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  • Brasil conquista novos mercados para agronegócio

    Brasil conquista novos mercados para agronegócio

    O agronegócio brasileiro alcançou a 138ª abertura de mercado em 2024, somando 216 novas oportunidades desde o início de 2023. Ou seja, as recentes aprovações sanitárias de Angola, Coreia do Sul, México e Reino Unido fortalecem a confiança internacional no controle sanitário e fitossanitário do Brasil.

    O Reino Unido e o México autorizaram a importação de Grãos Secos de Destilaria (DDG) do Brasil sem exigência de certificação fitossanitária. Portanto, essa medida diversifica o uso de subprodutos de grãos no mercado externo e impulsiona a indústria brasileira de biocombustíveis.

    O México também liberou a entrada de farinha e pellets de feno dos tipos “alfalfa hay” e “timothy hay” para alimentação animal, sem necessidade de certificação fitossanitária. Essa autorização facilita o comércio e expande o mercado de rações brasileiras.

    Além disso, Angola, Coreia do Sul, México e Reino Unido aprovaram a importação de flor seca de cravo-da-índia e fibra de coco do Brasil. A novidade abre oportunidades para o setor de especiarias e fibras naturais, com potencial de crescimento nas indústrias de construção e manufatura desses países.

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    Essas conquistas resultam da parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

     

  • Brasil vai vender óleo de cozinha usado para os Estados Unidos

    Brasil vai vender óleo de cozinha usado para os Estados Unidos

    O agronegócio brasileiro comemora mais uma conquista com a recente abertura do mercado dos Estados Unidos para a exportação de óleo de cozinha usado (UCO).

    A decisão dos EUA de aceitar o Certificado Sanitário Internacional Vegetal (CSIV) do Brasil foi recebida com entusiasmo pelo governo brasileiro. Esse certificado permite a exportação de UCO, um resíduo de óleos e gorduras vegetais usados em cozinhas e na indústria alimentícia, por exemplo.

    Certificações

    Para atender às exigências norte-americanas, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (DIPOV) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitirá certificações que garantem a rastreabilidade, identidade e origem do produto. Além disso, auditorias rigorosas dos procedimentos de autocontrole dos estabelecimentos armazenadores e exportadores servirão de base para essas certificações.

    Matéria-prima para biocombustíveis

    Os biocombustíveis, como biodiesel e combustível de aviação sustentável, valorizam o UCO como matéria-prima.

    A exportação de UCO do Brasil para os Estados Unidos representa uma oportunidade de mercado significativa, impulsionada pela crescente demanda por biocombustíveis nos EUA. Em 2023, os Estados Unidos importaram aproximadamente 1,4 milhão de toneladas métricas de UCO, suficientes para produzir 2,27 bilhões de litros de biocombustíveis. Esse volume de importação totalizou cerca de US$ 1,66 bilhão, com os principais fornecedores sendo China, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Chile.

    Este avanço é a segunda abertura de mercado dos EUA para produtos agrícolas brasileiros em 2024, depois da autorização para exportação de gelatina e colágeno de origem animal concedida em janeiro. No ano passado, as vendas de produtos do agronegócio brasileiro para os Estados Unidos superaram US$ 9,82 bilhões, confirmando os EUA como o segundo maior parceiro comercial do Brasil.

    Novos mercados

    Com a nova abertura, o agronegócio brasileiro demonstra também seu vigor ao alcançar 146 novas expansões comerciais desde o ano passado. Em geral, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) abriram 68 novos mercados em 29 países em 2024, evidenciando seu trabalho conjunto.