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  • Por que o El Niño preocupa a agricultura no Sul do Brasil?

    Por que o El Niño preocupa a agricultura no Sul do Brasil?

    Você que planta no Sul do Brasil sabe bem: quando o El Niño aparece, o céu desaba e o campo vira um mar de lama. Agora, em maio de 2026, previsões do INMET e CPTEC apontam probabilidade acima de 60% de formação do fenômeno entre maio e julho, saltando para mais de 90% no segundo semestre. Chuvas excessivas no inverno e primavera ameaçam soja, trigo, milho e pastagens, com encharcamento do solo, doenças fúngicas e atrasos operacionais que podem custar bilhões aos produtores.

    O que é o El Niño e por que ele mira o Sul?

    O El Niño surge quando águas quentes do Pacífico equatorial se espalham, alterando ventos e chuvas globais. No Brasil, ele seca o Norte e Nordeste, mas no Sul provoca o oposto: precipitação acima da média, especialmente de junho a dezembro. Histórico mostra perdas pesadas, como no Paraná em ciclos passados, onde trigo perdeu 980 mil toneladas e prejuízos bateram R$ 1 bilhão só nessa cultura, além de R$ 2,5 bilhões totais em safras afetadas. Anomalias de chuva superaram 300 mm em Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul em eventos recentes, e 2026 pode repetir o filme.

    Chuvas torrenciais enchem o campo e travam máquinas

    Produtores enfrentam solos encharcados que impedem o plantio e a colheita, com máquinas atoladas e erosão acelerada. O excesso hídrico atinge fases críticas das culturas, como floração, enchimento de grãos e maturação, reduzindo drasticamente a produtividade.

    Doenças fúngicas explodem na umidade alta, atacando folhas e raízes sem misericórdia, enquanto pragas se multiplicam com temperaturas elevadas associadas. No Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, rios como Uruguai e Ibirapuitã já viram alertas de cheia, complicando ainda mais o acesso às lavouras.

    A soja, carro-chefe do Sul, também sofreu com chuvas em setembro-outubro, período de enchimento de grãos, o que compromete rendimento e qualidade. Estimativas passadas indicam perdas de até 1,5 milhão de toneladas em estados sulinos, com grãos rebaixados para ração animal.

    Preços sobem e mercado sente o tranco

    Com produção menor, preços de grãos disparam, mas o produtor sulista arca com custos extras de manejo e replantio. O fenômeno pressiona a inflação de alimentos, como já alertam analistas para a safra de grãos 2026. Café e cana no Sudeste ganham com seco, mas o Sul paga a conta, com qualidade de grãos chuvados e ATR em queda na cana afetada indiretamente. Mercados globais observam, e o Brasil pode exportar menos, apertando o câmbio.

    Estratégias urgentes pro produtor esperto

    Monitore boletins do INMET, CPTEC e Embrapa diariamente pra ajustar plantios e usar sementes resistentes a fungos. Opte por variedades de ciclo curto na soja, espaçamentos maiores no trigo pra ventilação, e fungicidas preventivos no milho. Diversifique culturas, invista em drenagem de solos e planeje safrinha com margem de segurança. Bancos como BB oferecem crédito consciente pro agro climático; use pra mitigar riscos agora. Assim, você transforma ameaça em oportunidade, sem deixar o El Niño mandar no seu campo.

  • Jacaré de quase 3 metros é capturado em zona rural no RN

    Jacaré de quase 3 metros é capturado em zona rural no RN

    Um jacaré de quase três metros mobilizou equipes e assustou moradores na zona rural de Janduís, interior do estado do Rio Grande do Norte.

    (Imagem/Reprodução:Redes Sociais)

    O animal apareceu em uma propriedade e, por isso, foi necessário acionar equipes especializadas para garantir a captura com segurança.

    Animal chamou atenção pelo tamanho

    O jacaré impressionou pelo porte e pela proximidade com áreas habitadas. Assim que perceberam a presença do animal, moradores evitaram se aproximar e buscaram ajuda. Dessa forma, a captura aconteceu sem registro de feridos.

    Captura foi feita com segurança

    Equipes responsáveis realizaram a contenção do animal e, na sequência, fizeram o transporte para um local adequado.

    (Imagem/Reprodução: Redes Sociais)

    Além disso, todo o processo seguiu protocolos para preservar tanto a segurança das pessoas quanto o bem-estar do animal.

    Presença de animais silvestres cresce

    Casos como esse têm se tornado mais frequentes em áreas rurais. Isso acontece porque mudanças no ambiente e a redução de habitat natural fazem com que espécies como o jacaré se aproximem de regiões ocupadas.

    Além disso, períodos de chuva e disponibilidade de água também favorecem esse deslocamento.

  • Espetáculo: pescadores flagram tromba d’água no mar aberto

    Espetáculo: pescadores flagram tromba d’água no mar aberto

    Pescadores da região de Caiçara do Norte, no Rio Grande do Norte, flagraram uma tromba d’água no mar aberto, um fenômeno meteorológico que causa fascínio e preocupação devido à sua aparência impressionante. Mas o que é exatamente uma tromba d’água?

    O que é uma tromba d’água?

    Uma tromba d’água é um tornado que se forma sobre uma superfície líquida, como o mar, rios ou lagos. Ela se caracteriza por uma coluna de ar giratória que captura umidade da superfície da água, formando um funil visível que conecta a água ao céu. Embora pareça assustadora, a maioria das trombas d’água é mais fraca do que os tornados terrestres e geralmente não causa grandes destruições.

    As trombas d’água se formam quando ventos quentes e frios se encontram sobre a superfície da água, criando uma linha de convergência que pode gerar um vórtice. Esse fenômeno é mais comum em regiões tropicais, mas também pode ocorrer em zonas temperadas. Os ventos dentro da tromba podem atingir velocidades de até 100 km/h, o que pode ser perigoso para embarcações menores.

    É perigoso?

    O maior risco associado às trombas d’água é para as embarcações, que podem ser desviadas de rota ou danificadas pelos ventos fortes. No entanto, ao contrário dos tornados terrestres, as trombas d’água geralmente se dissipam ao se aproximar da costa. Portanto, não representando um perigo significativo para a população em terra.

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