A Mosaic anunciou João Roberto Galhardo como novo vice-presidente de Supply Chain para a América do Sul. Com 27 anos de trajetória na companhia, o executivo construiu uma carreira marcada pela liderança em áreas estratégicas como Planejamento, Logística, Matéria-Prima e Vendas, contribuindo para o fortalecimento e a evolução das operações da empresa.
Desde 2021, à frente da diretoria de Supply Chain, Galhardo passou a liderar também frentes como Controladoria de Plantas, Customer Service, Logística e Efetividade Operacional. A ampliação do escopo reflete a crescente complexidade do negócio e o papel estratégico da área na entrega consistente de resultados.
O executivo continuará se reportando diretamente a Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic no Brasil, mantendo uma atuação próxima às lideranças e às operações nas diferentes regiões. A promoção reforça a centralidade da área de Supply Chain como habilitadora do desempenho operacional da companhia. Conectando diversas frentes do negócio com foco em eficiência, excelência e geração de valor sustentável.
“Após quase 30 anos dedicados à Mosaic e ao agronegócio brasileiro, sigo inspirado por cada novo desafio. Esta nova etapa reforça meu compromisso em construir, com nossas equipes e parceiros, um futuro ainda mais eficiente, inovador e sustentável para o setor”, afirma o executivo.
João Roberto Galhardo é bacharel em Engenharia Agronômica – Fertilizantes pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). E possui MBA em Economia e Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF) fechou fevereiro de 2025 em 1,1, praticamente estável em relação a janeiro, quando registrou 1,09. A variação foi de 0,6%. Ou seja, apesar da recuperação no preço de algumas commodities, o aumento no valor médio dos fertilizantes influenciou esse resultado.
Entenda a valorização dos fertilizantes
Os fertilizantes tiveram alta média de 3% em fevereiro, impulsionada principalmente pelo aumento da ureia e do cloreto de potássio (KCl). Segundo a consultoria Agrinvest, o KCl subiu 20% no último mês, refletindo os impactos da taxação. O preço do MAP (fosfato monoamônico) e do SSP (superfosfato simples) também avançou. A queda nos volumes de importação desses insumos pode pressionar ainda mais os preços. Dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA) devem confirmar a correlação entre estoques baixos e menor importação, reforçando a tendência de alta.
Além disso, a valorização dos fertilizantes está diretamente ligada ao avanço do plantio do milho. Apesar do ritmo acelerado, a cultura ainda enfrenta atrasos na janela ideal, o que pode afetar seu desenvolvimento caso o clima não favoreça. Regiões que trabalham com duas safras, combinando soja no verão e milho ou algodão na safrinha, têm oportunidade de ampliar a receita e fortalecer a safra 2025/2026.
O mercado de fertilizantes segue aquecido em 2025, impulsionado pelo encerramento do plantio do milho safrinha e o início do planejamento da próxima safra de verão, com destaque para a soja. Ao mesmo tempo, nos Estados Unidos, a área cultivada com soja deve ser menor neste ano, segundo o Fórum Anual do Departamento de Agricultura (USDA). O cenário pode reduzir a oferta global da oleaginosa, impactando o equilíbrio entre produção e demanda.
O setor agrícola segue atento às condições climáticas, à seca no Rio Grande do Sul e ao ritmo final da colheita no Brasil. Ou seja, a atenção também recai sobre a janela de plantio do milho de segunda safra. Nesse contexto, especialistas reforçam a importância do planejamento estratégico na compra de insumos.
Entenda o IPCF
Divulgado mensalmente pela Mosaic, o IPCF mede a relação entre preços de fertilizantes e commodities agrícolas. Em resumo, o índice usa 2017 como base de comparação: quanto menor o resultado, mais favorável é a relação de troca para o produtor. O cálculo inclui os preços médios da soja, milho, açúcar, etanol e algodão.
Metodologia
Os preços dos fertilizantes no Brasil são fornecidos pela consultoria CRU. Já os valores das commodities são calculados com base em publicações da Agência Estado e CEPEA. O índice de fertilizantes considera os preços de MAP, SSP, ureia e KCl, ponderados pelo consumo nacional. Além disso, o câmbio também impacta o IPCF, com 70% do custo ligado aos fertilizantes e 85% da receita atrelada às commodities.
Sobre a Mosaic
A Mosaic é uma das maiores produtoras globais de fertilizantes fosfatados e potássicos. A empresa entrega 27,2 milhões de toneladas ao ano para 40 países. No Brasil, opera em mais de dez estados e tem presença no Paraguai. Além da produção e comercialização de fertilizantes, atua com bioinsumos, nutrição animal e produtos industriais. Em outubro de 2024, completou 20 anos promovendo soluções sustentáveis para a produtividade do campo.
A Mosaic, líder global na produção de fosfatados e potássio combinados, anunciou a abertura de mais de 130 vagas de emprego em suas unidades localizadas em Cajati (SP), Rondonópolis (MT) e Palmeirante (TO). A empresa prioriza a contratação de mão de obra local para impulsionar o desenvolvimento socioeconômico das regiões onde opera.
As vagas de trabalho incluem benefícios como convênios médico e odontológico, transporte fretado, seguro de vida, Programa de Participação Resultados (PPR), previdência privada, auxílio-academia, auxílio-material escolar, vale-alimentação, refeitório ou vale-refeição, Programa de Assistência ao Empregado, Programa Bem-estar, e licença-maternidade estendida com seis meses de duração.
Flávia Angelon, gerente de Talent Acquisition da Mosaic, destaca: “A companhia é comprometida com o desenvolvimento socioecômico das regiões onde atua, por isso, prioriza a contratação de mão de obra local.”
Cajati (SP):
10 vagas para Operador de Equipamentos Móveis
Mecânico de Equipamentos Móveis
Analista de Melhoria Contínua
Mecânico Industrial I (exclusiva para PcD)
Palmeirante (TO):
18 vagas para Assistente Administrativo
59 vagas para Operador de Mistura e Ensaque I
37 vagas para Operador de Mistura e Ensaque II
Eletricista de Manutenção Industrial (1)
Analista de Enfermagem do Trabalho (1)
As vagas em Palmeirante são para a nova Unidade de Mistura da Mosaic no estado.
Rondonópolis (MT):
Assistente Administrativo (1)
Mecânico de Manutenção Industrial (1)
Almoxarife (1)
Os interessados para as vagas de emprego devem se inscrever através do site da Mosaic. O processo seletivo inclui análise curricular e entrevista com gestores da empresa.
Durante a Fertilizer Latino Americano (FLA) 2025, a maior conferência do setor de fertilizantes da América Latina, realizada no Rio de Janeiro, Mark Ringkob, vice-presidente comercial da Mosaic, ressaltou a importância da tecnificação agrícola e da utilização eficiente de fertilizantes tecnológicos como estratégias centrais para o futuro da agricultura.
O executivo participou do painel “Avaliando as perspectivas da produção agrícola na América Latina”, ao lado de representantes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e da Veeries – Inteligência em Agronegócio.
Expansão da produção e distribuição de fertilizantes
Um dos destaques da participação de Ringkob foi o anúncio da nova unidade de mistura da Mosaic em Palmeirante (TO), que entrará em operação ainda em 2025. A expectativa é que o Tocantins, maior produtor de soja da região Norte do Brasil, amplie sua produção. Passando de 5,477 milhões de toneladas para 7,174 milhões de toneladas, um crescimento de 31%.
“O crescimento da população mundial exige um aumento proporcional na produção de alimentos, o que impulsiona a demanda por produtos agropecuários. Nesse contexto, os investimentos em tecnificação e fertilizantes de alta eficiência são essenciais para garantir um aumento sustentável da produtividade agrícola”, afirmou Ringkob.
Brasil como protagonista no mercado global
O vice-presidente da Mosaic também destacou o protagonismo do Brasil no setor agrícola. Especialmente em meio a desafios como o risco de desabastecimento global, crises geopolíticas e a pandemia.
“Nos últimos anos, enfrentamos riscos de desabastecimento e desafios globais, mas o Brasil segue como um dos principais players do mercado. A agricultura brasileira se destaca pela velocidade na adoção de novas tecnologias, impulsionada pela mentalidade inovadora dos produtores. Esse cenário beneficia toda a cadeia produtiva e, ao mesmo tempo, promove impactos positivos no meio ambiente”, concluiu Ringkob.
O furacão Milton atingiu a Flórida na noite de quarta-feira (9), acendendo o alerta no mercado de fertilizantes. A região abriga 62% das plantas de fosfatados dos Estados Unidos, concentrando unidades de grandes empresas como Mosaic e Nutrien.
Furacão Milton
O fenômeno causou enchentes e deixou 3,2 milhões de pontos sem energia no estado. A Mosaic, que já havia sofrido danos com o furacão Helene em setembro, viu sua unidade em Riverview ser fechada para reparos, com previsão de reabertura em 10 dias. No entanto, o furacão Milton chegou antes do previsto.
A área de Tampa, onde a Mosaic opera três plantas e um terminal marítimo, pode ser a mais impactada. Juntas, essas unidades produzem 5,7 milhões de toneladas de fertilizantes por ano. As fábricas de Bartow e New Wales estão diretamente na rota do furacão, o que torna o cenário ainda mais preocupante.
Em 2022, o furacão Ian já havia causado uma queda de 250 mil toneladas na produção da Mosaic, agravando um mercado fragilizado pela guerra entre Rússia e Ucrânia. A Nutrien, com uma unidade em White Springs, sofreu os impactos do furacão Helene, mas não divulgou a extensão dos danos.
A consultoria Agrinvest alerta que, embora os Estados Unidos não sejam grandes fornecedores de fosfatados para o Brasil, uma redução significativa na produção americana pode impactar os preços globais de fertilizantes.
A Mosaic informou que paralisou as operações na Flórida e que acionou equipes de segurança para minimizar os danos. Além disso, a empresa também está entrando em contato com os funcionários para confirmar a segurança deles e quando as condições permitirem irá avaliar os impactos. Até o momento, a Nutrien não se pronunciou sobre os efeitos do furacão Milton.
O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, realiza entrega nesta sexta-feira (5) de máquinas agrícolas, em Porto Alegre (RS). Objetivo é apoiar a agropecuária no estado gaúcho. Equipamentos são provenientes de emendas parlamentares e liberadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). No total, 34 municípios do Rio Grande do Sul serão beneficiados.
Reprodução – Redes sociais
Simultaneamente, também serão entregues equipamentos em Porto Velho (RO) para auxiliar o agro em 9 municípios. Durante a cerimônia, será realizado um momento de interação entre as duas entregas.
Assista o evento ao vivo pelo link abaixo.
https://www.youtube.com/watch?v=aAZideIPLLE
Agricultores gaúchos reclamam de demora na ajuda do Governo Federal
Os agricultores do Rio Grande do Sul, severamente afetados pelas intensas chuvas deste ano, expressam frustração com a lentidão na resposta do governo federal. As tempestades causaram prejuízos estimados em R$ 11 bilhões, atingindo 471 municípios e devastando áreas agrícolas essenciais.
Muitos produtores afirmam que, apesar das promessas de auxílio emergencial, os recursos ainda não chegaram. A falta de assistência rápida compromete não só a recuperação das plantações, mas também a manutenção da infraestrutura rural e o sustento das famílias afetadas.
O governo federal anunciou recentemente um plano de emergência, mas os agricultores exigem medidas mais ágeis e eficazes. A recuperação total do setor depende de uma resposta rápida e coordenada, enfatizam especialistas. Enquanto isso, a economia rural do estado permanece em estado de alerta, aguardando a tão necessária intervenção federal.
Chuvas intensas causaram perdas para agricultura
As intensas chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024 causaram prejuízos significativos à agricultura do estado. A Defesa Civil do RS reportou que 471 municípios foram afetados, com perdas estimadas em R$ 11 bilhões. O impacto foi severo, especialmente em áreas agrícolas, prejudicando culturas importantes e infraestrutura rural.
A produção de grãos, um dos pilares econômicos do estado, sofreu grandes danos, complicando ainda mais a situação financeira dos agricultores locais. A chuva também afetou a produção de hortaliças e frutas, contribuindo para a alta nos preços desses produtos.
Além dos prejuízos econômicos, a crise climática provocou a destruição de mais de 9.200 unidades habitacionais e danificou outras 100.500, o que intensificou o desafio para as famílias rurais e urbanas. A recuperação total das áreas afetadas deve exigir um esforço conjunto entre governos e setor privado para restaurar a produção agrícola e melhorar a infraestrutura danificada.
Empresas privadas fazem ações de ajuda às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul
Além da ajuda do governo e de voluntários, a iniciativa privada também se mobilizou para ajudar os diversos segmentos afetados, inclusive o agro. A Mosaic, empresa do setor de fertilizantes, é um exemplo.
Por meio de ações envolvendo empregados em diversas regiões e parcerias com organizações da sociedade civil, a companhia está apoiando famílias e moradores de municípios atingidos pelas enchentes.
Nos últimos dias 18 e 22, as cidades de Esteio e Rio Grande receberam mais de 2 mil cestas de alimentos customizadas especialmente para essas regiões, que necessitavam de um maior abastecimento de proteína. A entrega foi feita em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas) e a ONG Ação da Cidadania.
Paralelamente, cerca de 3 mil crianças e adolescentes receberão kits de proteção (produtos de higiene e saúde) por meio da parceria do Instituto Mosaic com o Programa de Resposta à Emergência da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância).
Ministro Favaro e Eduardo de Souza da Mosaic; Governo Federal e iniciativa privada colaboram no Rio Grande do Sul – Reprodução Redes Sociais
A empresa também engajou profissionais de diferentes regiões do Brasil e no exterior para beneficiar a população gaúcha. “Criamos um canal interno para que funcionários da empresa possam doar recursos financeiros em benefício às vítimas das enchentes, por meio do Programa de Doações dos Funcionários da Mosaic. Essa corrente de solidariedade formada pelos funcionários permitiu somar forças junto a tantas outras empresas e pessoas físicas em prol daquela população que ainda necessita de grande auxílio”, explica Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic.
Doações e congelamento de preço
O Carrefour congelou os preços de todos os seus produtos até o dia 31 de maio nas lojas do Rio Grande do Sul – Carrefour, Atacadão, Sam’s Club e Nacional.
A XP, empresa fundada em Porto Alegre, se uniu ao movimento União BR, para pedir doações em benefício dos atingidos pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Enquanqo isso, o Mercado Livre, junto com o seu banco digital Mercado Pago, doou diretamente R$ 1 milhão para a ONG Ação da Cidadania.
A AMBEV trocou sua linha de produção para envasar água, e muitas outras empresas seguiram a mesma linha. O que mostra que tanto o poder público como o governo se uniram para ajudar, mas o impacto dessa ajuda ainda não foi o suficiente pra reconstruir a vida de toda essa população e produção atingidas pela água. A entrega de máquinas agrícolas é um etapa nessa longa lista de necessidades do setor no estado.
Com o objetivo de conhecer os benefícios que as hortas sensoriais acessíveis proporcionam aos estudantes de escolas municipais de Uberaba, integrantes da liderança da Mosaic responsáveis pelo investimento social visitaram o colégio Arthur de Mello Teixeira, em Uberaba (MG), na quarta-feira (20).
Desenvolvido pelo Programa Horta Educa, do Instituto Mosaic, o projeto beneficia cerca de 10 mil alunos da rede pública da cidade, com ações focadas na educação nutricional e inclusão de alunos com deficiência.
“As hortas materializam a nossa missão primordial de contribuir para a produção de alimentos de qualidade. Com este projeto focamos em estudantes em situação de vulnerabilidade, contribuindo para o crescimento, desenvolvimento e nutrição das crianças ao incluir esses alimentos à merenda escolar. Além disso, é possível promover educação multidisciplinar por meio de um ambiente adaptado para acolher pessoas com deficiência”, afirma Adriana Alencar, vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Mosaic Fertilizantes.
Divulgação – Mosaic
Estrutura das hortas
Em novembro do ano passado, a companhia entregou hortas escolares em Uberaba, além de formações pedagógicas para outras escolas da rede pública beneficiadas. As estruturas contam com canteiros com ervas medicinais e hortaliças, árvores frutíferas, espaço para composteira, bancos e lousa, compondo um espaço de sala de aula ao ar livre. As culturas estão distribuídas de forma a promover experiências e aguçar os sentidos – estímulos gustativo, olfativo, tátil, visual e auditivo.
Objetivos das hortas sensoriais
Um dos principais objetivos das hortas sensoriais é promover educação alimentar, oferecendo aos alunos a oportunidade de colocar em prática os aprendizados adquiridos em sala de aula.
O espaço pode ser utilizado por professores de qualquer disciplina, tornando-se ferramenta importante no ensino.
E o melhor de tudo é que os alimentos produzidos nas hortas complementam a merenda escolar.
A infraestrutura é totalmente adaptada e acessível, com canteiros de diferentes alturas e espaço de circulação para manobra de cadeiras de rodas.
O projeto contempla ainda recursos de acessibilidade, como mapa tátil, especificando as culturas e a localização dos canteiros na horta; piso tátil drenante para fácil locomoção; placas de tipografia adequada, fonte ampliada e conteúdo em Braile.
Divulgação – Mosaic
Resultados positivos
Onde o projeto já foi implementado é possível perceber resultados positivos de inclusão e acolhimento, especialmente de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e melhora do comportamento de alunos em geral.
A partir da iniciativa foram criados grupos de alunos denominados Amigos da Horta, responsáveis pelos cuidados com o espaço.”Ações como esta têm como objetivo beneficiar a comunidade próxima às nossas operações, gerando maior impacto positivo. Essas hortas são capazes de promover educação alimentar, qualidade no aprendizado dos alunos e inclusão de crianças com deficiência”, explica Adriana.
O programa Horta Educa foi responsável pela entrega, desde à implantação, de 49 hortas escolares, além de três viveiros de mudas, em Goiás, Minas Gerais e Sergipe, estados em que a Mosaic Fertilizantes opera.
As hortas fazem parte das ações estratégicas de combate a insegurança alimentar, coordenadas pelo Instituto Mosaic, e propõem uma experiência educativa e nutricional de valorização da alimentação saudável e sustentável.