Tag: pesque e solte

  • Família fisga piraíba de 2,1 metros e devolve gigante ao rio

    Família fisga piraíba de 2,1 metros e devolve gigante ao rio

    Uma família viveu um momento marcante durante uma pescaria esportiva em São José dos Bandeirantes, distrito de Nova Crixás, no noroeste de Goiás. Marcelo Costa, a esposa Júlia e a filha Marcella capturaram uma piraíba de aproximadamente 2,1 metros, considerada o maior exemplar já pescado pelo trio.

    Após registrar imagens e medir o peixe, a família devolveu o animal ao rio, seguindo a prática de pesque e solte.

    Segundo Marcelo, o grupo frequenta a região com frequência e costuma realizar pescarias esportivas no local.

    “É muita emoção, adrenalina a mil.”

    Família capturou nove piraíbas durante a viagem

    A pescaria aconteceu durante uma estadia de cinco dias na região da Pousada Amigos do Araguaia.

    De acordo com Marcelo, a família capturou nove piraíbas ao longo da viagem. Antes do exemplar recorde, eles haviam pescado peixes entre 1,30 metro e 1,60 metro.

    A captura da piraíba de 2,1 metros superou todas as anteriores.

    “Foi a maior de nós três. Piraíba de 2,10 metros. Show de bola. Foi top.”

    Por que a piraíba foi devolvida ao rio?

    A piraíba é um dos maiores peixes de água doce da América do Sul e pode atingir mais de dois metros de comprimento e centenas de quilos.

    Em diversas regiões onde a pesca esportiva é praticada, exemplares de grande porte são devolvidos ao ambiente natural para contribuir com a conservação da espécie e permitir que continuem seu ciclo reprodutivo.

    Por esse motivo, o peixe não foi levado para consumo e retornou ao rio logo após a medição e o registro fotográfico.

    Pesca esportiva cresce no Rio Araguaia

    O Rio Araguaia é um dos principais destinos brasileiros para a pesca esportiva e atrai pescadores de diferentes estados em busca de espécies como piraíba, pirarara, pintado e jaú.

    A prática de captura e soltura tem ganhado espaço entre os praticantes, principalmente quando envolve peixes de grande porte, conciliando turismo, lazer e preservação ambiental.

  • Menina de 7 anos quebra o próprio recorde ao fisgar dourado gigante no Rio Paraná

    Menina de 7 anos quebra o próprio recorde ao fisgar dourado gigante no Rio Paraná

    Aos sete anos, Heloísa Maria Dantas de Souza voltou a entrar para a história da pesca esportiva brasileira ao superar o próprio recorde nacional na captura de dourados. A nova marca foi registrada durante uma pescaria em família no Rio Paraná.

    A conquista aconteceu no Canal das Garças, nas proximidades de Porto Rico (PR), um dos destinos mais conhecidos do norte paranaense para a captura de dourados. Na ocasião, Heloísa fisgou um exemplar com 81 centímetros, ultrapassando sua marca anterior, de 74 centímetros.

    Com o novo resultado, a pescadora conquistou mais uma homologação na categoria Absoluto Feminino Júnior da Brazilian Game Fish Association (BGFA), entidade responsável pelo registro oficial dos recordes de pesca esportiva no Brasil.

    Pesca é herança de família

    A história da família Dantas mostra como a pesca esportiva faz parte da rotina familiar. A atividade, que começou como lazer, acabou se tornando também uma profissão para os pais da menina. Desde os primeiros anos de vida, Heloísa acompanha as pescarias e aprende sobre os rios, as espécies de peixes e a importância da preservação ambiental.

    A mãe da jovem, Layla Dantas, destaca que a convivência com a natureza sempre foi o principal objetivo das viagens em família.

    “A nossa diversão sempre foi estar no rio. Nem sempre é sobre pescar, mas sobre viver aquele momento em contato com a natureza.”

    Antes de Heloísa conquistar espaço entre os recordistas nacionais, o irmão dela também teve o nome registrado entre os destaques da pesca esportiva brasileira. Agora, ao superar a própria marca, a menina reforça sua posição como uma das principais promessas da modalidade.

    Para que um recorde de pesca esportiva seja oficialmente reconhecido, a medição precisa cumprir critérios rigorosos. Todas as etapas devem ser registradas em vídeo, desde a retirada do peixe da água até a devolução ao rio. Além disso, a prática do pesque e solte é obrigatória, garantindo que o animal seja devolvido vivo ao seu habitat após a documentação.

    Segundo Layla, a filha cresceu compreendendo que o verdadeiro valor da pesca está na experiência vivida e não na retirada dos peixes do ambiente natural.