Tag: resgate de animais

  • Atriz de ‘Friends’ lança fundação global para proteger animais

    Atriz de ‘Friends’ lança fundação global para proteger animais

    A atriz Jennifer Aniston, conhecida mundialmente por interpretar Rachel na série Friends, anunciou a criação do The Clydeo Fund, uma fundação dedicada ao resgate, à reabilitação e à adoção de animais em situação de vulnerabilidade.

    A iniciativa também pretende apoiar organizações que atuam na linha de frente da proteção animal, financiando tratamentos veterinários, ações educativas e projetos voltados à guarda responsável.

    Projeto foi inspirado em um dos cães da atriz

    O nome da fundação é uma homenagem a Clyde, um dos cães resgatados por Jennifer Aniston.

    O animal também inspirou o livro infantil Clydeo Takes A Bite Out of Life, lançado pela atriz. Segundo Jennifer, sua experiência com animais adotados mostrou como a adoção pode transformar tanto a vida dos pets quanto a de seus tutores.

    Ela afirma que cada gesto de solidariedade pode fazer diferença para milhares de animais que aguardam uma nova oportunidade.

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    Jennifer Aniston incentiva participação da população

    Durante o lançamento da iniciativa, Jennifer Aniston destacou que a proteção animal depende da participação coletiva.

    Além das doações, a atriz incentiva o público a colaborar oferecendo lares temporários, adotando animais resgatados e apoiando instituições que trabalham diariamente com essa causa.

    Segundo ela, muitos abrigos enfrentam dificuldades financeiras e operam acima da capacidade, tornando o apoio da sociedade ainda mais importante.

    Fundação busca fortalecer a proteção animal

    Com o The Clydeo Fund, Jennifer Aniston amplia seu envolvimento com a causa animal ao criar uma iniciativa voltada ao financiamento de projetos de resgate, tratamento e adoção.

    A proposta é fortalecer organizações de proteção animal e estimular uma cultura de responsabilidade, respeito e cuidado com animais em situação de vulnerabilidade.

  • Jararaca em piscina de bolinhas: cobra foi encontrada em restaurante de SP enquanto crianças brincavam

    Jararaca em piscina de bolinhas: cobra foi encontrada em restaurante de SP enquanto crianças brincavam

    Imagine estar encerrando o expediente, dar uma última olhada no espaço de brincar das crianças e perceber que uma bolinha está se movendo por conta própria. Foi exatamente isso que aconteceu com um funcionário de um restaurante em Suzano, no interior de São Paulo, na noite do último domingo, dia 26 de abril. Escondida entre as bolinhas coloridas da piscina infantil do estabelecimento, estava uma jararaca, uma das cobras mais perigosas do Brasil.

    O funcionário percebeu o detalhe que salvou todo mundo

    O funcionário notou que algo estava errado ao reparar em uma bolinha se movendo de forma estranha. Sem hesitar, acionou imediatamente a equipe do Reserva RP, santuário para animais silvestres localizado na região.

    Quem foi ao local foi o médico veterinário Celso Gatti, especialista em animais silvestres e um dos responsáveis pelo resgate. Ele chegou equipado com um gancho herpetológico, instrumento específico para manejo de serpentes, e uma caixa de transporte adequada para a espécie. “Um dos funcionários notou que a jararaca estava na piscina ao reparar uma bolinha se movendo. Logo, já me chamou”, contou.

    Depois do resgate, a jararaca foi levada para uma área de mata em um bairro próximo, longe de residências, e solta em segurança. O restaurante estava fechado no momento da descoberta, o que evitou que clientes, especialmente crianças, entrassem em contato com o animal.

    Como uma cobra venenosa foi parar em uma piscina de bolinhas?

    Embora ninguém saiba exatamente como a jararaca chegou ao local, o veterinário Celso Gatti acredita que ela saiu da mata densa nos fundos do restaurante. O animal provavelmente buscou a piscina em uma tentativa de encontrar abrigo ou alimento.

    De fato, o caso não surpreende os especialistas, visto que a jararaca domina grande parte do sudeste brasileiro. Como essa espécie habita áreas da Bahia ao Rio Grande do Sul, a proximidade entre a Mata Atlântica e os centros urbanos facilita tais encontros. Por esse motivo, moradores e donos de estabelecimentos próximos à vegetação devem encarar esses incidentes como um risco real e constante.

    Celso Gatti compartilhou as imagens do resgate no Instagram e a postagem rapidamente viralizou. Como resultado, o registro já somava mais de 1,6 milhão de visualizações até a tarde de quarta-feira. O veterinário utilizou a legenda para reforçar um alerta importante: o objetivo do vídeo não é causar pânico, mas sim garantir que a população redobre o cuidado em áreas onde o animal costuma circular.

    https://www.instagram.com/reel/DXwbaADyg_e/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    Por que a jararaca é tão perigosa?

    Não é à toa que o caso assustou tanta gente. Segundo o Ministério da Saúde, o grupo das jararacas é o maior causador de acidentes com cobras no país, representando 69,3% das picadas registradas no Brasil em 2022, e sendo responsável por mais de 72% dos casos no estado de São Paulo.

    O veneno da jararaca é hemotóxico, ou seja, age diretamente no sangue e nos tecidos. Os principais sintomas da picada de uma jararaca adulta em humanos são dor e inchaço local, às vezes com manchas arroxeadas e sangramento no ferimento. Também podem ocorrer sangramentos em mucosas, como nas gengivas e no nariz. Em casos mais graves, há risco de necrose e insuficiência renal aguda.

    O veneno da jararaca pode provocar lesões locais como hemorragia e necrose que, em situações mais sérias, chegam a exigir amputação dos membros afetados. O soro antiofídico, produzido pelo Instituto Butantan e distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, é o único tratamento eficaz e precisa ser aplicado por profissionais de saúde em ambiente hospitalar.

    O que fazer se encontrar uma cobra?

    Antes de tudo: não tente capturar o animal. Celso Gatti deixou orientações claras para quem se deparar com uma jararaca. Mantenha distância, afaste crianças e animais domésticos do local e acione imediatamente o serviço público de resgate de animais silvestres da sua cidade.

    Em caso de picada, a recomendação do Ministério da Saúde é que a vítima permaneça em repouso, se hidrate e seja levada ao hospital de referência para tratamento de acidentes ofídicos o mais rápido possível. Dois erros comuns que devem ser evitados: fazer torniquete no local da picada e tentar chupar o veneno. O torniquete não impede a circulação do veneno e apenas aumenta o risco de necrose e amputação do membro.

  • Bicho-preguiça é resgatado pela PRF na BR-232

    Bicho-preguiça é resgatado pela PRF na BR-232

    Um bicho-preguiça foi resgatado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-232, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, no último domingo (2). Os agentes encontraram o animal rastejando pela faixa direita da rodovia e o devolveram em segurança a uma área de mata preservada em São Lourenço da Mata.

    Durante uma operação de rotina no quilômetro 8 da BR-232, os policiais avistaram o mamífero em meio à pista, o que representava risco tanto para o animal quanto para os motoristas. Após sinalizar o trecho para evitar acidentes, a equipe conseguiu capturar o bicho-preguiça, que não apresentava ferimentos visíveis. De acordo com a PRF, os agentes transportaram o animal para uma região de vegetação densa e o colocaram em uma árvore, local ideal para sua readaptação à vida silvestre.

    Sobre o bicho-preguiça

    O bicho-preguiça, pertencente à ordem Pilosa e família Bradypodidae, é um símbolo da biodiversidade brasileira. Conhecido por seus movimentos lentos – uma adaptação para economizar energia –, o animal passa a maior parte da vida nas copas das árvores, alimentando-se principalmente de folhas. Sua presença em rodovias, no entanto, tem se tornado mais frequente devido ao desmatamento e à expansão urbana, que fragmentam seu habitat natural.

    No Brasil, a IUCN classifica a preguiça-comum (Bradypus variegatus) como “pouco preocupante”, mas a espécie enfrenta ameaças como atropelamentos, caça ilegal e eletrocussão em fiações. Biólogos destacam que o resgate realizado pela PRF é vital para a conservação desses animais, que têm papel ecológico crucial na dispersão de sementes e equilíbrio das florestas.

    Como agir ao encontrar animais silvestres em rodovias?

    A PRF reforça que, em casos como esse, é essencial:

    • Não tentar manipular o animal, já que o estresse pode causar danos à saúde dele.
    • Sinalizar o local para evitar colisões.
    • Acionar imediatamente órgãos ambientais (como IBAMA ou CPRH) ou a própria PRF pelo telefone 191.

    Preservação em foco

    O incidente reforça a necessidade de políticas públicas que integrem a proteção da fauna às infraestruturas viárias. Países como Costa Rica e Canadá já implementam projetos como corredores ecológicos e passagens de fauna subterrâneas ou aéreas, que podem ser adaptados ao contexto brasileiro.

    Enquanto isso, ações pontuais como o resgate deste domingo mostram a importância da conscientização. “Cada vida salva contribui para manter nossa biodiversidade”, afirmou um agente da PRF envolvido na operação.

    Uma curiosidade. As preguiças descem das árvores apenas uma vez por semana para defecar, um comportamento que intriga cientistas e pode estar ligado a interações simbióticas com espécies de mariposas e algas que vivem em seu pelo.

    Outro resgate

    No mesmo dia, um gavião foi encontrado por um motorista na BR-232, em Gravatá. A ave apresentava um ferimento no olho e dificuldade em voar. A PRF resgatou o gavião e o encaminhou à Guarda Civil Municipal de Gravatá para receber cuidados médicos. Após a recuperação, a equipe devolverá a ave ao seu habitat natural.

    Os gaviões são aves de rapina que desempenham um papel crucial no controle de populações de insetos e pequenos mamíferos, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas. Na Mata Atlântica de Pernambuco, encontram-se espécies como o gavião-de-pescoço-branco, que enfrentam risco de extinção.

    Para mais informações sobre preservação da fauna local, acesse os canais oficiais do ICMBio ou do Ministério do Meio Ambiente.

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