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  • ORPLANA amplia presença em Brasília

    ORPLANA amplia presença em Brasília

    A ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil) passou a integrar a coordenação institucional da Comissão de Bioenergia do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), sediado em Brasília (DF). O CEO da entidade, José Guilherme Nogueira, assumiu a função com o objetivo de fortalecer a articulação do setor de bioenergia junto ao Congresso Nacional e ampliar a representação dos produtores de cana nas discussões sobre biocombustíveis.

    Criado para apoiar a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o IPA reúne cerca de 60 entidades representativas do agronegócio e atua na construção de pautas técnicas que orientam as decisões legislativas voltadas ao setor.

    Segundo Nogueira, a participação da ORPLANA na coordenação da Comissão de Bioenergia reforça o posicionamento institucional da entidade e amplia seu protagonismo nas políticas públicas voltadas à transição energética e ao uso de biocombustíveis.

    “A ORPLANA tem a oportunidade de auxiliar o IPA e mostrar a relevância do elo dos produtores de cana em todo o setor sucroenergético. Essa comissão discute temas fundamentais, como o uso do etanol, legislações para incentivo aos biocombustíveis e defesa da bioenergia no Congresso Nacional”, destacou o CEO.

    Com a nova coordenação, a Comissão de Bioenergia deve intensificar o acompanhamento de projetos legislativos e políticas que impactam diretamente o mercado de biocombustíveis. O foco, segundo Nogueira, será fortalecer a competitividade do setor e consolidar a bioenergia como um dos pilares da matriz energética brasileira.

    “Nosso trabalho vai abranger desde debates sobre descarbonização e transição energética até a análise de projetos de lei que promovam novas oportunidades para o setor. Vamos representar toda a cadeia bioenergética e garantir que o produtor de cana, base de toda essa estrutura, tenha o devido reconhecimento”, completou.

    Sobre a ORPLANA

    A ORPLANA representa mais de 12 mil produtores de cana-de-açúcar em todo o Brasil, atuando em pautas ligadas à governança, inovação e sustentabilidade econômica. Em 2025, a entidade celebra seus 50 anos durante a 3ª edição do Cana Summit. Ela será realizada nos dias 15 e 16 de abril, em Ribeirão Preto (SP). O evento reunirá lideranças políticas e econômicas para discutir políticas públicas, desafios e perspectivas globais da produção canavieira.

  • Ribeirão Preto recebe Cana Summit 2026 em comemoração aos 50 anos da ORPLANA

    Ribeirão Preto recebe Cana Summit 2026 em comemoração aos 50 anos da ORPLANA

    Pela primeira vez, o Cana Summit será realizado em Ribeirão Preto (SP). A ORPLANA, Organização das Associações de Produtores de Cana-de-Açúcar do Brasil, promove o evento. E está marcado para os dias 15 e 16 de abril de 2026 e integra as comemorações pelos 50 anos da entidade.

    Consolidado como um dos principais fóruns nacionais do setor sucroenergético, o Cana Summit 2026 reunirá produtores, lideranças institucionais, especialistas e representantes do poder público para debater os rumos da canavicultura. A programação inclui discussões sobre políticas públicas, mercado, regulação e tendências econômicas que influenciam a cadeia produtiva.

    A ORPLANA representa mais de 12 mil produtores de cana-de-açúcar em todo o país, organizados em 35 associações regionais. Essa ampla base produtiva reforça o papel estratégico do evento como espaço de diálogo e construção de propostas voltadas ao fortalecimento do setor.

    A escolha de Ribeirão Preto, reconhecida como um dos maiores polos do agronegócio brasileiro, aproxima o debate do coração produtivo da cana. E valoriza o caráter técnico e simbólico dessa edição especial. Em seu terceiro ano, o Cana Summit reafirma o protagonismo dos produtores e o compromisso da ORPLANA com o futuro sustentável da produção sucroenergética no Brasil.

  • Setor sucroenergético brasileiro mira expansão global durante feira

    Setor sucroenergético brasileiro mira expansão global durante feira

    A 31ª Fenasucro & Agrocana abriu suas portas nesta terça-feira (12) em Sertãozinho, interior de São Paulo. A maior feira mundial de bioenergia reúne mais de 600 marcas expositoras. Visitantes de 60 países participam do evento, que deve superar os R$ 10,7 bilhões em negócios da edição anterior.

    Paulo Montabone, diretor da feira, destacou a relevância global do evento. “Este ano, a Fenasucro & Agrocana deve ser a melhor dos últimos cinco anos. O Brasil se consolida como protagonista mundial em bioenergia e biocombustíveis”, afirmou o executivo.

    Indústria de base impulsiona transição energética

    A presidente do CEISE Br, Rosana Amadeu, enfatizou a importância da indústria de base. “Sem essa indústria forte e inovadora, não existiria transição energética sólida. Ela garante competitividade em toda a cadeia”, declarou. O evento conecta fornecedores, prestadores de serviço, centros de pesquisa e mercado consumidor.

    O ministro Márcio França representou o Governo Federal na cerimônia. Ele destacou o papel da feira na promoção do etanol e da energia limpa. O secretário Guilherme Piai, que representou o governador Tarcísio de Freitas, citou a “revolução energética” em São Paulo. O estado desenvolve projeto de biometano em Presidente Prudente. A iniciativa vai abastecer mais de 5 mil residências, 50 comércios e oito indústrias.

    Alckmin aposta no “combustível do futuro”

    O vice-presidente Geraldo Alckmin enviou mensagem por vídeo. Ele reafirmou o compromisso de buscar novos mercados para o “combustível do futuro”. China e Japão aparecem como destinos estratégicos. Alckmin também mencionou as Rotas de Combustível Sustentável de Aviação (SAF). O programa Carro Sustentável zera o IPI para veículos compactos de alta eficiência energética fabricados no Brasil.

    Foto: WTF Estúdio/Divulgação

    A UDOP e o Senai-SP assinaram protocolo de intenções durante a solenidade. A parceria visa executar o Programa de Formação Profissional e Serviços de Tecnologia e Inovação. O objetivo é qualificar mão de obra e acelerar a adoção de tecnologias no setor.

    Brasil lidera matriz energética limpa mundial

    Na 12ª Conferência DATAGRO Ceise Br Fenasucro, especialistas destacaram o protagonismo brasileiro. Plinio Nastari, presidente da DATAGRO, lembrou o diferencial do país para a COP30. “O Brasil atinge um marco extraordinário: 50% da oferta interna de energia é renovável. É o país com a maior proporção de matriz energética limpa”, afirmou.

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    O deputado federal Arnaldo Jardim defendeu a bioenergia como prioridade nacional. “A transição energética é a bandeira que o Brasil precisa. Temos muito a mostrar ao mundo no biometano, biocombustíveis e combustível sustentável da aviação”, disse o parlamentar. Ele destacou que os combustíveis brasileiros podem ter pegada negativa, absorvendo carbono.

    Setor busca maior rentabilidade

    A programação matinal trouxe painel da Canaoeste sobre rentabilidade do setor sucroenergético. José Guilherme Nogueira (ORPLANA) e Antônio Eduardo Tonielo Filho (UNICA) defenderam maior integração entre produtores e usinas.

    Os especialistas debateram custos invisíveis e impactos externos. A safra 2025/2026 deve processar 594 milhões de toneladas de cana. O evento também entregou certificados do programa CanaoesteGreen.

    A feira segue até sexta-feira (15) com mais de 100 horas de conteúdo técnico. Os painéis estratégicos abordam transição energética, mobilidade de baixo carbono, biocombustíveis e energias renováveis. O evento consolida o Brasil como referência mundial no setor de bioenergia.

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  • Cana Summit encerra segundo dia com debates sobre mercado, governança e políticas públicas

    Cana Summit encerra segundo dia com debates sobre mercado, governança e políticas públicas

    O 2º Cana Summit, realizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, foi encerrado na tarde desta quinta-feira, 3, com dois painéis de debate, a assinatura de um convênio com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a apresentação da Carta de Brasília. O documento elaborado pela Orplana traz diretrizes para as autoridades políticas visando o reconhecimento do produtor de cana e sua inclusão em políticas públicas do setor.

    A primeira atividade do dia foi a assinatura do convênio com a Embrapa, que contou com a participação de Silvia Massruhá, presidente da empresa; Gustavo Rattes, presidente do Conselho Deliberativo da Orplana; José Guilherme Nogueira, CEO da Orplana; Ana Euler, diretora executiva de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia da Embrapa; Alexandre Alonso Alves, chefe-geral da Embrapa Agroenergia; e Juliana Evangelista, chefe-adjunta do Centro de Pesquisa da Embrapa.

    Ana Euler – Diretora Executiva de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia Embrapa
    Silvia Massruha, presidente da Embrapa
    Gustavo Rattes, presidente do Conselho Deliberativo da ORPLANA. Foto: Pedro H. Lopes/Agro em Campo

    “Somos procurados por diversas associações que nos trazem problemas para serem estudados dentro da propriedade do produtor. Com essa parceria, poderemos implementar ações de acordo com as demandas específicas de cada um. Por esse motivo, trouxemos nossa melhor parceria para firmar esse convênio, a Embrapa”, afirmou José Guilherme Nogueira, CEO da Orplana.

    Painéis de debate no segundo dia do Cana Summit

    Após a assinatura do convênio, teve início o primeiro painel do dia, “O Mercado de Etanol e Dinâmica na Comercialização da Cana-de-Açúcar”. Participaram da discussão Bruno Rangel Geraldo Martins, presidente da Coplana; Márcio Meloni, diretor comercial e de varejo da Copercana; Marcos Farhat, diretor-presidente da Coplacana; e Matheus Kfouri Marino, presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus. A moderação ficou a cargo de João Rosa, sócio-diretor do Pecege Consultoria e Projetos.

    cana summit
    Primeiro painel do dia. Foto: Pedro H. Lopes/Agro em Campo

    O painel abordou a participação dos fornecedores na moagem da cana no Centro-Sul, perfil dos produtores, desafios na gestão e fluxo de caixa, projeções para a safra 2025/2026, precificação do etanol e do açúcar, atuação das cooperativas, dificuldades na captação de recursos, custos de produção, planejamento financeiro, sucessão familiar e impactos climáticos como seca e estiagem.

    Segundo painel do dia. Foto: Pedro H. Lopes/Agro em Campo

    Um dos momentos mais aguardados do evento foi a revisão e discussão do Conselho de Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Etanol do Estado de São Paulo (Consecana), entidade que busca equilibrar o relacionamento entre produtores e indústrias. Foram debatidos temas como custos de produção e investimento, modelos de contratos, transparência e auditoria, automatização, eficiência, taxa de juros, governança independente e previsibilidade do setor.

    Apresentação da Carta de Brasília

    No encerramento do evento, Bruno Gracia Moreira, diretor tesoureiro da Orplana, apresentou a “Carta de Brasília”. O documento aponta diretrizes voltadas às autoridades políticas e destaca cinco pontos principais:

    • – Aproximação entre políticos e produtores;
    • – Priorização do etanol em todo o Brasil. Aumentando o consumo de etanol hidratado em todo território nacional através de parcerias;
    • – Garantia jurídica para uma regularização fundiária que garanta o patrimônio privado e o direito do produtor;
    • – Inserção do produtor de cana-de-açúcar nas políticas públicas, voltadas à sustentabilidade, rentabilidade, reciprocidade e acesso aos programas nacionais que envolvem o setor sucroenergético.
    • – Garantir ao produtor sua defesa nos seus direitos negociais, facilitando e incentivando o empreendedorismo.

    “Demonstramos com a Carta de Brasília que estamos presentes no espaço político. E atentos a todas as demandas e movimentos que envolvem direta ou indiretamente o setor sucroenergético”, frisou Bruno Moreira.

    Bruno Garcia Moreira apresenta Carta de Brasília. Foto: Pedro H. Lopes/Agro em Campo

    O Cana Summit reuniu mais de 600 canavicultores de diferentes regiões produtoras do país, além de representantes do setor sucroenergético, especialistas e autoridades. Para discutir desafios e perspectivas da cadeia produtiva e se consolida como um dos maiores eventos do setor no Brasil.

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  • 2º Cana Summit começa hoje em Brasília

    2º Cana Summit começa hoje em Brasília

    Nesta quarta-feira, 2 de abril, o Cana Summit 2025 inicia sua segunda edição no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. O evento, promovido pela ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil), reunirá especialistas, produtores e autoridades até quinta-feira, 3 de abril, para discutir o futuro da canavicultura e do setor sucroenergético.

    Durante os dois dias, nove painéis trarão debates sobre temas cruciais, como políticas públicas, inovação, mercado global e o papel dos municípios no apoio aos produtores. Representantes de países como Colômbia, México e Austrália trarão uma visão internacional sobre os desafios e oportunidades do setor.

    Abertura e programação

    A abertura oficial ocorre às 8h do primeiro dia, marcando o início das discussões. As atividades seguirão até as 18h na quarta-feira, enquanto na quinta-feira o evento será realizado das 9h às 13h30.

    A ORPLANA, que representa mais de 12 mil produtores de cana por meio de suas 35 associações, busca fortalecer o diálogo e promover soluções estratégicas para impulsionar a produção canavieira no Brasil. O Cana Summit é uma plataforma essencial para discutir os rumos do setor e garantir sua competitividade no mercado global.

    Foto: Pedro Henrique Lopes – Agro em Campo

    Para mais informações, acesse o site oficial do Cana Summit para detalhes sobre a programação e participação: www.canasummit.com.br

    O Agro em Campo está presente no evento. Teremos conteúdo exclusivo durante a semana.

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  • Cana Summit 2025 discute fortalecimento do setor canavieiro

    Cana Summit 2025 discute fortalecimento do setor canavieiro

    O Cana Summit 2025, principal evento do setor sucroenergético brasileiro, reunirá governadores, senadores, deputados federais e especialistas em Brasília nos dias 2 e 3 de abril para debater estratégias de fortalecimento da cadeia produtiva da cana-de-açúcar. Promovido pela ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana-de-Açúcar do Brasil), o encontro ocorrerá no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). E contará com nove painéis temáticos, abordando desde tributação até o mercado global de etanol.

    Governadores destacam ações estaduais para o setor

    Um dos destaques da programação é o painel “Principais ações dos governos estaduais para o produtor de cana”, que terá a participação dos governadores Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG), Ronaldo Caiado (GO), Eduardo Riedel (MS) e Paulo Dantas (AL). Os debates incluirão temas como infraestrutura logística, segurança nas zonas rurais e modelos tributários para reduzir custos aos produtores.

    Senado e Câmara discutem políticas nacionais

    No âmbito federal, o painel “Discussões que afetam o produtor de cana no Senado” contará com os senadores Tereza Cristina, Efraim Filho, Alan Rick, Jorge Seif e Jaime Bagattoli. Eles abordarão medidas legislativas para impulsionar o consumo de etanol e defender os interesses do setor. Já na Câmara, deputados como Ana Paula Junqueira Leão, Marrusa Boldrin, Luciano Amaral, Zé Vitor e Pedro Lupion (presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária) discutirão oportunidades e desafios regulatórios em debate no Congresso.

    ORPLANA reforça papel estratégico do setor

    José Guilherme Nogueira, CEO da ORPLANA, destacou a importância do evento:

    “Junto às principais lideranças econômicas e políticas do Brasil, discutiremos a definição de estratégias e as temáticas prioritárias do setor. Assim como acompanharemos a evolução do que foi debatido na edição anterior do evento. Trata-se de uma grande oportunidade em que teremos a troca de experiências entre produtores, autoridades e especialistas. Além de fortalecer um segmento que é um dos pilares da economia brasileira”.

    O Cana Summit 2025 reúne produtores rurais, gestores do agronegócio e representantes do poder público. Os organizadores disponibilizam as inscrições no site oficial do evento, onde também está disponível a agenda completa dos painéis e a lista de palestrantes confirmados.

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  • Anunciada reativação da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia

    Anunciada reativação da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia

    Durante a cerimônia de abertura da 18ª Coopershow, nesta terça-feira, 28 de janeiro, realizada em Cândido Mota, no Vale do Paranapanema, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo anunciou a reativação da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia.  A reabertura da câmara marca um passo importante para o avanço da cadeia produtiva da cana-de-açúcar paulista, após três anos em processo de transição.

    Com um plano de ação que prioriza governança, sustentabilidade e inovação tecnológica, a reativação da câmara setorial visa colocar São Paulo na vanguarda do setor sucroenergético. O secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, destacou a importância desse marco. “A estruturação de um plano setorial sólido demonstra nosso compromisso com a sustentabilidade e a competitividade, refletindo a força da maior cadeia produtiva do estado.”

    Nova liderança

    Na ocasião, foi empossado o novo presidente da Câmara Setorial, Bruno Garcia, que representa a Orplana e também preside a Assocana. Garcia assume a liderança em um momento estratégico. Ele tem a missão de conduzir a cadeia produtiva durante o processo de transição energética e implementar medidas sustentáveis e inovadoras. A câmara funcionará como um fórum permanente entre os setores público e privado, apoiado pela Secretaria Estadual de Agricultura.

    O plano estratégico da Câmara inclui ações voltadas para modernização tecnológica, fortalecimento institucional e reestruturação do Programa Etanol Mais Verde, que visa promover práticas sustentáveis e ampliar a regularização ambiental por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

    Impacto econômico do setor

    O setor sucroenergético paulista atingiu recordes na balança comercial em 2024, com 40,1% das exportações totais, totalizando R$ 74,16 bilhões, conforme dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta). Na safra 2023/2024, São Paulo respondeu por 54% da cana-de-açúcar processada no Brasil, gerando 62% da produção nacional de açúcar e 38% de etanol.

    Com 143 unidades produtoras ativas em São Paulo, o setor gera mais de 280 mil empregos formais, impactando positivamente a economia local. Os derivados da cana-de-açúcar são a principal fonte de energia renovável do estado, representando 36,6% da oferta interna bruta de energia.

    Coopershow 2025

    A 18ª Coopershow, que acontece entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2025, reúne engenheiros agrônomos, extensionistas e produtores do setor agropecuário. Na edição anterior, o evento atraiu cerca de 23 mil pessoas e contou com 200 expositores. A presença da Apta Regional e do Instituto Agronômico (IAC-Apta) reforça o compromisso com a disseminação de informações tecnológicas para o agronegócio.

    A reativação da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia representa um avanço significativo para o setor sucroenergético paulista. Com foco em sustentabilidade e inovação, as iniciativas propostas visam fortalecer ainda mais essa cadeia produtiva essencial para a economia do estado e do país.

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  • Produtores de cana: Projeto de Lei que assegura direitos é aprovado

    Produtores de cana: Projeto de Lei que assegura direitos é aprovado

    Os produtores de cana-de-açúcar do Brasil celebraram uma vitória significativa na quarta-feira, 30 de outubro, com a aprovação do Projeto de Lei 3149/2020 pela Câmara dos Deputados.

    Este projeto assegura aos canavicultores o direito à participação nas receitas geradas pela negociação de Créditos de Descarbonização (CBios). Agora, a proposta segue para o Senado, onde os senadores a discutirão e votarão.

    RenovaBio

    A iniciativa representa um passo importante para a inclusão dos produtores no programa RenovaBio, que visa promover a produção sustentável de biocombustíveis.

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    José Guilherme Nogueira, CEO da ORPLANA, destacou a relevância dessa inserção: “A inserção dos produtores é o mais importante. A ORPLANA ainda luta por melhorias aos canavicultores e entende que o caminho da justiça está sendo trilhado.”

    A ORPLANA, que representa 35 associações de fornecedores de cana e mais de 12 mil produtores, está empenhada em buscar melhorias contínuas para os canavicultores. A aprovação do PL 3149/2020 é considerada um avanço crucial na luta por direitos e reconhecimento no setor agrícola brasileiro.

  • ORPLANA reivindica inclusão de produtores de cana em políticas públicas

    ORPLANA reivindica inclusão de produtores de cana em políticas públicas

    A ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil) participou da 24ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etano. O evento foi realizado em São Paulo nos dias 21 e 22 de outubro. O presidente da organização, Gustavo Rattes, destacou a importância de incluir os produtores de cana-de-açúcar nas políticas públicas durante sua participação em um painel sobre a regulação do setor.

    No “Painel dos Presidentes – A Regulação do Setor”, realizado no segundo dia do evento, Rattes enfatizou que mais de 40% da cana utilizada na produção de etanol provém de produtores independentes. Ele argumentou que a inclusão desses produtores é crucial não apenas para a agricultura. Mas também para a justiça social e a competitividade do Brasil no mercado global. “Precisamos de políticas públicas que reconheçam e integrem o produtor rural. Se unirmos esforços entre produtores e indústrias, poderemos construir um Brasil mais justo e competitivo”, afirmou.

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    Além de Rattes, o CEO da ORPLANA, José Guilherme Nogueira, também participou do painel, onde discutiu a safra 2024/2025 e as perspectivas para 2025/2026. Ele ressaltou os desafios enfrentados pela indústria devido à seca e aos incêndios que impactaram as lavouras.

    A 24ª Conferência Internacional DATAGRO reuniu autoridades, empresários e especialistas para discutir questões urgentes relacionadas à sustentabilidade, mercado e novas tecnologias no setor de biocombustíveis. O evento reafirmou a importância da colaboração entre produtores e indústrias para fortalecer o setor de etanol e promover um futuro mais sustentável.

  • Decreto federal que penaliza produtores por incêndios gera reação de deputados e ORPLANA

    Decreto federal que penaliza produtores por incêndios gera reação de deputados e ORPLANA

    Parlamentares e a ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil) manifestaram críticas ao Decreto Federal nº 12.189/2024, que prevê penalidades para produtores rurais cujas terras sejam afetadas por incêndios. A principal preocupação levantada é que o decreto pode punir injustamente os produtores, que muitas vezes são vítimas dessas queimadas criminosas, ao invés de culpados.

    A deputada federal Marussa Boldrin (MDB-GO) destacou que os agricultores brasileiros já enfrentam diversas adversidades e, em muitos casos, sofrem prejuízos com incêndios, defendendo que não sejam tratados como responsáveis por esses incidentes. “O produtor rural é referência em tecnologia e compromisso ambiental, e medidas desproporcionais não resolvem o problema”, declarou.

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    Outro parlamentar que reagiu ao decreto foi o deputado Zé Vitor (PL-MG), autor do Projeto de Decreto Legislativo nº 352/2024, que visa anular o decreto federal. Ele criticou a inversão do ônus da prova, que força os proprietários rurais a provarem sua inocência em casos de incêndios, uma situação que, segundo ele, prejudica os agricultores que já sofrem com os prejuízos desses desastres.

    Governo Federal e Estadual agem de forma diferente

    Enquanto o governo federal aplica uma política mais punitiva, o CEO da ORPLANA, José Guilherme Nogueira, elogiou a postura do Estado de São Paulo, que tem buscado diálogo e cooperação com o setor agropecuário. Ele destacou que o estado tem oferecido apoio financeiro aos produtores para que enfrentem melhor a nova realidade climática. Para Nogueira, é crucial que as penalidades sejam direcionadas aos reais responsáveis pelos incêndios, e não aos agricultores prejudicados.

    José Guilherme Nogueira, CEO da ORPLANA

    A ORPLANA e os deputados enfatizam que a produção agrícola e a proteção ambiental podem coexistir. Desde que haja justiça e que as medidas sejam aplicadas corretamente. Marussa Boldrin concluiu que é hora de parar de ver o agricultor como vilão e de reconhecer a importância do agronegócio para a economia nacional.

    O Decreto Federal nº 12.189/2024 gerou polêmica ao responsabilizar os proprietários de terras por incêndios, impondo embargos e multas pesadas. Para a ORPLANA, que representa mais de 12 mil produtores de cana-de-açúcar, o decreto parte do pressuposto de que todos os produtores são culpados, sem garantir o direito de defesa antes da aplicação das penalidades.