Tag: mercado externo

  • Dia D do campo: Como o acordo Mercosul-UE muda o preço da sua safra hoje

    Dia D do campo: Como o acordo Mercosul-UE muda o preço da sua safra hoje

    Demorou exatos 26 anos, mas a espera acabou nesta sexta-feira. O acordo entre o Mercosul e a União Europeia finalmente saiu do papel e entrou em vigor, marcando o início de uma nova era para quem vive da terra no Brasil. Para o produtor rural, isso não é apenas uma notícia de política internacional; é uma mudança drástica na competitividade do produto brasileiro lá fora. A partir de agora, o jogo das exportações ganha novos componentes, com a queda gradual de tarifas que antes travavam o crescimento de setores estratégicos como a pecuária e a fruticultura.

    O fim das barreiras que sufocavam o lucro

    Muitos setores do agro brasileiro operavam com margens apertadas na Europa devido às altas taxas alfandegárias. Com a entrada em vigor do tratado, produtos como o café solúvel, sucos de frutas e carnes terão um alívio tributário progressivo. Além disso, o acesso a máquinas e tecnologias agrícolas fabricadas no velho continente deve ficar mais barato, facilitando a modernização de quem está no campo. Assim, o custo de produção pode cair enquanto a rentabilidade na ponta da venda tende a subir.

    O desafio das novas exigências ambientais

    Nem tudo é facilidade nessa nova rota comercial. A Europa é conhecida por ser um dos mercados mais exigentes do mundo em termos de sustentabilidade e rastreabilidade. “O acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta sexta-feira após 26 anos, mas traz consigo o desafio de provar a origem verde da nossa produção”, afirmam especialistas do setor. No entanto, o agro brasileiro já vem se preparando para isso com tecnologias de monitoramento que poucos países possuem. O risco agora não é a falta de mercado, mas a necessidade de manter uma gestão impecável para não cair em barreiras não-tarifárias disfarçadas de normas ecológicas.

    A partir daí, o Brasil vira o centro do tabuleiro

    Com a entrada em vigor das novas regras, o Brasil consolida sua posição como o fornecedor de alimentos preferencial do bloco europeu. Em contraste com os produtores locais da Europa, que possuem custos de produção elevadíssimos, a eficiência brasileira ganha um fôlego extra sem as amarras dos impostos de importação. Por outro lado, essa proximidade exige que as associações de classe e o governo trabalhem juntos para garantir que os interesses do pequeno e médio produtor sejam protegidos contra flutuações bruscas de oferta.

    A consequência imediata dessa abertura será uma movimentação intensa nos portos e uma readequação dos contratos futuros. O produtor precisa ficar atento às novas cotas de exportação de carne bovina e frango, que serão ampliadas gradualmente ao longo dos próximos anos. Além disso, a entrada de fertilizantes e defensivos europeus com menores taxas pode dar um respiro no custo de insumos da próxima safra.

  • Safra de noz-pecã 2026 deve crescer e chegar a 7 mil toneladas no Brasil

    Safra de noz-pecã 2026 deve crescer e chegar a 7 mil toneladas no Brasil

    A safra brasileira de noz-pecã em 2026 caminha para uma recuperação expressiva. A expectativa do setor é colher entre 6,5 mil e 7 mil toneladas, impulsionada pela alta carga de frutos e pela maturação de novos pomares. O volume representa um salto significativo em relação à safra intermediária de 2025, que ainda sentiu os impactos das enchentes do ano anterior.

    Claiton Wallauer, presidente da IBPecan. Foto: Rejane Costa /AgroEffective Divulgação

    De acordo com o Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), a produção deve se equiparar à de 2023, quando o setor colheu perto de 7 mil toneladas. “Há possibilidade de superarmos esse número”, afirma Claiton Wallauer, presidente da entidade.

    Mercado externo segura preços

    Apesar do aumento da oferta interna, a expectativa é de que os preços se mantenham estáveis, especialmente para as nozes de qualidade superior. O cenário internacional positivo funciona como um colchão para o mercado.

    “Nos últimos três anos, empresas e investidores de olho na exportação aqueceram o setor. O preço de referência da noz norte-americana está num patamar interessante, e Estados Unidos e México não formaram estoques significativos”, explica Wallauer. Essa dinâmica, segundo ele, reduz a volatilidade interna. “Com novos canais de venda, o preço não sofre quedas bruscas como em outras safras cheias”, completa.

    Chuva em excesso acende alerta fitossanitário

    O otimismo com a produção, no entanto, vem acompanhado de cautela. O coordenador técnico do IBPecan, Jaceguáy Barros, alerta para o comportamento climático atípico. Desde a primavera, os volumes de chuva superam a média histórica. Em dezembro, o acumulado chegou a 240 milímetros, repetindo o padrão em janeiro, com 236 milímetros.

    A combinação de alta umidade e calor aumenta a incidência de doenças. “Essas chuvas com temperaturas elevadas causam uma pressão muito grande. Nos últimos dias, observamos pomares com antracnose e queda de frutos”, relata Barros.

    Desafios operacionais e manejo

    Além do clima, o crescimento dos pomares impõe novos desafios. Com árvores de grande porte, a pulverização fitossanitária se torna mais complexa. “Precisamos de equipamentos mais potentes para uma cobertura adequada, e muitos produtores ainda enfrentam limitações”, pontua o coordenador.

    A previsão do tempo para os próximos meses adiciona mais uma camada de preocupação. Após um curto período de trégua no início de fevereiro, uma frente fria deve trazer novos volumes de chuva. A tendência para março e abril é de manutenção de chuvas irregulares, porém acima da média.

    Nesse cenário, o manejo da irrigação exige vigilância. “Quando chove entre 25 e 30 milímetros, o produtor pode suspender a irrigação por um ou dois dias, mas precisa retomá-la rapidamente para não comprometer o enchimento dos frutos”, orienta Barros.

    Por fim, a colheita surge como etapa decisiva. A janela para recolher os frutos do solo é curta, exigindo mão de obra e equipamentos eficientes para evitar perdas e garantir a qualidade final do produto. Apesar dos alertas, Barros reforça o potencial da safra: “A carga de frutos é elevada e os novos pomares em fase produtiva reforçam a expectativa de crescimento da oferta nacional”.

  • Preço do suíno despenca com demanda fraca

    Preço do suíno despenca com demanda fraca

    O preço do suíno vivo caiu com força em janeiro. Os dados do Cepea confirmam o recuo nas cotações. O mercado vinha de estabilidade no último trimestre. A demanda menor pressionou os valores para baixo.

    O enfraquecimento ocorreu no mercado interno e externo. Os pesquisadores observam que janeiro costuma ter menor consumo. Os gastos maiores do início do ano reduzem compras. Neste ano, a procura internacional também diminuiu. A retração externa reforçou a queda nos preços.

    Os números da Secex mostram redução nos embarques. Janeiro registrou média diária de 4,9 mil toneladas.
    Em dezembro, o volume chegou a 5,4 mil toneladas. Do lado da oferta, o ritmo pouco mudou. Os abates seguiram semelhantes aos de dezembro. A produção estável encontrou uma demanda retraída. Esse cenário gerou desequilíbrio entre oferta e procura. Como resultado, o mercado sentiu forte pressão.

    Na praça SP-5, o suíno vivo perdeu valor. O preço médio ficou em R$ 8,24 por quilo. O recuo alcançou 6,9% na comparação mensal. Essa foi a maior queda desde janeiro de 2025. Naquele período, o suíno recuou 13,3% reais.
    O movimento atual confirma o momento difícil. Assim, o setor inicia o ano com desvalorização.

     

  • Soja e milho têm queda de preços no mercado interno

    Soja e milho têm queda de preços no mercado interno

    A liquidez aumentou nos últimos dias no mercado spot brasileiro de soja, segundo levantamento do Cepea. No entanto, os preços seguem em queda, pressionados pelo avanço da oferta doméstica.

    De acordo com o Cepea, cooperativas e cerealistas incentivam produtores a vender a safra remanescente. A estratégia busca abrir espaço para a entrada da nova temporada no mercado nacional.Além disso, as perspectivas de oferta elevada reforçam a pressão sobre as cotações internas.

    O cenário reflete o aumento dos estoques e o ritmo mais lento da demanda. Em relatório divulgado no dia 15, a Conab revisou o estoque inicial da safra 2025/26. O volume passou para 10,73 milhões de toneladas. Em resumo, o número representa alta de 2,9% em relação a dezembro de 2025. Na comparação anual, o crescimento chega a 48,4%. Ainda segundo a Conab, a produção nacional segue estimada em nível recorde. A safra brasileira de soja deve alcançar 176,12 milhões de toneladas.

    Milho

    No mercado de milho, os preços internos e externos continuam em queda. O Cepea aponta que a pressão vem da demanda enfraquecida no Brasil. Além disso, boas perspectivas de produção e maior flexibilidade nas negociações influenciam o mercado. Produtores aceitam preços menores para garantir liquidez.

    No cenário internacional, a ampla oferta mundial reforça o movimento de baixa. As projeções indicam forte produção, principalmente nos Estados Unidos. Segundo relatório recente do USDA, a safra mundial 2025/26 deve atingir 1,29 bilhão de toneladas. O volume supera as estimativas divulgadas em dezembro de 2025. O resultado também fica acima das 1,23 bilhão de toneladas da temporada anterior. O avanço reflete o crescimento da produção nos Estados Unidos e na China.

    No Brasil, a Conab estima a safra total de milho 2025/26 em 138,86 milhões de toneladas. O cálculo considera a primeira, segunda e terceira safras. Apesar da leve queda de 1,5% frente à temporada anterior, o volume ainda é elevado. Agentes de mercado avaliam que a oferta segue suficiente para pressionar os preços.

  • 2025: soja deve ter produção recorde e preço externo menor

    2025: soja deve ter produção recorde e preço externo menor

    A safra brasileira de soja 2024/25 começou com preocupação devido ao baixo volume de chuvas. No entanto, o clima favorável nos meses seguintes deve garantir uma produção recorde. Segundo pesquisadores do Cepea, políticas nacionais que incentivam maior mistura de biodiesel ao óleo diesel devem aumentar a demanda interna pelo grão.

    Além disso, no mercado externo, a valorização do dólar frente ao Real torna a soja brasileira mais competitiva para compradores internacionais, favorecendo as exportações. Apesar disso, dados do Cepea indicam que as negociações em dólar para embarques no primeiro semestre de 2025 estão abaixo dos valores registrados no ano anterior. Ou seja, as cotações externas também seguem em patamares mais baixos.

    Além da taxa de câmbio, o mercado deve acompanhar de perto as decisões do novo governo dos Estados Unidos, especialmente sobre tarifas de importação, que podem impactar a demanda global. Na Argentina, o governo sinalizou a possibilidade de reduzir as “retenciones” sobre produtos agrícolas, o que pode aumentar a concorrência com o Brasil no mercado de farelo de soja.

    Em geral, as projeções do USDA apontam uma produção brasileira de 169 milhões de toneladas, representando 40% da safra mundial. Já a Conab estima um volume de 166,2 milhões de toneladas.

    Feijão: exportações serão essenciais em 2025

    O consumo doméstico de feijão segue estável há pelo menos oito safras. Nesse cenário, o crescimento do cultivo depende diretamente das exportações. Segundo agentes do mercado consultados pelo Cepea/CNA, as vendas externas devem manter bom desempenho em 2025, impulsionadas pelos recordes de 2024.

    Pesquisadores do Cepea alertam para um cenário desafiador em 2025, com maior oferta e excedente doméstico. A Conab estima um excedente de 561,5 mil toneladas para a safra 2024/25, acima das 551,9 mil toneladas registradas na temporada anterior.

    A produção total deve atingir 3,36 milhões de toneladas, crescimento de 3,5% em relação ao ciclo anterior. A expectativa é que 169 mil toneladas sejam exportadas em 2025. Caso isso se confirme, o estoque final pode chegar a 392,5 mil toneladas, o maior volume em relação ao consumo em 15 anos, pressionando os preços.

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    Milho: produção nacional deve crescer 

    O mercado de milho começa 2025 com cenários opostos no Brasil e no exterior. No mercado interno, os preços no spot superam os registrados no início de 2024, mas os contratos futuros indicam queda.

    Na Bolsa de Chicago, os contratos operam abaixo dos valores do início de 2024, sem sinais de recuperação. Segundo o Cepea, no Brasil, a expectativa de aumento na produção nacional explica a tendência de queda nos preços futuros.

    Nos Estados Unidos, a estabilidade entre oferta e demanda mantém o excedente elevado. Para evitar estoques excessivos, o país dependerá de exportações robustas, apesar das incertezas políticas.

    No Brasil, a alta nos preços no segundo semestre de 2024 pode estimular o aumento da semeadura na segunda safra de 2025. O cultivo acelerado da soja favorece a janela ideal para o milho, reforçando as projeções de produção recorde.

    Além disso, o consumo doméstico deve bater novos recordes, impulsionado pelo setor de proteína animal e pela crescente indústria de etanol de milho. As exportações, no entanto, podem ser limitadas por um excedente doméstico mais ajustado.

    No cenário global, a projeção é de menor produção mundial, aumento no consumo e redução na relação estoque/consumo. Esse equilíbrio pode sustentar os preços externos e atrair agricultores brasileiros para o mercado internacional.

  • CNA projeta crescimento do agronegócio em 2025 apesar de desafios

    CNA projeta crescimento do agronegócio em 2025 apesar de desafios

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) prevê crescimento do PIB do agronegócio em 2025, com avanço estimado em até 5%. O aumento será impulsionado pela expansão da produção primária, especialmente de grãos, e pelo desempenho da indústria de insumos e da agroindústria exportadora. Contudo, o setor enfrenta cenários desafiadores no Brasil e no exterior.

    O balanço de 2024 e as perspectivas para 2025 foram apresentados em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (11). O evento contou com a presença de João Martins, presidente da CNA, e de diretores técnicos e internacionais da entidade. Durante a apresentação, foram destacados fatores que impactam o setor, como política fiscal, câmbio, inflação e a taxa Selic.

    Cenário internacional e mercado externo

    A conclusão do acordo Mercosul-União Europeia é um marco positivo, mas as tensões globais desafiam o agronegócio. Medidas como a Lei Antidesmatamento (EUDR) podem restringir o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu. Além disso, o setor privado reagiu às recentes ameaças de boicotes contra produtos agropecuários do Brasil.

    Na China, maior parceira comercial do Brasil, a desaceleração econômica e a baixa capacidade ociosa impactam a demanda. Apesar disso, o país segue dependente das importações de grãos devido às limitações de terras e água agricultáveis.

    Câmbio e custos de produção

    A valorização do dólar pode favorecer as exportações, mas aumenta os custos de insumos importados, como fertilizantes e pacotes tecnológicos. Esse cenário pressiona diretamente os produtores rurais e desafia a competitividade do setor.

    Taxa Selic e crédito rural

    A CNA projeta que a taxa Selic deve permanecer elevada em 2025, atingindo 13,50% ao final do ano. Juros altos dificultam o acesso ao crédito rural e impactam negativamente as concessões financeiras para o setor. No orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), os recursos previstos de R$ 1,06 bilhão são insuficientes para atender à demanda de R$ 4 bilhões.

    VBP: crescimento impulsionado pela recuperação da safra

    O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve atingir R$ 1,43 trilhão em 2025, alta de 7,4% sobre 2024. O segmento agrícola, que deve totalizar R$ 937,55 bilhões, se recupera após a quebra de safra deste ano. Na pecuária, o VBP pode crescer 9,2%, somando R$ 495,13 bilhões, com destaque para a bovinocultura de corte, que projeta aumento de 20,9% nos preços.

    Produção e consumo interno

    A safra de grãos 2024/2025 deve alcançar 322,53 milhões de toneladas, segundo a Conab, um recorde histórico com alta de 8,2%. Na pecuária, a produção de leite deve crescer 1,5%, enquanto a de carne bovina deve cair 3,3%, devido à virada do ciclo pecuário. Apesar disso, a exportação de carne bovina deve aumentar 1,8% em 2025.

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    Logística e infraestrutura

    O Brasil avança em infraestrutura com o fortalecimento do transporte hidroviário e ferroviário. A Ferrovia Transnordestina receberá R$ 3,6 bilhões, e o leilão da Ferrogrão está previsto para o segundo semestre, condicionado a decisão do STF. O lançamento do Marco Regulátor dos Rios busca fomentar a navegação fluvial e aumentar a eficiência do transporte.

    Sustentabilidade e mercado global

    O Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o cumprimento do Código Florestal são desafios estruturais que exigem soluções urgentes. A CNA destaca a necessidade de demonstrar a sustentabilidade da produção brasileira para competir no mercado internacional. Enquanto isso, a coalizão de países produtores busca enfrentar barreiras climáticas e comerciais impostas pela União Europeia.

    Balanço de 2024

    O PIB do agronegócio deve crescer até 2% em 2024, puxado pela bovinocultura de corte. Em resumo, até novembro, as exportações do setor somaram US$ 152,6 bilhões, com estimativa de atingir US$ 166 bilhões até o final do ano. Apesar dos desafios, o agronegócio segue como um dos principais motores da economia brasileira.

     

  • Demanda internacional sustenta preços do arroz no Brasil

    Demanda internacional sustenta preços do arroz no Brasil

    A demanda internacional tem impactado o preço do arroz no Brasil. Compradores estão mais ativos no mercado de arroz em casca do Rio Grande do Sul para atender à demanda externa aquecida. Essa movimentação tem sustentado os preços na maioria das regiões monitoradas pelo Cepea.

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    Demanda internacional

    Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada indicam que os importadores demonstram grande interesse pelo arroz brasileiro, priorizando a aquisição do produto beneficiado.

    No entanto, há um longo período até a chegada da nova safra. Por isso, vendedores seguem retraídos, o que fortalece ainda mais os preços no mercado interno.

    Preços do arroz

    O governo federal formalizou um acordo histórico com produtores e indústria do arroz. O objetivo é monitorar de perto o abastecimento e os preços do grão em todo o Brasil.

    O acordo estabelece que a Câmara Setorial do Arroz, em conjunto com a Conab, irá criar um grupo de trabalho dedicado a monitorar de perto o comportamento do mercado de arroz. Ou seja, semanalmente, a Conab realizará levantamentos de preços. Caso detecte aumentos significativos, a Câmara Setorial será comunicada e consequentemente deve mobilizar o setor produtivo e industrial. Ou seja, o foco será estabilizar os preços e garantir o abastecimento nas áreas afetadas.