O cantor Juliano, da dupla Henrique & Juliano, alcançou mais uma conquista ao adquirir um jato executivo de luxo avaliado em aproximadamente R$ 80 milhões. Além de conforto, o investimento tem um significado especial para o artista, que também é piloto habilitado e assume o comando dos próprios voos.
A paixão pela aviação acompanha Juliano desde a infância. O interesse surgiu por influência do pai, que trabalhou durante anos como piloto profissional.
Chegada do novo Citation Sovereign+ 2015 representa a realização de um sonho antigo para o cantor — Foto: Instagram
Para receber a aeronave, o sertanejo viajou até Orlando, nos EUA, onde participou do processo de entrega e pilotou o jato durante o traslado. O modelo possui capacidade para nove passageiros, é equipado com motores Pratt & Whitney e está entre os mais avançados da categoria executiva.
A trajetória de Juliano na aviação teve início há mais de uma década. Em 2008, ele realizou seu primeiro voo solo pilotando aeronaves de pequeno porte, como o Seneca II.
Posteriormente, em 2010, o cantor aproveitou uma temporada em Uberlândia (MG) para iniciar sua formação prática em um tradicional aeroclube da cidade.
Além dos aviões executivos, o artista também pilota helicópteros e aeronaves de maior porte. Frequentemente, ele compartilha essa rotina com seus seguidores nas redes sociais e destaca a importância da aviação em sua vida.
“Sou um cantor e aviador. Um cara que tem Deus no coração e que corre atrás de todos os sonhos que a infância sonhou”, afirma.
Juliano compra jato avaliado em R$ 80 milhões — Foto: Instagram
Após a aquisição da nova aeronave, o cantor revelou que, em 2014, no auge de uma agenda com 25 shows mensais, pilotou sozinho o primeiro avião da dupla, rodando o Brasil por seis meses. “Eu era ‘tarado’ em pilotar e não via necessidade de ter outro piloto ao lado”, contou.
O famoso “bife de ouro” voltou ao centro das atenções após aparecer em um jantar de luxo oferecido pelo banqueiro Daniel Vorcaro ao então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, em Nova York.
O encontro aconteceu no badalado restaurante Nusr-Et Steakhouse, comandado pelo chef turco Salt Bae, conhecido mundialmente pelos cortes extravagantes e pelo jeito teatral de servir carnes. Segundo informações divulgadas após investigações da Polícia Federal, o jantar teria custado cerca de R$ 60 mil.
Documentos apontam que Vorcaro solicitou uma experiência exclusiva para Castro, incluindo carnes folheadas a ouro, vinhos premium e champanhes importadas.
O que é o famoso “bife de ouro”
O prato virou símbolo de luxo e ostentação na gastronomia internacional. A receita utiliza cortes nobres, como Wagyu e Tomahawk, conhecidos pelo alto grau de marmorização, característica que garante maciez e sabor intenso à carne.
Depois de preparada na grelha, a peça recebe folhas de ouro comestível de 24 quilates, aplicadas diretamente sobre a carne ainda quente. Apesar do visual chamativo, especialistas afirmam que o ouro não altera o sabor do alimento e funciona apenas como elemento estético.
Mesmo assim, a apresentação ajudou a transformar o prato em fenômeno nas redes sociais e entre celebridades do mundo todo.
Filé com ouro em restaurante em Nova York Nusr-Et Steakhouse, do chef turco Salt Bae — Foto: Reprodução
Os preços também impressionam. Dependendo do corte e do restaurante, o bife dourado pode custar entre R$ 1,5 mil e mais de R$ 10 mil. Em Londres, algumas versões do tomahawk folheado a ouro chegaram a ultrapassar US$ 1 mil.
Viih Tube, Karoline Lima e jogadores famosos já provaram
Além de Cláudio Castro, diversos famosos brasileiros já experimentaram o luxuoso prato servido na rede Nusr-Et.
A influenciadora Viih Tube mostrou a experiência nas redes sociais ao encerrar uma noite com um jantar sofisticado. Antes da carne dourada, ela exibiu entradas típicas árabes.
“Tem as entradinhas árabes também, o quibe cru, pão sírio, qualhada seca…”, contou aos seguidores.
Em seguida, a ex-BBB mostrou o prato principal e comentou: “É literalmente uma carne folheada com ouro”.
Foto: Reprodução/Instagram
Quem também viveu a experiência foi o casal Karoline Lima e Léo Pereira. Em dezembro, os dois compartilharam registros do jantar no restaurante de Salt Bae.
“Viemos no Nusr-Et. Restaurante do moço da carne de ouro, pedi até um sushi de carne”, brincou Karoline nas redes sociais.
Já o jogador do Flamengo reagiu ao preço da refeição de forma bem-humorada: “A carne é 100, o ouro é 1.000”.
Foto: Reprodução/Instagram
O restaurante também já recebeu outros brasileiros famosos, como o ex-jogador Ronaldo Fenômeno e atletas da Seleção Brasileira, entre eles Gabriel Jesus, Éder Militão e Vini Jr.
Apesar de parecer uma tendência recente das redes sociais, a prática de consumir ouro é antiga.
Historiadores apontam que os egípcios, há cerca de 5 mil anos, já utilizavam o metal em rituais ligados à purificação espiritual, mental e corporal. Há relatos de que Cleópatra realizava tratamentos faciais e corporais com ouro regularmente.
Durante a Idade Média, o metal precioso também ganhou espaço nas cortes europeias como símbolo de riqueza, poder e nobreza.
O cantor Marrone, que forma dupla com Bruno, decidiu investir em uma nova mansão de alto padrão em Goiânia. O projeto, desenvolvido pela arquiteta Patrícia Moreno, reúne espaços voltados ao conforto, entretenimento e lazer em um dos condomínios mais exclusivos da capital goiana.
A residência ficará no Residencial Aldeia do Vale, empreendimento conhecido por abrigar diversos artistas sertanejos. Entre os moradores e vizinhos famosos estão Leonardo, Zé Felipe e Amado Batista.
Projeto aposta em luxo e áreas de entretenimento
A nova casa terá três pavimentos, seis suítes, elevador, estúdio musical, sala de cinema e um closet exclusivo para os figurinos utilizados nos shows. Além disso, o imóvel ocupará um terreno de 5 mil metros quadrados e contará com aproximadamente 1.500 m² de área construída.
Segundo Patrícia Moreno, a obra ainda está na fase estrutural. No entanto, a fundação e o primeiro pavimento já foram concluídos. Enquanto isso, as equipes seguem trabalhando nos demais andares. A expectativa é entregar a residência em 2027.
Imagens divulgadas pela arquiteta Patrícia Moreno mostram detalhes da futura residência milionária de Marrone — (Foto: Reprodução/Instagram)
Em entrevista à revista Quem, a arquiteta explicou que a construção utiliza o método Arxx, tecnologia baseada em blocos de isopor preenchidos com concreto. Dessa forma, o sistema acelera a obra e ainda melhora o conforto térmico e acústico da residência.
“A construção agora será mais rápida que o normal, pois está sendo feita com método construtivo Arxx, que consiste em blocos de isopor com concreto. Isso acelera muito o processo da construção e também transforma a casa em uma construção mais robusta e muito melhor térmica e acusticamente”, explicou.
A área externa promete ser um dos principais destaques da mansão. Segundo Patrícia, a piscina seguirá um conceito semelhante ao de resorts de luxo. Além disso, o espaço terá formato de praia, revestimento especial em areia, sauna de vidro e uma área de fire place voltada aos dias frios.
“A piscina tem formato de praia, modelo como de resort, com revestimento de areia, uma sauna em vidro e uma área de fire place acoplada para os dias de inverno”, afirmou.
Outro diferencial do projeto será um grande painel de LED automatizado instalado no piso da área externa. Assim, o cantor poderá acompanhar partidas de futebol, shows e outros eventos ao ar livre.
“A casa tem também um grande painel de LED automatizado embutido no solo, para assistir jogos e shows na área externa da casa”, detalhou a arquiteta.
Projeto aposta em arquitetura moderna, amplos espaços de lazer e área externa inspirada em resorts de luxo — (Foto: Reprodução/Instagram)
Campo de futebol e bar especial fazem parte do projeto
Apaixonado por futebol, Marrone também terá um campo particular dentro da propriedade. Além disso, a área de festas ganhará um bar especial criado a pedido de Leonardo, amigo próximo e vizinho do artista no condomínio.
“A área de festas vai receber um bar a pedido do Leonardo, seu grande amigo e vizinho de condomínio”, revelou Patrícia Moreno.
O Residencial Aldeia do Vale surgiu em 1997 e hoje figura entre os endereços mais valorizados de Goiânia. O condomínio oferece ampla estrutura de lazer, áreas esportivas, mais de 4 milhões de metros quadrados de área verde e 19 lagos com nascentes próprias. Além disso, imóveis de altíssimo padrão no local podem alcançar valores próximos de R$ 30 milhões.
O agro brasileiro não está apenas quebrando recordes de exportações – agora está transformando o país em um polo de consumo de luxo. Segundo o ranking Luxury Lab Global 2024, da Euromonitor International, o Brasil subiu para o 9º lugar entre os mercados de luxo que mais crescem no mundo, representando 25% do segmento na América Latina. E o motor por trás desse movimento? A nova geração de produtores rurais e empresários do agro, que está elevando a demanda por bens e experiências premium em regiões antes pouco exploradas pelo luxo.
Com US$ 164,4 bilhões em exportações em 2024, o agronegócio não só fortaleceu a economia nacional como também criou uma nova classe de consumidores de alto poder aquisitivo em estados como Mato Grosso, Goiás e Paraná.
Mato Grosso, por exemplo, saltou do 11º para o 2º lugar no ranking de PIB per capita desde 2002, ultrapassando até mesmo São Paulo.
Cidades como Ribeirão Preto (SP), Sorriso (MT) e Lucas do Rio Verde (MT) estão se tornando polos de consumo de carros de luxo, joias, vinhos finos e turismo premium.
O eixo Rio-SP já não domina sozinho o mercado de luxo – o interior agropecuário está redesenhando o mapa do consumo de alto padrão no Brasil.
Empresas de luxo apostam no poder do agro
A Bridge+55, agência boutique especializada em experiências de luxo, identificou essa tendência e decidiu criar eventos exclusivos voltados para o público do agro. Durante a Agrishow 2024, a empresa realizou o “Experiência Absolutta”, um jantar sofisticado em Ribeirão Preto que reuniu grandes nomes do setor com marcas premium.
Beatriz Gerlack,, CEO da Bridge+55; Foto: Divulgação
Beatriz Gerlack, fundadora e CEO da Bridge+55, explica: “Há uma demanda crescente da nova geração do agro por experiências personalizadas, com hospitalidade de excelência. Eles querem luxo, mas também eficiência – conexões que otimizem seu tempo. Nosso papel é criar narrativas sofisticadas que estejam à altura dessa potência econômica.”
Mercado de luxo deve crescer 20% até 2029
Mesmo diante de cenários econômicos desafiadores, o setor de luxo no Brasil continua em expansão, com projeção de crescimento de 20% nos próximos cinco anos. Alguns fatores que explicam esse movimento:
Aumento da renda em cidades agroindustriais
Maior acesso a marcas internacionais via e-commerce
Eventos segmentados (como os da Bridge+55) que aproximam o luxo do agro
O que vem por aí?
Expansão de boutiques de grifes em cidades do interior
Mais experiências de luxo customizadas para o público rural
Crescimento do turismo de alto padrão em destinos como Bonito (MS) e Chapada dos Guimarães (MT)
Agronegócio também impulsiona mercado imobiliário de luxo no litoral catarinense
O crescimento do agronegócio brasileiro tem impactado diretamente o mercado imobiliário de alto padrão, especialmente em regiões valorizadas como o litoral norte de Santa Catarina. Segundo o corretor de imóveis de Balneário Camboriú, Bruno Cassola, o setor agroindustrial tem ampliado o poder aquisitivo de produtores e investidores rurais, que cada vez mais direcionam parte de seu capital para imóveis de luxo.
Capitalizados pela safra recorde de grãos e pela valorização de commodities como café e laranja, empresários do campo investem mais, segundo o corretor de imóveis de Balneário Camboriú, Bruno Cassola
“O fortalecimento do agronegócio, especialmente com o aumento das exportações de soja, café, carne bovina, celulose, carne de frango e algodão, tem ampliado o poder aquisitivo de grandes produtores e investidores rurais, e impactado diversos setores. Para esse público, a compra de imóveis de luxo se tornou uma forma segura e estratégica de diversificar seu patrimônio, garantindo liquidez e proteção contra a inflação, por exemplo. Atualmente, mais de 30% dos clientes e investidores de imóveis de luxo no litoral de Santa Catarina são do agro”, explica Cassola.
Estratégias das construtoras para atender o público do agronegócio
O aumento do interesse do setor agropecuário no mercado imobiliário de luxo levou incorporadoras a desenvolverem condições comerciais adaptadas à realidade desses investidores. “A oferta de facilidades alinhadas à realidade do produtor rural tem ampliado o volume de negócios e acelerado o fechamento de contratos. Consequentemente, isso tem aquecido o setor. Entre essas facilidades, estão condições de pagamento adaptadas ao calendário da safra e maior flexibilidade nas negociações durante os períodos de alta liquidez no campo”, destaca o especialista, que atua há quase 20 anos no mercado de imóveis de alto padrão.
Perfis e motivações dos compradores do agronegócio
Bruno Cassola ressalta que entender os diferentes perfis dos compradores é fundamental para oferecer o imóvel ideal. “Há produtores e investidores rurais que buscam imóveis como investimento, com foco em cidades com alta valorização imobiliária, localização estratégica e potencial de revenda. Já os que procuram uma segunda moradia para aproveitar com a família costumam considerar outros atributos além da rentabilidade, como vista para o mar, áreas de lazer completas, segurança, acabamentos, design e serviços exclusivos. Entender essas motivações é essencial para oferecer o produto certo. Enquanto o investidor pensa em retorno e segurança financeira, o comprador da segunda moradia é atraído pelo imóvel dos sonhos, onde terá conforto e qualidade de vida”, afirma.
O queijo pule, produzido exclusivamente na Sérvia, é considerado o queijo mais caro do mundo. Feito com leite de jumenta da espécie balcânica, esse produto exótico chama atenção tanto pelo seu valor quanto pelas suas características únicas.
O que é o queijo pule?
O queijo pule é um tipo de queijo branco e de textura quebradiça, similar à do queijo feta. Ele é produzido na reserva natural de Zasavica, próxima à cidade de Sremska Mitrovica, na Sérvia.
O diferencial está no leite utilizado: para produzir um único quilo de queijo pule, são necessários cerca de 25 litros de leite de jumenta, um animal que produz muito pouco leite por dia.
Como é feita a produção do queijo pule?
A produção do queijo pule é totalmente artesanal e limitada. As jumentas são ordenhadas manualmente, o que exige habilidade e paciência. Além disso, o leite não contém caseína beta-lactoglobulina, o que faz com que o processo de coagulação para transformar o leite em queijo seja mais lento e delicado. Isso torna a fabricação do queijo pule ainda mais trabalhosa.
Atualmente, estima-se que apenas cerca de 100 jumentas sejam utilizadas na produção do queijo, o que limita severamente sua oferta no mercado global.
Por que ele é tão caro?
O preço elevado se deve a uma combinação de fatores:
Baixa produtividade do leite de jumenta
Dificuldade no processo de fabricação
Exclusividade geográfica (produzido apenas em um local do mundo)
Alta demanda de chefs e restaurantes de luxo
O valor do quilo pode ultrapassar os US$ 1.000 (mais de R$ 5.000,00), tornando-o um produto de luxo, servido apenas em ocasiões muito especiais.
Curiosidades
O ex-jogador de tênis Novak Djokovic comprou a produção inteira de uma temporada para servir exclusivamente em seu restaurante.
O leite de jumenta é considerado muito nutritivo e, historicamente, foi utilizado até como substituto do leite materno em algumas culturas.
O pule é rico em ômega-3, cálcio e proteínas, o que o torna não apenas raro, mas também saudável.
Onde comprar?
Devido à sua produção limitada, ele não está disponível em supermercados comuns. Ele pode ser encontrado sob encomenda direta com a reserva de Zasavica ou por meio de revendedores especializados em produtos gourmet internacionais
Em um mundo onde o luxo muitas vezes esconde histórias complexas, o café Kopi Luwak, que pode custar até US$ 600 (cerca de R$ 3.000) por meio quilo, surge como um símbolo de extravagância e controvérsia. Produzido a partir de grãos digeridos por um pequeno mamífero asiático, a civeta (Paradoxurus hermaphroditus), essa iguaria divide opiniões entre gourmets e defensores dos direitos animais.
A civeta: o “barista” inusitado da natureza
Nativa das florestas tropicais do Sudeste Asiático, a civeta é um animal noturno, semelhante a um gato alongado, com pelagem acinzentada e manchas distintivas. Conhecida por sua dieta onívora, ela consome frutos silvestres, incluindo os do cafeeiro.
Civeta, o “barista” da natureza
Durante a digestão, enzimas no estômago da civeta fermentam os grãos de café, alterando suas proteínas e reduzindo a acidez. Assim, após a excreção, produtores coletam, lavam e torram os grãos, produzindo o Kopi Luwak, nome que vem do indonésio kopi (café) e luwak (civeta).
Do excremento à xícara: tradição e industrialização
A prática, originária do século XVIII em plantações coloniais da Indonésia, onde trabalhadores locais não podiam consumir os grãos de café colhidos, começou como um aproveitamento dos resíduos deixados pelas civetas selvagens. Hoje, porém, a demanda global transformou o processo.
[robo-gallery id=”9539″]
Estima-se que 80% do Kopi Luwak disponível seja proveniente de civetas criadas em cativeiro, muitas vezes em condições precárias: gaiolas apertadas, dieta compulsória de café e estresse. Investigação da PETA em 2013 expôs maus-tratos em fazendas em Sumatra e Filipinas, gerando críticas internacionais.
O mercado do luxo e os dilemas éticos
Enquanto entusiastas descrevem o sabor do Kopi Luwak como “suave, com notas de chocolate e caramelo”, especialistas questionam sua superioridade. “Muitos compram pela curiosidade, não pela qualidade”, afirma John Rivera, crítico de café. O preço exorbitante, que chega a US$ 100 por xícara em cafeterias de Tóquio e Nova York, alimenta um mercado que movimenta milhões, mas enfrenta crescente escrutínio.
Alternativas sustentáveis: é possível um kopi luwak ético?
Alguns produtores, como a Wild Gayo Luwak em Aceh, Indonésia, promovem grãos coletados de civetas livres, rastreáveis por certificação. “Respeitar o animal é essencial para preservar tanto a espécie quanto a autenticidade do café”, explica a bióloga Anisa Rahmawati. Organizações como a World Animal Protection pressionam por regulamentações mais rígidas, enquanto plataformas de comércio justo buscam conscientizar consumidores.
Assim, o Kopi Luwak personifica o paradoxo entre desejo humano e responsabilidade ambiental. À medida que consumidores buscam transparência, a indústria é desafiada a equilibrar tradição e ética. Para os amantes de café, a pergunta persiste: vale a pena pagar por um luxo que pode custar mais do que dinheiro?