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  • Mapa e Sebrae ampliam apoio a micro e pequenas empresas do agro

    Mapa e Sebrae ampliam apoio a micro e pequenas empresas do agro

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou nesta quinta-feira (5), em Cuiabá (MT), a parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Sebrae como ferramenta essencial para fortalecer micro e pequenos negócios do agronegócio brasileiro. A declaração ocorreu durante a cerimônia do Prêmio Fampe 2025 (Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas). O prêmio reconhece ações de apoio ao empreendedorismo rural.

    Foto: Caroline De Vita / Mapa

    Fávaro ressaltou que o Mapa e o Sebrae têm atuado de forma integrada para impulsionar a agroindústria e abrir novos mercados. Segundo o ministro, iniciativas voltadas à defesa sanitária e à ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi) vêm garantindo aos pequenos produtores a possibilidade de vender seus produtos em todo o país.

    “O Sisbi garante qualidade e segurança alimentar. Permitindo que um pequeno produtor de Várzea Grande comercialize seu queijo em Cuiabá e em qualquer parte do Brasil”, afirmou Fávaro. Ele destacou que o sistema vem crescendo rapidamente. Em poucos anos, passou de pouco mais de 300 municípios para quase 1.700 adesões durante o governo Lula. “Esse avanço transforma a vida nas pequenas propriedades, gera escala e aumenta a renda dos produtores”, completou.

    O presidente do Sebrae, Décio Lima, também reforçou a importância da parceria. “A atuação conjunta com o Mapa ajudou o Sebrae a alcançar mais de 93 milhões de negócios em um modelo de economia globalizada, com a abertura de 540 novos mercados para o agro brasileiro”, disse.

    Visita a empreendimentos locais

    Ainda em Mato Grosso, Fávaro visitou empreendimentos apoiados pelo programa Acredita Sebrae, que incentiva pequenos negócios com crédito e capacitação. O ministro esteve em uma sorveteria em Várzea Grande, em uma academia no bairro Morada da Serra e na Cooperativa Alternativa de Catadores, Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente (Coorepa), no bairro Pedra 90, em Cuiabá.

    Foto: Caroline De Vita / Mapa
  • Pará busca novos mercados e apoio federal para fortalecer o agronegócio

    Pará busca novos mercados e apoio federal para fortalecer o agronegócio

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se nesta quarta-feira (11), em Brasília, com o governador do Pará, Helder Barbalho, e lideranças do setor agropecuário para discutir medidas de fortalecimento das cadeias produtivas do cacau, da carne bovina e do óleo de palma. O encontro ocorreu na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e teve como foco principal impulsionar o desenvolvimento do agro paraense e ampliar o acesso a novos mercados.

    Durante a reunião, Fávaro e Barbalho dialogaram com associações cacaueiras sobre a importação de grãos da Costa do Marfim e sobre a Instrução Normativa nº 125/2021, que regula o setor. O ministro reforçou que o governo federal busca soluções para garantir a viabilidade econômica da cultura, equilibrar o mercado e proteger os produtores brasileiros.

    “O cacau envolve milhares de famílias e tem forte impacto social. Nosso compromisso é assegurar condições justas de produção e comércio, sempre respeitando os padrões sanitários que garantem a reputação do Brasil como fornecedor seguro”, destacou Fávaro.

    Ele acrescentou que uma comitiva do Mapa finaliza missão técnica na Costa do Marfim para verificar as condições sanitárias das plantações locais. Helder Barbalho defendeu medidas que mantenham o equilíbrio da balança comercial e assegurem o sustento dos produtores paraenses diante da queda dos preços.

    Expansão para o mercado de carne bovina

    O encontro também abordou estratégias para ampliar os mercados internacionais da carne bovina do Pará. Fávaro ressaltou que a abertura de novos destinos é uma prioridade do governo. “O trabalho de habilitar plantas industriais e conquistar mercados está gerando resultados reais. O Pará tem potencial para se destacar ainda mais nas exportações de proteína animal”, afirmou.

    Helder Barbalho complementou que o avanço do estado no comércio exterior estimula práticas mais sustentáveis e aumenta a rentabilidade dos produtores. “A valorização internacional incentiva boas práticas ambientais e melhora a renda do campo”, disse.

    O Pará possui o segundo maior rebanho bovino do Brasil, com 23,4 milhões de cabeças distribuídas em 143 mil propriedades. Em 2025, o estado registrou produção superior a 1,8 milhão de toneladas de carne, sendo 304 mil destinadas ao mercado interno e 222 mil à exportação.

    Valorização do óleo de palma nacional

    Na última etapa da agenda, Fávaro e Barbalho se reuniram com representantes da cadeia produtiva da palma. O setor apresentou dados que mostram o crescimento da produção nacional e solicitou a manutenção das atuais taxas de importação.

    O ministro informou que o tema será analisado em reunião extraordinária da Gecex/Camex, onde serão considerados dados técnicos e o posicionamento dos estados e entidades. “O objetivo é adotar uma política de importação que fortaleça o mercado interno e garanta competitividade aos produtores brasileiros de palma”, concluiu Fávaro.

  • Agronegócio representa quase 50% de exportações do Brasil

    Agronegócio representa quase 50% de exportações do Brasil

    As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram a marca histórica de US$ 164,4 bilhões em 2024, consolidando o segundo maior valor da série histórica. Esse montante representou 49% das exportações totais do Brasil e destaca a resiliência do setor, mesmo diante da retração dos preços internacionais de algumas commodities.

    Apesar da redução nas vendas do complexo soja e de cereais, resultante de uma safra menor e preços internacionais mais baixos, o agronegócio brasileiro compensou essa queda com um aumento nas exportações de setores tradicionais. As carnes tiveram um crescimento significativo, com aumento de 11,4% nas exportações, enquanto o complexo sucroalcooleiro cresceu 13,3%. Produtos florestais e café também se destacaram, com aumentos de 21,2% e 52,6%, respectivamente. Outros segmentos, como fibras têxteis, sucos, cacau e produtos hortícolas, também registraram crescimento expressivo.

    Em 2024, diferentes setores do agronegócio apresentaram recordes em suas exportações, reafirmando a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais de alimentos, fibras e energia. Entre os produtos que se destacaram estão açúcar, café, algodão, carne suína, carne bovina, carne de aves, celulose e suco de laranja. Produtos menos tradicionais na pauta exportadora também mostraram crescimento, incluindo limões e limas, chocolate e preparações alimentícias de cacau.

    Principais destinos das exportações

    A China manteve sua posição como o principal destino das exportações brasileiras, totalizando US$ 49,7 bilhões. A União Europeia ficou em segundo lugar com US$ 23,2 bilhões e os Estados Unidos em terceiro com US$ 12,1 bilhões. Mercados emergentes na África (+24,4%) e no Oriente Médio (+20,4%) também ganharam relevância devido à retomada das relações diplomáticas e ações de promoção comercial.

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    Os números refletem os esforços do governo brasileiro para diversificar tanto os produtos exportados quanto os destinos. O ano de 2024 apresentou recordes para diversos produtos nos quais o Brasil ampliou sua participação no mercado internacional. Essa expansão é resultado das novas oportunidades geradas por um número recorde de aberturas e ampliações de mercados. Além disso, houve um aumento significativo nas ações de promoção comercial dos produtos brasileiros no exterior.

    O crescimento da produção permitiu ao Brasil aumentar a oferta no mercado interno e gerar excedentes para exportação. Essa dinâmica traz receitas cambiais significativas e contribui para a geração de empregos especialmente nas regiões rurais do país.

    Protagonismo do setor

    Segundo Luís Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais, “o setor manteve seu protagonismo ao representar metade das exportações totais do país. Os resultados concretos demonstram o empenho do governo e do setor privado para uma maior inserção internacional por meio da diversificação”.

    O ministro Carlos Fávaro destacou que as perspectivas para 2025 são otimistas. “Esperamos recordes de safra e produção em diversos produtos do agronegócio. A manutenção dos esforços para abertura e ampliação de mercados junto com ações substanciais de promoção comercial realizadas em parceria com a Apex Brasil e o Ministério das Relações Exteriores apontam para novos recordes em volume e valor no próximo ano.”

    Com a projeção de uma safra recorde em 2025 e o fortalecimento das ações comerciais no exterior, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) vê um futuro promissor para o agronegócio brasileiro. O setor reafirma seu papel fundamental como pilar da economia nacional e na segurança alimentar global.

  • Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas começa hoje

    Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas começa hoje

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) promovem o Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas. O evento começa hoje e vai até  29 de novembro no Hotel Royal Tulip, em Brasília.

    O evento contará com mais de 500 reuniões. E tem como objetivo fortalecer as relações entre instituições governamentais, adidos agrícolas e setores produtivos de alimentos e bebidas. E visa aumentar as exportações brasileiras e facilitar o acesso a mercados internacionais.

    A cerimônia de abertura está marcada para hoje, segunda-feira (25), às 17h, com a presença de autoridades como o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Carlos Fávaro. O encontro reunirá 40 adidos agrícolas brasileiros, representantes dos Escritórios da ApexBrasil e entidades do agronegócio, todos focados em ampliar as exportações.

    ExportaAgro

    Um dos destaques do evento será o lançamento do programa ExportaAgro. O programa oferecerá um calendário unificado com mais de 40 ações internacionais voltadas para o setor agropecuário. O programa reunirá eventos organizados pela ApexBrasil e pelos ministérios envolvidos, disponibilizando quase duas mil vagas para empresas e cooperativas.

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    Além disso, o encontro contará com a participação dos adidos recém-designados para 11 novas adidâncias agrícolas que serão inauguradas ainda este ano em países como Argélia, Bangladesh e Emirados Árabes Unidos. Com a gestão do ministro Carlos Fávaro, o Brasil já abriu 277 novos mercados, sendo 200 apenas em 2024. As novas adidâncias têm como objetivo identificar oportunidades e desafios no comércio internacional.

    O Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas promete ser uma plataforma importante para discutir práticas sustentáveis na agropecuária brasileira. E, além disso, fortalecer laços comerciais com outros países.