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  • Alerta sanitário mobiliza produtores contra raiva em rebanhos

    Alerta sanitário mobiliza produtores contra raiva em rebanhos

    A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) emitiu nesta semana o Alerta Sanitário nº 03/2026 para casos de raiva em herbívoros nos municípios de São Francisco de Paula e Caraá, no Rio Grande do Sul. A medida reforça a necessidade de prevenção e mobiliza produtores rurais diante do avanço da doença.

    O alerta destaca o risco de disseminação dos focos para municípios vizinhos. Em São Francisco de Paula, a atenção se estende a Canela e Três Coroas. Já em Caraá, o monitoramento inclui Rolante, Riozinho e Maquiné.

    A Seapi orienta produtores a intensificarem a vacinação dos rebanhos, considerada a principal forma de controle da raiva herbívora. A recomendação abrange bovinos, bubalinos, equinos, ovinos e suínos, com aplicação e reforço das doses conforme o calendário sanitário.

    Segundo o coordenador do Programa de Controle da Raiva Herbívora da Seapi, Wilson Hoffmeister, o estado já registra focos desde o ano passado nessas regiões. “O alerta busca estimular a vacinação dos rebanhos e auxiliar na identificação de refúgios de morcegos. O que fortalece a atuação das equipes no controle da doença”, afirma.

    Em 2026, o Rio Grande do Sul contabiliza 45 focos ativos de raiva herbívora distribuídos em 10 regiões, o que acende o sinal de alerta para o setor pecuário.

    Atenção

    A captura de morcegos hematófagos, principais transmissores da doença, deve ocorrer exclusivamente por equipes dos Núcleos de Controle da Raiva Herbívora da Seapi, que possuem capacitação e imunização adequadas para a atividade. Produtores que identificarem possíveis refúgios devem comunicar imediatamente a Inspetoria ou o Escritório de Defesa Agropecuária local.

    Este é o terceiro alerta sanitário emitido pela Seapi em 2026. Os anteriores abrangeram os municípios de Piratini e região, em fevereiro, e Tiradentes do Sul e São Nicolau, em abril.

  • Alerta: morcegos-vampiros ameaçam rebanhos

    Alerta: morcegos-vampiros ameaçam rebanhos

    A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) emitiu na última semana um alerta sanitário para a raiva dos herbívoros nos municípios de Tiradentes do Sul e São Nicolau, no Noroeste Gaúcho. O motivo é o registro de focos da doença nas duas cidades, agravado pelo alto número de agressões a animais na região e pela ausência de localização dos refúgios dos morcegos hematófagos, os chamados morcegos-vampiros, principais transmissores da raiva em herbívoros.

    O alerta indica risco de expansão da doença para municípios vizinhos. Na área de Tiradentes do Sul, a preocupação se estende a Esperança do Sul, Crissiumal e Derrubadas. Já em torno de São Nicolau, as cidades em alerta são Pirapó, Garruchos e Dezesseis de Novembro. Ao todo, seis municípios entram na zona de atenção.

    Equipes em campo

    Equipes da Seapi já atuam na região para localizar os esconderijos dos morcegos e adotar medidas preventivas. A estratégia combina o controle dos animais transmissores com a conscientização dos produtores rurais sobre a importância da vacinação dos rebanhos.

    O coordenador do Programa de Controle da Raiva Herbívora da Seapi, Wilson Hoffmeister, explica que a resposta ao surto depende tanto da agilidade do Estado quanto da cooperação dos produtores.

    “Nossas equipes trabalham no monitoramento de focos, no atendimento às suspeitas e na adoção de medidas sanitárias rápidas para evitar a disseminação da doença. Essa é uma ação contínua, que depende da parceria com os produtores e da comunicação ágil de qualquer ocorrência, garantindo a proteção da pecuária e a segurança sanitária no Estado.”

    O que fazer ao encontrar um refúgio de morcegos

    A orientação da Seapi é clara: produtores rurais que localizarem refúgios de morcegos-vampiros não devem tentar capturá-los por conta própria. O procedimento correto é comunicar imediatamente a Inspetoria ou ao Escritório de Defesa Agropecuária do município.

    A espécie transmissora da raiva herbívora é o Desmodus rotundus, que costuma se abrigar em troncos ocos de árvores, cavernas, fendas de rochas, furnas, túneis e casas abandonadas. A captura desses animais é feita exclusivamente pelos Núcleos de Controle da Raiva do Estado, cujas equipes recebem treinamento específico e vacinação contra a doença.

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    Quando o Estado aciona as equipes

    Os Núcleos de Controle entram em ação sempre que uma região registra laudo positivo para raiva em herbívoro. Ou apresenta índices elevados de mordeduras em animais de produção, ou seja,  bovinos, equinos, ovinos e suínos. O acionamento parte das regionais da Seapi após a confirmação dos casos.

    A raiva herbívora não tem cura após o aparecimento dos sintomas nos animais, o que torna a vacinação preventiva do rebanho a principal arma dos produtores contra a doença. Surtos não controlados podem causar perdas significativas na pecuária regional e comprometer a segurança sanitária de todo o Estado.

  • Raiva herbívora: cidades são colocadas em estado de atenção sanitária

    Raiva herbívora: cidades são colocadas em estado de atenção sanitária

    A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) emitiu, nesta quinta-feira (26), um alerta sanitário oficial para a raiva dos herbívoros nos municípios de Piratini, Herval, Pedro Osório, Cerrito, Pinheiro Machado e Canguçu, na região Sul do estado.

    O alerta foi acionado após a confirmação de focos da doença em Piratini e a identificação de um elevado número de agressões a animais na região. A situação se agrava pelo fato de que os refúgios dos morcegos hematófagos,  os chamados morcegos-vampiros, principais transmissores da raiva herbívora, ainda não foram localizados pelas equipes de vigilância.

    Vacinação e monitoramento: as duas frentes de combate

    Segundo o coordenador do Programa de Controle da Raiva Herbívora da Seapi, Wilson Hoffmeister, o combate à doença depende de duas ações simultâneas: o controle dos morcegos transmissores e a vacinação dos rebanhos.

    “Reiteramos a necessidade da vacinação e revacinação dos animais suscetíveis, além da identificação dos refúgios onde ficam os morcegos. Pedimos aos produtores que fiquem atentos a esses dois aspectos”, destacou o coordenador.

    A Seapi orienta que, ao identificar possíveis refúgios de morcegos-vampiros, os produtores não tentem capturá-los por conta própria. A recomendação é comunicar imediatamente a localização à Inspetoria ou ao Escritório de Defesa Agropecuária do município.

    Entre os esconderijos mais comuns da espécie Desmodus rotundus, responsável pela transmissão da raiva, estão:

    • Troncos ocos de árvores
    • Cavernas e fendas de rochas
    • Furnas e túneis
    • Casas e construções abandonadas

    Os Núcleos de Controle da Raiva do Estado realizam exclusivamente a captura dos animais, com equipes treinadas e vacinadas. A mobilização ocorre sempre que há laudo positivo para raiva em herbívoro. Ou quando se registram altos índices de mordedura em bovinos, equinos, ovinos e suínos em uma determinada área.

    Produtores rurais e moradores das cidades em alerta podem acessar informações completas sobre o Programa de Controle da Raiva Herbívora no site oficial da Secretaria da Agricultura do RS: agricultura.rs.gov.br.

  • Projeto de Lei prevê vacinação gratuita para animais domésticos

    Projeto de Lei prevê vacinação gratuita para animais domésticos

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 436/25, que torna obrigatória a vacinação gratuita para animais domésticos. A proposta, de autoria do deputado Felipe Becari (União-SP), prioriza tutores de baixa renda cadastrados no CadÚnico e prevê parcerias público-privadas para campanhas educativas sobre a importância da imunização.

    O texto estabelece que o governo federal será responsável por regular a compra e distribuição das vacinas aos estados e municípios, que deverão aplicá-las gratuitamente. Becari defende que a vacinação gratuita “assegura mais animais protegidos, beneficiando tutores e comunidades”.

    Vacinas incluídas

    A lista de imunizantes abrange:

    • Cães: cinomose, parvovirose, adenovirose, leptospirose, raiva e V8/V10.
    • Gatos: parvovírus felino, calicivírus felino, herpesvírus felino, raiva e tríplice/quádrupla felina.
    • Outros animais: mixomatose para coelhos e febre aftosa para pequenos rebanhos familiares.

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ficará encarregado de atualizar a lista de vacinas com base em pesquisas científicas.

    O projeto de vacinação gratuita tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde, Meio Ambiente, Finanças e Constituição e Justiça. Após aprovação na Câmara, segue para o Senado.

    Com informações da Agência Câmara de Notícias

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