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  • Vai de Vinho; evento gratuito reúne 19 vinícolas em Porto Alegre

    Vai de Vinho; evento gratuito reúne 19 vinícolas em Porto Alegre

    Porto Alegre recebe neste sábado (11) a segunda edição do Vai de Vinho Brasileiro Festival. O evento gratuito acontece no Parque Farroupilha, a Redenção, das 16h às 21h, e reúne 19 vinícolas gaúchas de diferentes regiões produtoras do Estado.

    A organização transforma o parque em um ponto de encontro entre vinho, gastronomia e entretenimento. O público poderá comprar vinhos, espumantes e suco de uva diretamente com os produtores. A programação inclui ainda atrações musicais, ativações interativas e conteúdos gastronômicos. A abertura oficial ocorre às 17h.

    O DJ Fabio Soares comanda a música ao vivo durante o evento. Os personagens Isa e Bordô, da campanha do Suco de Uva Brasileiro, circularão pelo local distribuindo materiais promocionais como livros de colorir, adesivos e balões.

    A primeira edição do festival, realizada em 2025 em Florianópolis, atraiu mais de 2 mil pessoas. Em Porto Alegre, o evento reforça a conexão entre o vinho brasileiro e o estilo de vida urbano, aproximando novos públicos da cultura da bebida.

    O Conservis-RS (Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul) realiza o festival em parceria com a Seapi (Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação).

    Serviço

    O quê: Vai de Vinho Brasileiro Festival

    Quando: 11 de abril (sábado), das 16h às 21h

    Onde: Parque Farroupilha (Redenção), em Porto Alegre

    Entrada: gratuita

  • Óleo, açúcar, café, arroz e leite ficam mais baratos em fevereiro nas capitais brasileiras

    Óleo, açúcar, café, arroz e leite ficam mais baratos em fevereiro nas capitais brasileiras

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgaram nesta segunda-feira (9) a Análise Mensal da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos referente a fevereiro de 2026. O estudo aponta que, apesar da queda nos preços de cinco itens essenciais (óleo de soja, açúcar, café em pó, arroz e leite integral), o custo total da cesta básica aumentou em 14 das 27 capitais brasileiras em relação a janeiro.

    Entre as capitais que registraram aumento no custo da cesta básica, Natal liderou com alta de 3,52%, seguida por João Pessoa (2,03%), Recife (1,98%), Maceió (1,87%), Aracaju (1,85%), Vitória (1,79%), Rio de Janeiro (1,15%) e Teresina (1,07%). No sentido oposto, Manaus registrou a maior queda (-2,94%), à frente de Cuiabá (-2,10%), Brasília (-1,92%), Florianópolis (-1,09%) e Porto Alegre (-1,07%).

    São Paulo concentra a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 852,87, seguida por Rio de Janeiro (R$ 826,98), Florianópolis (R$ 797,53), Cuiabá (R$ 793,77) e Porto Alegre (R$ 786,84). Nas regiões Norte e Nordeste, onde a cesta tem 12 itens, e não 13 como nas demais regiões , os menores valores aparecem em Aracaju (R$ 562,88), Porto Velho (R$ 601,69) e Maceió (R$ 603,92).

    Óleo de soja cai em 26 cidades

    O óleo de soja registrou queda de preço em 26 das 27 capitais analisadas. As variações foram de -7,05% em Boa Vista a -0,27% em Brasília. Apenas São Luís manteve o preço estável. O excesso de oferta do grão e a valorização do real frente ao dólar reduziram a competitividade da soja brasileira no mercado externo e puxaram os preços para baixo também no varejo.

    O quilo do açúcar ficou mais barato em 20 capitais e mais caro em quatro. As quedas variaram de -5,33% em Cuiabá a -0,26% em Fortaleza. Boa Vista, Porto Velho e São Luís mantiveram estabilidade. Salvador registrou a maior alta, de 1,60%. Mesmo no período de entressafra, a demanda mais fraca contribuiu para pressionar os preços para baixo.

    Café em pó recua em 21 cidades

    O preço do café em pó caiu em 21 capitais entre janeiro e fevereiro de 2026. Florianópolis (-4,30%) e Cuiabá (-3,86%) lideraram as reduções. Brasília manteve o valor médio estável. Em cinco cidades houve alta, com destaque para Macapá, onde o preço subiu 3,59%. A expectativa de safra recorde e a retração das exportações impulsionaram a queda no varejo.

    O quilo do arroz agulhinha ficou mais barato em 16 capitais. Curitiba (-7,40%), Salvador (-7,09%) e Vitória (-5,11%) registraram as maiores quedas. Em nove capitais o preço subiu, com Florianópolis liderando a alta (3,53%). Rio Branco e São Luís mantiveram estabilidade. Estoques mais ajustados e cautela dos vendedores explicam o comportamento dos preços.

    Leite integral cai em 15 cidades

    O preço do leite integral recuou em 15 capitais. Rio Branco (-4,78%), Cuiabá (-3,60%) e Campo Grande (-3,40%) concentraram as maiores reduções. Manaus e São Luís ficaram estáveis, enquanto 10 capitais registraram alta, a maior em Curitiba (2,28%). Mesmo com o início da entressafra leiteira, a importação de derivados lácteos contribuiu para segurar os preços no varejo.

    A coleta de dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos passou de 17 para 27 capitais brasileiras graças à parceria entre Conab e Dieese. A iniciativa fortalece a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados com cobertura nacional começaram em agosto de 2025.

  • Assado de búfalo é destaque no Paleta Atlântida em Porto Alegre

    Assado de búfalo é destaque no Paleta Atlântida em Porto Alegre

    O tradicional festival Paleta Atlântida, consagrado como o maior churrasco coletivo do Brasil, realizou sua primeira edição em Porto Alegre no ultimo sábado (7). O evento reuniu mais de 15 mil pessoas no Cais Mauá, no Centro Histórico da capital gaúcha. Após oito edições no litoral norte do Rio Grande do Sul, o evento migrou para a Capital Mundial do Churrasco, levando uma experiência única de gastronomia, tradição e cultura à beira do Guaíba.

    Foto: Stéphany Franco/ AgroEffective /Divulgação

    Entre as atrações que chamaram a atenção do público, o assado de uma carcaça inteira de búfalo, com impressionantes 240 quilos, foi um dos pontos altos do festival.A empresa Búfalos El Dorado, de Eldorado do Sul, forneceu a peça que o chef e assador Everton Kunzler preparou. Segundo Kunzler, sua equipe já assou 28 carcaças de búfalo, mas esta foi a primeira vez que realizaram o preparo do corte de forma integral, sem separar as partes. O processo de assar a carcaça começou na noite de sexta-feira. E se estendeu por 18 horas, para ser servida ao público no início da tarde de sábado.

    Evento de peso

    O evento contou com mais de 600 metros de churrasqueiras ao ar livre e aproximadamente mil assadores, entre profissionais e amadores, atuando simultaneamente. Além do tradicional churrasco, o Paleta Atlântida ocupou quatro armazéns do Cais Mauá com atrações variadas. Incluindo food trucks, feira de cutelaria, shows musicais e a aguardada competição da Melhor Paleta.

    A presidente da Associação Gaúcha dos Criadores de Búfalos (Ascribu), Desireé Möller, destacou a importância da participação da carne de búfalo no evento, ressaltando o crescimento do setor e a expansão do consumo para além dos criadores tradicionais.

    O Paleta Atlântida reforçou seu papel como símbolo da cultura gaúcha, promovendo encontros familiares, valorizando a gastronomia local e impulsionando negócios do segmento.

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  • BNDES aprova financiamento emergencial de R$ 149 milhões à Bianchini

    BNDES aprova financiamento emergencial de R$ 149 milhões à Bianchini

    O BNDES liberou R$ 149 milhões em crédito emergencial para a Bianchini S/A, empresa que processa soja e atua no setor de biocombustíveis. Ou seja, o financiamento, parte do programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, tem como objetivo apoiar a recuperação econômica e enfrentar os impactos das mudanças climáticas no estado.

    Problemas com as enchentes

    As cheias do Rio dos Sinos afetaram gravemente a unidade da Bianchini, localizada em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Em resumo, o transbordamento causou prejuízos em prédios, veículos, equipamentos e estruturas, além de danificar instalações elétricas e sistemas de automação. Ao mesmo tempo, cerca de 35 mil toneladas de soja e derivados foram perdidas, resultando na paralisação das operações por quatro meses, entre maio e setembro.

    Portanto, o crédito ajudará a cobrir despesas emergenciais e garantir a manutenção de 400 empregos. Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o apoio financeiro “preserva empregos, revitaliza infraestruturas e acelera a recuperação econômica do estado”. O financiamento também permitirá a reconstrução da unidade industrial e dos espaços de armazenamento da Bianchini, essenciais para a retomada plena das atividades.

    Além de ser uma das maiores produtoras de biodiesel do Brasil, a Bianchini oferece serviços de beneficiamento de grãos, logística e embarque de granéis sólidos e líquidos. A recuperação da empresa é estratégica para a economia regional.

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    Programa de apoio emergencial

    O programa BNDES Emergencial ajuda municípios gaúchos atingidos por desastres climáticos. Empresas afetadas, como a Bianchini, devem comprovar perdas materiais e manter os postos de trabalho para acessar o crédito.

    Desde o início das operações emergenciais, o BNDES já aprovou R$ 9,1 bilhões em crédito para empresas do Rio Grande do Sul. Outras iniciativas incluem a suspensão de dívidas, somando R$ 4,75 bilhões, e investimentos em reconstrução e compra de máquinas, que totalizam R$ 2,1 bilhões.

    Essas medidas reforçam o compromisso do banco com a recuperação econômica e social do estado.