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  • Paraná consolida liderança na produção de mel

    Paraná consolida liderança na produção de mel

    O 19º Seminário Paranaense de Meliponicultura, realizado no último fim de semana em Prudentópolis, tornou-se um termômetro do crescimento explosivo do setor no estado. Com mais de 500 participantes, o evento superou expectativas. E evidenciou a meliponicultora, criação de abelhas nativas sem ferrão, como uma lucrativa frente de negócios no agronegócio paranaense.

    O seminário, o primeiro na cidade desde 2018, contou com palestras e oficinas que focaram na geração de renda, sustentabilidade e equilíbrio ambiental. A organização foi da Câmara Técnica do setor, que reúne associações de produtores, universidades e entidades públicas como o IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná).

    Ouro líquido: o valor estratégico do mel sem ferrão

    Diferente da apicultura tradicional (com abelhas com ferrão do gênero Apis), a meliponicultura produz um mel mais raro e valorizado. Embora a produção por enxame seja menor (de 0,5 kg a 3 kg, contra uma média de 25 kg da Apis), o preço no mercado é significativamente maior.

    De acordo com extensionistas do IDR-Paraná, o mel das abelhas sem ferrão pode ser comercializado pelo produtor a preços entre R$ 70 e R$ 150 o quilo. Em comparação, o mel da abelha comum (Apis) chega à indústria em torno de R$ 10 o quilo. Esse valor agregado, somado aos menores custos de manejo, transforma a atividade em uma poderosa fonte de renda complementar para a agricultura familiar.

    “Os temas abordados foram ótimos, cumprindo os objetivos de transmitir conhecimentos sobre a promoção e geração de renda. O feedback foi muito positivo”, afirmou Marlon Tiago Hladczuk, extensionista do IDR-Paraná.

    Paraná: líder nacional na produção de mel

    O fortalecimento da meliponicultura ocorre em um momento em que o Paraná se consolida como potência no mercado do mel. Dados da Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE, compilados pelo Deral/Seab, mostram que o estado assumiu a liderança na produção nacional em 2024, com 9,82 mil toneladas. O equivalente a 14,6% da produção brasileira.

    Na esteira do sucesso, o estado também é o terceiro maior exportador do produto em 2025, com 5,57 mil toneladas vendidas ao exterior, gerando uma receita de US$ 18,64 milhões. Os Estados Unidos são o principal destino, absorvendo 82,5% do mel exportado pelo Paraná.

  • Prêmio Orgulho da Terra 2025 reconhece 17 produtores por práticas sustentáveis

    Prêmio Orgulho da Terra 2025 reconhece 17 produtores por práticas sustentáveis

    O IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná) realizou nesta terça-feira (11/11) a cerimônia de entrega do Prêmio Orgulho da Terra 2025. O evento premiou produtores rurais de 17 categorias diferentes, distribuídos por todas as regiões do Paraná, que aplicam boas práticas sustentáveis em suas propriedades.

    A quinta edição do prêmio resulta da parceria entre o Grupo Ric, o Sistema Ocepar e o governo estadual, por meio do IDR-Paraná. A cerimônia aconteceu na sede do instituto em Curitiba e reuniu os homenageados para a entrega dos troféus e um jantar.

    Comissão avalia práticas nos pilares social, ambiental e econômico

    Uma comissão formada por representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), do Sistema Federação da Agricultura do Paraná (FAEP-SENAR-PR), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Paraná (Fetaep) escolheu os vencedores.

    O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Márcio Nunes, destacou a importância do reconhecimento. “O Orgulho da Terra premia produtores e extensionistas que demonstram, praticam, usam e difundem boas práticas da produção agrícola”, afirmou.

    Nunes enfatizou que a premiação ganha destaque porque a sociedade busca práticas sustentáveis. “O mundo quer produzir utilizando menos agroquímicos, prejudicando cada vez menos o meio ambiente. O Paraná, com quase 12 milhões de habitantes, produz alimentos para mais de 400 milhões de pessoas ao redor do mundo”, observou.

    Governo lança programa Estrada Boa durante cerimônia

    Durante a entrega do prêmio, o secretário Márcio Nunes anunciou o programa Estrada Boa, uma iniciativa que amplia a pavimentação de estradas rurais no Paraná. “Ontem, autorizamos o convênio de 62 estradas rurais, 15 dias atrás autorizamos mais 40. Neste momento, temos mais de 100 novos trechos autorizados à pavimentação. Vamos chegar ao dia primeiro de dezembro com mais de 200 trechos autorizados no estado do Paraná”, revelou.

    O secretário explicou a origem do nome do programa. “O governador me perguntou: como é o nome desse programa? Rota do Progresso? Vamos mudar para um nome menos complicado. Ele falou: Estrada Boa. Não tem homenagem maior para um produtor rural e um extensionista do que ter uma estrada boa para andar”, comentou.

    Natalino Avance recebe prêmio de Personalidade Agrícola do Ano

    O diretor-presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, recebeu o troféu de Personalidade Agrícola do Ano. Emocionado, ele dedicou o prêmio à família e aos colegas extensionistas. “Isso aqui é para vocês, isso aqui é para os técnicos do IDR. Onde tem IDR tem resultados”, afirmou.

    Souza destacou que o prêmio mostra à sociedade o trabalho realizado no campo, principalmente para os grandes centros urbanos. “O Paraná é o que é por alguns aspectos. Valorizo a importância da pesquisa, da assistência técnica e extensão rural e do arranjo organizacional que conseguimos fazer aqui no estado. O prêmio Orgulho da Terra reflete isso porque um conjunto de instituições avalia o que fazemos de bom em diversas categorias”, observou.

    O diretor-presidente também valorizou os técnicos que acompanharam os produtores premiados. “Na agricultura, a inovação é fundamental, isto é, fazer algo diferente, aplicando uma nova tecnologia. Os técnicos orientam o produtor nesse processo. O agente que ajudou e deu assistência é tão importante quanto o produtor que fez uma inovação”, concluiu.

    Agricultura familiar sustentável gera resultados expressivos

    O diretor-presidente da Adapar, Otamir Martins, ressaltou que o prêmio mostra produtores familiares que aplicam princípios de sustentabilidade sem perder de vista a questão econômica. “Os premiados são agricultores familiares que se preocupam com a questão ambiental e social. Eles tornam o estado o maior produtor de alimentos por metro quadrado no mundo. Esses agricultores mostram que podemos produzir com sustentabilidade, rentabilidade e atender às questões sociais”, afirmou.

    O secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, que era secretário da Agricultura quando o prêmio surgiu, prestigiou a solenidade. “Acho importante valorizar aqueles que em cada setor se distinguem como um guia, como um modelo, como alguém que possa ser observado e seguido, copiado, porque não é vergonha copiar aquilo que alguém faz bem”, afirmou.

    O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, compareceu à cerimônia para prestigiar cooperados premiados. “O prêmio é fundamental para que os produtores façam suas práticas agrícolas sustentáveis e, com isso, consigam obter mais renda e mais qualidade de vida. Participar de prêmios que valorizem o cooperado, o produtor rural e o empreendedor é importante para nós”, declarou.

    Grupo Ric dá visibilidade à produção paranaense

    Leonardo Petrelli, presidente do Grupo Ric que idealizou o prêmio há cinco anos, explicou o objetivo da iniciativa. “Esse prêmio dá luz a várias práticas idealizadas por pequenos agricultores que não têm oportunidade de mostrar o que fazem e o que produzem. Esse tipo de prática impacta a cadeia produtiva do agronegócio. Temos muita satisfação de poder ver essas pessoas virem aqui serem homenageadas”, disse.

    Vencedores do Prêmio Orgulho da Terra 2025

    Assistidos pelos profissionais do IDR-Paraná:

    • Agroindústria: Larissa Caroline / Técnico: Flávia Leão Almeida Silva
    • Café: Eurípes Geraldo Colombo / Técnico: Roberto Natal Dal Molin
    • Erva Mate: José Paulo dos Santos Pires / Técnico: Vivian Rank Kerninski
    • Feijão: Ademílson Pegorini / Técnico: Lari Maroli
    • Hortifruti: Eduardo Massaki Fujiharo / Técnico: Antônio de Pádua Andrade Salvado
    • Bovinocultura de Leite: Alan Pinheiro da Cruz / Técnico: Rosilene Buss Gonçalves
    • Inclusão Social: Floripa dos Santos / Técnico: Josaine Bárbara Faé
    • Mulheres no Agro: Roseli Pereira de Campos / Técnico: Felipe Alvares Spagnuolo
    • Bovinocultura de Corte: Elias Fernando Vizzoto / Técnico: José Clóvis Torsani
    • Agricultura Orgânica: Celso Norio Tokunaga / Técnico: Rodrigo Alexandre Patel da Fonseca
    • Sericicultura: Sirlei Messias Usiak / Técnico: Anderson Wasilewski
    • Sucessão Familiar: Jandira Poncio Bueno Jacomite / Técnico: Jussara Ines Dresch
    • Tecnologia: João Carlos dos Santos / Técnico: Rodrigo Nunes de Oliveira
    • Turismo Rural: Rosa Maria Wojcik Baedeski / Técnico: Renata Lessa Miranda
    Produtores ligados ao Sistema Ocepar:
    • Aves: Neimar Antonello / Técnico: Ivandro Api
    • Suínos: Marlene Benincá / Técnico: Alencar Augusto
    • Piscicultura: Pedro Lessa / Técnico: Lucas Siqueira Manrique Pinheiro
  • Criação de comitê gestor deve impulsionar ações do programa Pecuária Moderna

    Criação de comitê gestor deve impulsionar ações do programa Pecuária Moderna

    O programa Pecuária Moderna, iniciativa para impulsionar a bovinocultura no Paraná, ganha novo fôlego com a criação de um comitê gestor e a reativação de comitês regionais. A ação, definida em conjunto por representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). Além  do Sistema Faep e do Sistema Ocepar, busca modernizar o setor e aumentar a competitividade dos produtores paranaenses.

    O comitê gestor será responsável por liderar a reestruturação do programa, que visa ações mais estruturadas e assertivas. A primeira ação do comitê é identificar e cadastrar os produtores interessados em participar do projeto, para que possam iniciar as ações de capacitação e modernização.

    Reativação dos comitês regionais

    Além do comitê gestor, foram reativados os comitês regionais nas áreas de destaque da bovinocultura paranaense. Os comitês regionais visam estabelecer estratégias específicas para as demandas de cada região. E contam com a estrutura dos sindicatos rurais para reuniões e iniciativas necessárias. Os comitês foram estabelecidos em Santo Antônio da Platina, Guarapuava, Campo Mourão, Maringá e Umuarama.

    Masaru Sugai, médico veterinário do Deagro/Seab, destaca a importância dos comitês regionais para o programa. Segundo ele, os comitês regionais, compostos por representantes de entidades ligadas à pecuária em cada região. Eles serão responsáveis por estabelecer contatos com os pecuaristas para elaboração de um Plano Regional de Desenvolvimento da Pecuária. Sugai também ressalta que serão utilizadas ferramentas como vídeos educativos e informativos, métodos grupais como Dia de Campo e Unidades de Referência, como incentivo para a adoção de tecnologias na exploração pecuária.

    Como participar do programa

    Os produtores interessados em participar do programa devem entrar em contato com os técnicos do IDR-Paraná ou com os Sindicatos Rurais de seus municípios.

    O Plano Integrado de Desenvolvimento de Bovinocultura de Corte no Paraná – Pecuária Moderna tem ações voltadas para a capacitação do produtor e para a modernização da bovinocultura no Estado. O programa é uma parceria público-privada que envolve todos os segmentos da cadeia produtiva: produtores rurais, assistência técnica, extensão rural, pesquisa, ensino e indústria.

    O programa também deve apostar na difusão de informações técnicas por meio de ferramentas digitais, como vídeos explicativos.

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  • Paraná propõe Plano Safra 2025/26 de R$ 597 bilhões ao Governo Federal

    Paraná propõe Plano Safra 2025/26 de R$ 597 bilhões ao Governo Federal

    O governo do Paraná apresentou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) uma proposta para o Plano Safra 2025/26, com a sugestão de liberar R$ 597,1 bilhões para atender às necessidades de crédito, investimentos e garantia dos produtores. O valor é superior aos R$ 475,5 bilhões liberados pelo governo federal para a safra que se encerra em junho deste ano.

    A proposta paranaense, que já se tornou uma tradição anual, sugere a seguinte distribuição dos recursos:

    • Créditos de Custeio e Comercialização: R$ 417 bilhões
    • Investimentos: R$ 180,1 bilhões

    Dentro dessa divisão, os recursos seriam distribuídos da seguinte forma:

    • Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf): R$ 90 bilhões
    • Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp): R$ 86 bilhões
    • Demais Agricultores: R$ 421 bilhões

    O documento foi assinado pelos representantes dos principais órgãos e entidades do agronegócio paranaense: Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná), Federação da Agricultura (Faep), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep) e Sistema Ocepar.

    Desafios e prioridades

    O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, destacou que a proposta considera os desafios enfrentados pelos produtores, como as variações climáticas e a volatilidade de preços. “Os valores apresentados e as sugestões de como aplicá-los para dar mais tranquilidade para o produtor fazer o que sabe, que é produzir alimento, estão dentro da realidade vivida no campo”, afirmou.

    O documento enviado ao governo federal destaca a necessidade de:

    • Elevar o montante de recursos para custeio, comercialização e investimento.
    • Recompor o orçamento para subvenção ao prêmio de seguro rural.
    • Promover o reequilíbrio do teto de renda bruta da agricultura familiar.
    • Analisar as taxas de juros, considerando o cenário econômico nacional.

    Custeio e comercialização

    A proposta sugere a disponibilização de R$ 417 bilhões para custeio e comercialização, com os seguintes limites de contratação e taxas de juros:

    • Pronaf: R$ 400 mil, com juros de 0,5% a 5,5% ao ano
    • Pronamp: R$ 2 milhões, com juros de 7% ao ano
    • Demais Produtores: R$ 4 milhões, com juros de 11% ao ano

    Além disso, é proposta uma linha especial para produtores de leite, visando a retenção de matrizes e a aquisição de alimentos para o rebanho.

    Investimento

    Para investimento, a proposta contempla a aplicação de R$ 180,1 bilhões, priorizando programas como:

    • Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 11,5 bilhões
    • Programa de Financiamento à Agricultura Irrigada e ao Cultivo Protegido (Proirriga): R$ 3 bilhões
    • Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 4,5 bilhões
    • Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro): R$ 10 bilhões

    A proposta sugere taxas de juros pré-fixadas e menores para esses programas, além de prazos de reembolso mais longos.

    Para mitigar os impactos de condições climáticas adversas, pragas e oscilações de mercado, a proposta inclui a liberação de R$ 4 bilhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

    Agricultura Familiar

    Para os agricultores familiares, a proposta sugere:

    • Aumento do volume de recursos para custeio e comercialização de R$ 41 bilhões para R$ 45 bilhões.
    • Aumento do volume de recursos para investimento de R$ 35 bilhões para R$ 45 bilhões.
    • Financiamento de até R$ 400 mil, com prazo de dez anos para reembolso e dois anos de carência.
    • Aumento de R$ 500 mil para R$ 750 mil na renda bruta de enquadramento.
    • Simplificação dos procedimentos para acesso ao Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF).

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  • Expotécnica 2024 bate recorde de público

    Expotécnica 2024 bate recorde de público

    A 29ª Expotécnica, realizada pelo IDR Paraná em Sabáudia, encerrou na última sexta-feira (12) com recorde de público. Mais de quatro mil pessoas participaram do evento, consolidando-o como um dos mais importantes para a agricultura familiar. Luiz Marcelo Franzin, coordenador geral da Expotécnica, destacou o saldo positivo e o apoio dos expositores.

    O evento contou com 55 marcas e instituições e mais de 30 excursões de municípios das regiões norte e noroeste do estado. Rafaela Bernardo, assistente social do IDR-PR, enfatizou o recorde de público e a alta qualidade técnica da feira, que ofereceu mais de 30 horas de conteúdo técnico.

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    Rafaela Bernardo, assistente social do IDR-PR, afirmou que o evento deste ano foi uma surpresa muito positiva. Ela destaca, por exemplo, o recorde de público, com mais de 1.500 pessoas apenas na quinta-feira, o segundo dia da feira. Além disso, ela também ressaltou o alto nível técnico e a melhoria na estrutura da 29ª edição. Adicionalmente, Rafaela menciona o “Encontro da Mulher”, que reuniu mais de 250 participantes. “Nosso auditório foi palco de temas importantes com destaque para o ‘Encontro da Mulher’ com mais de 250 mulheres presentes na ocasião”.

    Paulo Eduardo Sipoli, gerente regional do IDR Paraná em Apucarana, ressaltou a participação de mais de 100 profissionais na organização e o compromisso de levar informação técnica e promover inovação tecnológica para os produtores. Além disso, ele comentou que a próxima edição, a 30ª Expotécnica, promete continuar com temas atuais e focados na agricultura sustentável do estado.