Tag: proibe azeite

  • Anvisa proíbe azeite em todo o país e ordena recolhimento imediato

    Anvisa proíbe azeite em todo o país e ordena recolhimento imediato

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta [inserir dia da semana], a proibição imediata da comercialização e o recolhimento de todos os lotes do azeite de oliva extra virgem da marca San Olivetto em território nacional. A medida drástica foi publicada no Diário Oficial da União e visa proteger a saúde dos consumidores após a identificação de irregularidades graves na origem do produto e nas empresas responsáveis por sua importação e distribuição.

    De acordo com a publicação, a fiscalização da Anvisa constatou que o azeite San Olivetto tem origem desconhecida, o que por si só já configura um risco sanitário, podendo indicar adulteração, má qualidade ou até mesmo a venda de um produto falsificado.

    A situação se agrava com a situação cadastral das empresas envolvidas. O rótulo do produto aponta a Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda como importadora. No entanto, o CNPJ desta empresa está suspenso pela Receita Federal desde 22 de maio de 2025 devido a inconsistências cadastrais. Paralelamente, a distribuidora Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda, que também aparece na cadeia do produto, teve suas operações oficialmente encerradas em 6 de novembro de 2024, após um processo de liquidação voluntária.

    O que diz a determinação da Anvisa?

    A decisão da Agência vai além da simples proibição da venda. A resolução determina o recolhimento de todos os lotes do azeite San Olivetto que estejam em poder de supermercados, mercados, distribuidoras e outros estabelecimentos comerciais. A medida também proíbe, em todo o Brasil:

    • A comercialização e a distribuição;
    • A fabricação e a importação;
    • A propaganda e qualquer tipo de uso do produto.

    O que fazer se você tiver o produto em casa?

    A Anvisa orienta que os consumidores que já adquiriram o azeite San Olivetto não devem consumi-lo. A recomendação orienta o consumidor a entrar em contato com o estabelecimento onde realizou a compra para buscar orientações sobre a devolução e o reembolso do valor pago, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor em casos de produtos proibidos ou impróprios para o consumo.

    A fiscalização nos pontos de venda deve ser intensificada para garantir que o produto seja retirado das prateleiras. E quem descumprir a determinação estará sujeito às penalidades da lei, que incluem multa e outras sanções sanitárias.

  • Governo proíbe nova marca de azeite:  já são mais de 20 marcas vetadas em 2025

    Governo proíbe nova marca de azeite:  já são mais de 20 marcas vetadas em 2025

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (20) no Diário Oficial da União a proibição total da venda do azeite da marca Ouro Negro em todo o território nacional. A medida também determina a apreensão imediata de todos os produtos da marca disponíveis no mercado.

    A decisão marca mais uma ação do governo federal no combate a azeites irregulares. Desde o início de 2025, mais de 20 marcas já foram banidas ou tiveram lotes específicos vetados pelas autoridades sanitárias e do Ministério da Agricultura. Somando-se às ações de 2024, o número de interdições ultrapassa 70 casos.

    Origem desconhecida e empresa com CNPJ suspenso

    De acordo com a Anvisa, o azeite Ouro Negro foi desclassificado pelo Ministério da Agricultura em fiscalização realizada em outubro de 2024, apresentando origem desconhecida. A situação se agrava pelo fato de a empresa responsável pela importação, Intralogística Distribuidora Concept Ltda, estar com o CNPJ suspenso na Receita Federal.

    Com a proibição, ficam vetadas todas as atividades relacionadas ao produto, incluindo comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite Ouro Negro.

    Onda de proibições revela fraudes no setor

    A lista de marcas proibidas em 2025 inclui nomes como Los Nobles (setembro), Vale dos Vinhedos (julho) e mais de 15 produtos vetados apenas no mês de junho, entre eles Serrano, Málaga, Campo Ourique, Santa Lucía e Villa Glória.

    As investigações do governo têm revelado uma série de irregularidades graves no mercado de azeites. Entre os principais problemas identificados desde 2024 estão:

    Adulteração e falsificação de produtos

    Presença de óleos vegetais misturados ao azeite

    Importação por empresas sem registro no Brasil

    Descumprimento de normas sanitárias e de rotulagem

    Falta de licenciamento junto às autoridades competentes

    Incerteza sobre a real origem e composição dos produtos

    Como se proteger de azeites fraudulentos

    Especialistas recomendam atenção redobrada na hora da compra. Produtos com preços muito abaixo da média do mercado devem levantar suspeitas, assim como azeites vendidos a granel, sem identificação adequada.

    Consumidores podem verificar a situação de marcas e lotes através dos sites oficiais da Anvisa e do Ministério da Agricultura. O Cadastro Geral de Classificação (CGC) permite confirmar se a empresa importadora ou produtora possui registro válido, requisito obrigatório para comercialização de azeites no Brasil.

    A orientação é sempre priorizar produtos com envase recente e verificar se a marca não consta nas listas de proibições antes de efetuar a compra. A fiscalização continua ativa, com novas operações previstas para os próximos meses.

    Lista completa das marcas proibidas em 2025:

    Ouro Negro, Los Nobles, Vale dos Vinhedos, Serrano, Málaga, Campo Ourique, Santa Lucía, Villa Glória, Alcobaça, Terra de Olivos, Casa do Azeite, Terrasa, Castelo de Viana, San Martín, Grego Santorini, La Ventosa, Escarpas das Oliveiras, Almazara, Quintas D’Oliveira, Alonso, Doma e Azapa.

  • Azeite: governo proíbe comercialização de duas marcas

    Azeite: governo proíbe comercialização de duas marcas

    O governo federal proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de azeite das marcas Alonso e Quintas D’Oliveira, após denúncias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e investigação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida foi publicada no Diário Oficial da União em 20 de maio de 2025.

    A proibição ocorreu após apreensões que revelaram que os produtos dessas marcas têm origem desconhecida e não cumprem diversos dispositivos legais. Entre as principais irregularidades identificadas estão:

    • Falta de conformidade com os padrões legais de rotulagem;
    • Não atendimento às exigências sanitárias nas instalações de fabricação;
    • Ausência de licença junto à autoridade sanitária competente e falta de registro no Ministério da Saúde.

    Além disso, análises laboratoriais apontaram a presença de óleos vegetais não identificados, indicando adulteração dos azeites, o que compromete a qualidade e representa risco à saúde dos consumidores.

    Ações contra fraudes em azeites

    Em outubro de 2024, o Mapa já havia realizado apreensões e proibido a venda de lotes dessas marcas, destacando o risco à saúde devido à incerteza sobre a origem e composição dos produtos. Desde o início de 2024, 29 marcas de azeite tiveram lotes vetados ou foram proibidas pelo governo por apresentarem irregularidades semelhantes, como mistura com óleos de qualidade inferior e fabricação em estabelecimentos clandestinos com condições sanitárias inadequadas.

    Algumas das empresas responsáveis pelas marcas Alonso e Quintas D’Oliveira possuem CNPJs suspensos ou baixados pela Receita Federal, reforçando as suspeitas de fraude.

    Como identificar azeites de qualidade?

    • Verifique se o produto tem selo de certificação da Anvisa.
    • Prefira marcas com classificação “extravirgem” e origem transparente.
    • Evite azeites com preço muito abaixo do mercado, pois podem ser adulterados

    A fiscalização é contínua e visa garantir que o azeite comercializado no Brasil atenda aos padrões de identidade, qualidade e segurança alimentar.

    Consumidores que adquiriram produtos das marcas proibidas devem interromper o uso imediatamente e procurar a substituição conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor. Denúncias sobre a venda de produtos irregulares podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR.

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