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  • Ame ou odeie: a temporada das uvas passas chegou

    Ame ou odeie: a temporada das uvas passas chegou

    Dezembro chegou e, com ele, um velho conhecido volta às mesas brasileiras para alegria de uns e desespero de outros. A uva-passa, essa frutinha enrugada e doce, protagoniza uma das maiores polêmicas culinárias do Brasil. Enquanto alguns a celebram como estrela da ceia, outros desenvolvem verdadeiras estratégias de guerra para evitá-la no prato.

    A cena se repete em milhares de lares: o arroz chega à mesa e alguém inevitavelmente pergunta “tem uva-passa?”. A pergunta divide a família ao meio. De um lado, os defensores apaixonados do sabor agridoce; do outro, aqueles que separam cada passa com a paciência de um cirurgião.

    Uma pesquisa realizada pela Ticket revelou que 37% dos trabalhadores brasileiros colocariam uva-passa em tudo na ceia de Natal. Outros 43% se dizem indiferentes, enquanto apenas 20% admitem não gostar da fruta. Os números mostram uma batalha mais equilibrada do que as redes sociais sugerem, onde a uva-passa virou piada constante.

    De onde vem essa tradição milenar?

    A história da uva-passa na ceia natalina é bem mais antiga que a própria polêmica. Na Roma Antiga, os romanos descobriram que as uvas caídas das videiras desidratavam naturalmente ao sol e podiam virar alimento durável. Durante os festivais de inverno, entre 21 e 25 de dezembro, essas frutas secas representavam fartura e prosperidade.

    A tradição atravessou os séculos. Quando a Igreja Católica ressignificou as festividades pagãs, as frutas secas mantiveram seu lugar na mesa, agora como parte da celebração do nascimento de Cristo. No Brasil, a uva-passa chegou com força no início do século 20, quando mais produtos importados começaram a desembarcar no país.

    A jornada da uva até virar passa

    O processo de transformação de uma uva fresca em passa envolve mais complexidade do que parece. Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil importou mais de 20,7 mil toneladas de uva-passa, movimentando cerca de US$ 48 milhões. Mais de 73% desse volume veio da Argentina, nossa principal fornecedora.

    O Brasil produz 1,5 milhão de toneladas de uvas por ano, mas quase não fabrica suas próprias passas. O motivo? O clima brasileiro não favorece a desidratação em larga escala. Segundo o pesquisador da Embrapa Reginaldo Teodoro de Souza, o país não oferece condições ideais para produzir uva-passa em larga escala.

    Como as uvas viram passas

    Existem basicamente dois métodos de secagem. O primeiro, natural, espalha as uvas em esteiras ao sol, como o café em terreiro. As frutas precisam ser reviradas periodicamente para secar por igual. O clima ideal é o desértico: calor intenso e umidade baixíssima.

    Foto: Piero Tagliapietra/ Flickr

    O segundo método usa fornos industriais. Antes de entrar nos equipamentos, as uvas passam por lavagem e recebem um tratamento para remover a oleosidade da casca, acelerando a desidratação. O processo completo pode levar até 90 dias. Algumas fábricas aplicam anidrido sulfuroso para preservar a cor clara da passa.

    Após a secagem, a uva-passa pesa apenas 33% do peso original. A água evapora, mas os nutrientes permanecem concentrados, junto com todo o açúcar natural da fruta.

    Por que o Brasil não produz suas próprias passas?

    A Argentina, Turquia, Estados Unidos e Irã dominam o mercado global por razões geográficas e econômicas. A Argentina está entre os dez maiores produtores de uva-passa do mundo, e os acordos do Mercosul reduzem as tarifas entre os países membros.

    O Nordeste brasileiro até tem clima seco, mas não tão árido quanto o necessário. Já a secagem em fornos demanda custos altíssimos com energia elétrica. A conta simplesmente não fecha para os produtores nacionais competirem com o produto importado.

    A Embrapa desenvolve pesquisas para mudar esse cenário. O programa “Uvas passas brasileiras: matérias primas e processamento” criou a cultivar BRS Clara, adequada para elaboração de passas. A iniciativa busca reduzir a dependência de importação, mas ainda enfrenta os desafios do clima e dos custos.

    A ciência por trás da polêmica

    Por que tanta gente torce o nariz para a uva-passa? O chef e professor de Gastronomia Sinval Espírito Santo, do UniBH, explica que o paladar brasileiro não cresce acostumado a misturar doce com salgado. Construímos nosso gosto a partir das referências familiares e dos hábitos domésticos.

    Foto: Ambra Simonetti/Flickr

    Em regiões com forte influência árabe ou sírio-libanesa, o uso de frutas secas em pratos salgados soa mais natural. Já em outras áreas do Brasil, essa combinação provoca estranhamento.

    A gastróloga Karyna Muniz atribui ao exagero a má fama das passas natalinas, pois vê um “uso excessivo delas em várias preparações ao mesmo tempo em uma única noite”. Passas na farofa, no arroz, no salpicão, na salada… o bombardeio agridoce pode cansar até os fãs mais fervorosos.

    O que a nutrição tem a dizer

    Apesar da polêmica, a uva-passa carrega benefícios nutricionais consideráveis. Bárbara Tonsic, professora do curso de Nutrição EAD da UniCesumar, explica que a fruta desidratada concentra energia e oferece fibras solúveis, como os frutooligossacarídeos, que favorecem a saúde intestinal.

    As uvas-passas também fornecem vitaminas do complexo B e minerais como ferro, cálcio, potássio, fósforo e zinco. Esses nutrientes fortalecem o sistema imunológico, melhoram o funcionamento intestinal e contribuem para a saúde cardiovascular graças aos antioxidantes.

    A ressalva fica por conta do açúcar concentrado. Mais de 3 quilos de uvas frescas produzem apenas 1 quilo de passas, mas o teor de açúcar por unidade permanece o mesmo. O consumo moderado é a chave: duas colheres de sopa já oferecem os benefícios sem exageros.

    Como domar a passa rebelde

    Para quem quer incluir uvas-passas sem gerar conflitos familiares, a professora de Gastronomia Carol Haddad, do UniBH, sugere estratégias diplomáticas. Servir as passas à parte, em forma de molho ou chutney, permite que cada pessoa decida se quer adicionar ao prato.

    Outra alternativa é picar as passas bem miúdas e incorporá-las à farofa ou ao recheio. Elas agregam sabor sem chamar tanta atenção visual. Combinar as passas com ingredientes intensos, como queijos maturados, bacon, presunto cru ou caldos concentrados, também equilibra o sabor.

    E, claro, sempre vale a regra de ouro: ofereça opções sem frutas secas para garantir a paz natalina. No fim das contas, a ceia é para celebrar, não para iniciar guerras culinárias.

    Uva-passa nas redes sociais

    A pequena fruta virou meme constante. O desenho brasileiro “Irmão do Jorel” imortalizou a reclamação do protagonista sobre as uvas passas no arroz da avó. Além disso, em São Paulo, uma hamburgueria criou um hambúrguer natalino com chester, salpicão e uva-passa. A receita viralizou e provou que, mesmo entre os críticos, a criatividade surpreende.

    Todo ano, as mesmas piadas ressurgem: “pessoa que gosta de uva-passa também deve gostar de emoções fortes”, “a uva-passa é a intrusa não convidada da ceia”, “quem inventou de colocar passa no arroz também achava boa ideia colocar abacaxi na pizza”. A polêmica se renova a cada dezembro, mantendo a fruta desidratada no centro dos debates.

    https://www.instagram.com/p/DSpJKkngCBa/

    O mercado em números

    O consumo de uvas-passas se concentra dramaticamente em dezembro. Supermercados relatam picos de venda que chegam a triplicar nesse período. A demanda aquece não apenas o comércio de passas, mas toda a cadeia de produtos natalinos: frutas secas, castanhas, frutas cristalizadas e nozes.

    O preço também varia. Uma pesquisa do Procon de Campo Grande mostrou que uvas-passas escuras de 300g podem custar entre R$ 3,50 e valores muito mais altos, dependendo da marca e do estabelecimento. As passas brancas costumam ser um pouco mais caras.

    Tradição que atravessa gerações

    Independente da opinião individual, a uva-passa mantém seu posto nas ceias brasileiras. Ela representa não apenas um ingrediente, mas uma conexão com gerações passadas, com a fartura, com a celebração. Mesmo quem não gosta admite seu valor simbólico.

    A discussão anual sobre colocar ou não uva-passa virou parte do ritual natalino brasileiro. É quase impossível imaginar um dezembro sem esse debate familiar, sem os memes, sem alguém separando cuidadosamente cada passa do prato.

    No fim, talvez a maior qualidade da uva-passa seja justamente essa: unir as pessoas (mesmo que seja para discutir). Afinal, que outro ingrediente tão pequeno consegue gerar conversas tão grandes? A temporada das uvas-passas chegou, e com ela, mais um capítulo dessa deliciosa polêmica culinária.

  • Frutas nacionais reduzem custos da ceia de Natal

    Frutas nacionais reduzem custos da ceia de Natal

    A proximidade do Natal aquece o mercado de frutas especiais em todo o Brasil. Nas bancas das Ceasas, os comerciantes registram aumento de até 50% nas vendas durante dezembro, impulsionado pela busca dos consumidores por produtos frescos e de qualidade para as ceias de fim de ano.

    Produtores nacionais abastecem cerca de 90% das frutas vendidas nas centrais de abastecimento, segundo comerciantes da unidade do Distrito Federal. A cereja chilena figura entre as poucas exceções importadas, enquanto uvas, pêssegos, lichias e ameixas chegam às mesas brasileiras direto das lavouras nacionais.

    “Hoje não tem mais isso não. A gente encontra frutas o ano todo, muito graças, claro, à tecnologia, à ciência que ajudou a desenvolver variedades para todo o Brasil”, afirma a consumidora Helena Bittar.

    Tecnologia transforma produção nacional

    O Vale do São Francisco, no Nordeste, exemplifica a transformação tecnológica na fruticultura brasileira. A região produz uvas durante todo o ano, eliminando a dependência das festas de fim de ano para consumir determinadas frutas. Investimentos em pesquisa agrícola e desenvolvimento de variedades adaptadas ao clima tropical garantem o abastecimento contínuo do mercado.

    Paulo Iovino, diretor de empresa que comercializa frutas no atacado e varejo na Ceasa de Brasília, confirma a importância do período natalino. “É o melhor mês do ano, principalmente quando o preço está bom. Se [os preços] do pêssego, banana, uvas, estiverem em conta, sai tudo. É Natal”, afirma.

    Expectativa de super safra no Sul

    Produtores da região Sul esperam colher uma super safra de frutas de caroço neste ano, especialmente pêssegos e ameixas. O varejo projeta crescimento de 10% no consumo de frutas de época durante este Natal, principalmente das variedades com preços mais acessíveis em comparação a 2024.

    A capacitação dos produtores rurais e o domínio de tecnologias agrícolas eliminaram a sazonalidade que limitava o consumo de certas frutas. “Essas categorias, antigamente a gente se encontrava algumas variedades de fruta numa determinada época, né?”, recorda Helena Bittar.

    Preços registram alta de 6,7%

    Apesar do otimismo entre comerciantes, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) aponta aumento de 6,7% nos preços das frutas especiais e importadas em relação ao Natal passado. As frutas secas acumulam alta de 6,2% no mesmo período. O abacaxi, por exemplo, chega a custar R$ 10 a unidade, valor que alguns consumidores consideram elevado.

    Márcio Milan, vice-presidente da ABRAS, explica que o consumo aumenta naturalmente nesta época. “O consumo de frutas premium tende a aumentar, consolidando o mês de dezembro como o melhor período para o setor”, ressalta. O dirigente atribui o crescimento à renda adicional do 13º salário e ao clima festivo do Natal.

    O movimento nas Ceasas confirma a tendência: quando os preços permanecem acessíveis, especialmente de itens tradicionais como pêssego, banana e uvas, as vendas disparam durante todo o mês de dezembro.

  • Natal da roça: plataforma conecta consumidores direto com agricultores

    Natal da roça: plataforma conecta consumidores direto com agricultores

    A Emater-MG criou o site ÉdoCampo há alguns anos, e agora a plataforma digital virou uma vitrine estratégica para quem quer fugir dos presentes convencionais neste Natal. A campanha lançada neste fim de novembro aposta numa ideia simples: conectar consumidores direto com produtores rurais mineiros.

    São 120 agricultores e estabelecimentos cadastrados que oferecem aproximadamente mil produtos diferentes. Queijos artesanais que ganharam prêmios importantes, cafés especiais que colocam Minas no mapa mundial, cachaças envelhecidas, doces caseiros, artesanato e até cosméticos naturais. Tudo isso chega na porta de casa, em praticamente qualquer canto do país.

    “A gente começou uma campanha bem legal de Natal, mostrando várias opções de presentes que vem da agricultura familiar. Quem quiser acompanhar as novidades é só seguir o Instagram @edocampooficial”, conta Thiara Viggiano, coordenadora técnica estadual da Emater-MG que toca o programa.

    Histórias que temperam a comida

    Maria Virgínia Guimarães produz temperos e antepastos em Casa Branca, um distrito tranquilo de Brumadinho. Há dez anos ela trabalha com produtos naturais, sem aqueles conservantes industriais que enchem os rótulos de nomes impronunciáveis. “Seria incrível se as pessoas conhecessem essa linha neste Natal. Os temperos tem usos bem diferentes na cozinha, e os antepastos são perfeitos pra quem vai receber visita ou montar uma ceia especial”, ela sugere com aquele entusiasmo de quem realmente acredita no que faz.

    Todos os produtos que aparecem no ÉdoCampo passaram por habilitação sanitária, seja federal, estadual ou municipal. A Emater-MG não apenas disponibiliza a plataforma mas também presta assistência técnica pros agricultores participantes, garantindo que eles produzam seguindo as melhores práticas.

    “O site tá crescendo bastante. Recentemente lançamos seções novas: uma pra turismo rural e outra pra compras no atacado, a ‘Compre Mais, Pague Menos’”, explica Thiara. A coordenadora também destaca uma novidade que deve animar muita gente: produtos selecionados agora tem frete grátis pro Sul e Sudeste quando a compra passa de R$ 150 do mesmo produtor.

    As compras funcionam de forma bem simples: você escolhe os produtos, paga com cartão de crédito ou Pix, e espera chegar em casa. Nada de complicação.

    Um presente que alimenta histórias

    Enquanto os shoppings lotam e as lojas virtuais bombardeiam emails promocionais, o ÉdoCampo aposta numa proposta diferente. Cada queijo, cada pote de geleia, cada saco de café especial carrega junto a história de quem produziu. É agricultura familiar encontrando espaço num mercado que costuma favorecer as grandes marcas.

    Pra quem já cansou de dar perfume importado ou eletrônico que vai ficar obsoleto em dois anos, presentear com comida de verdade pode ser aquela escolha que surpreende. E de quebra, você ainda ajuda famílias que vivem do campo a fortalecer seus negócios.

    Serviço:

    Site: ÉdoCampo (plataforma da Emater-MG)

    Instagram: @edocampooficial

    Produtos: queijos, cafés, cachaças, doces, artesanato, cosméticos

    Frete grátis: Sul e Sudeste para compras acima de R$ 150 do mesmo produtor

    Pagamento: Cartão de crédito e Pix

  • A tradição das frutas no Natal

    A tradição das frutas no Natal

    A tradição de incluir frutas na ceia de Natal no Brasil tem raízes que remontam às influências europeias, onde as frutas secas e frescas eram utilizadas para decorar as mesas festivas. Com o tempo, porém, essa prática se adaptou ao clima tropical brasileiro, incorporando frutas locais e sazonais.

    As frutas não apenas embelezam a mesa, mas também simbolizam prosperidade e fartura. A romã, por exemplo, é frequentemente associada à abundância e é consumida em várias culturas durante as festividades. Assim, a presença dessas frutas na ceia natalina representa um desejo de saúde e prosperidade para o ano que se inicia.

    Além do aspecto simbólico, as frutas desempenham um papel importante na saúde durante as festas. Elas oferecem uma alternativa refrescante às refeições pesadas, ajudando na digestão e proporcionando nutrientes essenciais. Em um período em que as calorias tendem a aumentar devido aos pratos tradicionais, as frutas atuam como um contraponto saudável.

    Em resumo, as frutas de Natal são muito mais do que simples acompanhamentos; elas carregam significados profundos e contribuem para uma celebração mais saudável e equilibrada. Incorporá-las à ceia não só enriquece o paladar, mas também reforça laços familiares e tradições que perduram ao longo dos anos.

    As frutas de Natal mais comuns no Brasil, como ameixa, pêssego e nectarina, são parte essencial das celebrações, trazendo não apenas sabor, mas também simbolismo e tradição.

    Frutas tradicionais do Natal

    A ameixa é uma das mais populares nas ceias de Natal. Rica em fibras e antioxidantes, a ameixa não apenas auxilia na digestão, mas também fortalece o sistema imunológico. Sua cor vibrante e sabor adocicado a tornam uma escolha ideal para sobremesas e decoração de pratos.

    Ameixa é uma das frutas do Natal

    As uvas são um clássico nas mesas natalinas, disponíveis em variedades como uva Itália, Niágara e roxas. Além de serem saborosas e suculentas, estão associadas à sorte e prosperidade.

    O pêssego é apreciado por sua textura macia e sabor delicado. Além disso, o pêssego é frequentemente utilizado em compotas e sobremesas.

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    Refrescante e ideal para o clima quente do Brasil, a melancia é uma opção comum nas ceias de Natal. Seu alto teor de água a torna perfeita para saladas de frutas e sobremesas leves.

    Com um sabor tropical marcante, o abacaxi é frequentemente utilizado em pratos doces e salgados, como saladas de frutas ou assados. Além disso, sua apresentação exótica também enriquece a decoração da mesa.

    Frutas da moda no Natal

    Conhecida por sua aparência charmosa e sabor intenso, a cereja é uma fruta que não pode faltar nas sobremesas natalinas. Além de deliciosa, ela traz um toque festivo aos pratos.

    Simbolizando abundância e prosperidade, a romã é uma fruta tradicional nas festas de fim de ano. Seu uso em receitas e decorações é comum, além de ser rica em antioxidantes.

    Com sua casca avermelhada e polpa doce, a lichia tem ganhado espaço nas ceias natalinas, sendo ideal para sobremesas ou consumida in natura.

    Embora menos mencionada, a nectarina também é uma fruta que começa a aparecer nas mesas natalinas. Sua polpa suculenta e sabor doce, é perfeita para saladas de frutas ou como acompanhamento em pratos principais.

    Portanto, cada uma delas traz benefícios nutricionais e combina bem com os pratos típicos dessa época. Durante as festas de fim de ano, a mesa brasileira se enche de cores e sabores com a presença dessas frutas, que ajudam a equilibrar as refeições pesadas típicas da ceia natalina.