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  • Agro em Campo fica entre os mais admirados do segmento na maior premiação de jornalismo agro

    Agro em Campo fica entre os mais admirados do segmento na maior premiação de jornalismo agro

    O Agro em Campo conquistou destaque nacional ao chegar à final da premiação +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026. Além disso, o repórter PH Lopes garantiu vaga entre os 50 jornalistas mais admirados do setor. O Portal dos Jornalistas realizou a cerimônia de premiação nesta segunda-feira (22), em São Paulo. O evento reuniu os principais veículos e profissionais especializados na cobertura do agronegócio.

    PH Lopes. Foto: divulgação – Mais Admirados da Imprensa do Agronegócio

    Reconhecimento

    Criado há dois anos, o Agro em Campo nasceu com a missão de levar informações relevantes do setor aos brasileiros. Desde então, o portal ampliou sua audiência e consolidou sua presença no jornalismo agropecuário.

    Foto dos premiados no  Mais Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026
    Foto: divulgação – Mais Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026

    A indicação entre os finalistas reforça o crescimento do veículo. Além disso, reconhece o trabalho desenvolvido na cobertura de um setor que responde por cerca de 25% do PIB nacional.

    A sexta edição da premiação também entrou para a história. A jornalista Kelly Godoy, da Record News, conquistou o título de mais admirada do agronegócio pela terceira vez consecutiva. Com a vitória, Kelly tornou-se a maior vencedora da premiação. Antes dela, o reconhecimento ficou com Renata Maron, em 2023, Beatriz Gunther, em 2022, e Sidnei Maschio, em 2021. Durante o evento, Kelly agradeceu aos colegas e destacou a presença feminina no jornalismo agropecuário. Segundo ela, o prêmio incentiva a participação das mulheres na editoria. Além disso, reforça a importância do trabalho coletivo realizado diariamente.

    Kelly Godoy recebendo premio
    Foto: Mais Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026 / Divulgação

    O ranking dos dez jornalistas mais admirados contou com Gabriel Azevedo, em segundo lugar. Aleksander Horta ficou na terceira posição. Fernanda Pressinott ocupou o quarto lugar. Já Isadora Duarte terminou na quinta colocação. Nayara Figueiredo apareceu em sexto lugar. Isadora Camargo ficou na sétima posição. Alessandra Mello conquistou o oitavo lugar. Victor Faverin e Fabiano Reis completaram o grupo dos dez mais admirados.

    Homenageado do ano

    A cerimônia também homenageou Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes de Comunicação. Durante o discurso, Saad destacou a importância dos jornalistas na divulgação das informações do setor. Ele também ressaltou a relevância estratégica do agronegócio para o Brasil.

    Jhonny Saad
    Foto: Mais Admirados da Imprensa do Agronegócio 2026 / Divulgação

    Outro reconhecimento especial ficou com David Cardoso. O repórter e produtor da AgroBand Bahia recebeu o Troféu Revelação do Ano.

    A edição 2026 dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio contou com apoio de empresas, entidades e instituições ligadas ao setor. O prêmio consolidou-se como uma das principais homenagens ao jornalismo agropecuário brasileiro.

  • Cientista brasileiro recebe prêmio inédito para o Brasil

    Cientista brasileiro recebe prêmio inédito para o Brasil

    O cientista brasileiro Adalberto Luis Val será o primeiro brasileiro a receber a Medalha Le Cren, uma das principais honrarias da biologia aquática mundial. A Fisheries Society of the British Isles (FSBI) entregará o prêmio em 30 de julho, em Southampton, na Inglaterra.

    Referência internacional na fisiologia de peixes amazônicos, Val conquistou a premiação pelo conjunto de pesquisas voltadas à adaptação de espécies da Amazônia a condições ambientais extremas. A escolha marca um feito histórico: pela primeira vez, a FSBI concede a medalha a um pesquisador fora do eixo anglófono.

    Pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) há mais de 40 anos, Adalberto Val lidera estudos sobre como fatores como aumento da temperatura, baixa concentração de oxigênio e acidez da água afetam a sobrevivência dos peixes amazônicos. As pesquisas indicam que diversas espécies já vivem próximas do limite térmico, o que amplia os riscos diante das mudanças climáticas.

    “O reconhecimento reforça a importância de compreender como a vida responde aos limites ambientais. Os peixes amazônicos ajudam a revelar não apenas a história evolutiva da região, mas também os impactos das mudanças climáticas sobre a biodiversidade e as populações humanas”, afirma o pesquisador.

    Além dos impactos ecológicos, Val alerta para efeitos diretos na segurança alimentar. Segundo ele, o aumento das temperaturas pode reduzir a disponibilidade de peixes, base alimentar de milhões de pessoas na Amazônia. Eventos extremos, como secas prolongadas, também favorecem incêndios florestais e agravam os danos aos ecossistemas aquáticos.

    Carreira

    Com mais de 280 artigos científicos publicados, 22 livros e 78 capítulos, Adalberto Luis Val acumula mais de 10 mil citações acadêmicas. Ao longo da carreira, recebeu prêmios como o Fundação Bunge, a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico e o Award of Excellence da American Fisheries Society.

    O pesquisador também ocupou cargos estratégicos na ciência brasileira, como a direção do INPA entre 2006 e 2014 e a Diretoria de Relações Internacionais da CAPES entre 2015 e 2016. Atualmente, exerce a vice-presidência regional Norte da Academia Brasileira de Ciências.

    Criada em homenagem ao biólogo E. David Le Cren, a medalha reconhece contribuições científicas de longo impacto para o avanço do conhecimento sobre peixes e ciência pesqueira. A FSBI reúne especialistas dedicados ao estudo da biologia aquática e da sustentabilidade dos recursos pesqueiros.

  • Arte popular: lata comemorativa é eleita a mais bela do Brasil

    Arte popular: lata comemorativa é eleita a mais bela do Brasil

    A Cachaça 51 acaba de conquistar o cobiçado prêmio Lata Mais Bonita do Brasil 2025. A Associação Brasileira de Lata de Alumínio (Abralatas) elegeu a edição comemorativa de São João da Cachaça 51 Ouro como a vencedora na categoria “Outros Produtos”. A lata se destaca por trazer na sua superfície as autênticas xilogravuras do mestre pernambucano J. Borges.

    As ilustrações representam cenas típicas das festas juninas, como sanfoneiros, fogueiras e dançarinos de quadrilha. A arte transformou a embalagem, inicialmente criada como um item colecionável, em um verdadeiro sucesso entre o público, que rapidamente a adotou.

    Para Marina Flávia da Silva, head de marketing da Cia. Müller de Bebidas, fabricante da Cachaça 51, o prêmio coroa uma estratégia bem-sucedida. “É um orgulho enorme para a Cachaça 51 receber esse reconhecimento. As latas comemorativas representam a união de dois ícones do Brasil: nossa cachaça e a arte de J. Borges. Vencer o Lata Mais Bonita reforça nosso compromisso em surpreender os consumidores e, ao mesmo tempo, celebrar nossas tradições”, comemora a executiva.

    Além da beleza: praticidade e sustentabilidade

    O design premiado vai além do apelo visual e cultural. A embalagem em lata oferece praticidade ao consumidor e é uma opção sustentável, por ser 100% reciclável. A iniciativa também amplia as ocasiões de consumo da cachaça, modernizando a experiência sem perder a essência.

    Lançadas como edições limitadas para o período de São João de 2025, as latas das versões Cachaça 51 Branca e 51 Ouro se tornaram objetos de desejo para colecionadores e admiradores da marca. Agora, com o título nacional, elas consolidam seu lugar na história não apenas como embalagens, mas como símbolos da criatividade e do respeito às raízes do Brasil.

  • Como um ‘disfarce’ de zebra em vacas rendeu prêmio científico ao Japão

    Como um ‘disfarce’ de zebra em vacas rendeu prêmio científico ao Japão

    Uma solução aparentemente bizarra, mas cientificamente comprovada, para um problema antigo da pecuária rendeu a uma equipe de pesquisadores japoneses um dos mais cobiçados (e divertidos) prêmios do mundo científico: o Ig Nobel de Biologia de 2025. O estudo demonstrou que pintar listras semelhantes às das zebras em vacas reduz drasticamente o número de picadas de moscas, oferecendo um método livre de pesticidas para o bem-estar animal.

    Foto: Reprodução

    A revista Annals of Improbable Research concede anualmente o Prêmio Ig Nobel, uma paródia do Nobel que busca “honrar conquistas que primeiro fazem as pessoas rirem e depois as fazem pensar”. O objetivo é celebrar o incomum, o imaginativo e, sobretudo, a curiosidade que impulsiona a ciência, mesmo por caminhos inesperados.

    A inspiração por trás das listras

    A pesquisa, conduzida por cientistas do Instituto Nacional de Pesquisa em Agricultura e Alimentação (NARO) do Japão, não surgiu do acaso. O Dr. Tomoki Kojima e sua equipe se inspiraram em estudos anteriores que já haviam elucidado um mistério da natureza: por que as zebras têm listras. A hipótese mais forte é que esse padrão único cria uma ilusão de ótica que confunde os olhos compostos das moscas picantes (como a mosca-do-estábulo, Stomoxys calcitrans), dificultando o pouso e, consequentemente, a picada.

    Diante do desafio de um produtor rural que buscava alternativas aos pesticidas, o Dr. Kojima teve um insight. “Se funciona para zebras, por que não para vacas?”, pensou. A equipe então partiu para testar a hipótese em vacas da raça Japanese Black (Wagyu).

    A metodologia e os resultados surpreendentes

    Os pesquisadores dividiram as vacas em três grupos. Um foi pintado com listras pretas e brancas. Já outro foi pintado apenas com listras pretas (grupo de controle para verificar o efeito da tinta, e não do padrão). Por fim, o último grupo não foi pintado.

    Os resultados, publicados em periódicos especializados, foram impressionantes. O número de moscas observadas picando as vacas listradas foi menos da metade em comparação com as vacas não pintadas.

    O comportamento das vacas listradas mudou significativamente. Elas apresentaram menos 20% de movimentos de repelência, como sacudir a cabeça, bater o rabo e escoicear, indicando um claro estado de maior tranquilidade e menor estresse.

    Impacto e limitações do método

    O estudo vai além da curiosidade. As picadas de moscas são um grande problema na pecuária. Causam estresse, perda de peso, redução na produção de leite e podem transmitir doenças. O método das listras oferece uma alternativa ambientalmente amigável, que pode reduzir o uso de inseticidas químicos, diminuir os custos para o produtor e mitigar o crescente problema da resistência de pragas a pesticidas.

    A principal limitação, como os próprios cientistas admitem, é a durabilidade. A tinta à base de água utilizada no experimento durou apenas alguns dias. A pesquisa agora busca desenvolver uma solução mais permanente, possivelmente em forma de vestimenta ou impressão direta no pelo do animal, que traga praticidade para uso em larga escala.

    Uma tradição de sucesso japonês

    Esta não é a primeira vez que o Japão se destaca no Ig Nobel. A conquista da equipe do Dr. Kojima marca o 19º ano consecutivo em que o país leva pelo menos um prêmio para casa. Com isso, consolidando uma tradição de pesquisas peculiares, porém rigorosas. Entre os vencedores históricos estão estudos sobre a percepção do sabor com hashis elétricos e a medição do atrito entre uma sola de sapato e uma casca de banana.

    Em seu discurso de aceitação, o Dr. Kojima agradeceu aos colegas, familiares e, de forma especial, ao produtor rural que o desafiou a pensar fora da caixa. “Este prêmio é um incentivo para continuarmos buscando soluções simples e criativas para problemas complexos”, declarou.

    O Ig Nobel de 2025 também celebrou outras dez pesquisas notáveis. Incluindo um estudo sobre o que acontece quando se diz a um narcisista que ele é inteligente. E também uma investigação para descobrir que tipo de pizza os lagartos preferem. Portanto, provando que o universo da ciência é vasto, diversificado e, acima de tudo, fascinante.

  • Veja qual foi eleito o melhor vinho tinto do Brasil

    Veja qual foi eleito o melhor vinho tinto do Brasil

    O vinho Sacramentos Sabina Syrah Seleção de Parcelas 2024, produzido na Serra da Canastra (MG), conquistou o título de Melhor Tinto Brasileiro no Guia Descorchados 2025. Essa é a terceira vez que o rótulo recebe a premiação em apenas quatro safras, consolidando sua relevância no mercado.

    A origem do vinho premiado

    Foto: Divulgação – Sacramentos Vinifer

    A Sacramentos Vinifer assina a produção do vinho. A vinícola iniciou suas atividades em novembro de 2018, quando plantou as primeiras mudas de Syrah e Sauvignon Blanc no Vinhedo São Miguel, localizado na cidade de Sacramento (MG). Até então, a região não era considerada viável para a produção de uvas de alta qualidade.

    A primeira safra da vinícola, em 2021, resultou no Sacramentos Sabina Syrah. O vinho estreou com uma Medalha de Prata no Decanter World Wine Awards 2022, principal concurso de vinhos do mundo. No mesmo ano, também recebeu a maior pontuação entre os vinhos brasileiros no Guia Descorchados. Em 2023, o rótulo foi eleito o Melhor Tinto pela publicação.

    Jorgito Donadelli, cofundador da Sacramentos Vinifer, destaca que o Sabina Syrah Seleção de Parcelas 2024 representa um avanço no trabalho da vinícola. “Esse vinho reafirma nossa busca por um ícone brasileiro”, afirma. O enólogo-chefe da Sacramentos, Alejandro Cardozo, observou diferenças em algumas parcelas do vinhedo e realizou uma seleção especial das uvas Syrah para criar o rótulo.

    Nome do vinho

    Foto: Divulgação – Sacramentos Vinifer

    O nome do vinho homenageia a matriarca da família, Sabina, de origem calabresa. Ela apreciava vinhos enquanto cozinhava no fogão a lenha e transmitia aos filhos histórias de seus antepassados, que produziam vinhos na Itália. Seu filho Jorge, pai de Jorgito, seguiu a tradição familiar e inspirou a criação do rótulo.

    O lançamento do Sabina Syrah Seleção de Parcelas 2024 está previsto para março. O vinho estará à venda no site da Sacramentos Vinifer e nas lojas World Wine.

    Que tal aprender a produzir vinhos e suco de uva?

    A Embrapa Uva e Vinho oferece mais uma edição do Curso de Elaboração de Vinhos e Suco de Uva. Ou seja, produtores, estudantes e profissionais interessados na produção de vinhos tintos, brancos e suco de uva podem participar do curso totalmente online.

    Em geral, serão duas turmas em 2025. A primeira ocorre de 10 de março a 4 de abril, e a segunda, de 14 de abril a 9 de maio. Portanto, os interessados devem acessar a plataforma e-Campo e pagar a inscrição no valor de R$ 350,00.

    Além disso, Rodrigo Monteiro, coordenador do curso, destaca que a versão online ampliou o alcance da capacitação. “Temos participantes de todo o Brasil e até do exterior”, afirma.

    A Embrapa dividiu o curso em quatro módulos: Vitivinicultura Geral, Processos de Elaboração de Vinhos, Processos de Elaboração de Suco de Uva e Análise Sensorial. Em resumo, o conteúdo inclui apostilas, videoaulas e publicações complementares. Também haverá transmissões ao vivo para tirar dúvidas.

    As inscrições para a Turma 1 vão até 10 de março, e para a Turma 2, até 14 de abril. Portanto, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail: [email protected] ou pelo WhatsApp (54) 3455-8082.

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  • Oportunidade: fundação premia mulheres empreendedoras

    Oportunidade: fundação premia mulheres empreendedoras

    A Fundação Bayer abriu inscrições até 18 de fevereiro para a nova edição do “Women Entrepreneurs Award”, um concurso que busca reconhecer e premiar soluções inovadoras nas áreas de saúde e segurança alimentar. A iniciativa, realizada em parceria com o Impact Hub Network, visa apoiar mulheres empreendedoras que promovem impacto social positivo.

    O prêmio selecionará 15 vencedoras, sendo cinco de cada uma das três regiões contempladas: Ásia-Pacífico, África e Oriente Médio, e América Latina. Na edição anterior, duas brasileiras foram premiadas. Cada vencedora receberá um prêmio de 25 mil euros. E também irão participar de um programa de aceleração de seis meses que inclui mentoria e apoio empresarial. As selecionadas também terão a oportunidade de se conectar com uma rede global de inovação por meio dos ecossistemas da Fundação Bayer e do Impact Hub.

    Oportunidade para mulheres empreendedoras

    Carolina Tolosa, Coordenadora Social em ESG da Bayer no Brasil, destaca que essa é uma oportunidade inclusiva que molda um futuro mais saudável e sustentável. “A iniciativa não apenas reconhece lideranças femininas, mas também estimula soluções para problemas globais urgentes e promove modelos de negócios sociais escaláveis”, afirma.

    Fundação Bayer
    O prêmio irá reconhecer 15 vencedoras. Reprodução: Fundação Bayer

    Para participar, as empreendedoras devem ser líderes de seus próprios negócios e possuir habilidades básicas em inglês para se comunicar durante a apresentação do projeto, caso sejam pré-selecionadas. Os empreendimentos devem ter um impacto social significativo, focando na resolução de desafios globais relacionados à saúde e segurança alimentar. As inscrições devem ser feitas no site do prêmio até 18 de fevereiro.

    Em abril, a organização selecionará as 30 melhores propostas para apresentação a um júri. Em junho, anunciará as vencedoras, que participarão de um evento exclusivo para a premiação. O programa de aceleração ocorrerá de junho a dezembro.

    Reconhecimento às brasileiras

    Na edição anterior do prêmio, em 2024, a organização reconheceu cinco vencedoras da América Latina, incluindo duas brasileiras. Sarah Sampaio, Diretora Executiva da Amazônia Agrofloresta, destacou-se por seu trabalho na cadeia produtiva do Café Apuí, o primeiro café produzido em sistema agroflorestal na Amazônia. Já Mayara Haddad Borges, COO da Prorede3 Intermediação de Doações, inovou ao conectar a iniciativa privada e o terceiro setor para viabilizar a doação de medicamentos.

    O Women Entrepreneurs Award representa uma oportunidade valiosa para mulheres empreendedoras que buscam gerar impacto social através da inovação. Com incentivos financeiros e suporte estratégico, a Fundação Bayer reafirma seu compromisso com o empoderamento feminino e o desenvolvimento sustentável em diversas regiões do mundo. Para mais informações e para se inscrever, acesse o site oficial do prêmio, clicando aqui.

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  • Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia abre inscrições para 2025

    Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia abre inscrições para 2025

    O Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia 2025 já está com inscrições abertas. Os interessados podem se inscrever até o dia 23 de fevereiro no site do Sistema CNA/Senar. A iniciativa, que inaugura o calendário de concursos deste ano, busca reconhecer e valorizar pequenos e médios produtores rurais de todo o país.

    O concurso conta com a parceria da Embrapa Agroindústria de Alimentos, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital/SAA-SP) e do Sebrae Nacional. Os participantes poderão competir em duas categorias: simples e mista.

    Para participar, é necessário produzir até 50 toneladas de geleia por ano e atender às exigências legais. Após a inscrição, o produtor deve enviar pelo menos um quilo do produto, dividido em seis embalagens individuais, para análise.

    Processo de avaliação e premiação

    O concurso terá três etapas de avaliação: júri técnico, júri popular e análise da história do produto. Produtores que utilizam matéria-prima cultivada em suas propriedades receberão um bônus de 10% na pontuação final.

    Em resumo, os cinco finalistas de cada categoria receberão prêmios em dinheiro. Além disso, os três primeiros colocados ganharão o Selo de Participação Ouro, Prata ou Bronze, uma certificação que agrega valor ao produto.

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    Iniciativa valoriza alimentos artesanais e tradicionais

    O Prêmio é promovido pelo Programa Nacional de Alimentos Artesanais e Tradicionais da CNA. Ou seja, a proposta incentiva a profissionalização de pequenos e médios produtores e destaca a qualidade dos alimentos artesanais no mercado.

    Em geral, gesde sua criação, em 2019, o prêmio já reconheceu produtores de chocolates, queijos, cachaças, mel, vinhos, azeites e outros alimentos artesanais.

    Para mais informações e inscrições, acesse o site oficial da CNA.

     

  • Agricultor de 79 anos conquista título de melhor café de Minas

    Agricultor de 79 anos conquista título de melhor café de Minas

    O agricultor familiar Onofre Alves Lacerda, de 79 anos, foi eleito o produtor do melhor café de Minas Gerais em 2024. Residente de Espera Feliz, na região das Matas de Minas, ele venceu o 21º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. A Emater-MG promoveu a premiação em Belo Horizonte.

    Primeiro bicampeão estadual

    Onofre Lacerda fez história ao se tornar o primeiro bicampeão estadual da competição, após ter conquistado o título também em 2017. Em resumo, seu café alcançou 92,7 pontos de um total de 100, conforme os padrões da Specialty Coffee Association (SCA), superando 1.406 amostras inscritas de 146 municípios mineiros.

    Tradição em família

    Foto: Divulgação – Emater MG

    A família Lacerda cultiva café em uma propriedade de 16 hectares, onde Onofre compartilha o trabalho com os filhos. A assistência técnica da Emater-MG contribui para manter a alta qualidade do produto. “Desde meu pai e meu avô, aprendemos que tudo deve ser feito com excelência. Portanto, meu prazer é levar um alimento de primeira à mesa do consumidor”, disse Onofre.

    Além disso, José Alexandre, um dos filhos, revelou que o pai supervisiona as atividades na lavoura e participa das decisões sobre os lotes enviados a concursos. “Ele acompanha de perto, observa nos terreiros e dá o feedback”, destacou.

    Espera Feliz: um polo de cafés especiais

    Espera Feliz se consolidou como referência na produção de cafés especiais. Ou seja, nos últimos oito anos, seis vencedores estaduais do concurso são do município. Em resumo, essa transformação começou há 15 anos, quando a Emater-MG iniciou um trabalho de conscientização e melhoria na produção com poucas famílias locais. Hoje, mais de 100 produtores da região cultivam cafés especiais.

    A maior parte das propriedades é de agricultura familiar, com áreas de até 20 hectares. Em geral, membros das próprias famílias são os responsáveis pela mão de obra.

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    Premiações extras para produtores de Espera Feliz

    Onofre Lacerda venceu como campeão estadual e também recebeu o Prêmio Sustentabilidade por alcançar a maior nota entre os participantes do programa Certifica Minas Café. Altilina Evaristo Barbosa de Lacerda, outra produtora de Espera Feliz, garantiu o segundo lugar geral do concurso e foi reconhecida como Cafeicultora Destaque em Qualidade, com 92,6 pontos.

    Categorias e avaliações

    O concurso avaliou duas categorias: Café Natural e Café Cereja Descascado, Despolpado ou Desmucilado. No processo Natural, os produtores secam o café imediatamente após a colheita e lavagem. Por outro lado, no Cereja Descascado, os frutos passam por separação, descascamento e, em alguns casos, fermentação antes da secagem.

    Especialistas certificados como Q-Arabica Graders realizaram as análises, garantindo a precisão na avaliação sensorial. Apenas cafés com mais de 85 pontos chegaram às etapas finais.

    Importância econômica e apoio ao produtor

    Para o presidente da Emater-MG, Otávio Maia, o concurso promove o café mineiro e valoriza o trabalho no campo. “O café é essencial para a economia e representa melhoria de vida para as famílias agricultoras”, afirmou.

    Em resumo, a competição, organizada pela Emater-MG e pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), contou com o apoio da Universidade Federal de Lavras (Ufla), Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Faepe) e patrocínio de empresas como Sicoob Crediminas e Verdemar.

    Reconhecimento e mercado

    Os vencedores receberam certificados, troféus e prêmios em dinheiro. O campeão estadual ganhou R$ 10 mil do Sicoob Crediminas. Além disso, a rede Verdemar comprará os melhores lotes para compor uma linha especial de cafés. Portanto, a saca de 60 quilos do café vencedor deve ser negociada por até R$ 6 mil.

    Liderança de Minas no mercado de café

    Minas Gerais lidera a produção de café no Brasil, com 28,1 milhões de sacas colhidas em 2024, o que corresponde a 51,2% da safra nacional. Ao mesmo tempo, o setor é responsável por 44% das exportações agropecuárias do estado, gerando US$ 6,2 bilhões em receita entre janeiro e outubro deste ano.

    Vencedores por região

    Na categoria Natural, Onofre Lacerda foi o destaque das Matas de Minas, seguido por Manoel Protázio de Abreu e Silvânia Veiga Teixeira de Lacerda, todos de Espera Feliz. Na categoria Cereja Descascado, Altilina Lacerda liderou, acompanhada por Claudiana Medeiros Lacerda e Ercilei José de Oliveira.

    No Sul de Minas, os vencedores foram Rubens Correa da Cunha Júnior (Natural) e Joaquim Adolfo Pinto Noronha (Cereja Descascado). Já no Cerrado Mineiro, os melhores colocados foram Márcia Mayumi Tomizawa (Natural) e Ricardo de Souza Guimarães (Cereja Descascado). A Chapada de Minas teve como destaque Iasmin Fernanda Vilela Resende, que alcançou 86,2 pontos.

     

  • Prêmio CNA Brasil Artesanal 2024 – Cerveja está com inscrições abertas

    Prêmio CNA Brasil Artesanal 2024 – Cerveja está com inscrições abertas

    O Prêmio CNA Brasil Artesanal 2024 – Cerveja está com inscrições abertas até 15 de setembro. O concurso é promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com Sebrae, Abracerva, Sindicerv e Papo de Sommelière.

    Premiação por categorias

    O concurso premiará as cervejas nas categorias Ale (alta fermentação) e Lager (baixa fermentação). Além disso, cada produtor pode inscrever dois rótulos, um em cada categoria. O prêmio contempla produtores com produção anual de até cinco milhões de litros. Entretanto, para participar, é necessário preencher e assinar o Termo de Autodeclaração de volume de produção anual de cerveja e estar em conformidade com a legislação brasileira.

    Brasil é o terceiro maior consumidor

    O Brasil, segundo o “Anuário da Cerveja” do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), conta com 1.847 cervejarias registradas. Em 2023, o número de estabelecimentos aumentou 6,8%. Atualmente, o país é o terceiro maior consumidor de cerveja do mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, com quase 15 milhões de quilolitros consumidos. No consumo per capita, o Brasil ocupa a 25ª posição global, com 69,3 litros por habitante, conforme o Relatório Global de Consumo de Cerveja.

    Eduarda Lee, assessora técnica da CNA, destaca a importância da agricultura na produção de cerveja. “A cevada é a principal matéria-prima da cerveja, seguida por lúpulo, trigo, arroz e centeio”, explica. A produção anual de cevada no Brasil é de aproximadamente 500 mil toneladas, sendo a maior parte destinada à produção de cerveja. O país também possui mais de 100 produtores de lúpulo, com mais de 40 variedades cultivadas. Em 2023, a produção de lúpulo alcançou quase 100 toneladas, um aumento de 203% em relação ao ano anterior, segundo a Aprolúpulo.

    Eduarda ainda ressalta a importância de outras culturas na produção de cervejas artesanais, como café, mandioca, batata-doce, coentro e frutas como maracujá, laranja, abacaxi, frutas vermelhas e cacau, por exemplo. O “Anuário da Cerveja” aponta que, em 2023, foram produzidos mais de 15 bilhões de litros de cerveja no Brasil, com a Lager Leve Clara correspondendo a 51,4% da produção nacional. São Paulo lidera com 410 cervejarias registradas, seguido pela região Sudeste, que concentra 46,3% dos estabelecimentos.

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    Etapas de avaliação

    O concurso terá três etapas de avaliação. Na primeira, um júri técnico analisará as amostras sem identificação, classificando as dez com as maiores notas, cinco de cada categoria. Logo depois, na segunda fase, o júri popular escolherá os melhores produtos. Finalmente, a última etapa avaliará as histórias dos produtores.

    Fernanda Regina, assessora técnica da CNA e organizadora do prêmio, destaca dois diferenciais da iniciativa. “O júri técnico fornecerá análises detalhadas aos produtores, ajudando-os a melhorar a qualidade. O júri popular permitirá que os consumidores finais votem nos produtos”, explica. Ou seja, os dez produtos selecionados receberão certificados e prêmios, e os três primeiros colocados ganharão o Selo de Participação Ouro, Prata e Bronze.

    Dessa forma, o Prêmio CNA Brasil Artesanal, realizado desde 2019, visa valorizar pequenos e médios produtores, incentivando a profissionalização e agregação de valor aos alimentos produzidos.