Tag: Rentabilidade

  • Soja brasileira segue mais competitiva que a dos EUA

    Soja brasileira segue mais competitiva que a dos EUA

    O Brasil consolidou sua vantagem competitiva na soja em relação aos Estados Unidos entre 2020 e 2024, combinando custos menores em nível de fazenda, câmbio favorável e forte demanda da China para sustentar a rentabilidade do produtor.

    Análise da Universidade de Purdue, com dados padronizados da rede Agribenchmark, mostra que a lucratividade da soja brasileira permaneceu positiva durante todo o período, enquanto fazendas típicas nos EUA registraram anos de prejuízo e maior pressão financeira.

    A crescente participação do Brasil no mercado global de soja já é vista como ameaça direta pelos agricultores americanos. Em janeiro de 2026, 44% dos produtores dos EUA declararam estar “muito preocupados” e 36% “preocupados” com a competitividade das exportações de soja do país frente ao Brasil, de acordo com o Ag Economy Barometer, da Universidade de Purdue. Desde 2018, quando ultrapassou os Estados Unidos como maior produtor mundial de soja, o Brasil vem ampliando sua presença como principal fornecedor global do grão.

    Mato Grosso x Iowa: como se comparam os custos da soja

    O estudo compara uma fazenda típica de soja em Mato Grosso com uma propriedade representativa em Iowa, ambos polos relevantes da produção nos dois países. Juntos, Brasil e Estados Unidos respondem por cerca de 70% da produção mundial de soja, o que torna a comparação dos custos de produção e da rentabilidade um indicador-chave da competitividade no mercado internacional.

    Na fazenda de Mato Grosso, a área média cultivada com soja foi de 5.900 acres entre 2020 e 2024, contra 1.800 acres na fazenda de Iowa, retratando a maior escala produtiva no Cerrado brasileiro. Todos os valores foram convertidos para dólares, permitindo comparação direta de custos e receitas entre os países.

    Custos de produção: insumos pesam no Brasil, terra pesa nos EUA

    A principal diferença na estrutura de custos de produção da soja está no peso dos insumos no Brasil e no peso da terra nos Estados Unidos. No caso brasileiro, os custos diretos, como sementes, fertilizantes, defensivos, seguro e secagem, responderam em média por mais de 60% do custo total entre 2020 e 2024, refletindo a forte dependência de insumos na agricultura tropical do Cerrado. Já na fazenda americana, os custos fixos, especialmente ligados ao valor da terra, foram o maior componente, representando quase metade do custo total no período.

    Segundo o levantamento, a valorização expressiva das terras agrícolas nos EUA nos últimos anos elevou o peso dos custos fixos e reduziu a flexibilidade dos produtores americanos diante da volatilidade dos preços das commodities. No Brasil, embora a terra também tenha valorizado em algumas regiões, o peso relativo da posse da área nos custos da fazenda típica analisada foi de aproximadamente 25%, bem abaixo do observado em Iowa.

    Custos da soja dobram no Brasil, mas margem se sustenta

    Os custos totais de produção da soja na fazenda típica de Mato Grosso praticamente dobraram entre 2020 e 2024. Saltando de 172 para 337 dólares por tonelada. O aumento foi puxado principalmente pela disparada dos fertilizantes e de outros insumos importados após 2021, em função da guerra entre Rússia e Ucrânia e dos gargalos nas cadeias de suprimentos.

    O Brasil importa cerca de 85% de suas necessidades de fertilizantes. Isso deixou o produtor exposto à alta das cotações internacionais e à desvalorização do real frente ao dólar naquele período. Ainda assim, a combinação entre câmbio favorável, preços elevados da soja e forte demanda externa garantiu que as receitas brutas acompanhassem ou superassem o avanço dos custos. Portanto, mantendo a rentabilidade da soja brasileira em terreno positivo.

    Nos Estados Unidos, os custos de produção também aumentaram. Mas em ritmo mais moderado, passando de 399 para 448 dólares por tonelada entre 2020 e 2024. O estudo destaca, porém, que a alta de custos operacionais (mão de obra, maquinário, serviços e diesel) somada à valorização da terra reduziu as margens e aumentou a vulnerabilidade financeira das fazendas americanas.

    China consolida papel de maior compradora da soja brasileira

    A China seguiu como principal destino da soja brasileira, consolidando o país como fornecedor prioritário do maior importador mundial do grão. Entre 2020 e 2024, as exportações brasileiras de soja para o mercado chinês responderam, em média, por 71% do total exportado pelo país. Isso segundo o estudo citado. Em 2023, o volume de soja brasileira enviado à China atingiu recordes. Enquanto os embarques dos Estados Unidos ficaram em torno da metade do volume exportado pelo Brasil.

    Esse padrão reforça o papel do Brasil no chamado “triângulo da soja” entre Estados Unidos, Brasil e China, em que o país sul-americano passou a capturar a maior parte do crescimento da demanda chinesa, enquanto os EUA diversificam seu uso interno de soja e perdem participação relativa no mercado chinês.

    ​Margens positivas no Brasil e volatilidade nos EUA

    Os dados de lucros econômicos indicam que a soja brasileira manteve margens positivas em todos os anos analisados. Embora com alguma redução após 2022 quando os preços internacionais começaram a se estabilizar depois do pico de alta. No caso da fazenda de Iowa, a rentabilidade foi mais volátil, com anos de margem forte, como 2021 e 2022, mas também com registros de prejuízo em 2020 e 2024.

    A pesquisa aponta que, desde 2023, produtores americanos vêm enfrentando aumento da pressão financeira. Isso é fruto do encarecimento dos insumos, da compressão das margens e do maior uso de crédito operacional carregado de safras anteriores. Essa combinação torna o produtor dos EUA mais exposto a choques de preços e à competição com a soja de menor custo produzida no Brasil.

    Expansão em novas fronteiras pode reforçar liderança brasileira

    Na avaliação dos autores, a competitividade da soja brasileira tende a se manter ou até se ampliar nos próximos anos. Impulsionada pela expansão em regiões de fronteira agrícola com custos mais baixos e pela gradual melhoria da infraestrutura logística. Estradas, ferrovias e portos mais eficientes têm potencial para reduzir o chamado “custo Brasil”. E aumentar ainda mais a atratividade da soja do país no mercado global.

    Para os Estados Unidos, o desafio será preservar competitividade em um ambiente de custos elevados de terra e insumos. Ao mesmo tempo em que enfrenta concorrência crescente da América do Sul. O estudo destaca que o futuro da soja americana passa por ganhos de produtividade, gestão de custos e uso de estratégias de gestão de risco de preços e de comercialização, em um cenário de maior incerteza no mercado internacional.

  • Valtra mostra Série S6 e tecnologia de precisão no Show Rural

    Valtra mostra Série S6 e tecnologia de precisão no Show Rural

    A Valtra chegou forte no Show Rural Coopavel, que terminou no dia 13 de fevereiro, em Cascavel (PR). Além disso, a marca trouxe uma missão clara. Ela quer mostrar que tecnologia não é luxo. Pelo contrário, é ferramenta para o produtor rural ganhar mais no campo. Por isso, trouxe inovações que prometem eficiência máxima. Entre elas, o trator Série S6 premiado mundialmente. Também levou conjuntos de plantio inteligente. E soluções para pequenos e médios produtores. Assim, garante que o agricultor tire o máximo de cada hectare. Com menos custo e mais rendimento.

    Segundo Gustavo dos Santos, coordenador de Marketing Tático da Valtra, a participação vai além de expor máquinas. “A feira é o palco perfeito para demonstrarmos como a tecnologia está transformando a eficiência no campo. Com esses maquinários, entregamos ao produtor o que há de mais moderno em potência e precisão. Por isso, garantimos que o agricultor extraia o máximo rendimento de cada hectare, com o menor custo operacional possível”, afirma.

    Ao falar sobre a presença feminina no agro, Gustavo foi enfático. “Oferecemos uma gama completa de soluções para o produtor rural. Além disso, temos um foco especial nas mulheres que estão cada vez mais presentes e ativas no agronegócio. Nossos produtos incluem o inovador trator rosa. Ele é um símbolo de inclusão e empoderamento feminino. Assim, celebra a contribuição das mulheres no campo. Estamos comprometidos em apoiar todos os produtores rurais. Ao mesmo tempo, reconhecemos e valorizamos o papel essencial que as mulheres desempenham na agricultura moderna.”

    Foto: Pedro H. Lopes/ Agro em Campo

    Série S6: o “gigante” com economia e prêmios

    O destaque principal é a Série S6. Ela é a família de tratores de maior potência da Valtra. A linha foi criada para quem precisa de torque responsivo e confiável. Além disso, tem baixo custo de operação. Os modelos S346, S376 e S416 chegam com potências de até 425 cv. O torque vai a 1.750 Nm. O motor AGCO Power de 8,4L tem novo sistema de admissão de ar com turbo único. Isso significa 7% menos rotações. Também traz 10% a 15% menos consumo de combustível.

    A transmissão CVT da Valtra garante aceleração suave. Ela evita interrupções. Assim, é ideal para campo e transporte. Não é à toa que o S6 ganhou prêmios. Entre eles, o Good Design Award, o iF DESIGN AWARD e o Red Dot Award: Design de Produto 2025. Gustavo compara o trator a uma roupa. “Esse trator foi desenvolvido com uma filosofia única. É como uma roupa que se veste no operador. A experiência de operação é, sem dúvida, algo surreal. Quando falamos em conforto e capacidade operacional para grandes jornadas, o S6 estabelece um novo padrão.”

    Plantio inteligente: trator Q5 e plantadeira Momentum

    Outro ponto forte é o conjunto de plantio. Ele inclui o trator Q5 (de 265 cv a 305 cv) e a plantadeira Momentum. O Q5 vem com motor AGCO Power de 7,4 litros. Também traz transmissão CVT. Além disso, tem tecnologia SmartTurn para manobras automáticas de cabeceira. Isso acontece sem o operador precisar intervir. Por consequência, traz mais precisão e eficiência.

    A Momentum tem até 24 linhas de plantio. Ela conta com o Sistema Precision Planting. Esse foi eleito a melhor tecnologia de singulação do mercado. A plantadeira controla a população de sementes em tempo real. Também distribui a carga com Weight Transfer. Assim, garante profundidade homogênea na deposição. “Oferecemos tratores, plantadeiras, pulverizadores e todas as soluções necessárias. Tudo para que o produtor rural tenha a melhor rentabilidade possível”, destaca Gustavo.

    Pulverizador e tratores versáteis para economia

    Para quem busca eficiência em pulverização, o BS2225H HiTech entrega autonomia e produtividade. Ele vem com motor AGCO Power de 4 cilindros. Também traz transmissão 4×4. Além disso, tem barra de até 30 metros. Já para versatilidade, a Valtra trouxe a Série A2R. Ela oferece economia de até 10% em combustível. Também tem capacidade de levante 6% superior. Por fim, a A4 HiTech foca economia por hectare. Ela traz até 12% de economia, com modos inteligentes de operação.

    Gustavo reforça o legado da marca. “A Valtra foi responsável pela primeira fábrica de tratores do Brasil. Ela fica localizada em Mogi das Cruzes (SP). Essa fábrica continua operando até hoje. Além disso, representa o coração da nossa produção. Lá, fabricamos não apenas os tratores. Também produzimos os motores de todas as nossas máquinas. E, por fim, montamos os pulverizadores.”

    Expectativa alta no Paraná

    A expectativa da Valtra é a melhor possível. “O estado do Paraná sempre nos recebeu bem. Além disso, nossos clientes — que carinhosamente chamamos de ‘Valtreros’ — são parte fundamental dessa história. Neste ano, as lavouras do Paraná estão mostrando produtividade muito expressiva. Por isso, estamos preparados com todos os produtos da Valtra. Assim, vamos auxiliar o produtor rural da melhor maneira possível. Nosso objetivo é contribuir para o desenvolvimento da cultura agrícola. E, ao mesmo tempo, garantir rentabilidade no negócio de cada cliente”, conclui Gustavo.

  • Rentabilidade do arroz atinge menor nível em três anos

    Rentabilidade do arroz atinge menor nível em três anos

    A safra de arroz 2025/26 no Rio Grande do Sul inicia com rentabilidade em queda, apontam estimativas do Cepea.

    Pesquisadores destacam que os preços baixos reduzem a viabilidade da produção em regiões tradicionais como Uruguaiana.

    Os cálculos mostram que uma produtividade de 175,40 sacas por hectare cobre apenas os custos operacionais dos produtores. Mesmo assim, o desempenho gera margem negativa de 29% em relação aos custos totais de produção.

    Segundo o Cepea, só produtividades acima de 245 sacas por hectare cobririam todos os custos do cultivo.
    Outra alternativa seria alcançar preços médios superiores a R$ 95,00 por saca de 50 quilos.

    Com esse cenário, o Irga projeta retração de 5,2% na área cultivada em 2025/26. A estimativa indica que pouco mais de 920 mil hectares receberão o plantio de arroz no estado.

  • Área cultivada com azevém no Brasil tem crescido

    Área cultivada com azevém no Brasil tem crescido

    O azevém (Lolium multiflorum) tem se consolidado como uma das principais forrageiras de inverno no Brasil. Especialmente nas regiões Sul e Sudeste, onde sua produção é fundamental para a suplementação alimentar de rebanhos. De acordo com dados da Embrapa, a área cultivada com azevém no Brasil tem crescido, refletindo a demanda por forragem de alta qualidade durante os meses mais frios do ano.

    No inverno de 2023, foram cultivados aproximadamente 32.500 hectares de azevém na região dos Campos Gerais do Paraná, uma área significativa que demonstra a importância dessa cultura para a produção de leite e carne. A produtividade média do azevém pode variar entre 6 a 8 toneladas por hectare, dependendo das condições climáticas e do manejo adotado. Estudos indicam que a produção total de massa seca pode alcançar até 8.544 kg/ha em condições ideai. Isso destaca o potencial dessa forrageira para atender as necessidades nutricionais dos rebanhos durante o inverno.

    Lucratividade e rentabilidade

    A rentabilidade do cultivo de azevém é influenciada por diversos fatores, incluindo os custos de produção e o preço do leite ou da carne no mercado. Segundo especialistas, o uso adequado de insumos, como fertilizantes nitrogenados, pode aumentar significativamente a produção. Para cada quilo de nitrogênio aplicado, observa-se um aumento linear de aproximadamente 2,82 kg/ha na massa de forragem, o que pode resultar em maior lucratividade para os produtores.

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    Além disso, a adoção de novas cultivares desenvolvidas pela Embrapa, como a BRS Integração, que apresenta um ciclo precoce e uma produtividade superior em até 5%, também contribui para melhorar a rentabilidade dos produtores. Essa cultivar permite que os agricultores realizem a ressemeadura natural antes do preparo das áreas para culturas de verão, como soja e milho.

    Desafios e oportunidades

    Apesar dos benefícios, o cultivo de azevém enfrenta desafios relacionados à necessidade de manejo adequado e às condições climáticas. A cultura é exigente em termos de solo e umidade, o que requer atenção especial por parte dos produtores. No entanto, as condições edafoclimáticas favoráveis nos Campos Gerais do Paraná têm proporcionado um ambiente propício para a produção eficiente dessa forrageira.

    Em resumo, o azevém se destaca como uma cultura estratégica para o agronegócio brasileiro, especialmente na suplementação alimentar durante o inverno. Com dados positivos sobre sua produtividade e rentabilidade, além das inovações no melhoramento genético das cultivares, espera-se que o cultivo continue a crescer. Contribuindo desta forma significativamente para a economia rural do país.

  • Preços dos ovos têm queda acentuada em julho

    Preços dos ovos têm queda acentuada em julho

    Os preços dos ovos comerciais registraram queda acentuada em julho. De acordo com os pesquisadores do Cepea, isso aconteceu devido a oferta maior do que a demanda no mercado interno. Com isso, o poder de compra dos avicultores de postura de São Paulo diminuiu. A queda nos valores dos insumos, como milho e farelo de soja, foi menos intensa, o que afetou ainda mais a rentabilidade dos produtores.

    Preços dos ovos

    Na região de Bastos (SP), o produtor conseguiu adquirir, em média, 139,9 quilos de milho ou 62,72 quilos de farelo de soja com a venda de uma caixa com 30 dúzias de ovos brancos tipo extra. Esses volumes são 7,1% e 5,3% menores que os registrados em junho. Para os ovos vermelhos, a compra média foi de 166,23 quilos de milho ou 74,52 quilos de farelo de soja por caixa vendida, representando quedas de 8% e 6,2% em comparação ao mês anterior.

    A diferença no ritmo de queda dos preços dos ovos e dos insumos pressionou o poder de compra dos avicultores. Em resumo, destacou o impacto das variações do mercado sobre a rentabilidade da atividade.

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  • Convivência entre sojicultura e apicultura no Brasil é possível

    Convivência entre sojicultura e apicultura no Brasil é possível

    Em um estudo conjunto, a BASF e a Embrapa revelaram dados positivos sobre a convivência entre sojicultura e apicultura no Brasil. Com resultados coletados em lavouras de São Gabriel (RS), Maringá (PR) e Dourados (MS) durante a safra 2022/23, a pesquisa demonstrou que a integração dessas atividades é não apenas possível, mas também benéfica para ambas as partes.

    A pesquisa validou um protocolo de Boas Práticas Agrícolas, Apícolas e de Comunicação que guiou as ações de sojicultores e apicultores. “A convivência é vantajosa para ambos, desde que respeitem as boas práticas agrícolas e mantenham um diálogo contínuo”, afirmou Décio Gazzoni, pesquisador da Embrapa Soja (PR). O protocolo inclui o Manejo Integrado de Pragas de Soja (MIP-Soja), que visa reduzir os insetos-praga sem afetar os inimigos naturais.

    Ganhos em Rentabilidade e Sustentabilidade

    A presença de abelhas nas lavouras de soja pode aumentar a produtividade em até 13%, segundo estudos da Embrapa. As abelhas, ao coletarem néctar, atuam como polinizadoras, melhorando a qualidade e quantidade das vagens de soja. Apicultores também se beneficiam, com colheitas de mel que podem chegar a 50 kg por colmeia durante a florada da soja. Isso é mais do que o dobro da média nacional.

    plantação de soja
    Soja e abelhas podem conviver juntos.

    Rodrigo Casado, produtor de soja e mel em Maringá (PR), destacou que a polinização na soja resulta em uma renda extra significativa. Assim sendo, é permitido colheitas de mel de duas a três vezes ao ano. Além disso, a presença das abelhas contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, beneficiando o meio ambiente.

    Importância das Abelhas

    As abelhas desempenham um papel crucial na agricultura, não apenas pela polinização, mas também por manter o equilíbrio dos ecossistemas. A preservação dos polinizadores é vital para garantir a produtividade agrícola e a sustentabilidade dos ecossistemas naturais. “É essencial encontrarmos maneiras efetivas de conservarmos os polinizadores, como as abelhas, para garantir a produtividade da agricultura e o equilíbrio dos nossos ecossistemas naturais”, afirmou Maurício do Carmo Fernandes, gerente de Stewardship e Sustentabilidade da BASF.

    Parceria BASF e Embrapa

    A colaboração entre BASF e Embrapa resultou em uma websérie disponível na Fazenda BASF, abordando temas como a união entre sojicultura e apicultura, qualidade do mel de soja, e tecnologia de aplicação de insumos. Essa parceria promove boas práticas agrícolas, segurança alimentar, sustentabilidade e desenvolvimento econômico, reforçando o legado da agricultura brasileira.