Tag: Ranger

  • VW Amarok afunda de vez: picape vende só 2 unidades em agosto

    VW Amarok afunda de vez: picape vende só 2 unidades em agosto

    Ela já foi soberana entre as picapes. Hoje, a Volkswagen Amarok virou peça de museu nas concessionárias. Em agosto de 2025, foram míseras 2 unidades vendidas em todo o Brasil, segundo a consultoria K.Lume.

    Pior: a veterana perdeu até para as chinesas, que quase ninguém lembra. A BYD Shark, ainda tentando mostrar serviço, emplacou 66 unidades. Já a JAC Hunter, vista por muitos como carro de “teste de coragem”, fez 31 vendas.

    Hilux continua inalcançável

    Enquanto isso, no andar de cima, a Toyota Hilux segue intocável. Foram 3.571 unidades, consolidando a liderança absoluta. A picape japonesa vendeu quase três vezes mais que a terceira colocada.

    Ford e GM brigam pelo segundo lugar

    A Ford Ranger também mostrou força, fechando agosto com 2.628 vendas. Logo atrás veio a GM S10, com 2.340 emplacamentos.

    Mitsubishi garante espaço

    Com mais de mil unidades da Triton e outras 283 da veterana L200, a marca japonesa segue com espaço no mercado.

    Fiat e Nissan resistem

    A novata Fiat Titano ainda engatinha, mas conseguiu 311 unidades. Já a Nissan Frontier, discreta, fechou com 220 vendas.

    As chinesas passaram vergonha… mas não tanto quanto a Amarok

    Na parte de baixo, o espetáculo foi constrangedor. A BYD Shark somou 66 vendas e a JAC Hunter alcançou 31. Ambas já estariam em situação delicada… se não fosse a Amarok.

    Amarok, do trono ao fiasco

    Com apenas 2 unidades emplacadas, a Amarok virou sinônimo de mico no setor automotivo. A picape que já foi “rainha das estradas” agora amarga o fim da fila.

    Ranking das picapes mais vendidas – agosto de 2025

    1. Toyota Hilux – 3.571

    2. Ford Ranger – 2.628

    3. GM S10 – 2.340

    4. Mitsubishi Triton – 1.008

    5. Fiat Titano – 311

    6. Mitsubishi L200 – 283

    7. Nissan Frontier – 220

    8. BYD Shark – 66

    9. JAC Hunter – 31

    10. Volkswagen Amarok – 2

  • Picapes do agro brilham entre os 50 carros mais vendidos de julho

    Picapes do agro brilham entre os 50 carros mais vendidos de julho

    Nem só de asfalto vive o mercado automotivo brasileiro. Em meio a SUVs urbanos e hatches compactos, três picapes — Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10 — provaram em julho de 205 que o agro continua firme no volante. Juntas, as três marcaram presença entre os 50 carros mais vendidos do país, num ranking dominado por modelos urbanos e populares.

    A Hilux, velha conhecida das estradas de terra e símbolo de prestígio nas fazendas, ocupou a 15ª posição, com 5.370 unidades emplacadas. A Ranger, recém-renovada e com cara de poucos amigos, veio em 27º lugar, com 3.104 unidades. Já a S10, veterana da Chevrolet com raízes fincadas no campo, apareceu na 30ª colocação, com 2.649 unidades.

    Força que vem do barro

    Num país onde mais de 20% do PIB vem do agronegócio, não surpreende, portanto, que os veículos que aguentam tranco, lama, boiada e longas distâncias sigam firmes na preferência nacional. Afinal, as picapes são mais do que simples carros — são ferramentas de trabalho, símbolos de status e, muitas vezes, companheiras de estrada. Na prática, elas cruzam estradas de chão com a mesma desenvoltura com que estacionam em frente ao restaurante da cidade. Por isso, seguem como escolha certa de quem vive entre a lida no campo e os compromissos na cidade.

    Mais do que motor: identidade

    A presença dessas picapes no top 50 da K.Lume Consultoria Automobilística mostra que, apesar da ascensão dos elétricos e da febre SUV, o Brasil profundo segue acelerando em outro ritmo. As versões topo de linha dessas caminhonetes, que superam facilmente os R$ 300 mil, também indicam o apetite do agro por carros robustos, tecnológicos e com DNA rural.

    Ranking tem domínio de urbanos

    Apesar da força do agro, o ranking foi liderado por carros compactos e SUVs. O Volkswagen Polo assumiu o topo com 12.940 unidades, seguido de perto pela Fiat Strada (12.895) — que, aliás, também serve bem ao pequeno produtor. O Fiat Argo, em terceiro lugar, somou 9.966 unidades.

    O Agro em Campo mostra os principais destaques entre os 50 mais vendidos de julho:

    Posição Modelo Unidades vendidas
    1º Volkswagen Polo 12.940
    2º Fiat Strada 12.895
    3º Fiat Argo 9.966
    4º Volkswagen T-Cross 9.022
    5º Fiat Mobi 8.099
    6º Hyundai Creta 7.856
    7º Chevrolet Onix 7.689
    8º Chevrolet Tracker 6.974
    9º Toyota Corolla Cross 6.866
    10º Nissan Kicks 6.341
    11º Fiat Fastback 6.207
    12º Volkswagen Nivus 5.777
    13º Volkswagen Saveiro 5.696
    14º Hyundai HB20 5.519
    15º Toyota Hilux 5.370
    16º Jeep Compass 4.935
    17º Fiat Pulse 4.836
    18º Honda HR-V 4.086
    19º Fiat Toro 3.985
    20º Volkswagen Virtus 3.863
    21º Caoa Chery Tiggo 7 3.721
    22º Jeep Renegade 3.711
    23º Renault Kwid 3.546
    24º Volkswagen Tera 3.244
    25º Toyota Corolla 3.182
    26º Chevrolet Onix Plus 3.108
    27º Ford Ranger 3.104
    28º BYD Dolphin Mini 3.011
    29º GWM Haval H6 2.994
    30º Chevrolet S10 2.649
    31º Hyundai HB20S 2.638
    32º RAM Rampage 1.976
    33º Chevrolet Spin 1.942
    34º Fiat Cronos 1.894
    35º Renault Duster 1.851
    36º BYD Song Plus 1.825
    37º Fiat Fiorino 1.799
    38º Chevrolet Montana 1.655
    39º Citroën Basalt 1.613
    40º Honda City sedã 1.565
    41º Renault Master 1.512
    42º Toyota SW4 1.500
    43º Caoa Chery Tiggo 8 1.440
    44º Caoa Chery Tiggo 5X 1.434
    45º Honda City hatch 1.427
    46º BYD Song Pro 1.339
    47º Renault Kardian 1.332
    48º Jeep Commander 1.312
    49º BYD Dolphin 1.305
    50º Mitsubishi Eclipse Cross 1.096

    E o campo segue pulsando

    Com a entressafra batendo à porta e o plantio da soja prestes a começar em várias regiões, é provável que o fôlego das picapes do agro se mantenha nos próximos meses. Afinal, enquanto houver porteira aberta, o ronco dos motores a diesel continuará ecoando pelas estradas do Brasil.

    E entre buzinas e berrantes, quem disse que o agro não tem estilo?

  • Hilux, Ranger e S10: as picapes “queridinhas” do agro

    Hilux, Ranger e S10: as picapes “queridinhas” do agro

    Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10 foram as três picapes médias mais vendidas do Brasil em junho de 2025, com destaque absoluto para a picape da Toyota. Os dados são da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

    O bom desempenho reforça a preferência do consumidor por modelos com alta durabilidade, força para o trabalho pesado e bom valor de revenda. O segmento é estratégico não apenas para o agronegócio, mas também para empresas de transporte, obras e logística regional.

    Ranking – 3 Picapes mais vendidas em junho de 2025

    Posição Modelo Marca Unidades vendidas
    1º Hilux Toyota 4.576
    2º Ranger Ford 2.961
    3º S10 Chevrolet 2.612

    Fonte: Fenabrave

    Hilux se mantém líder entre frotistas e produtores rurais

    A Toyota Hilux se consolida como a principal escolha do setor rural e de prestadores de serviço. Com motor 2.8 turbodiesel, tração 4×4 e pacote de revisões com preço fixo, o modelo alia robustez e confiabilidade mecânica, fatores decisivos para quem utiliza o veículo de forma intensiva.

    Além da versão SRX topo de linha, a marca tem impulsionado as vendas com a linha Hilux Power Pack, voltada ao cliente PJ e frotistas, com menor custo inicial e manutenção facilitada.

    Ranger cresce, mas ainda busca equilíbrio no segmento

    Com nova geração lançada no fim de 2024, a Ford Ranger apresenta evolução no design, na tecnologia embarcada e no comportamento dinâmico. O desempenho em junho mostra reação consistente, especialmente entre compradores que valorizam o conforto urbano aliado à capacidade off-road.

    O modelo aposta no motor 3.0 V6 turbodiesel e na central multimídia de última geração, com pacote de assistência ao motorista. Ainda assim, a distância para a Hilux continua expressiva: mais de 1.600 unidades em apenas um mês.

    S10 mantém participação, mas sente a pressão da concorrência

    Foto: Chevrolet

    A Chevrolet S10 continua entre as favoritas do consumidor brasileiro, mas perdeu fôlego diante das atualizações promovidas pelas concorrentes. O modelo permanece forte no interior do país, especialmente entre empresas e agropecuaristas que buscam custo-benefício em versões de entrada e intermediárias.

    A expectativa da GM é de um reposicionamento da linha até o fim de 2025, com visual renovado e novos recursos voltados à conectividade e consumo de combustível, presentes na linha 2026.

    Linhas de financiamento e crédito para compra de picapes

    Com o mercado aquecido e o novo Plano Safra 2025/2026 em vigor, bancos e montadoras reforçaram as condições para financiamento de picapes, principalmente para clientes pessoa jurídica e produtores rurais:

    • Banco Toyota (Hilux): planos com entrada a partir de 20% e saldo em até 60 meses, com recompra garantida e parcelas fixas.

    • Ford Credit (Ranger): até 12 meses de carência no CDC para PJ, com taxas promocionais em contratos vinculados ao CNPJ.

    • GMAC (S10): consórcio com créditos de até R$ 250 mil para aquisição programada, com prazos flexíveis.

    • BB Agro e Bradesco Rural: financiamento via Finame ou Pronamp, com foco em utilitários agrícolas, carência de até 24 meses e juros a partir de 6,5% ao ano.

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  • É picape ou caminhão? Ford Ranger Super Duty trabalha pesado

    É picape ou caminhão? Ford Ranger Super Duty trabalha pesado

    Por enquanto, ela só dá as caras do outro lado do mundo, mas já faz muito barulho. A Ford apresentou oficialmente na Austrália a nova Ranger Super Duty, uma picape que parece ter feito crossfit pesado. É tanta força que até caminhão anda olhando de lado: o modelo é capaz de rebocar nada menos que 4.500 quilos, uma das maiores capacidades do planeta no segmento.

    A proposta é clara — e nem tenta disfarçar. Trata-se de uma picape pensada pro trampo pesado, daquele tipo que não se acanha com barro, pedra, subida, descida ou carga puxada até o talo. A Ford, aliás, não esconde que desenvolveu o modelo de olho em mineradoras, fazendeiros, pessoal da construção civil e serviços de emergência.

    V6 parrudo e tanque de caminhão

    O motor segue o conhecido 3.0 V6 turbodiesel, com 250 cavalos, o mesmo oferecido na versão brasileira. Mas aqui o papo é outro: a eletrônica foi recalibrada, a transmissão automática de 10 marchas ficou ainda mais afiada, e o chassi… bom, esse parece ter saído direto de um tanque de guerra.

    Foto: Divulgação – Ford

    A marca ainda faz suspense sobre o torque final, mas dá pra apostar que vai ser coisa de assustar — especialmente com os diferenciais bloqueáveis nos dois eixos, que garantem tração até em terreno onde nem bicho gosta de passar.

    Ah, e se o medo for ficar na mão no meio do nada, a Super Duty traz um tanque de 130 litros. Isso mesmo. É diesel pra atravessar o mapa.

    Visual de respeito — e não é só pra bonito

    Não tem como olhar e não perceber: ela impõe respeito. O capô carrega a inscrição “Super Duty” como quem exibe uma medalha no peito. Para-lamas alargados, pneus off-road de 33 polegadas, bitola mais larga, para-choque de aço e uma generosa placa metálica protegendo a dianteira. Tudo feito pra aguentar desaforo.

    Mais do que estética, cada detalhe tem função. A estrutura reforçada aguenta tranco, lama, pedra, peso e o que mais aparecer. Aliás, o modelo ainda traz um recurso curioso: balanças integradas na caçamba, que mostram na tela do painel quanto você tá carregando. Menos achismo, mais precisão.

    Foto: Divulgação – Ford

    Nascida do barro — literalmente

    A Ford australiana não fez cerimônia. Chamou quem vive na lida pesada e botou o pessoal pra ajudar no desenvolvimento. Foram meses rodando em condições insanas: lama grudada por baixo, simulando toneladas extras; subidas íngremes; calor escaldante; e, claro, reboques no limite do limite.

    O resultado tá aí. Uma picape que não tem vergonha de sujar as rodas e que encara o trabalho como poucos.

    Vem pro Brasil?

    Por enquanto, não. A estreia da Ford Ranger Super Duty acontece em 2026, na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia. Mas se depender do apetite do agro brasileiro, dos empresários do transporte pesado e dos fãs de picapes gigantes, é questão de tempo até essa bruta cruzar o oceano.

    Se vier, prepara garagem, porque ela chega ocupando espaço — e impondo respeito.

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