O Porto do Rio Grande vive um marco histórico. O governo federal e a empresa CMPC assinaram, nesta terça-feira (20), o contrato para um Terminal de Uso Privado (TUP) que integra o Projeto Natureza, um pacote de investimentos de R$ 24 bilhões. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participaram da cerimônia que posiciona o porto gaúcho como peça-chave na exportação de celulose e no desenvolvimento logístico do país.
O megainvestimento financiará uma nova fábrica de celulose em Barra do Ribeiro e toda a infraestrutura para exportação pelo Rio Grande. O terminal no porto começará a operar com capacidade para movimentar até 9 milhões de toneladas por ano a partir do 11º ano, podendo atender dois navios ao mesmo tempo.
Geração de empregos e desenvolvimento regional
O governador Eduardo Leite classificou o anúncio como “o maior investimento privado já realizado no estado”. O Projeto Natureza deve impactar mais de 75 municípios. Gerando cerca de 12 mil empregos durante a obra e 1,5 mil vagas diretas após a conclusão. Só a construção e operação do TUP no porto criará mais de 400 empregos diretos e cerca de 2.100 indiretos.
Lula destacou o papel estratégico do investimento. “Porto forte significa emprego, renda, indústria funcionando”, afirmou o presidente. O ministro Silvio Costa Filho reforçou que a ação promove “um salto de eficiência logística”, reduz custos e fortalece a competitividade das exportações brasileiras.
Renovação da frota naval e moradia
O evento também serviu para a assinatura de contratos do Programa Mar Aberto, da Petrobras, no valor de R$ 2,8 bilhões. Os recursos financiarão a construção de cinco navios gaseiros, 18 barcaças e 18 empurradores em estaleiros do RS, Amazonas e Santa Catarina, com potencial de gerar mais de 9 mil postos de trabalho.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que o movimento fortalece a estratégia de reconstrução da indústria naval nacional. A programação no Rio Grande também incluiu a entrega de 1.276 unidades do Minha Casa, Minha Vida, integrando desenvolvimento logístico e política social.
José “Pepe” Mujica, ex-presidente do Uruguai e referência mundial por sua vida austera, faleceu hoje, deixando como parte de seu legado a relação única com seu sítio em Rincón del Cerro, que se tornou símbolo de seu governo e de sua filosofia de vida. Localizada a cerca de 20 minutos do centro de Montevidéu, em um bairro operário, a propriedade de 20 hectares foi não apenas sua morada, mas também a residência oficial do governo uruguaio durante seu mandato.
Ao assumir a presidência em 2010, Mujica recusou-se a viver no tradicional palácio presidencial Suárez y Reyes, situado em um bairro aristocrático da capital. Preferiu permanecer em sua chácara de paredes descascadas, tetos de zinco verde e quintal povoado por galinhas, flores e hortaliças. A única adaptação feita no local foi a construção de uma pequena casa para os seguranças, contrastando com a estrutura luxuosa da residência oficial, que ele usava apenas para reuniões de trabalho.
Mujica justificava sua escolha como uma defesa da sobriedade: “Minha maneira de viver é consequência da evolução da minha vida. Lutei até onde é possível pela igualdade e equidade dos homens”, afirmou em entrevista. Ele rejeitava a ideia de que sua vida simples fosse uma valorização da pobreza, preferindo defini-la como “valorização da sobriedade no viver”.
O cotidiano no sítio presidencial
A rotina de Mujica na chácara era marcada por hábitos simples. Dirigia seu próprio Fusca azul, lia jornais em um iPad por falta de distribuição na região, cozinhava seu prato favorito – carne com cebola – e fazia compras no mercadinho do bairro ao lado da esposa, Lucía Topolansky. A segurança era discreta, limitada a uma pequena guarita e poucos policiais. E a convivência com vizinhos e animais, como a cadela Manuela, reforçava o clima de normalidade.
Reprodução: Redes Sociais
Mesmo presidente, José Mujica mantinha o cultivo de flores e hortaliças, tradição herdada da infância, quando ajudava a mãe na lavoura após a morte do pai. O ex-guerrilheiro tupamaro também destinou parte da propriedade para projetos sociais. Como a doação de cinco hectares e meio à Direção Nacional de Apoio aos Libertos, para construção de moradias para ex-presidiários.
O sítio como mensagem política
A decisão de transformar o sítio em residência oficial foi vista como uma mensagem política poderosa. Mujica defendia que “o mundo está prisioneiro da cultura da sociedade de consumo”. E que “as pessoas não compram com dinheiro, compram com o tempo que tiveram que gastar para ter esse dinheiro”. Seu modo de vida reforçava a crítica ao consumismo e à desigualdade, tornando-se referência internacional como “o presidente mais pobre do mundo”.
Reprodução: Redes Sociais
Durante seu governo, Mujica também vendeu a residência presidencial de verão em Punta del Este, destinando o valor arrecadado a programas de moradia popular.
Após deixar o poder, Mujica continuou vivendo no sítio, planejando criar uma escola de ofícios rurais para jovens da região. Agora, com sua morte, o local se consolida como símbolo de um estilo de liderança raro: próximo do povo, avesso a privilégios e fiel aos próprios valores até o fim.
A chácara de José Mujica não foi apenas cenário de sua vida. Mas expressão concreta de seu pensamento político e de sua visão de mundo – um legado que ultrapassa fronteiras e inspira gerações.
Recentemente, o Mercosul e a União Europeia (EU) fecharam um novo acordo comercial, que estava em discussão há anos, que promete liberar 99% das exportações agrícolas brasileiras para o bloco europeu, sendo assim, esse novo acordo irá abrir portas para um mercado de mais de 450 milhões de consumidores, facilitando o acesso dos produtos brasileiros no mercado europeu, mas tendo que cumprir as exigências ambientais e sanitárias estabelecidas pela União Europeia.
Renata Bueno, advogada, ex-parlamentar italiana e presidente do Instituto Cidadania Italiana.
Desde o dia 1º de janeiro de 2025, a União Europeia aprovou o Regulamento Anti Desflorestamento (EUDR). A legislação proíbe a importação de produtos oriundos de áreas desmatadas. Independentemente de a prática ter ocorrido de forma legal ou ilegal no país de origem. Entretanto para atender às exigências da União Europeia que aprovou o Regulamento Anti Desflorestamento, os produtores brasileiros terão de comprovar que seus produtos não estão ligados ao desmatamento. Isso irá exigir a apresentação de documentos detalhados, como a geolocalização das áreas de produção. A rastreabilidade e a transparência da cadeia produtiva serão fundamentais para garantir a continuidade das exportações para a União Europeia.
Novas regulamentações
Com as novas regulamentações, os pequenos e médios produtores encontram desafios pela frente, podendo encontrar dificultar com os custos da adaptação às novas regras. Para minimizar impactos negativos, os exportadores brasileiros devem investir em tecnologias de rastreabilidade e transparência. Garantindo a conformidade com as exigências europeias e reforçando a competividade do setor no mercado internacional.
Com a implementação do Regulamento Anti Desflorestamento irá acontecer um esforço conjunto do setor produtivo, do governo e das entidades representativas para assegurar que o Brasil continue sendo um protagonista no comércio agrícola global. Ou seja, parcerias com organizações não governamentais (ONGs) e instituições financeiras também podem ajudar a financiar a transição para práticas mais sustentáveis. O governo brasileiro pode desempenhar um papel crucial, oferecendo apoio técnico e financeiro aos produtores.
É essencial equilibrar o crescimento econômico e a sustentabilidade, garantindo que as exigências ambientais não se tornem barreiras intransponíveis para os produtores brasileiros.
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Na última Assembleia Geral Ordinária, os conselheiros e associados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) reelegeram Márcio Ferreira, superintendente do Grupo Tristão, para a presidência do Conselho Deliberativo durante o biênio 2025/26. A eleição ocorreu em um encontro que contou com a participação de representantes do setor cafeeiro.
A nova gestão será compartilhada. Günter Häusler, diretor geral da NKG Stockler Ltda., assume a vice-presidência. Já Flávia Barbosa Paulino da Costa, sócia-diretora da Exportadora de Café Guaxupé, ocupará o cargo de secretária-geral. A diretoria executiva é composta por Marcos Matos (Diretor Geral), Eduardo Heron (Diretor Técnico) e Silvia Pizzol (Responsabilidade Social e Sustentabilidade).
Ferreira destacou que a gestão do Cecafé continuará focada em ações proativas relacionadas aos principais temas que afetam os cafés brasileiros, especialmente no segmento exportador. “É fundamental apresentarmos a sustentabilidade socioambiental de nossos cafés no cenário global, especialmente diante das novas regulações do comércio internacional”, afirmou.
10ª edição do Coffee Dinner & Summit
O diretor-geral Marcos Matos complementou que, além das iniciativas de defesa e promoção dos cafés brasileiros, o Cecafé também se preparará para a realização da 10ª edição do Coffee Dinner & Summit. O evento ocorrerá em julho de 2025, em Campinas (SP), e reunirá líderes e autoridades da cadeia produtiva para discutir temas relevantes como o futuro do agro brasileiro, novas regras do comércio e sustentabilidade na cafeicultura.
“Este será um momento único para troca de experiências sobre grandes questões da cafeicultura global. Abordando tópicos como macroeconomia, tendências de consumo e desafios logísticos”, concluiu Matos.
A reeleição de Márcio Ferreira e as ações planejadas pelo Cecafé refletem o compromisso da entidade em fortalecer a posição do Brasil no mercado global de café. E seguir promovendo práticas sustentáveis e inovadoras.estejam envolvidas nas mesmas práticas fraudulentas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (31), a lei que institui a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. A cerimônia ocorreu em Corumbá (MS), após Lula sobrevoar áreas atingidas por incêndios na região, acompanhado pelos ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Marina Silva (Meio Ambiente).
A nova política estabelece uma abordagem planejada e coordenada para o uso controlado e consciente do fogo. E visa prevenir e combater incêndios florestais, conservar ecossistemas e respeitar práticas tradicionais. Ela permite o uso do fogo em atividades agropecuárias, pesquisa científica, prevenção e combate a incêndios, agricultura de subsistência de comunidades tradicionais, sempre com autorização dos órgãos competentes.
Combate aos incêndios no Pantanal
Segundo Marina Silva, a situação crítica no Pantanal é resultado da combinação entre mudanças climáticas, desmatamento e incêndios. Fávaro destacou que, neste ano, a região sofrerá fortes consequências da seca, com alto risco de incêndios e escassez de água.
Atualmente, há 890 profissionais do governo federal em campo, entre integrantes das Forças Armadas, Ibama, ICMBio, Força Nacional e Polícia Federal. Eles contam com 15 aeronaves e 33 embarcações para combater os 82 focos de incêndio registrados até 28 de julho. Desses, 45 já foram extintos e 37 estão ativos, sendo 20 controlados.
A Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo tem como principais objetivos a prevenção e redução de incêndios florestais, a promoção do uso controlado do fogo, a capacitação para enfrentamento dos incêndios, a conservação e recuperação da vegetação nativa e a responsabilização pelo uso não autorizado do fogo.
A governança será realizada pelo Comitê Nacional de Manejo Integrado do Fogo, com participação de representantes de diversos setores. Isso para garantir a coordenação entre instituições públicas, privadas e a sociedade civil.
Importância da sanção
Para Lula, a sanção da política será um marco no combate a incêndios no país, reconhecendo o trabalho dos brigadistas e respeitando os saberes tradicionais. Ele destacou que o Brasil sediará a COP 30 em 2024, na cidade de Belém, o que torna a iniciativa ainda mais relevante para o país.
A Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo será implementada em cooperação entre União, estados, municípios, sociedade civil e entidades privadas. E visa prevenir e reduzir os impactos dos incêndios florestais e promover o uso controlado e sustentável do fogo no país.
Em uma coletiva de imprensa realizada em Porto Alegre (RS), presidentes da ABPA e ASGAV expressaram otimismo sobre a retomada da normalidade após a detecção de um caso isolado de Doença de Newcastle no Rio Grande do Sul. Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e José Eduardo dos Santos, presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), destacaram a rápida ação de monitoramento e esclarecimento como fator crucial para minimizar os impactos nas exportações avícolas do Brasil.
Ricardo Santin, presidente da ABPA, afirmou que esperavam o autoembargo anunciado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil. Isso devido aos acordos sanitários internacionais, reforçando a transparência do país em relação aos cuidados sanitários na produção. Segundo Santin, a exportação brasileira de carne de frango representa, em média, 430 mil toneladas mensais. No pior cenário, os embargos poderiam afetar até 60 mil toneladas dessas exportações.
“Isto não significa que este volume será destinado ao mercado interno. Provavelmente, os fluxos serão alocados para outros possíveis destinos demandantes destes produtos. Especialmente em um momento em que a demanda internacional está aquecida”, explicou Ricardo Santin.
Impacto total na produção não chega a 10%
Luís Rua, diretor de mercados da ABPA, acrescentou que o impacto máximo representaria entre 5% e 7% da produção mensal brasileira. “Cabe reiterar que este é um cenário extremo e não é o que se espera em relação ao comportamento dos mercados. Já há indicativos de potenciais retomadas no curtíssimo prazo, graças ao célere e transparente trabalho de esclarecimento por parte das autoridades técnicas e de negociação dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores”, completou.
José Eduardo dos Santos, presidente da ASGAV, ressaltou a eficiência das autoridades sanitárias federais e estaduais na rápida notificação e ação, o que permitiu uma visualização clara do quadro. “Identificou-se rapidamente o entorno da propriedade, foram feitas as análises, seguiu-se o monitoramento. Não há sinalizações de ampliações da ocorrência e, sim, apenas uma amostra identificada na testagem de uma situação pontual. Por tudo isso, esperamos que o restabelecimento da normalidade ocorra no curto prazo. Vale lembrar, também, que não há qualquer risco para o consumidor. E que já foram realizadas todas as etapas de eliminação da ocorrência e desinfecção da granja”, afirmou.
Suspensão faz parte de acordo internacional.
A expectativa positiva dos líderes do setor avícola reflete a confiança na eficiência das medidas sanitárias. E também na capacidade do Brasil de manter a estabilidade das exportações, mesmo diante de desafios pontuais.
Lembrando que a ABPA tem um trabalho muito importante no setor. Além disso, já tinha emitido uma nota de posicionamento desde o inicio da situação, nota essa reproduzida abaixo.
POSICIONAMENTO SETORIAL – Doença de Newcastle
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) estão acompanhando e dando suporte à ação do Ministério da Agricultura e Pecuária e da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, em relação à uma amostra que testou positivo para o caso de Doença de Newcastle em granja do estado.
As autoridades federais e do estado agiram rapidamente na identificação do caso com interdição da granja, garantindo que não houvesse saída de aves. As autoridades acionaram os protocolos oficiais para mitigar a situação pontual e continuam a monitorar o entorno.
O governo notificou a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre a doença, cumprindo a obrigatoriedade de notificação. Como de praxe, o Brasil manteve e manterá total transparência no tratamento à situação, garantindo rápida solução a esta que é questão sanitária das aves.
Doença de Newcastle
Na última sexta-feira (19), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou a publicação da Portaria MAPA Nº 702 que declara estado de emergência zoossanitária no Estado do Rio Grande do Sul. A medida terá validade de 90 dias e responde à detecção do vírus patogênico da doença de Newcastle em aves comerciais na região.
A declaração de emergência também busca uma resposta epidemiológica ágil, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Plano de Contingência de Influenza Aviária e doença de Newcastle. Entre as ações planejadas estão o sacrifício ou abate de todas aves onde houve confirmação do foco afetadas, a desinfecção rigorosa dos locais afetados, a implementação de medidas de biosseguridade, e a vigilância em propriedades num raio de 10km, além da criação de barreiras sanitárias.
É importante ressaltar que não há contraindicação ao consumo de carne de frango e ovos inclusive na região afetada. O MAPA reforça que os produtos inspecionados pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) continuam seguros e próprios para consumo.
Além disso, o Mapa elaborou um Projeto de Lei para fortalecer ações emergenciais fitossanitárias e zoossanitárias, atualmente em análise no Congresso Nacional. Se aprovado, o projeto permitirá uma mobilização mais rápida e eficaz de recursos governamentais para situações similares.
Confirmaram o foco da doença no município de Anta Gorda (RS) em 17 de julho, após diagnóstico positivo realizado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como referência internacional para o diagnóstico da doença.
Em reunião no Palácio do Planalto, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) confirmou um investimento de R$ 120 bilhões até 2026. O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou a importância do setor, que gera 2 milhões de empregos diretos e 8 milhões indiretos, além de ser um líder global em exportações de alimentos industrializados.
“O setor é campeão de investimentos e exportações”, afirmou Alckmin. O presidente Lula também expressou otimismo: “Eu duvido que tenha um brasileiro mais otimista do que eu em relação ao Brasil”.
Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil, ressaltou a intenção do governo de facilitar o crescimento econômico: “Nós queremos ser facilitadores para que vocês possam atuar e fazer este país crescer”. Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário, comentou: “Os dados de investimentos dão clareza que o Brasil é o lugar no mundo do crescimento sustentável”.
João Dornellas, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, destacou a capacidade de exportação do setor: “Além de abastecer a mesa do brasileiro, exportamos 26% do que produzimos para 190 países”. Carlos Fávaro, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, reforçou a segurança do investimento no setor.
Participaram da reunião outros ministros, representantes do BNDES, e empresários de grandes empresas como Nestlé, Mondelez, Unilever, Cargill, e Coca-Cola. A ABIA, junto com esses líderes, pretende continuar impulsionando a economia brasileira através do setor alimentício.