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  • Banana lidera consumo mundial; veja o ranking das frutas

    Banana lidera consumo mundial; veja o ranking das frutas

    A banana ocupa a liderança entre as frutas mais consumidas do mundo. O alimento está presente na dieta diária de bilhões de pessoas e desempenha papel estratégico na segurança alimentar global.

    A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) informa que a banana está entre as frutas mais produzidas, comercializadas e consumidas do planeta. Além disso, a cultura gera renda para milhões de agricultores e abastece mercados em todos os continentes.

    Segundo a FAO, existem mais de mil variedades de banana cultivadas no mundo. No entanto, a variedade Cavendish domina o comércio internacional. Ela responde por quase metade da produção mundial, com cerca de 50 milhões de toneladas por ano. A maior parte da produção abastece o consumo interno dos países produtores. Índia e China lideram esse mercado, enquanto a América Latina, a Ásia e a África concentram grande parte da produção mundial.

    Fruta popular

    Além da ampla oferta, a banana reúne características que explicam sua popularidade. A fruta possui preço acessível, alto valor nutricional e facilidade de transporte. Por isso, tornou-se um alimento básico em diversos países.

    A FAO destaca que a banana contribui diretamente para a segurança alimentar, principalmente em países de baixa renda. Nesses locais, a fruta garante calorias, nutrientes e também gera emprego e renda para milhões de famílias rurais.

    O comércio internacional também mantém forte ritmo. Nos últimos anos, o mercado global movimentou aproximadamente 20 milhões de toneladas anuais. Entretanto, eventos climáticos extremos, doenças, pragas e o aumento dos custos de produção desafiam o setor.

    Entre as principais ameaças está o fungo Fusarium Tropical Race 4 (TR4). A doença já foi confirmada em diversos países produtores e representa um dos maiores riscos para a bananicultura mundial.

    Ranking das frutas mais consumidas

    Com base em dados compilados pela FAO, a banana lidera o consumo entre as frutas de mesa no mundo. Na sequência aparecem maçã, laranja, uva, melancia e manga, todas com forte presença na alimentação global.

    Os especialistas ressaltam que o crescimento da população, a busca por alimentação saudável e a praticidade do consumo devem manter a banana entre os alimentos mais importantes do agronegócio mundial nas próximas décadas.

  • Centro-Oeste domina ranking de cidades com maior interesse em terras rurais

    Centro-Oeste domina ranking de cidades com maior interesse em terras rurais

    Centro-Oeste lidera o ranking das 20 cidades brasileiras com maior procura por terras rurais em 2025, segundo a plataforma de imóveis rurais Chãozão. O estudo aponta uma concentração de interesse na região, com dez cidades rankeadas.

    Cocalinho (MT) ocupa a primeira posição, com preço médio por hectare de R$ 15.247,19, conforme o Índice Chãozão Valor do Hectare (ICVH). Em seguida, Paratininga (MT) aparece com R$ 28.327,52 por hectare. Tatuí (SP) fecha o Top 3, com R$ 176.045,16 por hectare.

    “Especialmente em estados como Mato Grosso e Goiás, a região Centro-Oeste concentra grande parte das principais áreas produtivas do país para lavoura e pecuária, que tiveram grande procura durante este ano. Para se ter uma ideia, nas buscas registradas no Chãozão, terras com aptidão para lavoura representaram cerca de 36% do total, seguidas por 32% de terras voltadas à pecuária”, explica Geórgia Oliveira, CEO do Chãozão.

    Por estado, o Mato Grosso lidera com seis cidades entre as mais procuradas, seguido por Goiás, com quatro. São Paulo aparece com cinco cidades entre as mais procuradas na região Sudeste. Minas Gerais, Tocantins e Pará também aparecem no ranking, marcando a força do agronegócio nessas regiões. “Chama a atenção pela diversidade de regiões representadas nas primeiras posições do ranking, cada uma com suas inúmeras aptidões produtivas, que vão da pecuária à agricultura de alta performance. É um bom indício de que, em 2026, essa diversidade pode alavancar ainda mais o Brasil como uma potência única no agro”, avalia Geórgia Oliveira.

    Fonte: Chãozão
  • Brasil é 3º em produtividade mundial de amendoim

    Brasil é 3º em produtividade mundial de amendoim

    O Brasil alcançou o 3º lugar mundial em produtividade de amendoim e atingiu média de 3,8 toneladas por hectare. A informação consta no livro Mapeamento e Quantificação da Cadeia do Amendoim Brasileiro, lançado pela ABEX-BR em Ribeirão Preto.

    Crescimento expressivo

    O levantamento mostra que a cadeia do amendoim movimentou R$ 18,6 bilhões e ampliou a produção em 300% na última década. A expansão ocorreu porque os produtores adotaram tecnologia de precisão e elevaram a eficiência no campo.

    Inovação no campo

    Cristiano Fantin, presidente da ABEX-BR, afirma que o uso de inovação consolidou o avanço. Ele destaca que 64% dos produtores utilizam agricultura de precisão, o que melhora o uso do solo e aumenta a rentabilidade. O estudo aponta que o amendoim fortalece a rotação de culturas porque fixa nitrogênio no solo. Essa capacidade reduz custos com fertilizantes e melhora as condições para os cultivos seguintes.

    A publicação também detalha o modelo de “desperdício zero” da cadeia. O rigor na qualidade e na rastreabilidade colocou o Brasil como 2º maior exportador mundial de óleo de amendoim e 4º em amendoim em grão. O setor reaproveita subprodutos como farelo e torta na nutrição animal. A casca, que representa até 25% do peso colhido, vira pellet para biomassa e geração de energia.

    Expansão de área plantada

    A ABEX-BR identificou ainda uma expansão de mais de 200% da área plantada em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A entidade avalia que a cultura se consolida como segunda safra rentável nas novas fronteiras agrícolas.

    Fantin afirma que o avanço amplia a segurança produtiva. Ele reforça que os dados do mapeamento ajudam a planejar infraestrutura e financiamento para essa nova geografia agrícola.

    O livro foi financiado pelo Núcleo de Promoção e Pesquisa da ABEX-BR e já está disponível para consulta no site da entidade.

  • Saiba quem assume liderança entre SUVs mais vendidos do Brasil em agosto

    Saiba quem assume liderança entre SUVs mais vendidos do Brasil em agosto

    A liderança no segmento de SUVs no Brasil mudou em agosto de 2025. Na primeira quinzena do mês, o Toyota Corolla Cross somou 3.587 emplacamentos oficiais. O resultado coloca o modelo à frente do Volkswagen T-Cross, que vendeu 3.230 unidades no mesmo período.

    A disputa entre os dois modelos mostra-se intensa e pode apresentar mudanças até o fim do mês. O Volkswagen T-Cross mantém a pressão e tem grande chance de reverter a posição, especialmente considerando seu desempenho consistente nos meses anteriores.

    Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo a entidade, a tendência é de que o segmento de SUVs continue aquecido, impulsionado pela preferência crescente dos consumidores por veículos espaçosos e versáteis.

    Além do Corolla Cross e do T-Cross, outros modelos seguem consolidando suas vendas no mercado brasileiro, mas ainda não ameaçam os líderes no ranking. A competição entre Toyota e Volkswagen destaca o dinamismo do segmento e a importância de inovações e estratégias comerciais para conquistar os compradores.

    Top 15 SUVs

    Modelo                          Unidades

    1º           Toyota Corolla Cross      3.888

    2º           Volkswagen T-Cross      3.464

    3º           Hyundai Creta               3.211

    4º           Fiat Fastback                 2.518

    5º           Fiat Pulse                      2.343

    6º           Nissan Kicks                 2.318

    7º           Chevrolet Tracker         2.314

    8º           Volkswagen Nivus        2.270

    9º           Volkswagen Tera          2.043

    10º         Honda HR-V                1.990

    11º         Jeep Compass             1.807

    12º         CAOA Chery Tiggo 7   1.717

    13º         Jeep Renegade            1.300

    14º         BYD Song                    1.280

    15º         GWM Haval H6           1.211

    O resultado parcial de agosto reafirma a preferência do público brasileiro por SUVs compactos. E também mostra que os carros elétricos ainda não ameaçam o segmento. A segmentação oferece um balanço entre espaço, consumo e preço, fatores cruciais para manter-se competitivo. Até o fechamento do mês, a expectativa é que o ranking apresente surpresas e, possivelmente, uma nova configuração no topo.

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  • Ranking: jabuticaba está entre as melhores frutas do mundo

    Ranking: jabuticaba está entre as melhores frutas do mundo

    Algumas frutas se destacam pelo sabor, aroma e qualidade, conquistando consumidores ao redor do mundo. A brasileira Jabuticaba está entre as mais saborosas do mundo. Confira quais são as melhores e suas principais características de acordo com o ranking divulgado pelo Taste Atlas.

    1- Pêssegos da Macedônia Central

    Divulgação: Taste Atlas

    Os produtores cultivam os pêssegos das variedades May Crest, Spring Crest, June Gold, Dixired, Red Haven, Maria Bianca, Sun Cloud, Flavor Crest, Sun Crest, JH Hale, Honey Dew Hale, Naoussa Late e Loring na região grega da Macedônia Central.

    Embora tenham origem na China, eles se adaptaram ao clima mediterrâneo e se tornaram populares na Grécia. Colhidos no ponto certo de maturidade, passam por inspeção e embalagem imediata para manter o frescor. Com aroma intenso e sabor doce, são altamente valorizados na Europa e na Península Arábica entre maio e outubro.

    2 – Truskawka Kaszubska (Morangos da Polônia)

    Divulgação: Taste Atlas

    Os morangos das variedades Elsanta, Honeoye e Senga Sengana são cultivados nos distritos de Kartuski, Kościerski e Bytowski, na Polônia. As variedades Elsanta e Honeoye são ideais para consumo in natura, com sabor doce e textura firme. Já a Senga Sengana, destinada ao processamento, possui polpa suculenta e resistente.

    Os consumidores apreciam esses morangos pelo equilíbrio perfeito entre doçura e acidez, remetendo ao sabor das frutas silvestres.

    3 – Mandarini Chiou (Tangerinas de Chios)

    Divulgação: Taste Atlas

    As tangerinas cultivadas na ilha grega de Chios se destacam pelo alto teor de açúcar, polpa macia e aroma intenso. Graças ao clima privilegiado e à excelente exposição ao sol, essa variedade é considerada uma das mais perfumadas do mundo.

    Mesmo antes da colheita, seu aroma invade os pomares e se espalha pela ilha, reforçando o apelido de “Myrovolos”, que significa “ilha perfumada”.

    4- Portokalia Maleme Chanion Kritis (Laranjas de Creta)

    Divulgação: Taste Atlas

    As laranjas da variedade Washington Navel crescem na região costeira de Chania, em Creta. Colhidas manualmente entre dezembro e maio, são conhecidas pelo sabor suculento e aroma marcante. Com tamanho avantajado e formato ligeiramente alongado, apresentam casca firme, o que facilita o transporte.

    Segundo a mitologia grega, essas laranjas estavam protegidas nos Jardins das Espérides, longe dos humanos.

    5 – Cítricos valencianos

    Divulgação: Taste Atlas

    As laranjas, tangerinas e limões cultivados nas províncias espanholas de Castellón, Valência e Alicante possuem uma tradição centenária. O clima mediterrâneo proporciona um equilíbrio perfeito entre doçura e acidez.

    Graças à experiência dos produtores locais, esses cítricos são reconhecidos pela cor vibrante, sabor intenso e qualidade premium.

    6 – Mila Zagoras Piliou (Maçãs da Grécia)

    Divulgação: Taste Atlas

    Agricultores cultivam as maçãs Starking Delicious na região leste de Pilios desde os anos 1960, sob supervisão da Cooperativa Agrícola de Zagora. O clima, a altitude elevada e as técnicas tradicionais garantem suas características exclusivas.

    A colheita ocorre manualmente após rigorosa verificação da maturidade. Depois, passam por seleção de qualidade e são armazenadas em instalações modernas.

    7 – Limone Costa d’Amalfi (Limões de Amalfi)

    Divulgação: Taste Atlas

    Os limões cultivados na província italiana de Salerno são conhecidos pela baixa acidez e sabor delicado. Com tamanha doçura, consumidores podem ser comê-los inteiros.

    Além de apreciá-los frescos, utilizam esses limões na produção de geleias, mel de limão, sorbettos e sobremesas tradicionais da região.

    8 -Mangostim 

    Divulgação: Taste Atlas

    O mangostim, também chamado de mangostão roxo, é uma fruta tropical originária das Ilhas Sunda, na região da Indonésia e Malásia. Sua casca roxa protege a polpa branca, suculenta e doce, com um leve toque de acidez.

    O consumidor usa a fruta in natura ou em sobremesas, saladas, cremes e sorvetes.

    9 – Primitivo (Uva italiana)

    Divulgação: Taste Atlas

    A uva Primitivo, cultivada na Apúlia, é geneticamente idêntica à Zinfandel californiana. Estudos revelaram que ambas derivam da variedade croata Crljenak Kaštelanski. Apesar da mesma origem, o terroir influencia seu perfil sensorial.

    Na Apúlia, os produtores utilizam a uva Primitivo para produção do vinho Primitivo di Manduria, um tinto intenso, rústico e rico em taninos, que se suavizam com o tempo.

    10 – Jabuticaba (Fruta brasileira)

    Divulgação: Taste Atlas

    A jabuticaba, nativa do Brasil, cresce diretamente no tronco da árvore em vários estados como Minas Gerais, Goiás e São Paulo. Com casca roxa e polpa branca, tem sabor doce com leve acidez. A vida útil da fruta é curta, fermentando poucos dias após a colheita.

    Rica em antioxidantes, cálcio, ferro, potássio e vitaminas, as pessoas consomem a fruta fresca ou transformada em sucos, geleias e licores.

    Essas frutas se destacam pela qualidade e história, encantando consumidores pelo mundo. Seja pela doçura, aroma ou tradição, cada uma delas tem um lugar especial na gastronomia global.

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  • Paraná deve recuperar posição no ranking nacional de soja

    Paraná deve recuperar posição no ranking nacional de soja

    As chuvas em volume adequado durante o ciclo da soja favoreceram a safra no Paraná. O estado deve recuperar o posto de segundo maior produtor nacional na temporada 2024/25. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Paraná (Seab), a projeção é de uma colheita de 22,1 milhões de toneladas em 5,7 milhões de hectares.

    Com essa estimativa, o Paraná ultrapassa o Rio Grande do Sul, cuja colheita deve chegar a 21,6 milhões de toneladas. O Mato Grosso permanece na liderança, com previsão de 44 milhões de toneladas.

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    As chuvas constantes desde o início do plantio contribuíram para o desenvolvimento da cultura. Contudo, a irregularidade das precipitações em algumas regiões afetou o potencial produtivo de parte das lavouras. Áreas como Oeste, Noroeste, Norte Central, Norte Pioneiro e Centro Ocidental registraram impactos negativos, mas menos severos do que na safra anterior.

    “A Seab já revisou as estimativas de produtividade nas regiões de Toledo e Umuarama, reduzindo os índices em 3% e 7%, respectivamente, devido às perdas climáticas”, explicou Ana Paula Kowalski, técnica do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema FAEP.

    De acordo com o Deral, a produtividade estadual deve atingir média de 64 sacas por hectare. Apesar disso, relatos de produtores das regiões de Toledo e Campo Mourão indicam rendimento variando entre 45 e 54 sacas por hectare no início da colheita.