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  • Calor perde força e chuvas avançam no Brasil

    Calor perde força e chuvas avançam no Brasil

    A semana começa com temperaturas elevadas em grande parte do Brasil. No entanto, mudanças no clima devem ocorrer nos próximos dias. Uma frente fria e um ciclone extratropical devem provocar queda nas temperaturas e aumento das chuvas. Esses sistemas devem ganhar força a partir do meio da semana.

    Nesta segunda-feira, o tempo segue quente em várias regiões do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as máximas chegam a 26°C em Porto Alegre.

    Em São Paulo e Belo Horizonte, os termômetros devem marcar até 28°C. Já em Goiânia e Palmas, as máximas podem chegar a 32°C. Em Cuiabá, a temperatura pode atingir 37°C. Além disso, podem ocorrer chuvas isoladas em diferentes pontos. No interior paulista, o dia começa com céu claro a parcialmente nublado. Além disso, não há previsão de chuva durante a manhã na maior parte do estado.

    Na terça-feira, o calor ainda predomina em várias regiões. Porém, uma frente fria avança da Argentina e do Uruguai rumo à Região Sul. Esse sistema deve provocar tempestades, principalmente no Sul do país.
    No interior de São Paulo, podem ocorrer chuvas isoladas e, às vezes, intensas.

    A partir de quarta-feira, uma massa de ar frio deve avançar sobre o Sul e São Paulo. Com isso, os termômetros devem registrar queda mais acentuada nas temperaturas.

  • Alerta vermelho: previsão indica chuvas de 100mm e risco de deslizamentos

    Alerta vermelho: previsão indica chuvas de 100mm e risco de deslizamentos

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho de grande perigo para Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Os meteorologistas preveem chuvas que podem superar 100 milímetros em 24 horas, com risco elevado de alagamentos, transbordamento de rios and deslizamentos de encostas.

    O aviso vigora das 22h desta quarta-feira (3) até 23h59 de quinta-feira (4).

    O Inmet projeta precipitações superiores a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros por dia nas regiões afetadas. O órgão alerta que a combinação de solo encharcado, relevo acidentado e alta concentração urbana amplia o potencial de danos materiais e riscos à população.

    Em Minas Gerais, o alerta abrange a região metropolitana de Belo Horizonte, além do Vale do Rio Doce, Jequitinhonha e Vale do Mucuri. Essas áreas historicamente registram problemas durante episódios prolongados de chuva volumosa, especialmente onde encostas, áreas urbanizadas e construções em zonas de risco se concentram.

    No Espírito Santo, os meteorologistas monitoram a faixa Central, Litoral Norte, Sul e Noroeste do estado. Esses municípios já enfrentaram alagamentos e danos à infraestrutura em períodos chuvosos anteriores, o que exige vigilância constante sobre rios e córregos.

    A Bahia concentra a preocupação no Sul do estado e na Zona da Mata, onde várias cidades possuem histórico de inundações rápidas. Bairros às margens de rios ou em áreas com drenagem precária enfrentam maior vulnerabilidade diante da previsão de chuva intensa em curto espaço de tempo.

    Autoridades alertam para riscos de alagamentos e deslizamentos

    O cenário previsto pode provocar alagamentos de grande proporção, com água subindo rapidamente em ruas, garagens, estabelecimentos comerciais e residências. Rios e córregos que já apresentam níveis elevados devido às chuvas anteriores correm risco de transbordar.

    Cidades com moradias em áreas de declive enfrentam ameaça adicional de deslizamentos de encostas. O solo saturado perde estabilidade, o que pode desencadear quedas de barreiras, rolamento de blocos de terra e desabamentos parciais em áreas irregulares.

    A Defesa Civil reforça que rachaduras novas em paredes, muros ou no solo, assim como portas e janelas que começam a emperrar sem motivo aparente, indicam instabilidade. A população deve comunicar imediatamente esses sinais pelo telefone 199.

    População deve adotar medidas preventivas imediatas

    O Inmet recomenda que os moradores desliguem aparelhos elétricos e o quadro geral de energia durante temporais para reduzir riscos de curtos-circuitos e incêndios. A orientação também inclui permanecer em locais abrigados e evitar deslocamentos desnecessários em áreas sujeitas a alagamentos.

    Residentes em locais com histórico de deslizamentos devem observar qualquer alteração em encostas, como fendas, inclinação de postes ou árvores, estalos e movimentação de terra. Em situações de inundação iminente, a população pode proteger pertences em sacos plásticos e, quando possível, elevar móveis e eletrodomésticos.

    O Corpo de Bombeiros atende emergências pelo telefone 193 em regime de plantão 24 horas.

    Alerta laranja abrange outros 10 estados

    Além do alerta vermelho, o Inmet emitiu alerta laranja para tempestades em uma faixa ainda maior do território nacional. O aviso vale até 10h de quinta-feira (4) e alcança Distrito Federal, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Acre, Amazonas, Rondônia e Pará.

    Os meteorologistas preveem tempestades com chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, ventos intensos de 60 a 100 km/h e possibilidade de granizo em diversas regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste.

    Infraestrutura e fornecimento de energia podem sofrer impactos

    As tempestades podem provocar cortes de energia elétrica por danos à rede de distribuição, queda de árvores sobre fiações ou falhas em equipamentos. O Inmet orienta a população a evitar contato com cabos rompidos e comunicar imediatamente as concessionárias.

    Áreas agrícolas expostas a ventos fortes, granizo e excesso de água podem sofrer danos em lavouras. As condições climáticas adversas comprometem plantações em estágio de desenvolvimento e afetam a produção em determinadas regiões.

    Nas cidades, a combinação de chuva intensa, vento e drenagem insuficiente resulta em alagamentos, queda de árvores, destelhamentos e danos a estruturas frágeis. Rodovias enfrentam risco de poças profundas e quedas de barreiras, o que compromete o tráfego e aumenta a probabilidade de acidentes.

    Cuidados essenciais durante tempestades

    Durante rajadas de vento, as autoridades recomendam não se abrigar debaixo de árvores, pois galhos podem se romper. Motoristas devem evitar estacionar próximo a torres de transmissão, postes e placas de propaganda.

    Em tempestades com raios, especialistas orientam permanecer dentro de casa, afastado de janelas, e evitar o uso de aparelhos conectados diretamente na tomada. Pessoas em áreas abertas devem buscar abrigo em construções seguras e evitar campos descampados ou proximidade com objetos altos e isolados.

    As autoridades reforçam a importância de acompanhar os boletins oficiais do Inmet e avisos da Defesa Civil, além das orientações das prefeituras e governos estaduais.

  • Frente fria provoca tempestades em várias regiões

    Frente fria provoca tempestades em várias regiões

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para tempestades. A área sob risco vai do Rio Grande do Sul ao Amapá. Além disso, inclui toda a Região Sul. Também alcança grande parte do Centro-Oeste e do Norte. O alerta atinge ainda a região do Matopiba.

    No leste do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o risco aumenta. O interior do Paraná e o oeste do Mato Grosso do Sul também preocupam. Nessas áreas, a chuva pode variar entre 20 e 30 milímetros por hora.
    O acumulado diário pode chegar a 50 milímetros. Além disso, ventos devem soprar entre 40 e 60 quilômetros por hora. Há ainda possibilidade de granizo.

    Hoje, segunda-feira (1º), o alerta se intensifica no Sul. O interior de RS e SC e o sul do PR concentram maior risco. Nessas áreas, a chuva pode alcançar 60 milímetros por hora.
    O volume diário pode chegar a 100 milímetros. Ao mesmo tempo, os ventos podem atingir 100 quilômetros por hora. Além disso, o granizo pode ocorrer em pontos isolados.

    Por outro lado, o interior de São Paulo e o sul de Minas enfrentam baixa umidade. Uma faixa do sertão nordestino também registra o problema. O trecho vai do norte da Bahia ao Ceará e ao Piauí.
    Nessas regiões, a umidade pode ficar entre 20% e 30%.

    Tempo amanhã

    A partir de amanhã, terça-feira (2), o cenário muda em São Paulo. O interior paulista deve receber chuvas intensas. Boa parte do Paraná e o sudoeste do Mato Grosso do Sul entram na mesma condição.
    Nessas áreas, também há chance de granizo. Portanto, as autoridades recomendam atenção durante temporais.
    Produtores devem proteger equipamentos e rebanhos.

    A população precisa evitar áreas alagadas e árvores isoladas. Além disso, também deve acompanhar novos avisos meteorológicos.

  • Agricultor deve se preparar: ciclone muda o tempo e traz chuvas intensas ao país

    Agricultor deve se preparar: ciclone muda o tempo e traz chuvas intensas ao país

    A cena se desenha já nos primeiros dias do mês, quando uma frente fria impulsionada por ciclone se espalha do Sul até parte do Sudeste e Centro-Oeste. Para o norte de Minas Gerais, o volume pode chegar perto dos 250 mm só na primeira semana. Os estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia), além de Goiás, Mato Grosso e Amazonas, também veem chuvas entre 100 mm e 125 mm, com transtornos potenciais, como alagamentos, enxurradas, e granizo.​

    Enquanto os agricultores monitoram suas lavouras e as famílias ajustam rotinas, meteorologistas apontam para um mês de chuva acima da média no centro-norte do Brasil. O fenômeno La Niña ainda está em atuação, o que facilita a passagem dessas frentes frias intensas, tornando dezembro mais instável e úmido, especialmente no Sudeste e Sul.​

    E tem mais: o calor excessivo dá uma trégua. No Paraná e Santa Catarina, o frio atípico pode aparecer, mas sem grandes extremos. No Nordeste, por outro lado, são esperadas altas temperaturas, até 40°C em algumas áreas do Sertão, enquanto o resto do país vê médias mais baixas graças à chuva e nebulosidade persistentes.​

    O que esperar do tempo em dezembro?

    • Região Sul: chuvas moderadas e picos de frio, mas nada extremo.
    • Sudeste e Centro-Oeste: chuvas frequentes e volumosas; risco alto de deslizamentos e cheias.
    • Norte: precipitação acima do normal, principalmente no Amazonas e Pará.
    • Nordeste: muito calor, mas proporcional à chuva, que será bem distribuída. Algumas cidades devem ver tempestades rápidas e dias abafados.

    Em resumo, dezembro pede guarda-chuva, olho nas previsões e atenção dobrada nos pontos de risco. Se alguém pediu verão típico, o ciclone resolveu mudar a festa.​

  • Safra de trigo 25/26 no Brasil tem projeção aumentada para 7,5 mi de toneladas

    Safra de trigo 25/26 no Brasil tem projeção aumentada para 7,5 mi de toneladas

    O Brasil deve colher 7,5 milhões de toneladas de trigo na safra 2025/26. A StoneX, empresa global de serviços financeiros, revisou para cima sua projeção anterior, registrando um aumento de 2%. Os motivos principais são as condições climáticas favoráveis no Sul do país.

    De acordo com o consultor em Gerenciamento de Riscos da StoneX, Jonathan Pinheiro, o clima tem beneficiado especialmente o Rio Grande do Sul. O estado, principal produtor nacional, deve responder por 3,3 milhões de toneladas da produção total.

    “As lavouras gaúchas estão com boa umidade, o que tem impulsionado o desempenho da safra na região”, afirmou Pinheiro.

    Apesar de um clima mais seco ter causado um pequeno ajuste nas projeções para São Paulo, as perspectivas para o estado seguem positivas. Com a colheita avançando nas próximas semanas, a expectativa é que o volume total se equipare ao da safra 2024/25. Este resultado é significativo, pois ocorre mesmo com uma redução significativa da área plantada em comparação com o ano anterior.

    Estoques e mercado

    O relatório da StoneX também ajustou os estoques finais do cereal, que agora devem chegar a 528,8 mil toneladas. No cenário macroeconômico, o consultor destaca que a taxa de câmbio continua influenciando o mercado.

    “A valorização do real nos últimos meses prejudicou as exportações brasileiras de trigo. Contudo, a recente desvalorização da moeda frente ao dólar deve favorecer a competitividade nacional”, explicou Pinheiro.

    Ele ainda complementou que, dependendo do ritmo das vendas externas, o país poderá precisar ajustar o volume de importações para garantir o abastecimento interno do cereal.

  • Frente fria traz temporais ao Sul e calor predomina no Centro-Oeste

    Frente fria traz temporais ao Sul e calor predomina no Centro-Oeste

    Uma nova frente fria avança nesta quinta-feira (4) pelo Sul. O sistema atinge Santa Catarina e parte do Paraná. Todo o Rio Grande do Sul tem risco de temporais fortes. Os acumulados podem chegar a 100 milímetros em algumas cidades.

    No Paraná, municípios do sul e sudoeste devem registrar pancadas de chuva isoladas. As instabilidades se espalham ao longo do dia. As temperaturas caem de forma acentuada na região. O Inmet emitiu alerta laranja para declínio nos termômetros. Porto Alegre deve ter mínima de 11 °C.

    Sudeste

    No Sudeste, o ar seco predomina e reduz a umidade relativa do ar. Os índices entram em níveis de atenção e alerta. As condições mais críticas devem ocorrer em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No Espírito Santo, ainda há previsão de chuva localizada.

    Centro-Oeste

    No Centro-Oeste, chuvas isoladas atingem o oeste e sul de Mato Grosso do Sul. Também devem ocorrer em áreas do oeste de Mato Grosso. Mesmo com as instabilidades, o calor segue intenso na maior parte dos Estados. As máximas continuam elevadas durante todo o dia.

    Nordeste

    No Nordeste, chuvas fortes estão previstas entre Sergipe e Rio Grande do Norte. Já o sertão e meio-norte enfrentam calor intenso e ar seco.

    Norte

    Na região Norte, chove no Amazonas, Rondônia, Roraima e Pará. As demais áreas da região mantêm tempo firme nesta quinta-feira.

  • Veranico eleva temperaturas e ciclone traz chuvas fortes

    Veranico eleva temperaturas e ciclone traz chuvas fortes

    O ciclone extratropical mantém chuvas intensas e ventos fortes no Sul nesta quarta-feira (20). O fenômeno deve se prolongar. Segundo o Inmet, o centro-norte do Rio Grande do Sul terá os maiores volumes de chuva. Os acumulados podem superar 70 mm. No oeste e sul de Santa Catarina, também chove forte. Já no Paraná e em Mato Grosso do Sul, as precipitações devem ser mais fracas.

    Centro-Oeste enfrenta calor extremo e baixa umidade

    O veranico deixa o Centro-Oeste seco e muito quente. Em Cuiabá, os termômetros podem ultrapassar 39 °C nesta quarta-feira. A umidade relativa do ar cai para menos de 12% em Cuiabá. A situação preocupa pela intensidade do calor e da secura.

    Sudeste tem calor e risco de chuvas isoladas

    No Sudeste, o calor predomina, mas há chance de chuva. Em São Paulo, as máximas chegam a 30 °C, com pancadas leves no litoral e na Grande São Paulo. Ao mesmo tempo, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, ocorrem garoas ocasionais. Já em Minas Gerais, a umidade relativa pode cair abaixo de 30%.

    As regiões mais afetadas são o Triângulo Mineiro, o sul e o sudoeste de Minas. Em São Paulo, a baixa umidade atinge áreas do centro, norte e oeste.

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    Nordeste segue seco no interior e úmido no litoral

    O tempo permanece seco no interior nordestino. No Piauí e no oeste da Bahia, a umidade relativa deve ficar abaixo de 30%. Já no litoral do Nordeste, as chuvas continuam fracas. Os volumes previstos não passam de 10 mm na maioria das áreas costeiras.

    Norte tem chuvas fortes no Amazonas e tempo seco em Rondônia

    As instabilidades no Norte se concentram no Amazonas e em Roraima. Os acumulados podem superar 70 mm na parte central do Amazonas.

    Em Rondônia, sul do Amazonas, Pará, Acre e Tocantins, o tempo segue firme. Nessas áreas, a umidade relativa cai para menos de 30%.

  • Frio atinge Sul e Sudeste; alerta de seca no Centro-Oeste

    Frio atinge Sul e Sudeste; alerta de seca no Centro-Oeste

    O Sul e o Sudeste do Brasil iniciaram a semana com temperaturas baixas e previsão de geada. No Rio Grande do Sul, cidades registraram neve no último sábado (9). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê mínima de 3°C em áreas gaúchas e catarinenses. O frio avança para cidades do Sudeste, Centro-Oeste e até do Nordeste.

    No Centro-Oeste, o alerta é para seca, com umidade entre 20% e 30%. Portanto, a orientação é beber líquidos e evitar esforço físico nos horários mais quentes e secos.

    No Norte, as chuvas aumentam. Em geral, as áreas mais atingidas serão Norte e Sul de Roraima, Centro e Sudoeste do Amazonas, Norte e Sul amazonense.

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    São Paulo

    Em São Paulo, o domingo (10) teve céu encoberto e sensação de frio, com média de 13,4°C. Ventos úmidos e frios do mar, somados a uma massa de ar polar, mantiveram o clima gelado. Como resultado, a Defesa Civil mantém o estado de alerta para baixas temperaturas desde 22 de junho.

    Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), o ar frio e seco permanece sobre a capital e região metropolitana. As noites e madrugadas seguem frias, mas as tardes devem aquecer gradualmente. Não há previsão de chuva.

    A segunda-feira (11) começa com muitas nuvens e sol predominante pela manhã. A mínima será de 9°C e a máxima de 17°C. O dia termina com aumento de nuvens e sensação de frio.

    Na terça-feira (12), há previsão de névoa úmida e muitas nuvens no amanhecer. O sol predomina à tarde, elevando as temperaturas. A mínima prevista é de 9°C e a máxima de 20°C. A umidade do ar pode cair para 40% no período da tarde.

  • Frente fria provoca chuva e queda de temperatura no país

    Frente fria provoca chuva e queda de temperatura no país

    Uma frente fria marítima deve provocar chuva e queda de temperatura em grande parte do país nesta segunda-feira (10). A instabilidade atinge principalmente as regiões Sudeste, Sul e parte do Norte e Nordeste.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta amarelo de perigo potencial para algumas áreas. O aviso inclui risco de chuva intensa e ventos fortes em estados do Sudeste e Centro-Oeste.

    No Sul, o frio predomina. O Paraná pode ter apenas pancadas isoladas no leste e norte. Santa Catarina deve registrar chuva de moderada a forte. Já no Rio Grande do Sul, o tempo permanece seco e gelado.

    No Sudeste, a frente fria deixa o tempo instável. Os meteorologistas preveem chuva forte em São Paulo, sul e Zona da Mata de Minas Gerais e também no Rio de Janeiro.

    O Inmet alerta para acumulados de até 50 milímetros por dia. Os ventos podem alcançar velocidades entre 40 e 60 quilômetros por hora. O aviso abrange quase todo o estado de São Paulo, além do norte do Paraná e parte de Mato Grosso do Sul.

    Enquanto isso, o tempo seco predomina no interior do Nordeste e em partes do Norte e Centro-Oeste. Nessas regiões, a baixa umidade do ar exige atenção com a saúde e cuidados com a hidratação.

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  • Saiba como será o clima em junho no Brasil

    Saiba como será o clima em junho no Brasil

    O mês de junho será marcado por contrastes no clima brasileiro. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão indica chuvas acima da média no Norte do país, no leste do Nordeste e no Rio Grande do Sul.

    No Norte, os maiores volumes devem ocorrer na faixa norte da região. Já no Nordeste, as chuvas se concentram no norte do Maranhão, Piauí e Ceará, além da faixa leste que vai da Paraíba a Sergipe. Em geral, nesses locais, os acumulados podem ultrapassar 80 milímetros.

    Por outro lado, o interior do Nordeste tende a receber pouca chuva. No oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, os volumes devem ficar abaixo de 60 milímetros, com possibilidade de dias consecutivos sem precipitações.

    No Centro-Oeste e Sudeste, a tendência é de chuvas próximas ou abaixo da média. Em resumo, a previsão aponta acumulados inferiores a 100 milímetros. Ao mesmo tempo, em Mato Grosso do Sul e São Paulo, por exemplo, os volumes variam entre 30 e 80 milímetros.

    No Sul do país, a situação será distinta entre os estados. No Paraná e Santa Catarina, as chuvas devem ficar abaixo da média histórica. Já no Rio Grande do Sul, os volumes previstos podem ultrapassar 140 milímetros.

    Impacto nas lavouras

    A previsão de chuvas acima da média no leste do Nordeste favorece o cultivo do feijão e do milho terceira safra na região do Sealba (Sergipe, Alagoas e Bahia). Em contrapartida, a redução das chuvas no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) pode afetar o milho segunda safra, principalmente durante a fase de floração, que exige mais água.

    No Centro-Oeste e Sudeste, o clima deve beneficiar culturas em fase de maturação. A previsão indica condições favoráveis para a colheita da cana-de-açúcar e do café. Em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, o trigo e o milho segunda safra não devem sofrer impactos negativos.

    Na Região Sul, as chuvas abaixo da média no Paraná e em Santa Catarina devem ajudar na finalização da colheita do feijão e de cultivos da primeira safra.

    Temperaturas acima da média

    As temperaturas tendem a ficar acima da média em boa parte do país. No entanto, nas regiões Norte e Nordeste, os termômetros devem registrar valores entre 25°C e 28°C, dentro da média histórica.

    Mesmo com a previsão de calor no centro-sul do país, algumas áreas devem registrar temperaturas abaixo de 20°C. Isso inclui o centro-sul de Minas Gerais, o leste de São Paulo e o sul de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

    Além disso, regiões de maior altitude no Sul e Sudeste podem enfrentar quedas bruscas de temperatura com a chegada de massas de ar frio. Em alguns pontos, os termômetros podem marcar menos de 15°C.

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