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  • Gusttavo Lima abre as portas de motorhome luxuoso em Barretos

    Gusttavo Lima abre as portas de motorhome luxuoso em Barretos

    Depois de voltar ao palco da Festa do Peão de Barretos no sábado (22), Gusttavo Lima decidiu permanecer perto da movimentação do evento. Em vez de recorrer a uma hospedagem convencional, o cantor instalou um motorhome de luxo no camping do Parque do Peão.

    A estrutura será usada pelo artista, por Andressa Suita e pelos filhos do casal, Gabriel e Samuel. A influenciadora apresentou parte da “casa sobre rodas” aos seguidores e mostrou que a experiência está distante de um acampamento convencional.

    Gusttavo Lima retornou à programação de Barretos após três anos e foi escolhido, pela terceira vez, como embaixador da festa. O cantor ainda tem uma segunda apresentação marcada para o próximo sábado, 29 de agosto.

    https://www.instagram.com/reel/DcbIBhmSJbZ/?igsi=MWZ0bXowNDM4bGNkcg==

    Como é o motorhome de Gusttavo Lima?

    Segundo o tour compartilhado por Andressa, o motorhome possui uma estrutura semelhante à de uma casa. O interior foi dividido para acomodar o casal e as crianças durante a semana.

    Entre os espaços apresentados estão dois quartos com camas king-size, banheiros, sala, cozinha equipada e até aréa kids.

    A estrutura habitável é transportada por um caminhão Volvo FH, um dos caminhões pesados mais vendidos do Brasil, e equipado com a cabine Globetrotter XL, que serve de base para a estrutura onde eles estão hospedados. Ao todo, estima-se que o conjunto custe cerca de R$ 800 mil.

    Além disso, o veículo também possui os chamados slide-outs, extensões laterais acionadas quando o motorhome está estacionado. Assim, o sistema aumenta a largura de determinados ambientes e libera mais espaço para circulação.

    https://www.instagram.com/reel/DcZRB5OtXcM/?utm_source=ig_web_copy_link&igsi=MzRlODBiNWFlZA==

    Área externa tem chopeira e espaço infantil

    O motorhome preto leva a identidade visual do ‘Embaixador’, apelido associado a Gusttavo Lima desde suas apresentações históricas em Barretos.

    Na parte externa, a influenciadora mostrou uma televisão, chopeira embutida, geladeira para bebidas e carnes, além de espaço de apoio para preparo e armazenamento de alimentos.

    A família também está próxima de uma área de convivência com sofás, redes e espaços arborizados. Para Gabriel e Samuel, o acampamento ganhou parede de escalada, videogame, brinquedo inflável e cama elástica.

    “Vai ser uma experiência única, pela primeira vez acampados em Barretos com as crianças”, contou Andressa aos seguidores.

    Andressa ainda mostrou a quantidade de roupas levadas para a temporada no Parque do Peão.

    “Parece que eu vou morar um mês aqui. Mas vai que meu marido decide ficar um mês, né?”, brincou.

    Festa do Peão

    A programação oficial da Festa do Peão confirma Gusttavo Lima novamente no Palco Estádio no sábado (29). A mesma noite terá apresentações de Leonardo e da dupla João Bosco & Vinícius.

    A 71ª Festa do Peão de Barretos acontece até 30 de agosto e reúne shows, competições de rodeio e atividades ligadas à cultura sertaneja no Parque do Peão, no interior de São Paulo.

  • Cantor Daniel abre as portas de fazenda milionária no interior de SP

    Cantor Daniel abre as portas de fazenda milionária no interior de SP

    Daniel construiu uma carreira marcada pela música sertaneja, mas sua ligação com o campo vai muito além das canções. O cantor mantém uma fazenda em Brotas, no interior de São Paulo, município onde nasceu e onde continua cultivando suas raízes.

    A propriedade ganhou ainda mais visibilidade ao se transformar no cenário do Viver Sertanejo, programa comandado pelo artista na TV Globo, onde ele recebe nomes de diferentes gerações da música brasileira.

    Daniel com a esposa, Aline, e as três filhas do casal (Foto: Reprodução/Instagram/@lilipadua)

    Fazenda de Daniel fica em Brotas

    Localizada no interior paulista, Brotas faz parte da história pessoal de Daniel. Foi no município que o artista nasceu e começou a construir a relação com o universo rural que mais tarde apareceria também em sua trajetória musical.

    Propriedade se destaca pelo cultivo de cana-de-açúcar, eucalipto e criação de gado (Foto: Reprodução/Globo)

    A conexão incontestável ganhou espaço na televisão com o Viver Sertanejo. Gravado na propriedade, o programa aposta justamente na atmosfera country para promover conversas, música e encontros entre artistas.

    Em um dos episódios, Maiara e Maraisa pescaram com Daniel na fazenda, reforçando a proposta do programa de aproximar os convidados de experiências típicas da vida no interior.

    Cavalos, pescaria e rotina na roça 

    E é claro, as gravações ajudaram a revelar alguns segredos do dia a dia do famoso. Cheirinho de café no ar, comida preparada no fogo, atividades com animais, frutas colhidas no pé e rodas de viola definem a energia do lugar.

    Beleza cenográfica da propriedade impressiona e chamou atenção até da TV Globo (Foto: Reprodução/Globo)

    A cavalgada aparece entre as atividades realizadas, além da pescaria, que também faz parte da rotina.

    Apaixonado por cavalos, Daniel investiu em instalações completas para a criação, treinamento e manejo de equinos de alta linhagem, contando com baías arejadas, pistas de adestramento e piquetes amplos para os animais.

    Outro ponto que emociona quem visita o local é a linda capela ecumênica construída dentro da fazenda. Devoto e muito ligado à fé, o cantor fez questão de erguer o espaço sagrado como um lugar de reflexão e oração.

    O endereço representa o porto seguro de um dos nomes mais famosos da música sertaneja brasileira.

  • Jurada do MasterChef Brasil abre as portas de sítio vintage onde vive

    Jurada do MasterChef Brasil abre as portas de sítio vintage onde vive

    Acostumada ao ritmo intenso das cozinhas profissionais e das gravações do MasterChef Brasil, Helena Rizzo encontra a paz em um refúgio que pouca gente imagina. A chef mantém um sítio em Piracaia, no interior de São Paulo, cercado pela natureza e pensado para receber amigos e familiares.

    Em um vídeo compartilhado nas redes sociais, Helena abriu as portas do refúgio rural e mostrou detalhes da propriedade. A casa preserva características da construção original e reúne móveis reaproveitados, objetos de valor afetivo, muita madeira e espaços integrados.

    E é claro, no centro de tudo está, como não poderia deixar de ser na casa de uma chef, uma grande cozinha.

    https://www.instagram.com/reel/DUEYkm2iQSj/?igsi=MTNnbnQzaGI2MTYyNQ==

    Helena Rizzo preservou estrutura original do sítio

    A residência já estava construída quando Helena adquiriu a propriedade. Durante a reforma, a jurada do MasterChef decidiu evitar grandes interferências na estrutura existente.

    “Quando eu comprei esse sítio, essa casa já existia e eu reformei, mas mantive as paredes existentes e não quebrei nada. Eu acho que um ambiente precisa ter a nossa cara, e para isso eu acho que ele tem que ser ir se compondo aos poucos. Eu gosto de ir sentindo a casa e habitando ela com objetos, com arte, conforme eu vou sentindo”, contou.

    Essa ideia acabou determinando a estética da residência. Em vez de montar todos os cômodos de uma só vez, Helena foi preenchendo os espaços aos poucos, incorporando objetos que já faziam parte de sua história.

    Cozinha é o coração da propriedade

    Entre todos os espaços, a cozinha ganhou protagonismo.

    Integrada às outras áreas sociais, ela permite que quem esteja cozinhando continue participando das conversas e da movimentação da residência.

    A escolha combina com a profissão de Helena, mas também com a proposta do sítio: ser um lugar onde amigos e familiares possam passar longos períodos juntos.

    A madeira aparece com frequência nos acabamentos e móveis. Até a geladeira recebeu um revestimento que a integra visualmente ao restante da cozinha, preservando o aspecto rústico do ambiente.

    Móveis de família ganharam novas funções

    Outra característica da casa é o reaproveitamento de móveis e materiais.

    Helena não comprou uma mobília completamente nova para decorar o sítio. Sofás, tapetes, luminárias e outros objetos que acompanharam diferentes momentos de sua vida encontraram novos lugares na propriedade.

    Entre as peças de maior valor sentimental está uma poltrona herdada da avó. O móvel foi renovado com tecidos trazidos de uma viagem ao Peru e passou a integrar a decoração da casa.

    Até materiais que sobraram da reforma foram aproveitados. Madeiras remanescentes da obra viraram prateleiras e um rack, reduzindo o desperdício e acrescentando novos elementos à decoração.

    “Mobiliei a casa do sítio praticamente com coisas que já tinha. Uma poltrona que era da minha avó, forrada com panos que trouxe do Peru, o sofá da casa antiga, tapetes que carreguei de outras mudanças, luminárias que nunca instalei. Fui levando tudo! As prateleiras e rack, fizemos com madeiras que sobraram da obra. E aos poucos, tudo foi se acomodando”, contou a famosa.

    Lareira gigante chama atenção na sala

    Se a cozinha ocupa o coração da casa, outro elemento rouba a atenção na sala.

    Uma grande lareira metálica preta em formato de cone ocupa posição de destaque no ambiente. Além do desenho marcante, ela é utilizada para aquecer a residência nos períodos mais frios.

    Ao redor dela, a proposta continua sendo incentivar a convivência.

    As janelas amplas permitem a entrada de iluminação natural e mantêm os espaços internos conectados visualmente à vegetação que cerca a propriedade.

    Helena mantém uma horta em seu sítio, onde planta e colhe hortaliças (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

    Quadros, discos de vinil e um toca-discos ajudam a completar a decoração.

    Onde fica o sítio de Helena Rizzo?

    O refúgio de Helena Rizzo fica em Piracaia, município do interior paulista localizado em uma região marcada pela presença de vegetação e represas.

    O sítio é cercado por vegetação de Mata Atlântica e funciona como um contraponto à rotina profissional da chef em São Paulo.

     

  • Próximos a SP: 3 destinos no meio do mato para curtir o fim de semana

    Próximos a SP: 3 destinos no meio do mato para curtir o fim de semana

    Quem vive em São Paulo não precisa atravessar o estado para trocar prédios, trânsito e asfalto por árvores, cavalos e estradas de terra. A cerca de 100 quilômetros da capital, algumas propriedades rurais transformaram a história do campo paulista em experiência para visitantes.

    Há opções para quem procura passar o fim de semana hospedado em uma fazenda centenária, caminhar por áreas de mata ou até conhecer de perto um cafezal ainda produtivo.

    O Agro em Campo separou três destinos próximos à capital para quem quer passar algumas horas, ou dias, apenas curtindo a vibe rural.

    1. Fazenda Capoava — Itu

    A aproximadamente 90 km da cidade de São Paulo, a Fazenda Capoava, em Itu, reúne quase três séculos de história em uma propriedade que hoje funciona como hotel-fazenda.

    A sede histórica remonta ao século XVIII. O casarão, construído por volta de 1750, conserva características da arquitetura bandeirista, incluindo paredes de taipa de pilão e uma capela anexa. Antes de se tornar hotel, a propriedade atravessou diferentes ciclos da economia rural paulista, começando pela produção de açúcar.

    Para quem quer deixar a rotina urbana para trás, a programação inclui trilhas, cavalgadas monitoradas, observação da fauna e experiências culturais no Espaço Memória Capoava. A diária também dá acesso a piscina, sauna, lago e demais áreas de lazer.

    A própria fazenda organiza suas atividades em torno de pilares como educação ambiental, história, culinária brasileira, cavalos e trilhas, tornando a experiência mais ligada ao campo do que simplesmente à hospedagem.

    Onde fica: Itu (SP)
    Distância de São Paulo: aproximadamente 90 km
    Destaques: história, trilhas, cavalgadas e natureza.

    2. Hotel Fazenda Dona Carolina — Itatiba

    Outra opção para desaparecer da paisagem urbana por alguns dias fica em Itatiba, a cerca de 110 km de São Paulo.

    O Hotel Fazenda Dona Carolina ocupa uma propriedade centenária com aproximadamente 100 hectares de natureza e área de mata nativa da Mantiqueira preservada, segundo informações do próprio empreendimento.

    O passado rural continua presente na experiência oferecida aos visitantes. Há passeios que abordam a história do Brasil Colonial e a produção de café, além de visita à cachaçaria da propriedade.

    Para quem prefere atividades ao ar livre, a fazenda oferece experiências com animais e cavalos, além de passeios por suas trilhas. A programação divulgada pelo empreendimento também inclui outras atividades de lazer e aventura.

    É uma opção especialmente interessante para quem quer combinar hospedagem confortável com uma experiência ligada à história das antigas propriedades rurais paulistas.

    Onde fica: Itatiba (SP)
    Distância de São Paulo: cerca de 110 km
    Destaques: mata, cavalos, história do café e experiências rurais.

    3. Fazenda Tozan — Campinas

    A terceira opção troca a ideia tradicional de hotel-fazenda por uma experiência diretamente ligada à produção de café.

    Localizada em Campinas, a Fazenda Tozan continua produzindo o grão e abre suas áreas históricas para roteiros de turismo rural. A propriedade fica a apenas 16 km do centro de Campinas; o município, por sua vez, está a aproximadamente 90 km da capital paulista.

    Durante os roteiros culturais, os visitantes podem passar pelo cafezal, terreiro de secagem, casa-sede, antigo despolpador, mirante e outras estruturas ligadas à trajetória da propriedade.

    Há uma modalidade com piquenique pela manhã e outra realizada no período da tarde, terminando com o pôr do sol no mirante. Os passeios têm duração aproximada de três horas.

    Diferentemente das duas primeiras opções, a Tozan funciona especialmente bem para quem quer fazer um bate-volta rural e conhecer melhor a trajetória do café no interior paulista sem necessariamente passar a noite na propriedade.

    A fazenda informa que os roteiros dependem de número mínimo de participantes, por isso é importante consultar previamente a disponibilidade e as condições para visitação.

    Onde fica: Campinas (SP)
    Distância da capital: Campinas fica a cerca de 90 km de São Paulo
    Destaques: cafezal produtivo, história do café, piquenique e pôr do sol.

    Antes de colocar o pé na estrada, vale consultar diretamente cada propriedade sobre reservas, horários, atividades disponíveis e necessidade de agendamento, já que a programação pode variar ao longo do ano.

  • Parceria leva conectividade 4G a mais de 700 mil hectares no interior paulista

    Parceria leva conectividade 4G a mais de 700 mil hectares no interior paulista

    Um projeto estratégico de conectividade rural vai transformar o acesso à internet em mais de 700 mil hectares no interior de São Paulo. As Usinas Batatais e Cevasa, referências no setor sucroenergético, firmaram uma parceria com a Vivo para implantar uma infraestrutura baseada em 4G. O sistema é capaz de cobrir até 712 mil hectares com sinal estável, seguro e de longo alcance.

    A iniciativa, viabilizada pelo portfólio Vivo Agro, prevê a instalação de 12 novas antenas, que se somam às quatro já existentes. Com isso,  14 cidades da região serão beneficiadas: Altinópolis, Batatais, Brodowski, Claraval, Cristais Paulista, Franca, Itirapuã. Nuporanga, Patrocínio Paulista, Ribeirão Corrente, São José da Bela Vista, São Sebastião do Paraíso, São Tomás de Aquino e Santo Antônio da Alegria. A previsão é de que a conectividade esteja disponível para todos no início de 2026.

    A cobertura vai além das áreas agrícolas das usinas. O acesso à internet de qualidade também vai beneficiar comunidades rurais, trechos da Rodovia Cândido Portinari (entre Ribeirão Preto e Franca), cerca de 430 escolas, 130 unidades de saúde e hospitais, além de aproximadamente 590 mil pessoas que vivem nas cidades do entorno.

    Objetivos

    O projeto tem como objetivo acelerar a digitalização das operações das usinas, permitindo decisões em tempo real e suporte à adoção de tecnologias como automação de máquinas, estações climáticas inteligentes, monitoramento de incêndios, sensoriamento de solo e telemetria de frotas. A tecnologia empregada inclui rede 4G licenciada, cobertura de até 11 mil hectares por torre, integração com NB-IoT para sensores de longa duração e LTE-M para aplicações móveis, além de compatibilidade com inteligência de dados, IA e plataformas de gestão agrícola.

    Diretor de IoT, Inovação e Big Data B2B da Vivo, Adriano Pereira. Foto: Divulgação

    “Além da conectividade, oferecemos um centro de operações dedicado ao agronegócio, com resposta ágil e eficiente, contando com equipes especializadas em inteligência artificial”, explica Adriano Pereira, diretor de IoT, Inovação e Big Data B2B da Vivo. “Vamos começar a gerar insights e informações estratégicas. Além de modelos preditivos que trarão impactos positivos para o agronegócio brasileiro. Levando tecnologia com responsabilidade, promovendo a digitalização e aproximando pessoas e empresas”, completa o diretor.

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  • Queimadas em SP causam prejuízo de R$ 1 bilhão ao agronegócio

    Queimadas em SP causam prejuízo de R$ 1 bilhão ao agronegócio

    O agronegócio teve um prejuízo estimado em R$ 1 bilhão pelas queimadas no interior de São Paulo. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento divulgou a informação nesta segunda-feira (26). Os setores mais impactados incluem bovinocultura de corte e leite, produção de cana-de-açúcar, fruticultura, heveicultura e apicultura.

    Propriedades atingidas

    A Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), vinculada à Secretaria, levantou dados que mostram o impacto das queimadas em 3.837 propriedades de 144 municípios paulistas. Ou seja, as 20 das 40 regionais da Cati, com sede em Campinas, coletaram essas informações.

    Pacote de ajuda

    Em resposta aos incêndios, o governo de São Paulo lançou um pacote de ajuda para os produtores rurais. Entre as medidas, estão recursos emergenciais e proteção jurídica. A Secretaria de Agricultura informou que R$ 110 milhões foram disponibilizados para o pacote, sendo R$ 100 milhões destinados ao seguro rural e R$ 10 milhões ao custeio de despesas de manutenção e recuperação das produções.

    Cada produtor afetado terá acesso a até R$ 50 mil por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap). Além disso, as propriedades atingidas serão incluídas em programas habitacionais estaduais, com foco na recuperação das moradias destruídas.

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    70 mil hectares de cana queimados

    Produtores da região acreditam que as queimadas foram provocadas por ação humana. A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) estima que as perdas dos produtores de cana-de-açúcar alcançam R$ 350 milhões, considerando áreas a serem colhidas e plantações afetadas. Ao mesmo tempo, os técnicos percorrem as plantações para conferir os estragos. Em resumo, eles já estimam que cerca de 70 mil hectares tenham sido consumidos pelo fogo.

    Até o momento, a polícia prendeu quatro suspeitos de envolvimento nas queimadas, com prisões em flagrante ocorrendo em cidades próximas a Ribeirão Preto, uma das regiões mais afetadas. Além disso, as investigações estão em andamento para apurar os responsáveis pelos incêndios.

    Empresas do setor também acreditam que a origem das queimadas seja criminosa. A Raízen, por exemplo, atribui os incêndios à ação humana, agravada pela seca prolongada, baixa umidade, ventos fortes e altas temperaturas. Ao mesmo tempo, o Grupo Moreno ofereceu uma recompensa de R$ 30 mil por informações que levem à captura de responsáveis por incêndios em suas áreas de cultivo de cana e vegetação nativa.

    Queimadas em SP

    De acordo com a Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto (Abag-RP), a luta contra os incêndios criminosos é antiga. Anteriormente, em 2022, a entidade encaminhou um ofício à Secretaria de Segurança do Estado, solicitando maior rigor nas investigações sobre queimadas suspeitas na região.