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  • Fruta nativa ganha espaço nas feiras e chama atenção pela ação anti-inflamatória

    Fruta nativa ganha espaço nas feiras e chama atenção pela ação anti-inflamatória

    A atemoia tem despertado cada vez mais interesse entre fruticultores e consumidores brasileiros. Resultado do cruzamento entre a fruta-do-conde (ou pinha) e a cherimoia, a espécie combina a doçura tropical de uma com a textura cremosa da outra e surpreende pelo sabor.

    Foto: Marta Costa/Agência Agro em Campo

    Benefícios da atemoia

    Rica em vitamina C, potássio e fibras, a atemoia contribui para o fortalecimento do sistema imunológico e auxilia no bom funcionamento do intestino.

    Além disso, a polpa da fruta contém antioxidantes naturais. Para completar a bonança, a atemoia apresenta baixo teor calórico em comparação a outras frutas tropicais, tornando-se a opção perfeita para dietas equilibradas.

    Produção rentável

    O cultivo da atemoia exige atenção redobrada logo nas primeiras etapas. As mudas costumam ser enxertadas, técnica que une o porta-enxerto (mais resistente e adaptado ao solo) à variedade copa (responsável pela produção dos frutos).

    Esse processo garante maior uniformidade genética e produtividade, mas também exige cuidados específicos no momento do plantio, como profundidade correta, adubação adequada e proteção contra pragas nos primeiros meses.

    O Brasil figura entre os principais produtores mundiais da fruta, com destaque para estados como São Paulo, Bahia e Pernambuco.

    No entanto, apesar do sucesso recente, a atemoia não é uma novidade: pesquisadores desenvolveram os primeiros híbridos ainda no início do século XX, na Flórida (EUA). No Brasil, a fruta ganhou força a partir dos anos 1990, impulsionada por programas de melhoramento genético conduzidos por institutos de pesquisa, como a CATI.

    CATI leva orientação sobre atemoia ao 20º Encontro de Fruticultura em Atibaia

    Nesta sexta-feira (14), Atibaia (SP) recebe o 20º Encontro de Fruticultura, promovido pela Associação Hortifrutiflores de Jarinu.

    O evento reúne produtores, técnicos e demais profissionais do agronegócio em uma programação voltada à troca de experiências, à apresentação de novas tecnologias e à atualização sobre o setor frutícola. Às 7h30, no Sítio Nossa Senhora de Fátima, propriedade do fruticultor Antonio Scareli, os participantes visitam pomares de pêssego e pitaya.

    Programação percorre diferentes cultivos

    Na sequência, nas propriedades dos irmãos Watanabe e Gallo, o público conhece plantios de outras culturas, como atemoia, maçã, morango e as uvas Niagara e Vitória. Durante as visitas, especialistas conduzem apresentações técnicas sobre manejo de pomares e práticas aplicadas à produção.

    O engenheiro agrônomo da CATI Sementes e Mudas, Anderson Tatsuo Watanabe é quem ministra a palestra sobre atemoia durante o encontro.

    “Em nossa exposição, vamos orientar os produtores no manejo pós-recebimento das mudas enxertadas de atemoia da CATI. O foco será a correta implantação no campo, respeitando as exigências do porta-enxerto e o protocolo de plantio. O encontro garantirá o sucesso inicial do pomar, transformando o excelente padrão genético das mudas em alta rentabilidade futura.”

    Avaliação de mudas de atemoia será tema de palestra de técnico da CATI no evento (Foto: Divulgação)

    O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e produtor de uva João Dimas Maia Garcia apresenta as espécies Niagara e Vitória durante o evento. Já o consultor da Holantec Lourenço Nyssen aborda as demais frutas expostas no Dia de Campo.

    O presidente da Associação Hortifrutiflores de Jarinu, Cassiano Contesini, projeta a presença de aproximadamente 250 pessoas no encontro.

    Os interessados podem se inscrever pelo WhatsApp (11) 99795-0832 ou pelo e-mail [email protected].

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  • Conheça a cultivar que dobra produção de mudas de morangueiro

    Conheça a cultivar que dobra produção de mudas de morangueiro

    Em apenas dois anos, a cultivar Fênix consolidou seu avanço no mercado nacional de morangos. Desenvolvida pela Embrapa Clima Temperado, a variedade dobrou a produção de mudas e reduziu a dependência de importações.

    Quando foi lançada, em 2023, apenas 18 viveiristas licenciados multiplicavam a Fênix. Em 2024, o número subiu para 22. Agora, em 2025, são 14 novos contratos formalizados, confirmando o interesse crescente pela tecnologia. A produção saltou de 2,5 milhões para mais de 5 milhões de mudas, e a expectativa é ultrapassar 10 milhões em 2026.
    Segundo o pesquisador Sandro Bonow, da Embrapa Clima Temperado, o crescimento se explica pela falta de cultivares nacionais acessíveis. “A Embrapa veio contribuir para mudar esse cenário, oferecendo uma cultivar com qualidade e preço justo. Hoje, o produtor tem acesso à muda certa, na época ideal para o plantio”, explica.

    Redução da dependência externa e custo mais competitivo

    Atualmente, cerca de 98% dos morangos produzidos no Brasil vêm de cultivares estrangeiras, principalmente dos Estados Unidos. As mudas, em grande parte, são importadas do Chile, Argentina e Espanha, com preços entre R$ 2,30 e R$ 3,60, cotados em dólar.
    Com a Fênix, esse cenário começa a mudar. O custo das mudas nacionais varia conforme o nível tecnológico do viveiro e o tipo de muda (fresca ou envasada), mas o valor é mais acessível e as entregas ocorrem no período ideal para o plantio em cada região.
    “A Fênix é precoce e permite ao produtor colher antes do pico da safra, aumentando os lucros”, afirma Bonow.

    Alta produtividade e aceitação no mercado

    A cultivar Fênix se destaca pela precocidade, produtividade e excelente conservação pós-colheita, o que garante maior durabilidade nas prateleiras. “Ela caiu no gosto do consumidor. É saborosa, tem bom calibre, equilíbrio entre açúcar e acidez, aroma marcante e cor intensa”, ressalta Bonow.
    O rendimento pode chegar a 1,6 kg por planta, em cultivo tradicional sob túnel baixo, e a 900 g em sistema semi-hidropônico. O plantio entre março e abril permite iniciar a colheita em maio, com safra que pode durar até sete meses.
    “O fato de a cultivar ser precoce e resistente permite ao produtor antecipar a colheita e aproveitar melhores preços”, explica o pesquisador Luís Eduardo Antunes. “A combinação entre qualidade, precocidade e resiliência faz da Fênix uma aliada para a soberania nacional na produção de mudas.”

    Expansão nacional e interesse internacional

    Apresentada ao público durante a Expointer 2023, a cultivar Fênix teve início com 20 mil matrizes, gerando 2,5 milhões de mudas. Em 2025, a produção supera 5 milhões de unidades por ano, concentradas no Sul e Sudeste, com destaque para Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
    Antunes projeta alcançar 10 milhões de mudas em 2026, impulsionado pela adesão de novos produtores. “Um hectare comporta cerca de 50 mil mudas. Com 7 mil hectares de morango no país, o potencial é de 350 milhões de mudas por ano”, exemplifica.
    Atualmente, cerca de 70 milhões de mudas ainda são importadas anualmente, mas a Fênix vem ganhando espaço. “Empresários europeus já demonstraram interesse em levar a genética brasileira para países do Mediterrâneo, afetados pelas mudanças climáticas”, afirma Antunes.

    Programa de melhoramento genético retomado

    O programa de melhoramento do morangueiro da Embrapa foi retomado em 2010, após uma pausa nos anos 1990. O foco passou a ser o desenvolvimento de cultivares adaptadas ao clima brasileiro, resistentes a pragas e com qualidade superior.
    A equipe iniciou o trabalho com a formação de um banco genético e testes em diversas regiões do país. O resultado foi a BRS Fênix, primeira cultivar comercial dessa nova fase do programa.
    Inicialmente recomendada para o Sul e Sudeste, a Fênix recebeu em 2025 a aprovação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para cultivo também em Brazlândia (DF). Pesquisas em andamento avaliam sua adaptação a novas regiões, como a Chapada Diamantina (BA).

    Produtores confirmam desempenho no campo

    Foto: divulgação – Embrapa

    O casal Darceli e Ilóivia Chassot, de Cerro Largo (RS), participa do projeto da Embrapa desde o início. Eles cultivam 12 mil mudas de morangueiro na propriedade e afirmam que a Fênix superou expectativas.
    “Testamos a cultivar no sistema fora do solo e tivemos 100% de pegamento das mudas. O florescimento começou em 45 dias, e as frutas mantiveram tamanho e sabor estáveis durante toda a safra”, relatam.
    Com os bons resultados, o casal decidiu trabalhar apenas com a Fênix. “Mesmo com variações de temperatura, ela mantém o calibre, a firmeza e a qualidade dos morangos. É precoce e resistente”, destacam.

    Atibaia transforma a Fênix em símbolo local

    Em Atibaia (SP), a cultivar Fênix virou referência entre os produtores e ganhou apoio do poder público. A Prefeitura firmou parceria com a Embrapa, adquirindo matrizes para o Viveiro Municipal.
    “O município já produziu cerca de 400 mil mudas em 2025, distribuídas aos produtores locais”, explica o engenheiro agrônomo Marco Albertini. “Ampliamos o viveiro e despertamos o interesse de novos agricultores.”
    O produtor José Roque Doratioto, do Sítio Serrano, cultiva cinco alqueires de morango e destaca o desempenho da Fênix. “A produtividade é alta, o sabor é intenso e a durabilidade excelente. Só é preciso combater a pirataria de mudas”, alerta.
    Albertini reforça que a procura cresce a cada safra. “Mesmo fora do período de distribuição, os produtores já estão reservando mudas para 2026”, afirma.

    Fênix: símbolo da nova fase do morango nacional

    Com alta produtividade, sabor marcante e boa adaptação ao clima brasileiro, a cultivar Fênix representa uma nova era para o morangueiro nacional.
    A variedade reduz a dependência externa, estimula a produção local e impulsiona o desenvolvimento tecnológico no campo. Para os pesquisadores da Embrapa, a Fênix é mais que uma cultivar — é um passo firme rumo à autossuficiência brasileira na produção de mudas de morango.

     

  • Secretaria de Agricultura de São Paulo firma convênio com UFSCar

    Secretaria de Agricultura de São Paulo firma convênio com UFSCar

    A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) assinou, nesta quarta-feira (8), um convênio estratégico com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) para fortalecer políticas públicas voltadas à restauração ecológica no estado. O acordo, realizado por meio da Coordenadoria Técnica de Assistência Integral (CATI) Sementes e Mudas, visa integrar ciência aplicada e gestão pública para aprimorar a produção e o uso de sementes florestais em projetos de recuperação ambiental.

    Parceria entre Secretaria de Agricultura e UFSCar amplia capacidade técnica para restauração ecológica

    O convênio,conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). E garante acesso a laboratórios, viveiros, coleções de sementes e dados técnicos gerenciados pela SAA. Essa cooperação técnico-científica permitirá a articulação direta com políticas públicas ambientais, promovendo a adoção de metodologias inovadoras e baseadas em evidências para a restauração de áreas degradadas.

    Segundo Ricardo Domingos Pereira, coordenador da CATI, a parceria representa um avanço para o setor: “A CATI busca estar sempre evoluindo. A proposta que assinamos hoje segue esta intenção. Quero parabenizar a CATI Sementes e Mudas e o Laboratório pelo dinamismo. E por trazer, a partir deste convênio, o peso da UFSCar para nossos trabalhos. A responsabilidade, pela qual agradecemos, é grande. Hoje, uma semente está sendo plantada”.

    Fátima Piña-Rodrigues, professora titular da UFSCar-Campus Sorocaba, reforçou a importância da colaboração: “Por sua história, a CATI é muito importante. Precisamos da participação da instituição, pela atuação marcante na construção das políticas públicas”.

    A cerimônia de assinatura contou ainda com a presença de Gerson Cazentini Filho, diretor da CATI Sementes e Mudas; Fabrícia Cristina dos Reis, assistente de planejamento do Laboratório de Sementes e Mudas; e Ivonir Piotrowski Santos, técnico de laboratório florestal da UFSCar.

    Projeto foca em análise de sementes e capacitação para restauração ambiental

    O projeto “Políticas Públicas Aplicadas para Análise de Sementes de Espécies Florestais para Áreas de Restauração Ecológica no Estado de São Paulo” tem como objetivo principal apoiar a formulação de políticas públicas para a produção e uso de sementes florestais de alta qualidade física e fisiológica. Entre as ações previstas estão o desenvolvimento e validação de metodologias para avaliação da qualidade de sementes. Com destaque para o teste de tetrazólio, além da capacitação de profissionais do setor e divulgação de conhecimento técnico.

    A iniciativa prevê ainda a identificação de gargalos técnicos e normativos, a realização de testes de viabilidade em sementes de espécies nativas importantes para a restauração ecológica e a qualificação de agentes públicos envolvidos na cadeia produtiva.

    A pesquisa será conduzida por uma equipe da UFSCar em parceria com os demais órgãos envolvidos. Ao promover o uso de sementes tecnicamente analisadas, o projeto contribui para o sucesso das ações de restauração ecológica no estado de São Paulo. Alinhando-se aos compromissos ambientais e às diretrizes do Código Florestal.

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  • 9 mil litros de sucos sem registro são apreendidos

    9 mil litros de sucos sem registro são apreendidos

    Uma operação de fiscalização do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Vale do Paraíba, em São Paulo, resultou na apreensão de 14 mil mudas de espécies frutíferas e quase 9 mil litros de suco irregular. As mudas foram encontradas em um viveiro sem a devida inscrição no Mapa, levando à autuação da produtora, que foi instada a regularizar sua situação.

    Estabelecimento produtor dos sucos não tem registro no Mapa, na área de bebidas.

    Além disso, os fiscais interceptaram 8.719 litros de quatro tipos de sucos em uma cooperativa de produtores orgânicos em Pindamonhangaba. O estabelecimento responsável pela produção dos sucos não possuía registro na área de bebidas do Mapa, e os produtos seriam destinados à venda para prefeituras da região, com o objetivo de serem utilizados na merenda escolar. Sendo assim, é considerado irregular a venda e produção dos produtos.

    Apreensão ainda permite defesa

    As apreensões foram feitas de forma cautelar, portanto será permitido que os produtos sejam liberados caso sejam regularizados. A operação envolveu equipes de diferentes setores do Mapa, incluindo inspeção de mudas e sementes, produtos orgânicos e a unidade regional em Guaratinguetá.

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    A fiscalização ocorreu entre os dias 4 e 7 de novembro, com a equipe percorrendo 636 quilômetros para acessar os estabelecimentos. Assim, essa ação marca o início bem-sucedido da fiscalização conjunta nas áreas de mudas e produtos orgânicos na região do Vale do Paraíba. Portanto as equipes já planejam repetir a operação em 2025.

    Durante a fiscalização, também foram inspecionados produtores de mudas em Campos do Jordão e São José dos Campos, além de estabelecimentos relacionados à produção orgânica em Jacareí e Pindamonhangaba. Além disso, amostras de produtos vegetais também foram coletadas para análise laboratorial da qualidade orgânica.

  • Incêndios afetam canaviais e pesquisas no interior de São Paulo

    Incêndios afetam canaviais e pesquisas no interior de São Paulo

    Os incêndios recentes no interior de São Paulo atingiram duramente o Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC-Apta) em Ribeirão Preto. O fogo destruiu 80% das áreas experimentais e comprometeu 50% do viveiro de mudas, impactando a pesquisa agronômica e a produção de mudas de cana-de-açúcar. O centro, um dos mais importantes do Brasil, produz entre 2,5 e 3 milhões de mudas anualmente.

    O diretor-geral do IAC, Marcos Landell, afirmou que os incêndios devastaram o Centro de Cana, destruindo 80% das áreas experimentais. Embora medidas para minimizar as perdas tenham sido adotadas, alguns danos são irreparáveis e só poderão ser corrigidos em ciclos futuros.

    Recuperação e desafios para a produção

    Apesar dos danos, a rebrota da cana pode permitir a recuperação de alguns experimentos. “A cana tem capacidade de rebrotar após o corte, possibilitando avaliações no ciclo seguinte. No entanto, esse processo pode atrasar nosso trabalho em até um ano”, explicou Landell. Além disso, a situação é mais crítica para experimentos com cana recém-plantada, onde a perda de vigor pode comprometer o desenvolvimento de novas variedades.

    Além disso, os incêndios também afetaram os canaviais comerciais, que precisam colher a cana queimada rapidamente para evitar perdas maiores na qualidade da matéria-prima. Segundo Landell, cada dia de atraso deteriora a qualidade da cana, afetando a eficiência industrial e aumentando os custos de produção.

    Antonio Eduardo Tonielo, conselheiro do Grupo Viralcool, expressou preocupação com os danos causados pelo fogo. Ele destacou que o governador Tarcísio de Freitas instalou um gabinete de crise na região para enfrentar a situação. Tonielo enfatizou que os incêndios comprometeram não apenas as plantações de cana, mas também infraestrutura, criação de animais e pastagens. “Agora, precisamos moer essa cana queimada o mais rápido possível para minimizar os prejuízos”, disse ele.

    Impacto na produção de mudas

    Mauro Xavier, diretor do Centro de Cana, destacou os desafios para a produção de mudas. “Perder 50% do viveiro significa replanejar todo o processo de produção, impactando diretamente a oferta de mudas para o próximo ano”, afirmou Xavier.

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    Perspectivas futuras

    A recuperação dos canaviais e a retomada dos experimentos representam grandes desafios para o IAC e para os produtores de cana da região. Além dos impactos imediatos, há preocupação com a produtividade futura, já que as variedades afetadas pelo fogo podem não brotar de maneira uniforme, gerando falhas nos canaviais.

    Marcos Landell destacou que o IAC continuará desenvolvendo variedades mais resistentes e promovendo o corte mecânico de cana crua, que oferece vantagens ambientais e produtivas. “Ninguém quer mais a cana queimada. O fogo não traz benefícios para a pesquisa, para os produtores ou para a população”, concluiu.