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  • Cientista brasileira premiada reforça papel dos biológicos no agro

    Cientista brasileira premiada reforça papel dos biológicos no agro

    A pesquisadora Mariangela Hungria, da Embrapa Soja, foi laureada em 2025 com o Prêmio Mundial de Alimentação (World Food Prize), conhecido como o “Nobel da Agricultura”, foi idealizado por Norman E. Borlaug. Referência mundial em fixação biológica do nitrogênio.  Após a realização de sua palestra, “Bioinsumos para a promoção de crescimento e nutrição”, no painel sobre  Bioinsumos na cultura da soja, durante o X CBSoja, na tarde de terça-feira, 23, ela concedeu uma entrevista coletiva aos jornalistas presentes no evento. Acompanhe os principais momentos.

    Como a senhora recebeu o reconhecimento da World Food Prize Foundation?

    Vejo como um prêmio a uma vida dedicada à pesquisa. Fui eleita por um comitê internacional que avalia indicações do mundo todo. Imagino que minha persistência tenha contado: comecei a trabalhar com biológicos quando só se falava em adubação química. Nunca desisti, mesmo quando diziam que era perda de tempo. Hoje, colhemos os frutos.

    A senhora costuma falar em “micro revolução verde”. O que isso significa?

    É uma contraposição à Revolução Verde tradicional, baseada em químicos pesados. A nossa é com micro-organismos, algo mais sustentável e adaptado ao Brasil tropical. Comecei nos anos 70, com muita resistência. Hoje, 85% da soja usa inoculantes. Isso mostra que valeu a pena acreditar.

    A trajetória na Embrapa foi decisiva?

    Totalmente. Tive grandes mentores e, quando vim para Londrina, pude montar meu laboratório e fazer ciência com liberdade. Isso me deu autonomia para perseguir resultados de alta produtividade. A meta sempre foi pensar grande: se funciona pro grande, vai funcionar pro pequeno também.

    Esse modelo brasileiro pode ser exportado?

    Já é. Trabalhei por dez anos num projeto com a África Subsaariana. A realidade tropical aproxima muito o Brasil e o continente africano. Fizemos testes e os resultados foram semelhantes. Com transferência de tecnologia, podemos acelerar o desenvolvimento agrícola de lá.

    A pesquisa brasileira em fixação biológica reduziu a dependência externa?

    Com certeza. Só na última safra, economizamos quase 27 bilhões de dólares com nitrogênio que não precisamos importar. Sem nossas bactérias, seria inviável produzir soja nesse nível. E isso vem de 70 anos de pesquisa ininterrupta. Não pode parar.

    Quais os principais desafios atuais?

    Estamos enfrentando temperaturas altíssimas no solo, como em áreas do MATOPIBA. Isso afeta as bactérias. Já estamos estudando novas formulações e protetores. A pesquisa precisa ser contínua, porque os desafios mudam o tempo todo.

    Foto: Agro Em Campo/ Pedro H. Lopes

    O Brasil está preparado para expandir o uso de biológicos?

    O conhecimento está pronto. Mas o acesso ainda é concentrado no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No Norte e Nordeste, falta distribuição. Estamos firmando parcerias, como com a Copadap, para garantir que os pequenos agricultores também recebam esses produtos.

    O que impede que tecnologias prontas saiam das gavetas?

    Muitas vezes, a indústria não vê viabilidade econômica. Temos produtos excelentes para culturas como morango, mas que são ignorados. Falta investimento, vontade política e também conhecimento sobre como transformar pesquisa em produto. Precisamos de apoio nessa ponte.

    Existe preconceito contra os biológicos?

    Sim, especialmente pelo marketing agressivo dos químicos. Tem gente que ainda recomenda 30 kg de nitrogênio para a soja — o que não é necessário. Também precisamos combater o uso indiscriminado de biológicos. Cada solo tem uma necessidade específica. Biológicos não são “tudo junto agora”.

    É seguro produzir o próprio biológico na fazenda?

    Só se houver controle de qualidade. Há casos de contaminação com patógenos humanos. É preciso estrutura, pessoas treinadas e boas práticas. Talvez associações ou cooperativas possam viabilizar isso, mas não é simples. A Embrapa não vende, mas orienta quem quer fazer direito.

    E na próxima safra, os biológicos ganham ainda mais espaço?

    Sim. O uso de inoculantes e tecnologias biológicas tende a crescer fortemente na safra 2025/26. Já vemos um movimento firme nesse sentido, e ele se intensificou com a crise de fertilizantes provocada pela pandemia e pela guerra. Muitos produtores perceberam o valor dos biológicos na prática. Ainda há espaço para ampliação, principalmente no Norte e Nordeste, onde o acesso é mais difícil. Mas, com a estruturação de parcerias e uma distribuição mais democrática, a expectativa é de crescimento sólido. Como dissemos, o conhecimento está pronto — só falta ele chegar a todos os agricultores.

    Conheça a trajetória de Mariangela Hungria

    Mariangela Hungria é engenheira agrônoma formada pela Esalq/USP, com mestrado em Solos e Nutrição de Plantas pela mesma instituição, doutorado em Ciência do Solo pela UFRRJ e pós-doutorado por três universidades de renome: Cornell University, University of California-Davis e Universidade de Sevilla.

    Pesquisadora da Embrapa desde 1982, iniciou sua carreira na unidade Agrobiologia, em Seropédica (RJ), e desde 1991 atua na Embrapa Soja, em Londrina (PR). Ao longo das décadas, se consolidou como uma das principais referências em microbiologia agrícola, com foco especial em fixação biológica de nitrogênio.

    Foi reconhecida entre os 100 mil cientistas mais influentes do mundo, segundo levantamento da Universidade de Stanford (EUA) em 2020. Em 2022 e 2025, liderou o ranking brasileiro nas áreas de Fitotecnia e Agronomia, segundo o site Research.com, especializado em avaliação de impacto acadêmico.

    Entre os diversos prêmios recebidos, destacam-se homenagens da Frente Parlamentar da Agropecuária, da Fundação Bunge, do Lenovo-Academia Mundial de Ciências e o Prêmio Frederico Menezes. Em 2025, foi agraciada com o Prêmio Mulheres e Ciência, concedido pelo CNPq em parceria com o Ministério das Mulheres, o British Council e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe.

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  • Presidente do CBSoja aponta rumos e inovação para o setor da soja

    Presidente do CBSoja aponta rumos e inovação para o setor da soja

    A soja completa 100 anos de cultivo no Brasil em um momento decisivo para o agro. Mais do que celebrar a trajetória da cultura que transformou o país em potência agrícola, o 10º Congresso Brasileiro de Soja e o Mercosoja discutem caminhos para manter o protagonismo do setor nos próximos anos. À frente do evento, o pesquisador A da Embrapa Soja – Sementes e Grãos e presidente do congresso, Fernando Henning, defende que o agricultor é um empresário que precisa gerar lucro com sustentabilidade e estar preparado para desafios climáticos, políticos e tecnológicos. Nesta entrevista ao portal Agro Em Campo, Henning fala sobre os principais debates do congresso, a presença internacional, os avanços em biotecnologia e a importância da formação técnica na base da cadeia.

    Qual é o principal objetivo do Congresso?

    Esse é o maior evento técnico-científico da cadeia da soja, uma das grandes alavancas do agro brasileiro. Nosso tema, “100 anos de soja: pilares do amanhã”, foi escolhido para refletir tudo o que construímos no passado e o que estamos fazendo para garantir um futuro sustentável. Conseguimos adaptar a soja ao ambiente tropical com muito sucesso — isso não pode ser esquecido.

    Quem participa do evento?

    O congresso é para todos: produtor rural, assistência técnica, revendas, grandes empresas, pesquisadores públicos e privados, estudantes. É um fórum onde quem já está no agro se encontra com quem está chegando agora. Essa troca de experiências é essencial.

    Quais os principais desafios da cadeia hoje?

    Temos dificuldades a cada safra, mas é preciso antecipar novos desafios. Nem toda resposta da pesquisa vem de uma safra pra outra. Precisamos trabalhar com tempo, prever cenários e propor soluções baseadas em ciência e tecnologia.

    Fernando Henning –
    Pesquisador Embrapa Soja- Sementes e Grãos e Presidente do 10º Congresso Brasileiro  de Soja e Mercosoja – Foto: Agro Em Campo/ Pedro H. Lopes

    Sustentabilidade foi destaque já no primeiro dia. Por quê?

    A soja brasileira é constantemente questionada lá fora, principalmente quanto à sustentabilidade. E neste ano, teremos a COP 30 no Brasil. Por isso, começamos o congresso mostrando dados concretos de que é possível produzir com responsabilidade ambiental e rentabilidade. Sustentabilidade também significa lucro. O agricultor é um empresário.

    Quais soluções estão sendo debatidas nesse contexto?

    Temos temas como soja de baixo carbono, que se conecta com o plantio direto — um sistema em que o Brasil é referência global. Outro destaque é o novo ZARC, com níveis de manejo. Essa ferramenta ajuda o produtor a entender melhor os riscos climáticos e a escolher a melhor estratégia antes de ir ao banco buscar crédito ou seguro.

    O evento também aborda fitossanidade e qualidade de sementes?

    Sim. A Embrapa tem como missão garantir práticas sustentáveis também no manejo de doenças, pragas e plantas daninhas. Os ensaios de rede orientam o produtor na escolha dos produtos. E falamos muito sobre semente de qualidade, algo que impacta diretamente toda a cadeia. Ainda temos problemas com pirataria, mas mostramos o quanto uma semente legal, de alta qualidade, agrega valor ao grão.

    Qual a relação entre isso e o mercado internacional, como a China?

    A China é nosso principal comprador. Se começarmos com semente boa, temos mais chance de entregar um grão com padrão superior. Essa conexão é clara. Também trouxemos especialistas para discutir a diplomacia do agro, algo fundamental diante da instabilidade geopolítica atual. Produzir é importante, mas entender o cenário internacional é essencial.

    O agricultor brasileiro está preparado para lidar com essa complexidade?

    Sim. O nível técnico está mais alto a cada ano. O produtor busca informações, participa de fóruns como este. E não é só ele. O CBSoja também é um espaço para quem está chegando. Temos a Sessão Pôster, com mais de 320 trabalhos de universidades e centros de pesquisa. Isso pode virar uma nova solução no campo.

    Há também um workshop com visão de futuro. Do que se trata?

    O Workshop Internacional discute os próximos dez anos em genética, melhoramento e biotecnologia. É uma visão conjunta de Brasil, Argentina, Estados Unidos, Canadá e China. Também falamos sobre a lei de cultivares, edição gênica e medidas contra a pirataria. Queremos mostrar que o agro do futuro está sendo construído agora.

    Como se dá a troca de experiências entre os participantes?

    Temos um momento chamado Mãos à Obra, com cinco cases desafiadores do mercado. O objetivo é promover discussões olho no olho, em sala, com interação direta. O Congresso é isso: compartilhar, aprender, evoluir. Sabemos quem são os concorrentes, mas aqui somos parceiros.

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  • Bayer apresenta novidades no 10º Congresso Brasileiro de Soja

    Bayer apresenta novidades no 10º Congresso Brasileiro de Soja

    A Bayer apresentou, durante o 10º Congresso Brasileiro de Soja Mercosoja 2025, realizado em Campinas (SP), quatro novas tecnologias voltadas à cultura da soja. Os lançamentos abrangem diferentes frentes do manejo da lavoura: tratamento de sementes, herbicidas, inseticidas e fungicidas.  O evento é promovido a cada três anos pela Embrapa Soja e reúne representantes de todos os setores da cadeia produtiva. Esta edição celebra os 100 anos de plantio de soja no Brasil e os 50 anos da Embrapa Soja, centro de pesquisa que se tornou referência mundial na tropicalização da cultura.

    “A Bayer é a empresa do agronegócio que mais investe em pesquisa e desenvolvimento no mundo. Por esse motivo, nós temos uma série de inovações que são lançadas todos os anos”, afirmou Guilherme Hungueria, gerente de cultivos da empresa.

    Evergol: proteção desde o tratamento da semente

    Entre os destaques do portfólio está o Evergol, novo fungicida à base de carboxamida, indicado para o tratamento de sementes. Segundo Hungueria, a proposta é garantir que doenças e pragas iniciais não afetem a produção.

    “É uma carboxamida que transloca muito bem na planta, é muito sistêmica, isso faz com que ela tenha um residual muito positivo e dure por mais tempo no controle das doenças”, explicou.

    A inovação chega para somar ao novo conceito lançado pela empresa para o tratamento de sementes (TS), com os pacotes Guardião e Guardião+, voltados à proteção da semente e da plântula até 30 dias após a semeadura.

    Convintro Duo: ação pré-emergente contra ervas daninhas

    Outra frente abordada pela Bayer é o manejo de plantas daninhas, com o lançamento do herbicida Convintro Duo. “No momento do plantio, o agricultor faz um preparo em pré-emergência da cultura da soja. Ele vai aplicar um inseticida antes mesmo da soja nascer, pra garantir que as plantas daninhas que ainda não nasceram, não nasçam”, explicou o gerente.

    Guilherme Hungueria, Gerente de Cultivos Bayer – Foto: Agro Em Campo/ Pedro H. Lopes

    Segundo ele, o Convintro Duo combina dois ativos inéditos para a cultura da soja: Metribuzim e Diflufenicam, que garantem proteção prolongada sem afetar o desenvolvimento da cultura.

    “Hoje, no Brasil, mais de 60% da área de soja já tem a presença de ervas daninhas resistentes aos herbicidas. Novos produtos são importantes nesse sentido.”

    Inseticida contra mosca-branca chega em pré-lançamento

    Entre os lançamentos que ainda estão em fase de pré-registro, o destaque é o Plenexus Care, inseticida indicado para o controle da mosca-branca, praga que tem ganhado força nas últimas safras.

    “Ele transloca tanto via xilema quanto via floema. Isso é importante porque, quando uma folha nova de soja nasce, e o produto ainda está ativo na planta, aquela folha que não recebeu a aplicação também vai estar protegida”, explicou Hungueria. “Isso garante uma proteção por mais tempo para uma praga que é tão importante como a mosca-branca.”

    O produto é considerado de alta sistemicidade e está sendo lançado globalmente. No Brasil, chega como pré-lançamento nesta safra, com previsão de registro completo no ano seguinte.

    Fox Ultra: novo membro da família campeã de fungicidas

    Fechando o pacote de novidades, a Bayer apresentou o Fox Ultra, um fungicida que integra a família Fox, líder de mercado há mais de uma década. A nova formulação reúne três moléculas — protioconazol, impirfluxam e trifloxistrobina — e tecnologia Leafshield, que melhora a aderência e a absorção na planta.

    “O Fox Ultra já vem credenciado como produto vencedor de todas as categorias que ele participou na rede da Embrapa”, ressaltou Hungueria. “A gente fica muito satisfeito de trazer o produto nesse momento em que ele ganhou todas as categorias aí que ele competiu na rede.”

    Equipe Bayer durante o 10º CBSoja – Foto: Agro Em Campo/ Pedro H. Lopes

    O foco principal são as doenças mais críticas da soja: ferrugem, mancha-alvo e podridão.

    Compromisso com inovação e com o produtor

    A Bayer reforçou ainda sua estratégia de atuação colaborativa. Para Hungueria, o congresso é uma oportunidade de mostrar soluções, mas também de aprendizado e escuta.

    “Esse evento é o momento em que a gente se conecta com diversos elos da cadeia pra falar sobre o trabalho que a gente faz e para ouvir o trabalho que essas pessoas também fazem. Porque nós somos uma empresa extremamente colaborativa, que quer chegar no resultado, no agricultor.”

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  • CBSoja e Mercosoja 2025 começam com debates e inovação

    CBSoja e Mercosoja 2025 começam com debates e inovação

    A partir de hoje, 21 de julho, o Centro de Exposições Dom Pedro, em Campinas (SP), sedia a solenidade de abertura do X Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) e do Mercosoja 2025. O evento contará com a presença de autoridades como os dirigentes da Embrapa e representantes do Ministério da Agricultura. A primeira conferência temática abordará “Soja no Mercosul, um século depois”, com pesquisadores como Romeu Afonso de Souza Kiihl, Tuneo Sediyama, Rodolfo Rossi e Gerardo Bartolomé, sob mediação do jornalista Giovani Ferreira.

    Conferências e painéis de alto nível técnico

    A programação continua amanhã (22), a partir das 8h30, com a conferência “A geopolítica da cultura da soja”, apresentada por Guilherme Bastos (FGV). Em seguida, ocorrem três painéis simultâneos:

    • Soja e mudanças climáticas: discutindo o papel do Brasil na COP30, emissões de GEE, agricultura regenerativa, moderado por Carina Gomes Rufino (Embrapa).

    • Irrigação na produção: abordando outorga de água, sustentabilidade e automação — conduzido por Fernando Campos Mendonça (ESALQ/USP).

    • Qualidade da semente: com debates sobre controle, melhoramento e impacto na produtividade, moderado por Francisco Krzyzanowsky (Embrapa).

    Novas tecnologias e logística internacional

    À tarde, das 14h às 16h, outros três painéis analisam temas estratégicos:

    • Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc NM), com José Renato Bouças Farias (Embrapa).

    • Tecnologia de aplicação aérea (drones e aviões), mediado por Fernando Adegas (Embrapa).

    • Soja para biocombustíveis, debatendo uso na produção de biodiesel e SAF, riscos de uso da terra e fatores econômicos — moderação de Priscila Sabaini (Embrapa Meio Ambiente).

    Na Arena de Inovação (16h–17h), ocorrem palestras sobre Inovação e Mercado e o uso de Inteligência Artificial e Imagens Espectrais para Avaliação de Sementes e Grãos.

    Desafios logísticos para exportação no Mercosul

    O dia termina com painel que examina os obstáculos à exportação de soja na América Latina — desde o uso de hidrovias até infraestrutura de armazenagem — liderado por Marcelo Alvares de Oliveira (Embrapa).

    Marcos e novidades da edição comemorativa

    Em comemoração aos 50 anos da Embrapa Soja, a edição temática 2025 enfatiza “100 anos de soja no Brasil: pilares para o amanhã”. O fórum técnico-científico da cadeia da soja, com cerca de 2 mil participantes, apresentará quatro conferências. Serão 15 painéis e mais de 50 palestras, incluindo espaço hands-on chamado Mãos à Obra, com foco em cinco temas: fertilidade do solo, manejo de nematoides, plantas daninhas, bioinsumos e desenvolvimento radicular. Ainda, haverá o workshop internacional Soybean2035: A decadal vision for soybean biotechnology, com especialistas da China, EUA, Canadá e Brasil.

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