando o desenvolvimento da cultura”, afirmou.

  • Produtividade: estado produz 145 ovos por segundo

    Produtividade: estado produz 145 ovos por segundo

    O setor de avicultura de postura no Espírito Santo atingiu um patamar de produtividade que impressiona não apenas pelo volume total, mas pela velocidade do processo. O estado registrou a produção de 380.650 mil dúzias de ovos de galinha, segundo dados da Produção Pecuária Municipal do IBGE, em 2024. Esse montante, quando convertido, representa a marca astronômica de aproximadamente 4,57 bilhões de ovos em um único ano.

    Para facilitar a compreensão da magnitude desses números, o volume pode ser fragmentado em frações de tempo: o Espírito Santo produz cerca de 12,5 milhões de ovos por dia, o que equivale a 521 mil por hora, 8,7 mil por minuto e aproximadamente 145 ovos a cada segundo. Na prática, no tempo que se leva para ler uma frase curta, milhares de novos ovos já foram produzidos em território capixaba.

    Abastecimento e consumo

    A escala da produção é tamanha que seria capaz de abastecer a população estadual com folga. Considerando a população estimada de 4,1 milhões de habitantes, a produção média anual é de 1.114 ovos por habitante. Isso significa que, se toda a produção ficasse no estado, haveria pouco mais de três ovos disponíveis por dia para cada capixaba.

    Em termos gastronômicos, a produção diária do estado seria suficiente para preparar cerca de 6,25 milhões de omeletes simples (de dois ovos) todos os dias.

    O cinturão verde da produção: Santa Maria de Jetibá

    Embora a produção esteja presente em diversos municípios, há uma concentração clara na Região Serrana. Santa Maria de Jetibá é o protagonista absoluto do setor, sendo responsável por 346.602 mil dúzias, o equivalente a 91,1% de toda a produção do Espírito Santo. Sozinho, o município entregou cerca de 4,16 bilhões de ovos ao mercado em 2024.

    Imagem gerada por IA/LM Notebook

    Outras cidades também se destacam no ranking estadual, embora com volumes menores:

    • Santa Teresa: 9.800 mil dúzias.
    • Santa Leopoldina: 9.613 mil dúzias.
    • Domingos Martins: 5.016 mil dúzias.
    • Venda Nova do Imigrante: 2.859 mil dúzias.

    Eficiência e tecnologia no campo

    O setor alcançou sucesso com uma combinação de profissionalismo e investimento tecnológico. Segundo o secretário de Estado da Agricultura, Carlos Tesch, uma cadeia produtiva organizada gerou esses resultados ao unir a força da agricultura familiar ao alto nível tecnológico.

    Além do impacto direto na mesa do consumidor, a atividade possui um peso econômico vital para o estado, gerando renda e estruturando comunidades, especialmente na região serrana. O objetivo do governo estadual, conforme destacado por Tesch, é manter o apoio ao setor para garantir que o Espírito Santo continue sendo uma referência nacional na produção de ovos, focando em competitividade e sustentabilidade.

  • Espírito Santo inicia colheita da safra 2025 de gengibre

    Espírito Santo inicia colheita da safra 2025 de gengibre

    O Espírito Santo deu início à colheita da safra 2025 de gengibre durante o Dia Especial sobre a Cultura do Gengibre, realizado no Galpão Djalma Plaster, em Santa Maria de Jetibá. O evento, promovido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) e do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), reforçou a importância do estado como maior produtor e exportador nacional do rizoma.

    Responsável por 75% da produção brasileira e 57% das exportações do país, o Espírito Santo estimou uma produção de 77,7 mil toneladas em 2024. Os principais municípios produtores são Santa Leopoldina (31,5 mil toneladas), Santa Maria de Jetibá (26,4 mil toneladas) e Domingos Martins (16,3 mil toneladas), seguidos por Itarana, Cariacica, Marechal Floriano, Santa Teresa e Alfredo Chaves.

    Espírito Santo dá início à colheita do gengibre da safra 2025. Foto: Henrique Fajoli/Seag

    A produtividade média no estado alcança 60,5 toneladas por hectare. E gera uma renda de R$ 293,4 milhões nas propriedades rurais em 2023, conforme dados da Gerência de Dados e Análises da Seag, baseados em levantamentos do IBGE, Painel Agro e Incaper.

    Cartilha para produtores

    No evento, o Incaper lançou a cartilha “Gengibre: Como Produzir Rizomas de Qualidade para Exportação”, elaborada pelo coordenador do CDRC Serrano, Galderes Magalhães de Oliveira. Também ocorreu a palestra “Controle de Pragas e Doenças do Gengibre – Aspecto Técnico e Legal”. Ela foi ministrada pelo professor e doutor em Fitopatologia Antonio Fernando de Souza, do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).

    Para o secretário de Agricultura do ES, Enio Bergoli, a colheita simboliza a força do trabalho rural e a inovação dos produtores capixabas. Ele destacou que, em 2024, as exportações de gengibre movimentaram mais de US$ 45,3 milhões. Isso coloca o produto entre os quatro principais do agronegócio estadual, ao lado do café, celulose e pimenta-do-reino.

    O diretor-geral do Incaper, Alessandro Broedel, ressaltou a expectativa de crescimento da produção em 2025. Impulsionada pelos bons preços das últimas safras e pela valorização do gengibre capixaba no mercado internacional. Ele também destacou o papel da assistência técnica e extensão rural na adoção de práticas mais eficientes e sustentáveis, alinhadas às exigências do mercado externo.

    O Dia Especial sobre a Cultura do Gengibre reuniu agricultores, técnicos, estudantes e lideranças locais. E promoveu troca de conhecimentos e incentivando boas práticas na cadeia produtiva. O evento reforça o papel estratégico do Espírito Santo na produção de alimentos diferenciados, com alto valor agregado e forte presença internacional.

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  • Preço do ovo vermelho dispara e diferença com os brancos bate recorde

    Preço do ovo vermelho dispara e diferença com os brancos bate recorde

    A diferença entre os preços dos ovos brancos e vermelhos alcançou um recorde, em Santa Maria de Jetibá (ES), no mês de maio.

    De acordo com o levantamento do Cepea, a diferença média entre os preços dos ovos tipo extra brancos e vermelhos comercializados na região foi de R$ 36,61 por caixa de 30 dúzias, a maior da série histórica iniciada em 2019.

    A valorização do ovo vermelho, impulsionada pela demanda interna desde fevereiro, foi destacada como o principal motivo desse cenário.

    A retomada das aulas escolares e o início da Quaresma contribuíram para esse aumento.

    No entanto, na semana passada, os valores médios dos ovos caíram com força, devido à redução típica da procura no final do mês.

    A expectativa é que a demanda seja impulsionada nos próximos dias com o clima mais frio e a virada do mês.

    A oferta, de acordo com o Cepea, permanece controlada.