Tag: nutrição

  • Fruta esquecida por todos ajudou Yasmin Brunet a perder 20 kg; saiba qual

    Fruta esquecida por todos ajudou Yasmin Brunet a perder 20 kg; saiba qual

    Em 2025, Yasmin Brunet chamou a atenção dos fãs ao revelar uma grande mudança no corpo. A modelo e ex-BBB contou que perdeu cerca de 20 kg durante o processo de cuidados com o lipedema e com a própria saúde.

    Nas redes sociais, Yasmin afirmou que o resultado veio acompanhado de mudanças de hábitos e de um processo de autocuidado. “Emagreci uns 20 kg cuidando do meu lipedema e, principalmente, da minha saúde. Foi um processo de autocuidado, consciência e amor-próprio”, escreveu.

    Entre as mudanças na alimentação, a loira passou a seguir uma dieta com restrição de FODMAPs. E foi justamente nesse cardápio que uma fruta pouco lembrada pelos brasileiros brilhou: a carambola.

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    O que é a dieta FODMAP?

    A dieta low FODMAP é uma estratégia alimentar desenvolvida principalmente para ajudar no controle de sintomas gastrointestinais, especialmente em pessoas com síndrome do intestino irritável. A sigla FODMAP reúne diferentes tipos de carboidratos de cadeia curta que podem ser mal absorvidos pelo intestino e provocar sintomas como gases, inchaço e dor abdominal.

    O método deve ser realizado com acompanhamento profissional, e envolve uma fase inicial de restrição e, posteriormente, a reintrodução gradual dos alimentos.

    No caso de Yasmin, a alimentação fez parte de um conjunto de mudanças relacionadas aos cuidados com a saúde. Entre os alimentos permitidos no cardápio acompanhado pela modelo estava a carambola, afirma a nutricionista Gisela Savioli.

    A fruta esquecida das feiras

    Com seu formato de estrela e sabor levemente adocicado, a carambola costuma passar despercebida nas feiras e supermercados. No entanto, a fruta apresenta uma composição nutricional muito interessante.


    A carambola é famosa por seu formato estrelado, sabor agridoce e poderes antioxidantes (Foto: Reprodução/UFABC)

    Ela é fonte de vitamina C, fibras e água, além de fornecer minerais como potássio. Uma pequena carambola, com aproximadamente 70 gramas, possui cerca de 22 calorias e 1,9 grama de fibras.

    A vitamina C possui ação antioxidante e participa da produção de colágeno. Já as fibras contribuem para o funcionamento intestinal e podem aumentar a sensação de saciedade. Por isso, a carambola pode fazer parte de uma alimentação equilibrada, inclusive em estratégias voltadas ao controle do peso.

    Carambola exige atenção em alguns casos

    Apesar dos benefícios nutricionais, a fruta não é indicada para pessoas com doença renal crônica.

    Isso acontece porque a carambola contém caramboxina, uma substância que pode se acumular no organismo quando os rins não conseguem eliminá-la adequadamente.

  • Genu-in Academy: plataforma conecta profissionais de saúde às últimas evidências científicas

    Genu-in Academy: plataforma conecta profissionais de saúde às últimas evidências científicas

    A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, lançou a Genu-in Academy, uma plataforma de educação continuada voltada a médicos, nutricionistas, nutrólogos e outros profissionais da saúde. A Genu-in, empresa da JBS Novos Negócios especializada em colágeno e gelatina, desenvolveu a iniciativa para ampliar o acesso a conteúdos baseados em evidências científicas atualizadas, produzidos por especialistas reconhecidos.

    A nutrição ocupa hoje um papel cada vez mais estratégico na prevenção de doenças, na promoção da longevidade e na melhoria da qualidade de vida. Nesse cenário, a nova plataforma busca oferecer aos profissionais um ambiente permanente de atualização técnica.

    Operações no interior de São Paulo sustentam a iniciativa

    A Genu-in mantém duas operações estratégicas no interior paulista voltadas à ciência, à inovação e à produção de ingredientes. Em Presidente Epitácio, a empresa opera uma fábrica 4.0, uma das mais modernas do setor, que produz peptídeos de colágeno e gelatina de alto valor agregado.

    Em Campinas, a empresa mantém o Centro de Inovação e Desenvolvimento de Colágeno, fruto de uma parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital). O centro reúne pesquisadores, infraestrutura e expertise científica para pesquisar, validar e aplicar tecnologicamente o colágeno em soluções de nutrição, bem-estar e qualidade de vida.

    Plataforma reúne webinars, e-books e estudos clínicos

    A Genu-in Academy disponibiliza webinars, e-books, estudos clínicos e materiais técnicos voltados à prática clínica. A proposta é contribuir para a capacitação contínua de profissionais que atuam diretamente na prescrição nutricional, em um mercado que evolui rapidamente e exige decisões cada vez mais fundamentadas em evidências.

    O lançamento acompanha uma transformação relevante no mercado de saúde brasileiro. O país já reúne mais de 200 mil nutricionistas registrados, número que cresce de forma consistente nos últimos anos. A nutrição deixou de se restringir à alimentação e passou a ocupar papel central na prevenção de doenças, no envelhecimento saudável e na promoção da qualidade de vida, o que amplia a demanda por atualização profissional contínua.

    O uso crescente dos medicamentos análogos de GLP-1 figura entre os fatores que aceleram essa transformação. Esses medicamentos ampliam a necessidade de estratégias nutricionais capazes de preservar massa muscular, saúde óssea e qualidade dos tecidos durante o processo de perda de peso. O primeiro webinar da plataforma vai justamente abordar esse tema.

    Diretor destaca papel da educação para a empresa

    Guilherme Moraes, diretor de Marketing da JBS Novos Negócios, afirma que a Genu-in Academy nasce para democratizar o acesso ao conhecimento. E conectar profissionais às evidências mais atuais produzidas por especialistas reconhecidos. Segundo ele, o investimento da JBS em educação eleva o nível técnico de todo o ecossistema de saúde. E aproxima ciência, inovação e prática clínica, dando aos profissionais mais segurança na tomada de decisão e na prescrição nutricional. Moraes acrescenta que a companhia acredita que o futuro da saúde combinará ciência, inovação e educação. E que a JBS pretende contribuir ativamente para esse movimento.

    Depois do primeiro webinar sobre GLP-1 e suplementação, a programação da Genu-in Academy vai incluir conteúdos sobre longevidade, saúde da mulher e novas evidências relacionadas ao colágeno e a outras proteínas funcionais.

  • Gordura do azeite pode reduzir risco de diabetes tipo 2

    Gordura do azeite pode reduzir risco de diabetes tipo 2

    Uma nova revisão científica publicada na revista Trends in Endocrinology & Metabolism sugere que a qualidade da gordura consumida pode influenciar diretamente o risco de desenvolver diabetes tipo 2.

    O estudo reuniu evidências sobre dois ácidos graxos presentes na alimentação: o ácido palmítico, encontrado em diversos alimentos industrializados e de origem animal, e o ácido oleico, principal componente do azeite de oliva.

    Segundo os pesquisadores, os dois compostos exercem efeitos bastante diferentes sobre o metabolismo.

    O que a pesquisa descobriu

    O trabalho foi conduzido por cientistas da Universidade de Barcelona e da área de Diabetes e Doenças Metabólicas Associadas do Ciberdem.

    A análise apontou que o ácido palmítico está associado à redução da sensibilidade à insulina, condição considerada um dos principais fatores para o surgimento da diabetes tipo 2.

    Já o ácido oleico apresentou efeitos considerados mais favoráveis para o organismo.

    “O ácido palmítico, um ácido graxo saturado amplamente encontrado nos alimentos, está associado à diminuição da sensibilidade à insulina, enquanto o ácido oleico, abundante no azeite de oliva, pode ter um efeito protetor contra esses distúrbios metabólicos”, afirmou Manuel Vázquez-Carrera, um dos autores da revisão.

    Leia mais: Como nasce um bom azeite?

    Gordura saturada pode favorecer alterações metabólicas

    De acordo com os pesquisadores, o ácido palmítico desencadeia uma série de processos celulares relacionados ao desenvolvimento da diabetes tipo 2.

    A revisão indica que essa gordura favorece o acúmulo de compostos associados a danos metabólicos e estimula processos inflamatórios persistentes.

    Além disso, pode comprometer o funcionamento de estruturas essenciais para o equilíbrio celular.

    “Em nível molecular, o ácido palmítico promove a acumulação de lípidos bioativos potencialmente tóxicos, fomenta uma inflamação crônica de baixo grau e contribui para a disfunção de organelas celulares”, explicou Xavier Palomer, primeiro autor do artigo.

    Esses mecanismos podem reduzir a capacidade do organismo de responder adequadamente à insulina.

    Azeite de oliva aparece como aliado da saúde metabólica

    Os resultados observados para o ácido oleico foram diferentes.

    Presente principalmente no azeite de oliva, essa gordura monoinsaturada ajuda o corpo a armazenar gordura de forma menos prejudicial e pode contribuir para preservar a ação da insulina.

    Segundo os autores, o composto demonstrou benefícios em tecidos importantes para o metabolismo, incluindo fígado, músculos e tecido adiposo.

    A revisão também sugere que o ácido oleico pode amenizar parte dos efeitos associados ao ácido palmítico.

    Dieta mediterrânea ganha reforço científico

    Os pesquisadores afirmam que os resultados ajudam a explicar por que a dieta mediterrânea costuma ser associada a menores índices de diabetes tipo 2.

    Esse padrão alimentar é caracterizado pelo consumo frequente de azeite de oliva, frutas, legumes, grãos e oleaginosas.

    Diversos estudos anteriores já apontaram benefícios desse modelo alimentar para a saúde cardiovascular e metabólica.

    Leia mais: Dieta nórdica: é anti-inflamatória, pode ajudar a dormir melhor e viver mais

    Qualidade da gordura pode ser mais importante que a quantidade

    Uma das principais conclusões da revisão científica é que o tipo de gordura consumida pode ser tão importante quanto a quantidade ingerida.

    Os autores ressaltam, porém, que ainda são necessários novos estudos para compreender melhor como diferentes fontes de gordura interagem com outros nutrientes e influenciam o risco de diabetes tipo 2.

    Fatores como processamento dos alimentos, origem dos ingredientes e hábitos alimentares também devem ser considerados na avaliação dos impactos sobre a saúde.

  • Peixe gigante da Amazônia ajuda a controlar a pressão alta

    Peixe gigante da Amazônia ajuda a controlar a pressão alta

    O pirarucu, uma das espécies mais emblemáticas da Amazônia, é conhecido há décadas pelas histórias dos pescadores. Presente principalmente nos estados do Pará e do Acre, o peixe também vem chamando atenção pelo elevado valor nutricional.

    https://www.instagram.com/p/DZIWq9Ly1s7/

    Segundo a nutricionista Paloma Cupini, o alimento reúne uma combinação de nutrientes capaz de favorecer a saúde cardiovascular, fortalecer os ossos e contribuir para o funcionamento adequado do sistema nervoso.

    “O pirarucu é um peixe com excelente valor nutricional, alto teor de proteína e sabor mais suave, o que facilita muito a adesão alimentar no dia a dia. A espécie impressiona pelos benefícios que atingem desde a construção e manutenção muscular até a saúde mental”, destaca.

    Benefícios para o coração

    Quando o assunto é saúde cardiovascular, o pirarucu se destaca pela presença de ácidos graxos ômega 3. Esses nutrientes ajudam a reduzir os níveis de triglicerídeos no sangue, diminuem processos inflamatórios e colaboram para o equilíbrio do colesterol.

    “Os ácidos graxos ômega 3 presentes no pirarucu ajudam a reduzir os níveis de triglicerídeos no sangue, diminuem a inflamação sistêmica e contribuem para o equilíbrio do colesterol, com efeitos protetores ao coração. Somado ao baixo teor de gordura saturada, o peixe é um aliado direto da saúde cardíaca”, explica a especialista.

    Conhecido como o “gigante da Amazônia”, a carne do pirarucu é considerada uma iguaria da região — Foto: Embrapa

    Além disso, o alimento contém potássio, mineral importante para o equilíbrio eletrolítico do organismo e para o controle da pressão arterial.

    “Essa característica funciona como um contraponto ao excesso de sódio na dieta moderna”, ressalta a nutricionista.

    Pelas estimativas da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), cerca de 30% da população adulta brasileira tem hipertensão — Foto: GOV

    Aliado no controle glicêmico

    Por apresentar elevado teor de proteínas e praticamente não conter carboidratos, o pirarucu também pode favorecer a saciedade e auxiliar estratégias de controle metabólico.

    Segundo Paloma, o peixe possui entre 1 g e 3 g de gorduras totais, predominantemente insaturadas, sendo considerado uma proteína magra.

    “O pirarucu é um peixe magro. Em termos de gorduras totais, ele tem em torno de 1 g a 3 g, predominantemente insaturada. Para pacientes com resistência à insulina, diabetes tipo 2 ou que seguem protocolos de controle glicêmico, o pirarucu é uma proteína que indico com frequência. Ele sacia e não eleva a glicose”, afirma.

    Fonte de proteína de alta qualidade

    Outro diferencial está na concentração de proteínas. A cada 100 gramas do alimento, é possível encontrar entre 25 g e 28 g de proteína, um dos maiores teores entre os peixes de água doce.

    Tal característica amplia o potencial do alimento para a manutenção da massa muscular e para a recuperação dos tecidos do organismo.

    “Do ponto de vista funcional, o pirarucu se destaca por oferecer uma proteína de alto valor biológico, com todos os aminoácidos essenciais. Isso significa que o organismo consegue aproveitar esse nutriente de forma muito eficiente, seja para construção muscular, seja para regeneração celular e manutenção de tecidos”, explica Cupini.

    O pirarucu é uma proteína que sacia e não eleva a glicose — Foto: GOV

    Saúde mental e funcionamento do sistema nervoso

    Além dos benefícios físicos, o consumo do pirarucu pode contribuir para a saúde mental. Isso ocorre devido à presença de vitaminas do complexo B, especialmente as vitaminas B6 e B12, essenciais para a produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina.

    “Muitas pessoas têm deficiência desse nutriente sem ao menos saber. O pirarucu é uma fonte animal relevante dessa vitamina. Seu consumo regular contribui para o bom funcionamento do sistema nervoso, o equilíbrio do humor e a prevenção de fadiga mental”, destaca Paloma sobre a vitamina B12.

    Benefícios para os ossos

    O peixe amazônico também pode ser um aliado da saúde óssea. Conforme a nutricionista, a combinação de fósforo e magnésio presente no alimento auxilia diretamente na manutenção da densidade mineral dos ossos.

    “O pirarucu é um alimento interessante para a prevenção de osteopenia e osteoporose, especialmente em mulheres pós-menopausa e idosos”, garante.

    Além disso, a especialista ressalta que o consumo regular do peixe pode contribuir para a imunidade e para os processos de cicatrização, ampliando ainda mais os benefícios associados à espécie amazônica.

  • Vinho quente ou quentão? Saiba qual bebida junina pesa menos na dieta

    Vinho quente ou quentão? Saiba qual bebida junina pesa menos na dieta

    As festas juninas estão chegando e, com elas, surgem os sabores típicos que aquecem os dias frios. Entre os favoritos do público estão o tradicional vinho quente e o clássico quentão. Porém, muita gente ainda se pergunta qual das duas bebidas é a melhor escolha para evitar exageros no álcool e nas calorias.

    Especialistas explicam que, embora ambas façam parte da tradição junina, existem diferenças importantes entre elas, principalmente no teor alcoólico, na quantidade de açúcar e até nos possíveis benefícios nutricionais.

    Vinho quente tem menos álcool

    O vinho quente costuma levar vantagem quando o assunto é teor alcoólico. Isso porque o vinho tinto utilizado na receita possui cerca de 12% a 14% de álcool. Já o quentão, preparado tradicionalmente com cachaça, pode chegar a índices entre 38% e 48%.

    A nutricionista Giuliana Modenezi, do Hospital Israelita Albert Einstein, alerta que o ideal é nunca consumir bebidas alcoólicas de estômago vazio. Além disso, ela recomenda alternar as doses com água para manter a hidratação.

    Quentão costuma ter mais calorias

    Outro ponto que diferencia as bebidas é a quantidade de açúcar utilizada nas receitas. Em geral, o quentão leva mais açúcar e, consequentemente, mais carboidratos.

    Uma porção de 100 ml de vinho quente possui aproximadamente 130 a 160 calorias, além de cerca de 15 a 18 g de carboidratos.

    Enquanto isso, a mesma quantidade de quentão pode alcançar entre 170 e 220 calorias, com cerca de 18 a 25 g de carboidratos, dependendo da receita.

    Benefícios nutricionais favorecem o vinho quente

    Além de menos álcool e calorias, o vinho quente ainda apresenta uma pequena vantagem nutricional. Isso porque o vinho tinto contém polifenóis e resveratrol, compostos antioxidantes associados à saúde cardiovascular.

    As frutas usadas na preparação, como maçã, laranja e limão, também podem oferecer vitamina C e antioxidantes, principalmente quando consumidas junto com a bebida.

    Já o quentão mantém seu valor cultural e sabor marcante, mas possui teor alcoólico mais elevado devido à cachaça.

    Ainda assim, nutricionistas reforçam que o segredo está no consumo consciente. Com moderação e hidratação adequada, é possível aproveitar as comemorações sem grandes excessos.

    Origem das bebidas típicas

    O vinho quente tem inspiração europeia e surgiu em regiões frias durante festas de inverno e celebrações natalinas. No Brasil, a receita ganhou adaptações com ingredientes populares, como gengibre, maçã e especiarias.

    O quentão, por sua vez, nasceu no Brasil e mistura influências indígenas, africanas e europeias. A bebida ficou tradicional nas festas juninas graças à combinação de cachaça, gengibre, açúcar, cravo e canela.

    Receitas tradicionais para fazer em casa

    Receita de vinho quente

    Ingredientes

    • 1 garrafa de vinho tinto seco
    • 1 xícara de água
    • 1/2 xícara de açúcar
    • 1 maçã picada
    • 1 pau de canela
    • 3 a 5 cravos-da-índia
    • Casca de laranja ou limão
    • 1 dose de cachaça (opcional)

    Modo de preparo
    Primeiro, aqueça a água com açúcar e especiarias por cerca de 5 minutos. Depois, adicione o vinho e a maçã. Cozinhe em fogo baixo por mais 10 minutos, evitando fervura intensa. Sirva ainda quente.

    Receita de quentão

    Ingredientes

    • 1 xícara de açúcar
    • 50 g de gengibre
    • Cascas de laranja e limão
    • 5 cravos-da-índia
    • 2 paus de canela
    • 600 ml de água
    • 600 ml de cachaça

    Modo de preparo
    Derreta o açúcar até formar um caramelo claro. Em seguida, acrescente gengibre, especiarias e as cascas das frutas. Adicione a água e deixe ferver por cerca de 15 minutos. Depois, coloque a cachaça e aqueça sem deixar ferver demais. Sirva bem quente.

  • O corpo realmente muda quando você deixa de comer carne? Estes 3 benefícios surpreendem

    O corpo realmente muda quando você deixa de comer carne? Estes 3 benefícios surpreendem

    Cada vez mais pessoas estão reduzindo ou eliminando a carne da alimentação, seja por motivos de saúde, preocupação ambiental ou questões éticas, e os efeitos dessa mudança podem aparecer mais rápido do que muita gente imagina.

    Estudos recentes apontam que até períodos curtos sem carne já são capazes de provocar alterações no organismo, incluindo perda de peso, melhora da saúde cardiovascular e mudanças positivas no intestino.

    Menos carne pode ajudar no emagrecimento

    Um dos efeitos mais percebidos por quem reduz o consumo de carne é a perda de peso. No entanto, os benefícios não acontecem apenas pela retirada da proteína animal, mas principalmente pelos alimentos escolhidos para substituí-la.

    Dietas ricas em vegetais, legumes, frutas, grãos integrais e outros alimentos com fibras costumam ter menos calorias e proporcionam maior sensação de saciedade. Como resultado, a pessoa tende a comer menos ao longo do dia.

    Além disso, especialistas apontam que dietas vegetarianas também podem ajudar a reduzir a pressão arterial, fator importante para diminuir os riscos de doenças cardíacas e derrames. Isso acontece porque alimentos vegetais oferecem nutrientes como potássio e magnésio, associados ao equilíbrio da pressão arterial.

    Uma angiografia por ressonância magnética (MRA) colorida revela a complexa rede de vasos sanguíneos que circunda o coração. Pesquisas sugerem que adotar uma dieta à base de vegetais pode melhorar a saúde cardíaca, reduzindo a pressão arterial, diminuindo o colesterol LDL e diminuindo o risco de doenças cardiovasculares — (Foto: Reprodução/Zephy, Science Photo Library)

    Intestino também passa por transformações

    A mudança alimentar não afeta apenas o peso: o intestino também responde rapidamente quando a carne deixa de fazer parte da rotina. Pesquisas mostram que dietas baseadas em vegetais favorecem o crescimento de bactérias responsáveis por digerir fibras, enquanto reduzem microrganismos ligados ao consumo frequente de proteínas animais.

    Em um estudo que analisou amostras intestinais de pessoas que passaram a consumir mais vegetais, os cientistas perceberam alterações significativas na microbiota poucos dias após a mudança alimentar.

    Entre os resultados observados, houve redução da bactéria Bilophila wadsworthia, associada a processos inflamatórios no organismo. Segundo os pesquisadores, esse pode ser um dos fatores ligados aos benefícios de uma alimentação mais vegetal.

    Apesar disso, os especialistas ressaltam que ainda são necessárias mais pesquisas para entender completamente como essas mudanças intestinais influenciam outras áreas do corpo, incluindo o cérebro e os desejos alimentares.

    Dieta vegetal pode fortalecer a imunidade

    Outra descoberta recente envolve o sistema imunológico. Estudos iniciais sugerem que dietas veganas podem estimular mecanismos de defesa do organismo em pouco tempo.

    Uma pesquisa publicada em 2024 observou que participantes que seguiram uma alimentação vegana durante duas semanas apresentaram aumento da atividade de células relacionadas ao combate contra vírus.

    Além disso, cientistas identificaram redução em moléculas inflamatórias do organismo, indicando possíveis benefícios para a saúde geral.

    Ainda assim, os pesquisadores reforçam que os efeitos a longo prazo continuam sendo estudados. Também não existe consenso sobre a necessidade de eliminar totalmente a carne, já que dietas equilibradas, como a mediterrânea, apresentam benefícios semelhantes mesmo incluindo pequenas quantidades de peixe e carne.

    A qualidade da alimentação continua sendo o mais importante

    Especialistas alertam que abandonar a carne não garante automaticamente uma dieta saudável. O resultado depende diretamente das escolhas alimentares feitas no dia a dia.

    Substituir carnes por alimentos ultraprocessados, congelados ou ricos em açúcar pode trazer prejuízos semelhantes aos de uma alimentação considerada pouco equilibrada.

    Além disso, pessoas que seguem dietas vegetarianas ou veganas por longos períodos precisam ficar atentas à ingestão de nutrientes importantes, como vitamina B12, ferro, zinco, cálcio e ômega-3.

    Por isso, nutricionistas recomendam uma adaptação gradual, com variedade no cardápio e acompanhamento profissional sempre que possível. A mudança, além de beneficiar a saúde, também pode se transformar em uma oportunidade para descobrir novos sabores e hábitos alimentares.

  • Dieta nórdica: é anti-inflamatória, pode ajudar a dormir melhor e viver mais

    Dieta nórdica: é anti-inflamatória, pode ajudar a dormir melhor e viver mais

    Quando o assunto é alimentação saudável, os países mediterrâneos costumam ser os primeiros a vir à mente. Contudo, a dieta nórdica desponta como uma forte candidata ao título de melhor dieta do planeta. Os padrões alimentares tradicionais da Dinamarca, Islândia, Finlândia, Noruega e Suécia oferecem benefícios tão expressivos quanto os da dieta mediterrânea, e a ciência tem acumulado evidências para comprovar isso.

    “É basicamente a prima da dieta mediterrânea, adaptada a climas mais frios”, afirma Dawn Jackson Blatner, nutricionista e autora do livro The Superfood Swap. Um grupo de nutricionistas, cientistas e chefs criou a chamada “nova dieta nórdica” em 2004, baseando-a em alimentos locais e sazonais, com ênfase em saúde, sabor e sustentabilidade. Para David L. Katz, especialista em medicina preventiva e coautor do livro How to Eat, a proposta não é nova: “Todas as boas dietas são compostas de comida de verdade, principalmente de origem vegetal. A dieta nórdica é uma variação desse mesmo tema, e seus benefícios se traduzem em vitalidade e longevidade.”

    Os dados científicos reforçam essa visão. Uma análise de 47 estudos publicada em outubro de 2025 no European Journal of Nutrition mostrou que pessoas com alta adesão à dieta nórdica apresentaram risco 22% menor de morte prematura por qualquer causa, 16% menor de morte por doença cardiovascular e 14% menor de morte por câncer. Por trás desses números está a combinação de alimentos ricos em anti-inflamatórios, antioxidantes, fibras e gorduras saudáveis.

    O que a dieta nórdica inclui?

    A dieta nórdica é rica em vegetais, peixes e grãos integrais e prioriza ingredientes locais, frescos e de origem sustentável, focando na “comida de verdade” com forte ação anti-inflamatória e antioxidante.

    Vegetais como batata, cenoura, beterraba, couve-flor e repolho entram no cardápio. Frutas vermelhas como maçã, pera, amora e morango se destacam pelo poder antioxidante. Além disso, cereais integrais, peixes, frutos do mar, óleos (como o óleo de canola, que substitui o azeite de oliva) e lacticínios magros fazem parte do estilo alimentar.

    Benefícios comprovados pela ciência

    As evidências científicas a favor da dieta nórdica crescem de forma consistente. Pesquisas associam sua adoção à redução do risco de doenças cardíacas, AVC e diabetes tipo 2, além de queda nos níveis de colesterol LDL e da pressão arterial. Um estudo de 2024 na revista Scientific Reports identificou risco 58% menor de doença hepática gordurosa entre os adeptos, enquanto uma pesquisa de 2025 na Frontiers in Endocrinology apontou redução equivalente no risco de diabetes tipo 2.

    Além dos efeitos de longo prazo, a dieta também traz benefícios perceptíveis no dia a dia. Um estudo de 2022 demonstrou melhora na qualidade do sono entre os participantes, e outra pesquisa observou que mulheres idosas adeptas do padrão alimentar apresentaram desempenho físico superior em testes como caminhada, flexões e levantar de uma cadeira, indicando potencial para reduzir o risco de incapacidade na terceira idade. Embora não seja voltada ao emagrecimento, um estudo também registrou melhoras no peso corporal entre os que seguiram a dieta.

    Por que funciona: anti-inflamação, fibras e equilíbrio hormonal

    O potencial protetor da dieta nórdica está diretamente ligado ao perfil anti-inflamatório dos alimentos que a compõem. Frutas e vegetais fornecem antioxidantes em abundância; grãos integrais como centeio e cevada têm índice glicêmico mais baixo, favorecendo a regulação do açúcar no sangue; e os peixes oleosos entregam ácidos graxos ômega-3, benéficos para o coração e o cérebro.

    Além disso, as fibras presentes em grãos, leguminosas e vegetais aumentam a saciedade e promovem o equilíbrio da microbiota intestinal. Somado a isso, segundo Katz, a dieta ainda contribui para a regulação de hormônios como insulina, cortisol, grelina e leptina. “O que torna a dieta nórdica tão saudável é que há muitos fatores trabalhando juntos”, resume Joan Salge Blake, nutricionista da Universidade de Boston.

  • Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? Especialistas respondem

    Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? Especialistas respondem

    Durante décadas, muitas pessoas evitaram consumir gemas de ovo por medo do colesterol. No entanto, a ciência começou a mudar essa visão. Especialistas agora afirmam que o colesterol presente nos alimentos tem menos impacto na saúde cardiovascular do que se imaginava anteriormente.

    A partir dos anos 1960, recomendações médicas orientavam limitar o consumo diário de colesterol a 300 mg. Como as gemas concentram grande parte dessa substância, elas passaram a ser vistas como inimigas da dieta saudável.

    Porém, em 2016, as diretrizes alimentares retiraram oficialmente essa restrição. Estudos mais recentes mostraram que a gordura saturada exerce influência muito maior sobre os níveis de colesterol no sangue do que o colesterol alimentar.

    Uma pesquisa publicada em 2025 no The American Journal of Clinical Nutrition reforçou essa ideia. O estudo revelou que consumir dois ovos por dia dentro de uma dieta pobre em gordura saturada ajudou a reduzir o colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”.

    O que realmente aumenta o colesterol?

    Segundo especialistas, o próprio fígado produz a maior parte do colesterol presente no organismo. Além disso, fatores genéticos influenciam diretamente a forma como cada pessoa absorve e elimina essa gordura.

    O nutricionista Keith Ayoob explica que a gordura saturada continua sendo o principal fator alimentar ligado ao aumento do colesterol LDL. Isso acontece porque ela dificulta a remoção do colesterol pelo fígado e aumenta a circulação de partículas gordurosas no sangue.

    Por isso, médicos recomendam moderar alimentos ricos em gordura saturada, como frituras, carnes processadas e excesso de manteiga, em vez de demonizar os ovos.

    Além disso, eliminar a gema significa perder nutrientes importantes. A maior parte das vitaminas e minerais do ovo está justamente nessa parte, incluindo vitamina D, colina, selênio, ômega-3 e antioxidantes.

    Afinal, quantos ovos é possível consumir?

    Os especialistas afirmam que pessoas saudáveis podem consumir de um a dois ovos por dia com segurança. Ainda assim, quem possui colesterol alto ou histórico familiar da condição deve acompanhar os exames e adaptar a alimentação conforme orientação médica.

    Nutricionistas recomendam preparar os ovos com azeite ou óleo vegetal e combiná-los com alimentos ricos em fibras, como pão integral, feijão e vegetais. As fibras ajudam o organismo a controlar melhor os níveis de colesterol.

    Com a mudança no entendimento científico, os ovos voltaram a ganhar espaço em dietas equilibradas. Além de nutritivos, eles oferecem proteína de qualidade, são versáteis e possuem custo acessível, tornando-se aliados de uma alimentação saudável quando consumidos com equilíbrio.

  • Caruncho no arroz faz mal? Veja o que acontece se você ingerir esse inseto

    Caruncho no arroz faz mal? Veja o que acontece se você ingerir esse inseto

    Você pega o pacote de arroz para cozinhar e encontra aquela farinha fina acumulada no fundo. Ou, pior ainda, avista pequenos insetos se movimentando entre os grãos. É uma cena familiar para boa parte das famílias brasileiras, e a reação imediata costuma ser jogar tudo fora com repulsa. Mas a situação é mais complexa do que parece, e a resposta para a pergunta que todo mundo já fez, “caruncho faz mal?”, depende de alguns fatores que vale conhecer antes de tomar qualquer decisão.

    De onde vem o caruncho e por que ele aparece nos grãos

    Antes de qualquer coisa, é preciso derrubar um equívoco comum: o caruncho não nasce necessariamente por descuido do consumidor. Segundo a agrônoma e professora Cristina Schetino Bastos, da Universidade de Brasília, o ciclo da infestação pode começar ainda na lavoura, durante a colheita, e seguir por todas as etapas, incluindo transporte, beneficiamento e armazenamento. Ou seja, o inseto pode chegar à despensa de casa dentro do próprio pacote lacrado.

    O nome “caruncho” é, na verdade, um termo genérico. A professora explica que ele designa popularmente mais de uma espécie de besouro que infesta produtos armazenados, com destaque para o Sitophilus zeamais, um besouro pequeno também conhecido como bicudo. Essa espécie é especialmente problemática porque tem alta capacidade de sobrevivência e consegue perfurar grãos intactos, o que dificulta o controle ao longo de toda a cadeia produtiva.

    Os insetos se associam principalmente a arroz, milho e trigo e, por consequência, a derivados como macarrão e farinhas. E as condições do ambiente doméstico podem acelerar a proliferação: umidade moderada e temperaturas favoráveis criam o cenário ideal para o desenvolvimento dos insetos, enquanto ambientes muito secos ou com temperaturas extremas dificultam sua sobrevivência.

    Freezer, recipientes de vidro e atenção à mistura de alimentos novos com antigos estão entre as medidas mais eficazes para manter caruncho longe — (Foto: Tomasz Klejdysz/Getty Imagens)

    Comer alimento com caruncho faz mal?

    Aqui está a resposta que a maioria das pessoas busca, e ela é menos alarmante do que o estômago sugere no momento do susto. De acordo com a nutricionista Fabiana Ximenes, o consumo acidental desses insetos geralmente não representa um risco grave à saúde. No entanto, podem ocorrer sintomas gastrointestinais leves como náuseas, desconforto abdominal e diarreia, especialmente em pessoas mais sensíveis ou com imunidade baixa.

    Um fator importante nessa equação é o preparo do alimento. O risco é maior quando o alimento contaminado é consumido cru, já que o cozimento tende a eliminar os insetos. Ainda assim, especialistas alertam que confiar apenas no cozimento não é a melhor estratégia. Sinais mais graves de deterioração do produto precisam ser observados antes de qualquer decisão de aproveitamento.

    Grãos empelotados, cheiro alterado e presença de teias indicam que o alimento deve ser descartado, independentemente de qualquer outra consideração. Nesses casos, o risco não está apenas nos insetos, mas no estado geral do produto, que pode ter sofrido contaminação por fungos ou bactérias associadas à infestação prolongada.

    Como evitar o caruncho em casa de forma simples e eficaz

    A boa notícia é que prevenir a infestação doméstica não exige grandes investimentos. Medidas simples de armazenamento reduzem drasticamente o risco de proliferação e protegem toda a despensa. Especialistas recomendam armazenar grãos em recipientes bem fechados, de preferência de vidro, evitar ambientes quentes e úmidos, não misturar alimentos novos com antigos e, quando possível, manter grãos no congelador por um período após a compra.

    Esse último ponto merece atenção especial. Colocar o pacote recém-comprado no freezer por alguns dias elimina eventuais ovos ou larvas que possam ter chegado junto com o produto, interrompendo o ciclo de reprodução antes mesmo que ele comece na despensa de casa.

    Além disso, vale inspecionar embalagens antes de comprar, evitar produtos com sinais de dano na embalagem e preferir compras em locais com bom giro de estoque. No campo e nas propriedades rurais, o controle é ainda mais relevante: a indústria utiliza técnicas como expurgo com gás para eliminar insetos, controle de temperatura e uso de atmosferas modificadas, mas isso não garante ausência total do caruncho no produto final.

  • Tomate ganha destaque por benefício que pouca gente conhece

    Tomate ganha destaque por benefício que pouca gente conhece

    O tomate costuma aparecer como coadjuvante no prato, mas a ciência vem mostrando que ele merece mais espaço. Rico em nutrientes e com forte ação antioxidante, o alimento ganhou status de aliado da saúde por atuar em frentes importantes, como imunidade, coração e prevenção de doenças crônicas.

    Um pacote nutricional completo

    O tomate pode ser classificado como um funcional por excelência. Na prática, isso significa que ele entrega benefícios que vão além da nutrição básica e ajuda o organismo de forma mais ampla. Além disso, sua composição reúne vitamina C, potássio, vitamina K e folato, um pacote que chama atenção pela densidade nutricional.

    O grande destaque, no entanto, fica por conta do licopeno. Esse antioxidante é associado a efeitos protetores no corpo e, por isso, costuma ser estudado com frequência. A absorção dele aumenta quando o tomate é aquecido, o que muda bastante a forma como o alimento pode ser aproveitado no dia a dia.

    Como aumentar a absorção dos benefícios

    O licopeno, por sua vez, é uma substância lipossolúvel. Por isso, o consumo do tomate cozido tende a favorecer a biodisponibilidade, especialmente quando ele é combinado com uma gordura de boa qualidade, como o azeite de oliva. Em outras palavras, o preparo certo pode fazer diferença real na absorção desse composto pelo organismo.

    Saúde do coração em foco

    Por outro lado, o tomate não se limita ao antioxidante. Ele também é associado ao equilíbrio da saúde cardiovascular, já que contribui para o controle de gorduras no sangue. Esse efeito ajuda a reforçar o papel do alimento em uma rotina alimentar mais preventiva, especialmente quando ele entra de forma frequente e variada nas refeições.

    O que dizem os estudos sobre prevenção de doenças

    Além disso, o tomate vem sendo estudado pelo potencial de ajudar na proteção contra alguns tipos de câncer. Entre os destaques científicos, aparece a relação entre o consumo regular de licopeno e a redução do risco de câncer de próstata. A associação não transforma o alimento em solução isolada, mas reforça como ele pode fazer parte de uma estratégia alimentar mais inteligente.

    Um aliado simples para uma alimentação mais equilibrada

    Na prática, o tomate também vence pela versatilidade. Ele pode ser usado cru, assado, refogado, em molhos e até mesmo em preparações mais elaboradas. Assim, fica mais fácil incluir o alimento na rotina sem esforço.

    Para quem busca um prato mais equilibrado, o tomate oferece justamente esse tipo de vantagem. Ele combina praticidade, sabor e um pacote de benefícios que vai além da aparência simples. E, quando entra no preparo certo, pode entregar ainda mais do que muita gente imagina.