Tag: Propriedade rural

  • Galo vê ameaça no céu, alerta galinhas e reação impressiona; veja vídeo

    Galo vê ameaça no céu, alerta galinhas e reação impressiona; veja vídeo

    Mostrou cavalheirismo! O galo Thor viralizou nas redes sociais ao demonstrar um comportamento de proteção diante de uma possível ameaça em uma propriedade rural no Texas, nos Estados Unidos. Ao perceber uma ave no alto, ele começou a emitir um som de alerta, enquanto as galinhas correram para procurar abrigo.

    O registro foi feito pela cuidadora Thalita, que também produz conteúdo para as redes sociais. No vídeo, Thor aparece atento e circulando pela área aberta ao lado de gansos. As galinhas, por outro lado, se escondem sob a vegetação.

    “Quando o Thor começa a fazer esse som de alerta é porque alguma coisa está errada. Observem que ele está sempre olhando pra cima. Até as gansinhas estão em volta olhando para o céu.”

    Segundo Thalita, as galinhas costumam procurar locais protegidos assim que percebem o sinal emitido pelo galo. Na ocasião registrada, elas se abrigaram debaixo de uma roseira.

    “É incrível como o Thor e as gansinhas ficam na área aberta, só esperando caso precisem tomar alguma atitude.”

    https://www.instagram.com/reel/DcY9nW6xUaT/?utm_source=ig_web_copy_link&igsi=NTc4MTIwNjQ2YQ==

    Comportamento é natural

    Na sequência, Thalita mostrou a ave que teria provocado o comportamento de alerta: um urubu estava pousado no alto da chaminé da casa. Segundo a influenciadora, a presença desse tipo de animal não seria frequente na região.

    A atitude corajosa da ave é natural e faz parte da eesquisas mostram que galos podem emitir chamados distintos diante de ameaças aéreas e terrestres. Ao ouvirem sinais associados a predadores aéreos, as galinhas tendem a procurar cobertura, se abaixar e direcionar a atenção para cima.

    Estudos também indicam que os machos podem intensificar esses chamados quando estão acompanhados por outras aves, reforçando a função de comunicação do sinal de alerta dentro do grupo.

  • Jurada do MasterChef Brasil abre as portas de sítio vintage onde vive

    Jurada do MasterChef Brasil abre as portas de sítio vintage onde vive

    Acostumada ao ritmo intenso das cozinhas profissionais e das gravações do MasterChef Brasil, Helena Rizzo encontra a paz em um refúgio que pouca gente imagina. A chef mantém um sítio em Piracaia, no interior de São Paulo, cercado pela natureza e pensado para receber amigos e familiares.

    Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, Helena abriu as portas do refúgio rural e mostrou detalhes da propriedade. A casa preserva características da construção original e reúne móveis reaproveitados, objetos de valor afetivo, muita madeira e espaços integrados.

    E é claro, no centro de tudo está, como não poderia deixar de ser na casa de uma chef, uma grande cozinha.

    https://www.instagram.com/reel/DUEYkm2iQSj/?igsi=MTNnbnQzaGI2MTYyNQ==

    Helena Rizzo preservou estrutura original do sítio

    A residência já estava construída quando Helena adquiriu a propriedade. Durante a reforma, a jurada do MasterChef decidiu evitar grandes interferências na estrutura existente.

    “Quando eu comprei esse sítio, essa casa já existia e eu reformei, mas mantive as paredes existentes e não quebrei nada. Eu acho que um ambiente precisa ter a nossa cara, e para isso eu acho que ele tem que ser ir se compondo aos poucos. Eu gosto de ir sentindo a casa e habitando ela com objetos, com arte, conforme eu vou sentindo”, contou.

    Essa ideia acabou determinando a estética da residência. Em vez de montar todos os cômodos de uma só vez, Helena foi preenchendo os espaços aos poucos, incorporando objetos que já faziam parte de sua história.

    Cozinha é o coração da propriedade

    Entre todos os espaços, a cozinha ganhou protagonismo.

    Integrada às outras áreas sociais, ela permite que quem esteja cozinhando continue participando das conversas e da movimentação da residência.

    A escolha combina com a profissão de Helena, mas também com a proposta do sítio: ser um lugar onde amigos e familiares possam passar longos períodos juntos.

    A madeira aparece com frequência nos acabamentos e móveis. Até a geladeira recebeu um revestimento que a integra visualmente ao restante da cozinha, preservando o aspecto rústico do ambiente.

    Móveis de família ganharam novas funções

    Outra característica da casa é o reaproveitamento de móveis e materiais.

    Helena não comprou uma mobília completamente nova para decorar o sítio. Sofás, tapetes, luminárias e outros objetos que acompanharam diferentes momentos de sua vida encontraram novos lugares na propriedade.

    Entre as peças de maior valor sentimental está uma poltrona herdada da avó. O móvel foi renovado com tecidos trazidos de uma viagem ao Peru e passou a integrar a decoração da casa.

    Até materiais que sobraram da reforma foram aproveitados. Madeiras remanescentes da obra viraram prateleiras e um rack, reduzindo o desperdício e acrescentando novos elementos à decoração.

    “Mobiliei a casa do sítio praticamente com coisas que já tinha. Uma poltrona que era da minha avó, forrada com panos que trouxe do Peru, o sofá da casa antiga, tapetes que carreguei de outras mudanças, luminárias que nunca instalei. Fui levando tudo! As prateleiras e rack, fizemos com madeiras que sobraram da obra. E aos poucos, tudo foi se acomodando”, contou a famosa.

    Lareira gigante chama atenção na sala

    Se a cozinha ocupa o coração da casa, outro elemento rouba a atenção na sala.

    Uma grande lareira metálica preta em formato de cone ocupa posição de destaque no ambiente. Além do desenho marcante, ela é utilizada para aquecer a residência nos períodos mais frios.

    Ao redor dela, a proposta continua sendo incentivar a convivência.

    As janelas amplas permitem a entrada de iluminação natural e mantêm os espaços internos conectados visualmente à vegetação que cerca a propriedade.

    Helena mantém uma horta em seu sítio, onde planta e colhe hortaliças (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

    Quadros, discos de vinil e um toca-discos ajudam a completar a decoração.

    Onde fica o sítio de Helena Rizzo?

    O refúgio de Helena Rizzo fica em Piracaia, município do interior paulista localizado em uma região marcada pela presença de vegetação e represas.

    O sítio é cercado por vegetação de Mata Atlântica e funciona como um contraponto à rotina profissional da chef em São Paulo.

     

  • Período seco exige atenção redobrada contra queimadas no campo

    Período seco exige atenção redobrada contra queimadas no campo

    O período seco no Brasil, que costuma se estender até setembro e varia conforme a região, eleva significativamente o risco de queimadas no campo. Em Goiás, a situação exige atenção especial: o clima tropical do estado, marcado por uma estação seca bem definida, potencializa fatores como temperaturas altas, baixa umidade do ar, ventos fortes, vegetação ressecada e acúmulo de palhada e restos culturais. Uma combinação que favorece o início e a propagação do fogo.

    Diego Braga, consultor de Desenvolvimento de Mercado da Conceito Agrícola, reforça que o momento pede vigilância redobrada e adoção antecipada de medidas preventivas. Segundo ele, as queimadas comprometem a produção agrícola e também degradam o solo, reduzem a biodiversidade e prejudicam a qualidade do ar.

    Por isso, a prevenção representa a estratégia mais segura para proteger tanto a propriedade quanto o meio ambiente.

    Quais medidas o produtor deve adotar

    Braga elenca um conjunto de práticas que ajudam a reduzir o risco de incêndios na propriedade rural:

    • Manutenção de aceiros sempre limpos e bem definidos;
    • Proibição de queimadas controladas sem autorização e acompanhamento técnico;
    • Manejo adequado da palhada, com distribuição uniforme e sem acúmulo excessivo em pontos específicos;
    • Armazenamento correto de resíduos vegetais;
    • Monitoramento constante das condições climáticas, com suspensão de atividades de risco em dias críticos;
    • Rotação de culturas, sempre que possível, para favorecer a decomposição natural da palhada.
    • Tecnologia amplia a capacidade de prevenção

    Ferramentas tecnológicas também ganham espaço como aliadas na prevenção de queimadas. Sistemas de monitoramento via satélite, aplicativos de alerta de risco, drones e sensores de umidade do solo e do ar permitem que o produtor identifique áreas vulneráveis e tome decisões mais assertivas antes que o risco se concretize.

    Os números reforçam a urgência do tema: somente em 2024, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estimou prejuízos de R$ 14,7 bilhões causados por queimadas na agropecuária, com 2,8 milhões de hectares de propriedades rurais afetados.

    Portanto, para Braga, planejamento e tecnologia caminham juntos na redução dos riscos. “Com planejamento e tecnologia é possível reduzir significativamente o risco de queimadas e seus impactos”, reforça o consultor.

  • Quem é o dono da ‘Texas brasileira’ apontado como affair de Ana Castela

    Quem é o dono da ‘Texas brasileira’ apontado como affair de Ana Castela

    O influenciador do agronegócio Cesar Rincon chamou atenção nas redes sociais nesta semana ao aparecer ao lado da cantora sertaneja Ana Castela em sua propriedade rural localizada em Araranguá, no Sul de Santa Catarina.

    Na segunda-feira (15), os dois compartilharam momentos na fazenda, que pertence ao influenciador e ganhou destaque entre os seguidores pela estrutura diferenciada. O imóvel possui 7,6 hectares e foi adquirido por Rincon há cerca de um ano por aproximadamente R$ 5 milhões.

    A sede principal conta com dois pavimentos e cerca de 500 metros quadrados de área construída. O espaço reúne três suítes, sala de estar, cozinha integrada, lavanderia e sistema de aspirador central.

    Na área externa, a fazenda oferece uma ampla estrutura de lazer. Entre os destaques estão uma piscina com hidromassagem e sistema de tratamento à base de sal. Além disso, a propriedade possui um celeiro de 400 metros quadrados, equipado com quatro baias de maternidade, lareira, cozinha e área de bar.

    Rincon apelidou a propiedade de ‘Texas Brasileira’ — Foto: Reprodução/Redes Sociais

    Durante a visita, Ana Castela gravou conteúdos para suas redes sociais, mostrou os animais e definiu o local como “interior chique”.

    Fazenda reúne três suítes, sala de estar, cozinha, lavanderia, piscina, celeiro e quadra poliesportiva — Foto: Reprodução/Redes Sociais

    Estão juntos?

    Os rumores sobre um possível romance entre a famosa e o influenciador ganharam força após os dois passarem a aparecer juntos com frequência. A aproximação teria começado depois que Ana contratou o empresário para personalizar sua caminhonete.

    Boiadeira e Rincon posaram juntos em clique romântico — Foto: Reprodução/Redes Sociais

    No entanto, foi uma viagem de mais de 1.700 quilômetros até Santa Catarina que impulsionou as especulações. Na ocasião, a dupla percorreu o trajeto em uma Ford F-150 para buscar a alpaca de estimação de Ana Castela, chamada Odete. Desde então os fãs passaram a apontar o animal como o “cupido” do suposto casal.

  • Câmara aprova lei que transforma chácaras de até 2 mil m² em propriedade rural: veja o que muda

    Câmara aprova lei que transforma chácaras de até 2 mil m² em propriedade rural: veja o que muda

    Produzir alimentos em uma pequena área e não ter acesso a crédito, isenção fiscal ou assistência técnica. Essa é a realidade de milhares de produtores que trabalham em chácaras espalhadas pelo Brasil, mas que, na prática, não existem para o sistema oficial. Essa contradição pode estar com os dias contados. Um projeto de lei aprovado na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados dá um passo decisivo para mudar esse cenário de uma vez por todas.

    O que diz o PL 918/2025 e quem pode ser beneficiado

    O PL 918/2025 estabelece que chácara é a propriedade rural com área de até 2 mil metros quadrados, destinada à produção agrícola, pecuária ou agropecuária, com a finalidade de subsistência e/ou comercialização. Em outras palavras, se a área produz, ela passa a ser tratada pelo Estado como rural, independentemente do tamanho.

    O texto determina que essas propriedades poderão usufruir de benefícios como acesso a crédito e financiamento específicos para pequenos agricultores, isenção de taxas e impostos municipais relacionados à atividade rural, e programas de capacitação e assistência técnica de órgãos federais e estaduais.

    Para o público de agroemcampo.ig.com.br, o dado mais relevante está na conexão com o Pronaf. A aprovação do PL 918/2025 harmoniza a legislação com o Marco Legal da Agricultura Familiar, Lei nº 11.326/2006, fortalecendo a inclusão desses produtores em programas oficiais como o Pronaf, com acesso a linhas de crédito com juros reduzidos e condições diferenciadas.

    Uma lacuna histórica que excluía quem mais produz perto das cidades

    O problema que o projeto resolve não é novo. A medida busca corrigir uma lacuna histórica na legislação brasileira, que muitas vezes deixa pequenos imóveis produtivos fora do enquadramento formal como propriedades rurais. Na prática, isso impede que milhares de agricultores familiares tenham acesso a crédito rural, incentivos fiscais e programas oficiais de apoio à produção.

    Segundo o relator do projeto, o deputado Coronel Meira (PL-PE), “a referida proposição é meritória ao propor a inclusão formal de unidades produtivas rurais de pequena dimensão, denominadas de chácaras, no escopo das políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e de base local.”

    Por outro lado, o autor do texto, o deputado Murillo Gouvea (União-RJ), vai além do argumento jurídico. Para ele, “a definição das chácaras como pequenas propriedades rurais é essencial para reconhecer a importância da agricultura familiar na economia e na preservação ambiental.” Assim, a proposta funciona como uma virada de chave: quem estava fora do sistema passa a ter nome, endereço e direitos no sistema oficial.

    O impacto real no campo: renda, fixação e segurança alimentar

    Com acesso garantido a crédito, tecnologia e suporte técnico, as consequências para o campo se ramificam em várias direções. A formalização das chácaras como propriedades rurais garante segurança jurídica aos produtores, facilita o acesso a políticas públicas e estimula a produção sustentável em áreas periurbanas e rurais, contribuindo para a diversificação da produção agrícola, para o fortalecimento das cadeias produtivas locais e para a geração de renda familiar.

    Além disso, o projeto toca em uma ferida antiga do campo brasileiro: o êxodo rural. Com mais segurança jurídica e acesso a políticas públicas, pequenos produtores têm razão concreta para permanecer na terra. No entanto, esse impacto só se materializa quando, e se, o projeto se tornar lei de fato.

    Aprovado na comissão, mas ainda longe de virar lei: entenda o caminho

    Quem comemorou cedo precisa ter cautela. O PL 918/2025 foi aprovado pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados em dezembro de 2025 e agora tramita em caráter conclusivo, sendo analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

    Além disso, o Poder Executivo terá prazo de 12 meses após a publicação para regulamentar a lei, estabelecendo critérios e procedimentos para o reconhecimento das chácaras. Ou seja, entre a aprovação final e a aplicação prática no dia a dia do produtor, existe uma janela regulatória que pode levar mais de um ano.

    No entanto, o avanço legislativo já sinaliza uma mudança de mentalidade dentro do Congresso: pequenos produtores que alimentam cidades merecem o mesmo respaldo legal que grandes propriedades rurais. Para o agronegócio brasileiro, que se orgulha de ser um dos maiores do mundo, reconhecer quem produz em 2 mil metros quadrados pode ser o detalhe que faltava para completar o sistema.

  • Encontro com cobras em propriedades rurais exige prevenção e ação rápida

    Encontro com cobras em propriedades rurais exige prevenção e ação rápida

    Produtores rurais do Paraná enfrentam um aumento na incidência de cobras durante o verão. O problema preocupa, já que o estado registra cerca de mil acidentes com serpentes por ano, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Só em 2023, o Paraná notificou 938 picadas de cobra.

    No campo, os encontros com serpentes podem ser fatais para animais e humanos. No fim do ano passado, Helio Rodrigues Gimaiel Filho, de Cianorte, perdeu uma vaca após o animal ser picado por uma cascavel. Diante do risco, ele adotou medidas preventivas. “Uso perneira e bota, mas a incidência de cobras na lavoura está cada vez pior. O número só aumenta”, relata.

    Principais espécies encontradas no Paraná

    As serpentes mais comuns no estado são jararaca (75% dos casos), cascavel (7%), coral (1,5%) e outras espécies (12,5%). Esses animais tendem a se alojar em locais próximos a fontes de alimento, principalmente pequenos roedores.

    Para reduzir o risco, o ideal é manter o entorno das residências e áreas de mata sempre limpos. “Se o descarte do lixo for inadequado, os roedores aparecem. Isso favorece a presença das serpentes”, explica Sérgio Suzuki, chefe da Divisão Técnico-Ambiental do Ibama no Paraná. Ele também alerta que o acúmulo de lenha pode atrair esses animais.

    Como agir ao encontrar uma cobra?

    Especialistas recomendam não se aproximar. Embora as cobras sejam naturalmente defensivas, elas podem atacar se sentirem ameaçadas. “A maioria reage com botes curtos, mas algumas podem dar três ou quatro ataques seguidos”, afirma Suzuki.

    O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como botas, perneiras e luvas, reduz o risco de acidentes. “Esses equipamentos são fundamentais para o trabalho no campo”, reforça Neder Corso, técnico do Departamento Técnico (Detec) do Sistema FAEP.

    Além disso, ao encontrar uma cobra em uma propriedade rural, o produtor deve acionar imediatamente a Força Verde pelo telefone 181. Ele também pode contatar o Corpo de Bombeiros, a Secretaria Municipal de Saúde ou o Centro de Zoonoses. “Esses órgãos capturam as serpentes e as encaminham para centros de triagem, onde o veneno é coletado para a produção de soros antiofídicos”, finaliza Suzuki.

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  • DITR – Governo Federal simplifica declaração de imposto para produtores rurais

    DITR – Governo Federal simplifica declaração de imposto para produtores rurais

    Na última quarta-feira (24), o Governo Federal anunciou uma medida para reduzir a burocracia na Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR). Publicada no Diário Oficial da União, a Lei 14.932/2024 traz mudanças significativas que beneficiam diretamente os produtores.

    A nova legislação elimina a necessidade do Ato Declaratório Ambiental (ADA) para a redução do valor devido do ITR e permite o uso do Cadastro Ambiental Rural (CAR) para o cálculo da área tributável do imóvel rural.

    “A publicação desta lei representa uma vitória para o setor, pois a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vinha há tempos trabalhando pela simplificação da declaração do ITR para os produtores rurais”, afirmou José Henrique Pereira, assessor técnico da CNA.

    Pereira destacou, entretanto,  que a expectativa agora é pela adaptação da Instrução Normativa 2.206/2024, que ainda exige que os produtores apresentem o ADA neste ano para exclusão das áreas não tributáveis do imóvel rural.

    Lei já está em vigor

    “A nova lei já está em vigor e dispensa a necessidade do Ato Declaratório Ambiental. Esperamos que a Receita Federal ajuste a Instrução Normativa, para que a legislação sancionada passe a valer já na DITR 2024”, explicou.

    A medida foi originada no Projeto de Lei 7611/17, de autoria do ex-senador Donizeti Nogueira (TO) e com relatoria do deputado federal Sérgio Souza (MDB/PR). Aprovado pela Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado, o texto tramitou em caráter conclusivo.

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    “É uma conquista significativa para o produtor rural, que contribui para a produção de alimentos de forma sustentável. Também é justo que o proprietário rural, ao manter atualizado seu Cadastro Ambiental Rural e preservar áreas ambientais em sua propriedade, tenha benefícios fiscais. É mais um trabalho realizado no parlamento em conjunto com a CNA“, destacou o deputado Sérgio Souza.

    Aliás, segundo a Instrução Normativa 2.206/2024, o prazo para apresentação da DITR 2024 começa em 12 de agosto e vai até 30 de setembro de 2024.