Tag: resgate

  • Vídeo: homem resgata bebê búfalo preso no chifre da mãe e conquista a internet

    Vídeo: homem resgata bebê búfalo preso no chifre da mãe e conquista a internet

    Um vídeo publicado no Instagram da Fazenda Dom Pedro está conquistando as redes sociais e se aproxima rapidamente de 5 milhões de visualizações. As imagens registram o momento em que um homem resgata um bebê búfalo que ficou preso no chifre da própria mãe, uma cena que mistura tensão, cuidado e emoção.

    No início do resgate, a búfala demonstra certo nervosismo e se mostra arredia, revelando a preocupação natural de uma mãe com o filhote. Contudo, em poucos instantes, o animal percebe as intenções do homem e passa a aceitar a ajuda, permitindo que ele retire o bebê do chifre antes que a situação se agravasse.

    A atitude solidária do homem encantou internautas de todo o país, que lotaram os comentários com elogios ao cuidado e à sensibilidade demonstrados com os animais.

    Veja a cena:

    https://www.instagram.com/reel/DYhynMuSXFz/?igsh=MWxpMnJ6dnV3ODc2Zw==

  • Bombeiros resgatam onça-pintada presa em canal de usina hidrelétrica

    Bombeiros resgatam onça-pintada presa em canal de usina hidrelétrica

    O Corpo de Bombeiros de Juscimeira, município a 160 quilômetros de Cuiabá (MT), atendeu na tarde desta quinta-feira (19/3) uma ocorrência incomum: uma onça-pintada presa em um dos canais da Usina do Prata, em situação de risco de afogamento.

    https://www.instagram.com/p/DWGxOsIkign/

    Ao chegar ao local, os militares identificaram que o animal não conseguia sair da água sozinho. A situação exigiu reforço: a Polícia Ambiental e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) também mobilizaram equipes para apoiar o resgate, diante do risco que o animal representava para moradores da região.

    A captura não foi simples. A onça resistiu à abordagem inicial, e a equipe precisou recorrer à sedação controlada para concluir o resgate com segurança. Após os procedimentos, o Corpo de Bombeiros informou que o animal será transportado e solto em área adequada, longe de zonas habitadas.

  • Vídeo mostra resgate inadequado de sucuri em estrada

    Vídeo mostra resgate inadequado de sucuri em estrada

    Um vídeo que circula nas redes sociais tem gerado preocupação entre especialistas em fauna silvestre. Nas imagens, é possível observar pessoas tentando resgatar uma sucuri que estava em uma estrada. O problema é o método utilizado: os envolvidos amarram uma corda diretamente na cabeça da serpente e começam a puxá-la para fora da rodovia.

    https://www.instagram.com/reel/DQy5w_DkV4C/?igsh=MXYwODRoa3k2OTRucQ%3D%3D

    A gravação ocorreu sábado, na Rodovia Marechal Rondon, entre Araçatuba e Guararapes, no estado de São Paulo. Embora a intenção seja louvável, de afastar o animal do perigo de atropelamento, o procedimento adotado está completamente equivocado e pode causar sérios danos tanto à serpente quanto colocar as pessoas em risco significativo.

    Os riscos do método inadequado

    Casos de serpentes resgatadas com cordas presas ao pescoço já foram registrados por órgãos ambientais, evidenciando que essa prática inadequada é mais comum do que se imagina. Em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, uma jararaca foi encontrada com uma corda amarrada ao pescoço, provavelmente de uma tentativa frustrada de captura por pessoas leigas.

    Amarrar uma corda na cabeça ou pescoço de uma serpente pode causar diversos problemas:

    Para o animal:
    • Lesões graves na região cervical e craniana
    • Estrangulamento e dificuldade respiratória
    • Estresse extremo que pode levar à morte
    • Fraturas ou deslocamentos de estruturas ósseas delicadas
    • Danos permanentes mesmo após a remoção da corda
    Para as pessoas envolvidas:
    • Risco de mordida durante a tentativa de amarrar a corda
    • Possibilidade de reação agressiva do animal ao sentir-se ameaçado
    • No caso de sucuris, risco de constrição – serpentes muito grandes e fortes podem causar morte por constrição, apertando a vítima, e se colocada no pescoço, pode apertar com força suficiente para desmaiar uma pessoa
    • Falta de controle adequado sobre o animal durante o transporte

    O procedimento correto segundo especialistas

    O Corpo de Bombeiros orienta a população a acionar a corporação sempre que avistar animais silvestres em áreas de circulação, já que o contato direto pode colocar em risco tanto as pessoas quanto os próprios animais.

    Durante resgates profissionais, equipes especializadas utilizam gancho, cambão e cabo solteiro, equipamentos próprios para o manejo de répteis de grande porte, realizando o procedimento de forma cuidadosa, sem ferir a cobra.

    Segundo o Manual de Resgate de Ofídios, existem técnicas específicas para cada tipo de serpente:

    Para serpentes não venenosas como sucuris:

    • Os boídeos têm características que os tornam fáceis de serem manejados com gancho, pois devido à sua natureza de animais constritores e musculatura desenvolvida, essas serpentes tendem a se enrolarem no gancho assim que são retiradas do solo.

    Para serpentes venenosas:

    • A técnica é ainda mais especializada, envolvendo contenção manual específica e conhecimento profundo sobre a anatomia do animal.

    Quando chamar ajuda profissional

    Especialistas do Instituto Butantan recomendam: “Se uma pessoa avistar uma serpente na mata, deixe-a seguir o seu caminho, mantendo sempre uma distância segura. Mas se o animal oferecer algum tipo de perigo, principalmente se estiver próximo às residências, o recomendado é acionar os órgãos oficiais e deixar que eles façam o resgate com total segurança”.

    Quem acionar:

    • Corpo de Bombeiros: 193
    • Polícia Ambiental
    • Órgãos ambientais locais (SEMA, secretarias municipais de meio ambiente)
    • Biólogos e veterinários especializados em fauna silvestre

    O que fazer enquanto aguarda ajuda profissional

    • Mantenha distância segura do animal
    • Sinalize o local se estiver em estrada, usando triângulo de sinalização a uma distância adequada
    • Afaste curiosos e impeça aproximação de pessoas, especialmente crianças
    • Não tente capturar ou manipular o animal de forma alguma
    • Tire uma foto à distância para ajudar na identificação da espécie
    • Monitore o animal de longe até a chegada da equipe especializada
    • Oriente motoristas a reduzirem a velocidade no trecho

    Em casos recentes, foram necessários até seis agentes do Corpo de Bombeiros para fazer a retirada segura de uma sucuri, com acompanhamento de veterinária autorizada pela SEMA, garantindo que o resgate acontecesse de forma segura e preservando a integridade do animal.

    Após o resgate, as equipes conduzem a serpente até uma área de vegetação nativa, próxima a um curso d’água e distante da zona urbana, em um local com condições adequadas para que a sucuri retorne ao habitat natural.

    As sucuris e outras serpentes desempenham papel fundamental no equilíbrio dos ecossistemas. Elas atuam no controle de populações de roedores e outros animais, sendo essenciais para a saúde ambiental. A sucuri é uma das maiores serpentes do mundo e, embora não seja venenosa, pode atingir grandes dimensões e causar acidentes durante tentativas de captura inadequadas.

    Crime ambiental

    Vale ressaltar que manipular, capturar ou maltratar animais silvestres sem autorização dos órgãos competentes é crime ambiental previsto na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98). A pena pode variar de seis meses a um ano de detenção, além de multa.

    Acidentes com animais peçonhentos são mais comuns do que se pensa. Ao se depararem com essas e outras espécies de animais, deve-se evitar o contato com os mesmos e acionar uma equipe do Corpo de Bombeiros para realizar o procedimento de captura do animal de forma segura e correta, preservando a integridade física do animal e dos solicitantes.

    A melhor forma de proteger tanto as pessoas quanto a fauna silvestre é através da informação correta e do acionamento dos profissionais capacitados. Embora seja compreensível e admirável querer ajudar, apenas equipes especializadas devem resgatar animais silvestres, especialmente serpentes de grande porte, pois possuem o treinamento, os equipamentos e o conhecimento necessários para garantir a segurança de todos os envolvidos.

    A gravação ocorreu sábado, na Rodovia Marechal Rondon, entre Araçatuba e Guararapes, no estado de São Paulo.

  • Pescador resgata tamanduá e filhote em travessia de rio

    Pescador resgata tamanduá e filhote em travessia de rio

    Um gesto de solidariedade de um pescador tem repercutido nas redes sociais após o resgate de um tamanduá e seu filhote tentando atravessar um grande rio. O influenciador digital Josimar Moraes registrou e compartilhou o vídeo que mostra a ação do homem, amplamente elogiada pela cena de empatia e cuidado com a fauna silvestre.

    Ao avistar os animais em dificuldade, o pescador não hesitou. Ele colocou o barco na água e improvisou uma espécie de suporte com um pedaço de carpete. Isso para garantir a estabilidade do tamanduá e seu filhote durante a travessia. Com atenção e cautela, levou os dois até a outra margem do rio, assegurando a segurança deles.

    Empenhado em ajudar a preservar a vida dos animais, o pescador os deixou em local seguro à beira do rio e continuou seu caminho. A atitude foi elogiada por diversas pessoas, que destacaram a importância de ações espontâneas em defesa da natureza.

  • Sucuri de 5 metros é resgatada de balneário e assusta banhistas

    Sucuri de 5 metros é resgatada de balneário e assusta banhistas

    Uma sucuri de aproximadamente cinco metros de comprimento assustou banhistas e precisou de resgate do Corpo de Bombeiros na manhã de domingo (12) em um balneário de Rio Quente, no sul de Goiás. O animal se abrigou em uma estrutura de concreto de difícil acesso no local.

    Três militares do 9º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Caldas Novas atenderam a ocorrência, registrada por volta das 11h17. Para alcançar a cobra, a equipe precisou usar uma marreta para ampliar a abertura da estrutura. Vídeos feitos por turistas mostram a aglomeração de pessoas acompanhando a operação, que durou cerca de 40 minutos.

    Após a retirada, os bombeiros capturaram o animal com o auxílio de um gancho e de um cambão. Segundo a corporação, o resgate ocorreu sem ferimentos para a sucuri. A cobra foi então transportada na viatura e devolvida à natureza em uma área de vegetação nativa próxima a um ambiente aquático, longe da zona urbana.

    O Corpo de Bombeiros destacou que o aparecimento de animais silvestres é comum em locais próximos a rios e matas, especialmente em períodos de calor intenso.

    A orientação é que, ao encontrar esse tipo de animal, a população evite qualquer tentativa de captura. E acione imediatamente o Corpo de Bombeiros, que possui treinamento e equipamentos adequados para esse tipo de ocorrência.

  • Vigiagro resgata 60 aves ornamentais na fronteira do RS

    Vigiagro resgata 60 aves ornamentais na fronteira do RS

    O Ministério da Agricultura e Pecuária resgatou 60 aves ornamentais na fronteira entre Brasil e Argentina.
    A operação ocorreu na Área de Controle Integrado (ACI), em Uruguaiana (RS).

    Apoio de autoridades da Argentina

    A equipe do Vigiagro atuou junto às autoridades argentinas para impedir a entrada irregular dos animais no país.
    Durante fiscalização de rotina, o Senasa da Argentina interceptou um motorhome com placa argentina. O veículo seguia no sentido Brasil-Argentina e transportava aves vivas sem documentação sanitária. O Senasa comunicou imediatamente o Vigiagro, responsável pela vigilância agropecuária no lado brasileiro. O Vigiagro coordenou as medidas cabíveis e acionou o Ibama para suporte.

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    Ação do Ibama

    O Ibama acionou o Centro de Manejo de Animais Silvestres do Rio Grande do Sul para apoio técnico. 
    Entre as aves estavam ganso de guará, patos-ferrugem, grou-coroado e faisão-orelhudo-branco. Além disso, a lista incluía ainda ganso-marisco, pato-almiscarado e marreca-arrebio, entre outras espécies. 
    Os animais vieram de países como África do Sul, Canadá, China e nações europeias. Algumas espécies possuem hábitos migratórios e são usadas como aves ornamentais e de exposição.

    Aves sob cuidados

    Foto: divulgação – Mapa

    As aves permaneceram na aduana sob cuidados orientados pelo Vigiagro e Senasa. Ou seja, a ação garantiu o bem-estar dos animais até a entrega às autoridades ambientais. 
    O Ibama e a Sema ficaram responsáveis pela destinação legal e transporte seguro dos espécimes.
    O Vigiagro reforçou que a operação preveniu riscos sanitários e protegeu o patrimônio agropecuário nacional.
    A atuação integra as diretrizes da Secretaria de Defesa Agropecuária para controle de fronteiras.

     

  • Flagrante: tripulação de balsa salva cão no mar de Ilha Bela

    Flagrante: tripulação de balsa salva cão no mar de Ilha Bela

    Em um ato de heroísmo que emocionou passageiros e tripulação, um cão foi resgatado da água por tripulantes da balsa FB-25 durante a travessia entre São Sebastião e Ilhabela, no litoral norte de São Paulo. O resgate ocorreu por volta das 9h deste sábado (5), demonstrando a eficiência e a prontidão das equipes da Coordenadoria de Travessias da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) do Estado de São Paulo.

    A embarcação, sob o comando de Dilceu da Rocha Coutinho, interrompeu sua rota ao avistar o animal lutando para se manter à tona. O marinheiro Eduardo dos Santos mergulhou nas águas para realizar o resgate, que durou cerca de cinco minutos. Após o resgate, a tripulação e os passageiros aqueceram o cão e ofereceram cuidados básicos, enquanto ele ainda demonstrava sinais de susto.

    Adoção imediata

    Em um gesto emocionante, uma família que viajava na balsa decidiu adotar o cão imediatamente. Moradores de Ilhabela, eles garantiram que o animal receberá todos os cuidados necessários. Após o resgate, a balsa retomou sua viagem sem contratempos e atracou no destino por volta das 9h20.

    O subsecretário de Logística e Transportes, Denis Gerage Amorim, destacou a importância da ação rápida em situações de emergência: “Nossa prioridade é a segurança de todos, inclusive daqueles que não podem pedir ajuda. Ficamos felizes com o desfecho e reforçamos nosso compromisso com a vida, em qualquer circunstância.”

    Este caso reforça a responsabilidade humana no cuidado com os animais e a preparação das equipes da Coordenadoria de Travessias para lidar com situações inesperadas.

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  • Jabuti é encontrado após 10 anos soterrado

    Jabuti é encontrado após 10 anos soterrado

    Um jabuti foi resgatado com vida após viver por quase uma década sob o piso de uma casa na pequena cidade de Itacajá, no nordeste do Tocantins. A descoberta inusitada aconteceu no dia 7 de fevereiro, quando Luiza Coelha da Cruz Aguiar, de 60 anos, investigava uma possível infiltração em sua residência.

    Luiza e seu marido contaram com a ajuda de um pedreiro para procurar o vazamento, mas a busca revelou algo muito mais surpreendente: um jabuti escondido sob o piso. A descoberta chocou a comunidade local e rapidamente se espalhou pelas redes sociais.

    @wcoelho23

    Como ele foi parar aí? #misterio

    ♬ som original – Wilson Coelho

    Deformidades e resgate

    Ao deixar o local, o jabuti apresentava deformações no casco, provavelmente causadas pela compressão do espaço e pela proximidade com a cerâmica. O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) atendeu ao chamado e resgatou o animal, que agora precisa de tratamento especializado.

    A equipe encaminhará o jabuti ao Centro de Fauna (CEFAU), onde ele receberá os cuidados necessários, como controle de temperatura e acesso à luz solar indireta. Os profissionais do CEFAU possuem expertise na reabilitação de animais silvestres e na garantia do seu bem-estar.

    Jabutis: curiosidades e importância

    Os jabutis são répteis terrestres da ordem Testudinata, a mesma das tartarugas e cágados. No Brasil, são encontradas duas espécies principais: o jabuti-piranga ( Chelonoidis carbonarius) e o jabuti-tinga (Chelonoidis denticulatus). Ambos desempenham um papel importante no ecossistema, atuando como dispersores de sementes e contribuindo para a manutenção da biodiversidade.

    Esses animais possuem hábitos diurnos e se alimentam de frutas, verduras, legumes, flores, folhas, cogumelos e, eventualmente, pequenos invertebrados. Os jabutis podem viver por muitos anos, chegando a atingir a idade de 80 anos ou mais.

    Resiliência e conservação

    A história do jabuti de Itacajá é um exemplo de resiliência e adaptação da vida selvagem. A descoberta também serve como um lembrete da importância da conservação ambiental e da necessidade de estarmos atentos à fauna local.

    Casos como este reforçam a importância de ações de educação ambiental e da conscientização sobre a proteção dos animais silvestres. Ao encontrar um animal em situação de risco, é fundamental acionar os órgãos ambientais competentes para garantir o resgate e tratamento adequados.

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