Daniel construiu uma carreira marcada pela música sertaneja, mas sua ligação com o campo vai muito além das canções. O cantor mantém uma fazenda em Brotas, no interior de São Paulo, município onde nasceu e onde continua cultivando suas raízes.
A propriedade ganhou ainda mais visibilidade ao se transformar no cenário do Viver Sertanejo, programa comandado pelo artista na TV Globo, onde ele recebe nomes de diferentes gerações da música brasileira.
Daniel com a esposa, Aline, e as três filhas do casal (Foto: Reprodução/Instagram/@lilipadua)
Localizada no interior paulista, Brotas faz parte da história pessoal de Daniel. Foi no município que o artista nasceu e começou a construir a relação com o universo rural que mais tarde apareceria também em sua trajetória musical.
Propriedade se destaca pelo cultivo de cana-de-açúcar, eucalipto e criação de gado (Foto: Reprodução/Globo)
A conexão incontestável ganhou espaço na televisão com o Viver Sertanejo. Gravado na propriedade, o programa aposta justamente na atmosfera country para promover conversas, música e encontros entre artistas.
Em um dos episódios,Maiara e Maraisa pescaram com Daniel na fazenda, reforçando a proposta do programa de aproximar os convidados de experiências típicas da vida no interior.
Cavalos, pescaria e rotina na roça
E é claro, as gravações ajudaram a revelar alguns segredos do dia a dia do famoso. Cheirinho de café no ar, comida preparada no fogo, atividades com animais, frutas colhidas no pé e rodas de viola definem a energia do lugar.
Beleza cenográfica da propriedade impressiona e chamou atenção até da TV Globo (Foto: Reprodução/Globo)
A cavalgada aparece entre as atividades realizadas, além da pescaria, que também faz parte da rotina.
Apaixonado por cavalos, Daniel investiu em instalações completas para a criação, treinamento e manejo de equinos de alta linhagem, contando com baías arejadas, pistas de adestramento e piquetes amplos para os animais.
Outro ponto que emociona quem visita o local é a linda capela ecumênica construída dentro da fazenda. Devoto e muito ligado à fé, o cantor fez questão de erguer o espaço sagrado como um lugar de reflexão e oração.
O endereço representa o porto seguro de um dos nomes mais famosos da música sertaneja brasileira.
Um incêndio florestal de grandes proporções avança por áreas rurais de Jangada, em Mato Grosso, e ameaça propriedades, pastagens e animais. O fogo começou na sexta-feira (14) e mobiliza equipes do Corpo de Bombeiros, Prefeitura e Defesa Civil.
As chamas atingem áreas próximas à BR-364 e avançam também no sentido de Acorizal. Em vídeos divulgados do local, cerca de dez bois aparecem correndo pela pastagem para fugir do fogo.
Segundo o motorista Joailson Aparecido, de 34 anos, há focos próximos à cidade, na zona rural e às margens da rodovia. Ele relatou que as chamas já atingiram áreas entre Jangada e o trevo de acesso a Acorizal.
“Aqui na região tá foco de incêndio para todo lado que tá próximo à cidade, dentro da cidade, na zona rural, próximo à rodovia, a BR. Só que o Corpo de Bombeiro já tá pelo local dando apoio com o caminhão-pipa, brigadista, avião. Só que o fogo tá muito alto mesmo, tá queimando em vários lugares”, relatou.
O CBMMT confirmou as ações de combate ao incêndio com duas aeronaves. As equipes atuam na região desde segunda-feira (17), com militares em solo e apoio de um caminhão-pipa cedido pela Prefeitura.
A concessionária responsável pela rodovia também participa da operação, com trabalhos de apoio às margens da via.
O objetivo das equipes é controlar os focos e impedir que o incêndio avance para novas áreas rurais.
Moradores deixam propriedades com medo das chamas
Além das pastagens e dos animais ameaçados, o avanço do fogo preocupa moradores de sítios e chácaras da região.
Segundo Joailson, algumas pessoas estão deixando as propriedades diante da aproximação das chamas.
“Tem muitos sitiantes, moradores que têm chácara, têm casa, estão tudo abandonando e saindo do local com medo do fogo, porque o fogo tá muito forte, tá vindo queimando tudo”, afirmou.
Como o incêndio começou
Segundo o prefeito, o tempo seco seria um dos principais fatores relacionados ao incêndio. Mato Grosso enfrenta condições de calor e baixa umidade, cenário que favorece a propagação do fogo em áreas de vegetação.
Já Joailson afirma que as chamas teriam começado na região do lixão do município. Essa versão é um relato do morador e não deve ser tratada como causa oficialmente confirmada.
De acordo com ele, o fogo teria avançado do local para uma propriedade rural próxima e depois alcançado as margens do Rio Jangada.
“Esse incêndio começou no lixão aqui da cidade. Aí desse lixão pegou numa fazenda que tem próximo. Aí desceu na beira do Rio Jangada, atravessou o rio e pegou do outro lado e começou a queimar”, contou.
Ainda segundo o relato, após atravessar o rio, as chamas se espalharam por chácaras e propriedades próximas à rodovia.
Um javali gigante conhecido como “Lendário” mobilizou moradores e caçadores do interior de Minas Gerais após quase uma década causando danos em propriedades rurais. Durante uma ação de manejo, caçadores abateram o animal, que ficou conhecido na região pelo porte incomum e pela dificuldade de captura.
Segundo os relatos que acompanham a gravação, o javali destruía plantações, invadia propriedades e, em algumas situações, atacava cães utilizados em tentativas anteriores de controle.
O tamanho do javali também chamou atenção. De acordo com as informações compartilhadas nas redes sociais, o animal teria peso estimado em quase 300 quilos e apresentava uma camada de gordura com cerca de 10 centímetros de espessura.
‘Lendário’ ganhou fama pelo porte fora do comum — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Espécie invasora
O Ibama classifica o javali como uma espécie exótica invasora e autorizou seu manejo no Brasil em 2013 por meio da Instrução Normativa nº 03/2013. Desde então, produtores rurais e órgãos ambientais buscam reduzir os impactos causados pelo crescimento da população desses animais em diferentes regiões do país.
A espécie costuma revirar o solo em busca de alimento, destruir nascentes e danificar áreas de preservação permanente. Além disso, eles representam um risco sanitário para a pecuária e podem causar prejuízos significativos à produção agropecuária.
Segundo o Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento do Javali, a expansão da espécie ameaça a biodiversidade, compromete a flora e a fauna nativas e ainda afeta corpos d’água em diversas regiões brasileiras. Da mesma forma, produtores rurais frequentemente registram perdas em lavouras de grãos, pastagens e pequenas criações por causa da presença desses animais.
A Embrapa também alerta para os impactos provocados por javalis e seus híbridos. De acordo com a instituição, esses animais invadem plantações com frequência, revolvem grandes áreas do solo durante a busca por alimento e provocam danos diretos à atividade agropecuária.
A comunicação e o monitoramento eficientes são pilares essenciais para o sucesso no campo, impulsionando a produtividade, a sustentabilidade e a gestão estratégica das propriedades rurais. Em um cenário onde a tecnologia avança rapidamente, fazendas que investem em sistemas modernos de comunicação e monitoramento, como rádios digitais, sensores, GPS e plataformas de dados, conquistam vantagens competitivas decisivas. Essas ferramentas permitem o acompanhamento em tempo real das operações, facilitam a tomada de decisões e otimizam o uso de recursos naturais e humanos.
A boa comunicação no campo vai muito além da simples troca de informações. Ela conecta todos os elos da cadeia produtiva, desde agricultores e técnicos até gestores e colaboradores. Promovendo o alinhamento de processos e garantindo que cada etapa do cultivo, da pecuária ou da logística ocorra de forma integrada e eficiente. Sistemas de comunicação modernos driblam as barreiras naturais das áreas rurais, permitindo que informações essenciais cheguem rapidamente a quem precisa, independentemente do tamanho da fazenda ou da localização dos trabalhadores.
O monitoramento, por sua vez, potencializa a gestão ao fornecer dados precisos sobre solo, clima, saúde animal, irrigação e produtividade. Com sensores e análise de dados, é possível identificar problemas precocemente, como pragas, doenças ou falhas de irrigação, e agir de forma preventiva, reduzindo perdas e maximizando resultados. O uso dessas tecnologias também contribui para a sustentabilidade, ao evitar desperdícios de água, fertilizantes e outros insumos, e para a conformidade com normas ambientais e de segurança alimentar.
Hytera apresenta soluções inovadoras em comunicação para o agronegócio
A Hytera, líder global em soluções de comunicação profissional, marcou presença na 30ª edição da Agrishow. A maior feira de tecnologia agrícola do Brasil foi realizada entre 28 de abril e 2 de maio em Ribeirão Preto (SP). O evento é reconhecido por reunir os principais players do setor e apresentar as últimas tendências em inovação para o campo
Foto: Divulgação Hytera Brasil
Em parceria com a 3R NETWORK e os parceiros BIRD, CONECTPLAN e RAMC, a Hytera apresentou equipamentos que aliam alta performance, resistência e tecnologia de ponta. Essas são características essenciais para as diferentes demandas do setor rural. Entre os destaques estiveram os rádios móveis MD626 e HM686, ideais para instalação em veículos utilitários e máquinas agrícolas. Além dos rádios portáteis HP506, HP71x e HP79x EX, desenvolvidos para ambientes exigentes e aplicações críticas, inclusive áreas com risco de explosão.
Importância da comunicação eficiente no campo
Flávio Fuchs, vice-presidente da Hytera Brasil, ressaltou a importância da comunicação eficiente no campo. “A comunicação confiável é um elemento estratégico na gestão de propriedades rurais, independentemente do seu porte. Nossos equipamentos atendem desde fazendas familiares até grandes grupos agroindustriais, garantindo segurança, agilidade nas decisões e integração entre as equipes. Estar na Agrishow por meio da 3R e de parceiros especializados reforça nosso compromisso em apoiar o agro com inovação real e aplicável”.
Alex Freitas(3R Network), Flavio Fuchs (Hytera), Leandro Roque(3R Network) e Carlos Eduardo(3R Network) na Agrishow. Foto: Divulgação Hytera Brasil
Entre os lançamentos, a câmera corporal SC780 chamou a atenção por incorporar inteligência artificial, recursos como alerta de lente obstruída, comunicação integrada com rádios DMR e TETRA via aplicativo HyTalk. Isso além de cancelamento de ruídos por IA, melhorando a clareza das gravações em campo. O dispositivo é indicado tanto para segurança patrimonial quanto para registro de atividades agrícolas e apoio logístico.
A Hytera também apresentou os novos rádios PoC (Push-to-Talk over Cellular) P50 e P50 Pro, equipados com sistema Android 12, conectividade 4G, NFC, ManDown e câmera de 8 megapixels (no modelo Pro). Esses dispositivos oferecem uma experiência moderna e intuitiva, ampliando a conectividade e a mobilidade das operações rurais, inclusive em áreas remotas.