Tag: Píton

  • Píton de 2,5 metros é capturada após engolir gambá gigante

    Píton de 2,5 metros é capturada após engolir gambá gigante

    Uma píton-birmanesa de quase 2,5 metros de comprimento foi encontrada no quintal de uma casa em Nova Jersey, nos EUA, depois de engolir um gambá de grande porte. O animal, que pesava cerca de 18 quilos, foi resgatado por equipes especializadas após ser localizado sob o assoalho de um galpão.

    O caso chamou a atenção pelo tamanho da serpente e pelo volume provocado pela presa em seu corpo. Segundo a Monmouth County SPCA, entidade que atua na proteção e no resgate de animais na região, agentes de controle de animais foram acionados depois que a píton foi encontrada na propriedade.

    Cobra foi localizada sob o assoalho de um galpão

    A píton-birmanesa estava escondida sob as tábuas de um galpão instalado no quintal da residência. Para permitir o acesso ao animal, um prestador de serviços retirou parte do assoalho.

    Na sequência, agentes treinados realizaram o resgate da serpente com segurança. Durante a operação, foi possível perceber que havia um grande volume na região central do corpo da píton.

    Agentes de controle de animais localizaram a cobra sob o assoalho de um galpão no quintal (Foto: Reprodução/Monmouth County SPCA)

    A equipe veterinária do abrigo realizou exames de raio-X para identificar o que havia causado a alteração. As imagens confirmaram que a cobra havia se alimentado recentemente de um gambá de grande porte.

    Animal foi encaminhado para um local seguro

    Depois do resgate, a serpente passou por uma avaliação veterinária e foi colocada em um recinto adequado. As autoridades agora procuram um manejador de serpentes licenciado, que tenha estrutura apropriada para receber e cuidar do animal.

    A situação também levantou um alerta sobre a criação de animais exóticos como pets. Segundo a entidade responsável pelo resgate, pessoas que não conseguem mais cuidar desses animais devem procurar centros especializados em vez de soltá-los na natureza.

    A orientação é especialmente importante porque espécies exóticas podem provocar impactos sobre a fauna local, além de colocar em risco animais domésticos e o próprio animal abandonado.

    “Animais de estimação exóticos não pertencem à natureza. Soltá-los prejudica a vida selvagem local, os animais domésticos e o próprio animal.”

    Píton-birmanesa é uma espécie de grande porte

    A píton-birmanesa é uma das maiores serpentes do mundo e possui hábitos predatórios. Originária do Sudeste Asiático, a espécie é conhecida por capturar diferentes tipos de animais, principalmente por meio da constrição.

    O episódio em Nova Jersey reforça ainda a importância do manejo responsável de espécies exóticas. Quando mantidos fora de seus ambientes naturais, esses animais precisam de condições específicas de segurança, alimentação e espaço.

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  • Píton de 4,8 metros vira caso de polícia em Goiás após fuga e apreensão

    Píton de 4,8 metros vira caso de polícia em Goiás após fuga e apreensão

    Uma píton amarela de 4,8 metros virou caso de polícia em Goiás depois de ser entregue pelo próprio tutor à Polícia Civil. O animal, sem licença de criação nem documentação de origem, estava em Anápolis e chamou atenção pelo risco e pela irregularidade.

    A cobra pertence à espécie píton-molurus, um réptil exótico que não faz parte da fauna brasileira. Segundo a polícia, a documentação do Ibama é essencial para esse tipo de criação, e a ausência desses papéis levou à apreensão.

    Animal já havia fugido antes

    O caso ganhou ainda mais peso porque a cobra já tinha escapado antes. Na semana passada, ela foi encontrada às margens do rio Araguaia, na região de Aruanã, a cerca de 330 km do local onde vivia, e depois devolvida ao responsável.

    Segundo a investigação, o tutor disse que recebeu o animal há cerca de sete anos de uma vizinha e afirmou não saber mais onde ela mora. A polícia também apura as circunstâncias da posse e da origem da serpente.

    Espécie exótica preocupa autoridades

    A Polícia Civil alerta que a píton-molurus pode causar desequilíbrio ambiental por ser uma espécie exótica. Além disso, o porte do animal aumenta o risco em caso de fuga, manuseio inadequado ou criação fora das regras.

    Após a apreensão, a serpente foi encaminhada às autoridades competentes e a tendência é que siga para um zoológico. O episódio reforça o problema da criação irregular de animais silvestres exóticos no país.

  • Especialista resgata píton gigante abandonada em caçamba de lixo

    Especialista resgata píton gigante abandonada em caçamba de lixo

    Uma píton de quase 5 metros surpreendeu moradores de um prédio residencial no centro de Los Angeles quando Joseph Hart, um especialista de 24 anos em resgate de répteis, precisou entrar em uma caçamba de lixo para salvar o animal abandonado. O caso expôs um grave problema de maus-tratos e revelou o trabalho crucial de organizações especializadas no resgate de animais exóticos.

    Teresa Sanchez, moradora do edifício, inicialmente confundiu a serpente com um brinquedo ou peça de taxidermia. A cobra estava dentro de um recipiente plástico, debilitada e com a boca visivelmente inchada por uma infecção grave. “Quando me aproximei, percebi que o animal estava vivo e precisava de ajuda urgente”, relata a moradora, que imediatamente se preocupou com a segurança das crianças, animais domésticos e da própria serpente.

    Autoridades se recusaram a ajudar

    Sanchez e uma vizinha começaram a ligar para diversos órgãos e serviços de controle animal. A resposta frustrou as moradoras: muitos serviços se recusaram a resgatar a píton ou informaram que o animal seria sacrificado. A polícia, o controle animal municipal e outros especialistas em répteis foram contactados, mas nenhum demonstrou disposição para salvar a cobra.

    Reprodução: Redes Sociais

    “Este definitivamente era o animal de estimação de alguém, o que torna a história ainda mais trágica”, declarou Joseph Hart, que acabou sendo contactado pelas moradoras após uma busca desesperada por ajuda.

    O trabalho do Reptile Hunter

    Joseph Hart opera o Reptile Hunter, uma organização dedicada à educação sobre vida selvagem e reabilitação de répteis. Como proprietário da organização de resgate, Hart promove a importância da conservação da vida selvagem através da reabilitação animal e educação pública, criando uma comunidade apaixonada pela fauna através de apresentações educativas, mentoria e oportunidades de voluntariado.

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    O especialista não hesitou em ajudar. Ele entrou na caçamba, retirou cuidadosamente a serpente e a levou imediatamente para receber cuidados veterinários especializados. O animal, uma fêmea que Hart batizou de “Apples”, agora está em processo de recuperação sob seus cuidados.

    Recuperação e denúncia

    Hart trata a cobra com medicamentos apropriados em um recinto adequado para o porte da serpente. O especialista também aproveitou para educar o público sobre a legislação californiana, que exige licença específica para a posse de animais exóticos como pítons.

    Em suas redes sociais, Hart fez um desabafo emocionado sobre o caso: “É extremamente revoltante, pois se trata de um caso claro de maus-tratos e crueldade contra animais. Apples apresenta uma grave infecção na boca, condição relativamente comum entre cobras mantidas inadequadamente no comércio de pets”.

    O especialista também demonstrou compreensão pela situação do antigo proprietário: “Parte o meu coração pensar que o dono anterior provavelmente se sentiu sobrecarregado com a ideia de tratar a condição médica, já que contas veterinárias podem ser muito caras. Porém, abandonar ou descartar o animal nunca é solução”.

    Em atualização recente no dia 13 de agosto, Hart compartilhou boas notícias sobre o estado de Apples: “Mantemos os cuidados de limpeza e medicação da píton! Em apenas uma semana, ela já está muito melhor! Estou extremamente orgulhoso dessa cobra! Sinto que ela percebe todo o carinho de todos e isso a mantém forte”.

    O problema dos animais exóticos abandonados

    O caso de Apples ilustra um problema crescente nas grandes cidades americanas. O abandono de animais exóticos por proprietários despreparados ou incapazes de arcar com os custos de manutenção e cuidados veterinários. A condição de “mouth rot” (podridão da boca) que afetava a píton é relativamente comum entre serpentes mantidas em condições inadequadas no comércio de animais de estimação.

    Hart enfatizou a importância de buscar ajuda especializada antes de tomar decisões drásticas: “Tenho muita honra de ter tido a oportunidade de dar a Apples uma segunda chance. Ela é forte, linda e, posso garantir, tem vontade de viver”.

    Sobre Joseph Hart e o Reptile Hunter

    Joseph Hart, conhecido como “Reptile Hunter”, é um educador da Califórnia do Sul especializado em reabilitação de vida selvagem. Através de sua organização, ele realiza resgates de répteis, apresentações educativas e promove a conscientização sobre conservação da fauna.

    O trabalho de Hart vai além dos resgates emergenciais. Sua organização oferece programas educativos em escolas e eventos comunitários. Além disso, ensina sobre a importância ecológica dos répteis e como coexistir com a vida selvagem urbana. O especialista também oferece mentoria para jovens interessados em conservação e oportunidades de voluntariado para engajar a comunidade na proteção animal.

    O caso de Apples demonstra não apenas a dedicação individual de Hart, mas também a necessidade urgente de mais recursos e conscientização sobre o cuidado responsável de animais exóticos. Além da importância de organizações especializadas no resgate e reabilitação de fauna abandonada ou maltratada.

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  • Cobra bebe água? Flagra raro de píton se hidratando no Bioparque

    Cobra bebe água? Flagra raro de píton se hidratando no Bioparque

    Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, um momento raro foi capturado no Bioparque Pantanal: uma píton albina bebendo água. A cena, que chamou atenção nas redes sociais, mostra Capitu, uma serpente de mais de 2,5 metros, tranquilamente se hidratando.

    “As serpentes têm esse hábito de tomar bastante água, ao contrário do que muitas pessoas acreditam. E a ingestão de água vai ser maior após a alimentação. Então, no mesmo dia ou um dia após elas receberem as presas, elas vão tomar ainda mais água”, afirmou Carla Kovalski, Bióloga chefe do Bioparque Pantanal.

    Por que é raro ver cobras bebendo água?

    As serpentes são animais discretos, especialmente as noturnas, o que torna difícil flagrá-las bebendo água. Além disso, quando detectam a presença de humanos, elas tendem a ficar imóveis ou fugir, interrompendo o comportamento de beber água. Portanto, é crucial se aproximar desses animais com cuidado para não perturbar seu comportamento natural.

    “Ali no recinto, colocamos duas opções de fonte de água: uma, que é um cocho, onde ela pode tomar banho e também se hidratar; e também um recipiente menor. Nós observamos, enquanto ela estava em quarentena, que a preferência dela é por recipientes menores. Por isso, ela tem duas fontes de água”, explicou Carla Kovalski.

     

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    Como as cobras bebem água?

    As cobras não usam suas línguas para beber água, pois essas são utilizadas principalmente para capturar odores no ambiente. Em vez disso, elas posicionam suas bocas na água e, em algumas espécies, criam um vácuo por meio das narinas para puxar o líquido para dentro. Além disso, outras espécies usam estruturas semelhantes a esponjinhas na parte inferior das mandíbulas para absorver a água.

    Embora as serpentes possam obter água das suas presas, é importante que elas bebam água para manterem-se saudáveis e desempenharem suas funções biológicas. Isso ajuda a manter o equilíbrio do ecossistema, controlando populações de outras espécies.

    O Bioparque Pantanal e a Conscientização Ambiental

    A Polícia Militar Ambiental (PMA) resgatou Capitu em 2023 de um circo no município de Amambai (MS), onde a usavam como atração. Como ela perdeu suas defesas naturais, não pôde ser devolvida ao habitat selvagem e foi encaminhada ao Bioparque Pantanal em 2024. Hoje, a serpente desempenha um papel importante na educação ambiental do local, como explica a diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri.

    “O Bioparque desempenha um papel primordial na Educação Ambiental e na conservação da biodiversidade, alinhando-se ao conceito moderno de aquários e zoológicos”, frisa a diretora. Ainda segundo ela, “as serpentes despertam grande curiosidade na população e têm um papel fundamental na ciência, na preservação do meio ambiente e no controle populacional de outras espécies”.

    O Bioparque Pantanal, onde Capitu reside, é um local de grande importância para a educação ambiental. A entrada é gratuita, mas exige agendamento prévio.

    Em resumo, o momento raro de Capitu bebendo água no Bioparque Pantanal não apenas fascina os visitantes, mas também destaca a importância da hidratação para esses animais e a conscientização ambiental promovida pelo parque.

    Foto: Bioparque Pantanal

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