Tag: Irga

  • Colheita de arroz no RS atinge 79,19% da área plantada

    Colheita de arroz no RS atinge 79,19% da área plantada

    A colheita do arroz no Rio Grande do Sul já atingiu 79,19% da área semeada, totalizando 768.873 hectares colhidos até esta quinta-feira (17/4), segundo dados divulgados pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). A região da Planície Costeira Externa lidera o processo, com 95,02% da área colhida, seguida pela Fronteira Oeste (90,87%) e Planície Costeira Interna (82,87%).

    Regiões com menor avanço

    Embora a colheita esteja em fase final em algumas áreas, outras ainda registram percentuais menores:

    • Campanha: 71,90%
    • Zona Sul: 66,35%
    • Região Central: 60,31%

    Segundo Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga, a redução da luminosidade diária diminui o ritmo da colheita. No entanto, previsões de clima favorável para os próximos dias devem acelerar os trabalhos, especialmente na Planície Costeira Externa e Fronteira Oeste, que devem ser as primeiras a finalizar a safra.

    Monitoramento em tempo real

    O Irga atualiza semanalmente os dados da colheita por meio da plataforma Safra. Ela fornece informações detalhadas sobre o andamento da safra de arroz no estado. A ferramenta é alimentada pelos 37 escritórios regionais do instituto, garantindo precisão nos números divulgados.

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  • Colheita do arroz no RS ultrapassa 50% da área plantada

    Colheita do arroz no RS ultrapassa 50% da área plantada

    A safra de arroz no Rio Grande do Sul atingiu 51,66% da área plantada, equivalente a 501.276,67 hectares colhidos, segundo balanço divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Com a Fronteira Oeste liderando o processo (71,41% da área já concluída), a colheita avança em ritmo acelerado, impulsionada por condições climáticas favoráveis e alta mecanização no campo.

    Regionalização da colheita: confira o ranking

    Os números do Irga, atualizados semanalmente pela plataforma Safra, detalham o progresso por região:

    1. Fronteira Oeste: 71,41%
    2. Planície Costeira Externa: 61,41%
    3. Planície Costeira Interna: 53,25%
    4. Campanha: 40,91%
    5. Região Central: 34,76%
    6. Zona Sul: 31,92%

    A Zona Sul, última a iniciar o plantio, chama atenção pelo ritmo acelerado. “A organização e a mecanização dos produtores permitiram um salto significativo”, explica Luiz Fernando Siqueira, gerente da Divisão de Assistência Técnica do Irga.

    Segundo Siqueira, o tempo seco e estável dos últimos dias tem sido decisivo. “O clima oferece uma janela diária ampla para trabalho, o que otimiza o uso de máquinas e reduz perdas”, destaca. A previsão é de que a colheita continue até maio, dependendo do comportamento das chuvas nas próximas semanas.

    Tecnologia a serviço do campo

    Os dados são coletados em tempo real pela plataforma Safra, alimentada por 37 escritórios do Irga espalhados pelo estado. A ferramenta oferece transparência e precisão, permitindo que produtores e investidores acompanhem métricas como:

    • Área plantada e colhida;
    • Progresso regional;
    • Estimativas de produtividade.

    A safra gaúcha responde por 70% da produção nacional de arroz, consolidando o RS como o maior produtor do Brasil.

    Com mais de 970 mil hectares plantados nesta safra, o estado mantém a expectativa de colher cerca de 7,5 milhões de toneladas – volume que reforça a segurança alimentar do país e o papel estratégico do RS no agronegócio.

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  • Irga inaugura novo laboratório de análise de sementes

    Irga inaugura novo laboratório de análise de sementes

    O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) concluiu a construção de um novo Laboratório de Análises de Sementes na Estação Experimental do Arroz (EEA), em Cachoeirinha. O investimento foi de R$ 2.736.583,43 milhões em recursos próprios, o que permitirá dobrar a capacidade de análises.

    A nova estrutura atende especificamente às necessidades do laboratório, oferecendo espaço amplo e adequado para os processos laboratoriais, além de uma área destinada aos trabalhos administrativos. O espaço conta com banheiros e vestiários, além de uma cisterna para captação e reserva de água da chuva para limpeza e jardinagem.

    Dobro da capacidade de análise

    O novo laboratório tem capacidade para analisar mais de 6 mil amostras por ano. Os testes realizados incluem germinação, pureza, determinação de outras sementes por número e identificação de arroz daninho. As análises garantem a qualidade das sementes utilizadas na produção de arroz no Rio Grande do Sul.

    De acordo com Flavia Miyuki Tomita, diretora técnica do Irga, o laboratório da EEA também receberá a demanda de outros laboratórios do interior em caso de interrupção das atividades ou auditorias. “Com um espaço maior e melhor organizado, nos possibilita absorver com mais tranquilidade a qualquer aumento de demanda que possa ocorrer com a mesma qualidade e dentro dos requisitos exigidos pela Lanagro”, afirma.

    Laboratório modelo

    O presidente do Irga, Rodrigo Warlet Machado, afirma que a nova estrutura atende à crescente demanda por análises de sementes de alta qualidade no estado. Além de oferecer aos técnicos um espaço maior e mais confortável. “Com essa nova estrutura, podemos oferecer serviços de análise de sementes de alta qualidade e rapidez. O que é fundamental para os produtores do Estado”, comemora. Ele destaca ainda que é um laboratório modelo, um dos melhores do país.

    A transferência dos materiais administrativos para o novo laboratório deve começar na próxima semana. As análises técnicas serão transferidas após a inspeção pelo Ministério da Agricultura. A inauguração do novo espaço deve ocorrer em breve.

    Investimentos na EEA

    A construção do novo laboratório faz parte de um conjunto de melhorias que estão sendo realizadas na EEA de Cachoeirinha. Outras obras incluem a construção de um novo prédio para o depósito de fertilizantes e um novo prédio para o museu. Além de um novo prédio para a biblioteca, a reforma do prédio administrativo, a reforma do prédio da fitotecnia. Além disso, será feito o cercamento de toda a área da estação, a instalação de hidrantes e o cabeamento ótico.

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  • Rio Grande do Sul encerra a colheita de arroz

    Rio Grande do Sul encerra a colheita de arroz

    A produção de arroz no Rio Grande do Sul atingiu 7.162.674,9 toneladas na safra 2023/2024, de acordo com o Relatório Final divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) nesta sexta-feira (14). Portanto, nesta safra, os produtores semearam 900.203 hectares de arroz irrigado e colheram 851.664,22 hectares, o que representa 94,61% da área semeada. A produtividade média foi de 8.410,21 quilos por hectare.

    Impacto das enchentes

    Ainda estão em processo de colheita 1.548 hectares (0,17%). No entanto, as enchentes no Estado resultaram na perda de 46.990,59 hectares, o que corresponde a 5,22% da área semeada. Essas perdas foram mais significativas na região central do Rio Grande do Sul.As equipes dos Núcleos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Nates) do Irga, em conjunto com os produtores locais, coletaram os dados semanalmente.

    Comparação com a safra anterior

    Na safra 2022/2023, foram semeados 839.972 hectares, com uma produção total de 7.239.000 toneladas. Apesar das dificuldades enfrentadas, a produção deste ano mostrou-se resiliente, mantendo números similares aos da safra anterior.

    Importância da produção gaúcha no contexto nacional

    Rodrigo Machado, presidente do Irga, ressaltou a importância do Rio Grande do Sul na produção nacional de arroz, responsável por 70% do total brasileiro. “Os dados dessa safra comprovam o que Irga já vem manifestando desde o início de maio. A safra gaúcha de arroz, dentro da sua fatia de produção no mercado brasileiro, garante o abastecimento do país e não há, tecnicamente, justificativa para a importação de arroz no Brasil”, afirmou Machado.

    Avaliação da Secretaria da Agricultura

    Márcio Madalena, secretário interino da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), destacou que os dados superaram as estimativas iniciais, mesmo após as enchentes. ” Nunca houve justificativa técnica que comprovasse a tendência de desabastecimento de arroz no Brasil, em função da calamidade pública do Estado”, avaliou Madalena. O Agro em Campo continua atento ao andamento do mercado de arroz.

     

     

     

     

  • Após batalha judicial, Brasil compra 263 mil toneladas de arroz importado

    Após batalha judicial, Brasil compra 263 mil toneladas de arroz importado

    Nesta quinta-feira (6/6), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou um leilão público para adquirir 263 mil toneladas de arroz importado. A medida tomada foi para prevenir eventual alta de preços do alimento após as enchentes no Rio Grande do Sul.

    As negociações começaram às 9h e terminaram por volta das 10h10.

    O produto foi comprado por R$ 25 por saco, e a medida visa garantir a disponibilidade de arroz no mercado e evitar um possível aumento nos preços.

    O leilão ocorreu após uma batalha judicial para impedir a compra do arroz importado. Ontem (5/6), um decisão da justiça federal suspendeu o leilão para compra das até 300 mil toneladas do grão.

    No entanto, a Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão e, nesta quinta-feira, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região cassou a liminar que suspendia o leilão.

    A compra do arroz importado é uma medida preventiva para evitar a escassez e o aumento dos preços do alimento em um momento crítico, após as enchentes no Rio Grande do Sul.