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  • Rondônia Rural Show cresce em público e volume de negócios

    Rondônia Rural Show cresce em público e volume de negócios

    A 13ª Rondônia Rural Show Internacional registra forte movimentação de público e crescimento nas vendas desde a abertura, realizada na segunda-feira (25), no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná. Expositores relatam reposição constante de produtos e aumento da produção para atender à demanda crescente dos visitantes.

    Até a quarta-feira (27), o volume de negócios já indica resultados positivos, com expectativa de novos recordes até o encerramento do evento, marcado para sábado (30). A feira se consolida como a maior do agronegócio da Região Norte e amplia sua projeção no cenário nacional.

    O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destaca o desempenho econômico do evento e a evolução do setor produtivo estadual. Segundo ele, a feira evidencia a força da economia local, baseada em produção de qualidade e práticas sustentáveis.

    O secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Luiz Paulo, reforça que o número de visitantes e o volume de vendas superam as expectativas nos primeiros dias. O balanço oficial dos negócios será divulgado na solenidade de encerramento.

    Expositores ampliam vendas e produção

    Expositores comemoram o desempenho comercial durante a feira. A agroindústria de farinha de Alta Floresta d’Oeste, comandada por James Amorim e Ana Paula, participa pela segunda vez e já registra crescimento nas vendas.

    O casal relata aumento contínuo na procura pelos produtos, o que exige reposição diária. A expectativa é superar o volume comercializado na edição anterior. Para os produtores, a Rondônia Rural Show representa uma oportunidade estratégica, principalmente para a agricultura familiar.

    A história da agroindústria começou com a tradição da farinha de Tarauacá (AC). O produto ganhou espaço no mercado local após a aceitação em eventos e evoluiu para a produção de farofas prontas, hoje comercializadas em escala maior.

    Os empreendedores também destacam o apoio do governo estadual, que contribui com estrutura e incentivo ao setor produtivo.

    Cafeicultores projetam recorde

    O produtor de café Jonas Carvalho, de Theobroma, participa pela quarta vez da feira e também registra bom desempenho nas vendas. Ele projeta superar os resultados dos anos anteriores e pretende esgotar todo o estoque durante o evento.

    Segundo o produtor, a estrutura da feira evolui a cada edição e fortalece o ambiente de negócios.

    Público destaca estrutura e atrações

    A feira atrai visitantes de diferentes regiões do estado. Josiane Maciel, de Nova Brasilândia, visita o evento pelo terceiro ano consecutivo e ressalta a diversidade de atrações e a oportunidade de aprendizado.

    De Nova Brasilândia, Josiane Maciel, disse que é o terceiro ano que visita a feira. Foto: Ésio Mendes/Secom

    Ela destaca o ambiente familiar e a possibilidade de apresentar o agronegócio às crianças.

    Moradores de Ji-Paraná, Mirian Carla e Ailton Braga também elogiam a organização e o ambiente da feira. O casal visita o evento regularmente para conhecer novidades do setor e reforça a qualidade da estrutura.

    Casal de Ji-Paraná, Mirian Carla e Ailton Braga. Foto: Ésio Mendes/Secom
  • Paraná bate recorde histórico na produção de carne bovina e suína no 2º trimestre

    Paraná bate recorde histórico na produção de carne bovina e suína no 2º trimestre

    O Paraná estabeleceu novos recordes na pecuária durante o segundo trimestre de 2025. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quarta-feira (10), mostram números históricos no abate de bovinos e suínos.

    O estado superou as marcas do primeiro trimestre e consolidou sua posição de liderança nacional no setor de frangos. A produção de leite, ovos e couro também permanece entre as maiores do Brasil.

    O Paraná abateu 3,25 milhões de suínos no período. O número representa um aumento de 60,09 mil cabeças em relação ao primeiro trimestre. Este volume configura o maior registro para três meses na série histórica.

    O estado mantém a vice-liderança nacional no setor. Responde por 21,7% da produção brasileira, ficando atrás apenas de Santa Catarina, que detém 28%.

    Bovinos registram melhor trimestre desde 1997

    A produção de carne bovina atingiu 394 mil cabeças abatidas entre abril e junho. O resultado marca o melhor trimestre produtivo da série histórica do IBGE, iniciada em 1997.

    O crescimento alcançou 27,5 mil unidades a mais que o trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2024, o aumento chegou a 30 mil cabeças.

    O Paraná mantém a posição de maior produtor nacional de frangos. Abateu 558,6 milhões de unidades no segundo trimestre, equivalente a 34,1% de toda a produção do país.

    Santa Catarina (13,7%) e Rio Grande do Sul (11,4%) completam o pódio. Os três estados da região Sul reforçam o peso da região neste segmento produtivo.

    Leite cresce 120 milhões de litros

    A produção de leite alcançou 1,017 bilhão de litros no período. O crescimento de 120,04 milhões de litros em relação ao trimestre anterior representa a segunda maior elevação entre os estados brasileiros.

    Apenas o Rio Grande do Sul superou o Paraná, com crescimento de 122,06 milhões de litros. O estado paranaense mantém a vice-liderança nacional com 15,7% de participação, atrás de Minas Gerais (23,8%).

    Do volume total produzido, 99,8% teve destino industrial. O estado completa quatro trimestres consecutivos acima da marca de 1 bilhão de litros de leite adquiridos e industrializados.

    Ovos e couro também crescem

    O Paraná produziu 115,6 milhões de dúzias de ovos de galinha no segundo trimestre. O resultado coloca o estado na terceira posição nacional, com 9,3% da produção.

    São Paulo lidera com 25,6%, seguido por Minas Gerais com 9,9%. O número de granjas participantes da pesquisa cresceu, assim como a quantidade de galinhas poedeiras, que atingiu 22,48 milhões de unidades – recorde da série histórica.

    Na indústria do couro bovino, a quantidade adquirida para curtimento subiu de 788,9 mil para 807,2 mil unidades. Do total, 594,2 mil passaram pelo processo de curtimento nos curtumes paranaenses até junho.

    O IBGE realiza trimestralmente as estatísticas oficiais da conjuntura agropecuária. Inclui a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, a Pesquisa Trimestral do Leite, a Pesquisa Trimestral do Couro e a Pesquisa de Produção de Ovos de Galinha.

    As informações completas estão disponíveis no Sidra, banco de dados oficial do instituto. Os dados podem ser consultados em nível nacional, regional e estadual.

  • Brasil: Produção de carnes bovina, suína e de frango bate recorde

    Brasil: Produção de carnes bovina, suína e de frango bate recorde

    No 3º trimestre de 2024, o abate de bovinos atingiu um aumento de 15,3% em comparação ao mesmo período de 2023 e cresceu 3,9% em relação ao 2º trimestre de 2024. O total de cabeças abatidas chegou a 10,37 milhões, superando pela primeira vez a marca de dez milhões em um único trimestre. Além disso, os abates de suínos e frangos também cresceram, resultando no recorde na produção de carnes . Esses dados foram divulgados (05/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas Estatísticas da Produção Pecuária.

    Angela Lordão, gerente da pesquisa, afirmou: “O ano de 2024 está sendo de recorde no abate de bovinos e na produção de carne. Estamos nos encaminhando para um recorde anual, a depender do quarto trimestre.” Ela destacou que julho foi o melhor mês da série histórica, iniciada em 1997, para o abate geral.

    A boa oferta de animais se deve à retenção de fêmeas entre o final de 2019 e 2021. Lordão acrescentou que o setor ainda vive uma fase de baixa nos preços, especialmente do bezerro, o que desestimula a retenção de fêmeas.

    Em relação ao mesmo período do ano anterior, o abate aumentou em 1,37 milhão de cabeças. Dentre as 27 unidades da federação (UFs), 25 registraram crescimento no abate. O aumento no abate de fêmeas foi de 19,6%, enquanto o dos machos subiu 12,5%, influenciado pela queda nos preços dos bezerros.

    Angela ressaltou a forte demanda por carne bovina: “Estamos com exportações recordes, e aqui no mercado interno também temos observado um aumento do consumo per capita das famílias.” Sendo assim, as exportações atingiram um patamar inédito de 706,43 mil toneladas no trimestre, refletindo um aumento de 30,6% na comparação anual.

    Recordes produção de carnes de Suínos e Frangos

    O abate de frangos alcançou 1,62 bilhão de cabeças, representando um crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado e um acréscimo de 0,8% em comparação com o trimestre anterior. Este resultado, portanto, estabeleceu um novo recorde trimestral.

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    O abate de suínos também atingiu um novo marco com 14,95 milhões de cabeças abatidas, aumento de 2,1% em relação ao ano anterior e alta de 2,6% frente ao segundo trimestre.

    As exportações brasileiras de carne suína, sendo assim, voltaram a crescer e estabeleceram novo recorde trimestral. As vendas externas da carne de frango também se mantiveram elevadas no terceiro trimestre, alcançando o segundo melhor resultado na série histórica da Secex. “O Brasil tem aberto novos mercados para exportação de carne suína e é o maior exportador mundial de carne de frango”, afirmou Angela.

    Produção de Ovos Atinge Novo Recorde

    Além do recorde na produção de carnes, a produção de ovos de galinha chegou a 1,2 bilhão de dúzias no terceiro trimestre deste ano. Esse número, portanto, representa um aumento significativo: 10,3% em relação ao mesmo período do ano passado e 3% na comparação com o trimestre anterior.

    Angela explicou: “A produção de ovos também foi recorde; eles são a proteína mais acessível para a população.” A oferta maior levou à queda dos preços dos ovos. Foram produzidas 111,94 milhões de dúzias a mais do que no terceiro trimestre do ano passado. Mais da metade das granjas (54,2%) dedicou-se à produção para consumo.

    Aquisição e Preço do Leite

    A aquisição totalizada foi de 6,30 bilhões de litros de leite cru. Embora tenha havido uma leve redução (0,3%) em relação ao terceiro trimestre do ano passado, houve um crescimento significativo (7,1%) comparado ao trimestre anterior. O preço médio pago ao produtor subiu para R$ 2,80 por litro.

    Angela destacou que a competição entre indústrias aumentou devido à oferta menor: “Com uma oferta menor no campo, temos uma competição maior pelas indústrias.” Minas Gerais apresentou recuperação na produção e continua sendo o maior produtor nacional.

    Crescimento na Aquisição de Couro

    Por fim, os curtumes receberam 10,55 milhões de peças no terceiro trimestre deste ano. Esse total representa um aumento significativo (17,4%) em relação ao mesmo período do ano anterior e alta (2,7%) frente ao segundo trimestre. Além disso, Angela explicou que o aumento no abate bovino naturalmente reflete no couro: “Esse incremento é justamente pelo maior número de cabeças abatidas.”

  • Megaleite encerra com recordes e anuncia data para 2025

    Megaleite encerra com recordes e anuncia data para 2025

    A 19ª edição da Megaleite chegou ao fim neste sábado (15/06), e a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando já tem planos definidos para 2025. A próxima edição do evento será de 17 a 21 de junho, em Belo Horizonte/MG. Sem dúvida, a meta é repetir o sucesso deste ano, reunindo as principais raças bovinas leiteiras no Parque da Gameleira.

    A Megaleite é reconhecida como uma vitrine internacional da pecuária leiteira do Brasil, atraindo milhares de visitantes de diversos países para a capital mineira. Segundo Domício Arruda, presidente da Associação de Girolando, a exposição não só promove a genética brasileira, mas também impulsiona a economia local, gerando empregos diretos e indiretos, além de fomentar negócios em diversos segmentos.

    Na edição deste ano, que ocorreu de 11 a 15 de junho, a feira contou com a presença de 1500 animais de 160 expositores, representando as raças Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Guzerá, Guzolando, Jersey, Simental e Búfalos. Para o jurado Celso Menezes, a Megaleite reflete a notável evolução das raças nos últimos anos, destacando a qualidade genética alcançada, com vacas produzindo mais de 100 kg de leite por dia.

    Recordes impressionantes

    O evento também foi palco para quebras de recordes no Torneio Leiteiro da raça Girolando. A vaca Fanny FIV Kingboy 131 FGS Sapucaia, de Fernando Gonçalves dos Santos, estabeleceu um novo recorde ao produzir 306,960 kg de leite, com média de 102,320 kg/dia. Outro destaque foi a vaca jovem Tradição FIV Elixir Santa Luzia, de propriedade de José Freire Neto. Ela produziu 268,670 kg de leite, com média de 89,557 kg/dia.

    Além disso, a Megaleite 2024 registrou uma movimentação financeira estimada em R$ 220 milhões.  Houve a participação de cerca de 100 empresas expositoras de diversos segmentos. Comitivas de vários países, como Índia, Colômbia, México, Equador, El Salvador, Costa Rica, Panamá, Bolívia e Venezuela, além de brasileiros de todas as regiões do país, passaram pelo evento.

    Megaleite: desenvolvimento da pecuária leiteira

    A Megaleite é realizada na capital mineira desde 2016. Desde então, vem consolidando como um dos principais eventos do setor no país. O objetivo é continuar promovendo o desenvolvimento e a qualidade da pecuária leiteira brasileira. Afinal, a programação sempre conta com leilões, shoppings de animais, cursos, palestras, competições, além de atrações para o público. O Agro em Campo segue acompanhando os destaques do setor leiteiro.